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Medium 9788547223779

1. Da Constituição de 1824 ao Congresso Nacional Constituinte (1985-1987)

RAMOS, André de Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

1. Da Constituição de 1824 ao Congresso Nacional Constituinte (1985-1987)

Desde a primeira Constituição brasileira, em 1824, houve a previsão de um rol de direitos a serem assegurados pelo Estado. O seu art. 179 dispunha que “a inviolabilidade dos direitos civis, e políticos dos cidadãos brasileiros, que tem por base a liberdade, a segurança individual, e a propriedade, é garantida pela Constituição do

Império”, seguindo-se 35 incisos, detalhando-se os direitos fundamentais. Mas essa

Constituição mascarava a real situação da época: havia escravidão e o voto era censitário e excluía as mulheres.

Com a República, a tradição de inserção do rol de direitos na Constituição de

1891 continuou: o art. 72 dispôs que “a Constituição assegura a brasileiros e a estrangeiros residentes no País a inviolabilidade dos direitos concernentes à liberdade, à segurança individual e à propriedade, nos termos seguintes...”. O princípio da não exaustividade dos direitos fundamentais foi reconhecido no art. 78, que dispunha que “a especificação das garantias e direitos expressos na Constituição não exclui outras garantias e direitos não enumerados, mas resultantes da forma de governo que ela estabelece e dos princípios que consigna”.

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Medium 9788527720618

32 - Fisioterapia Respiratória nas Doenças Neuromusculares

ORSINI, Marcos Grupo Gen PDF Criptografado

32

Fisioterapia Respiratória nas

Doenças Neuro­muscula­res

Bruno Presto e Luciana Damazio de Noronha Presto

.

Resumo

Doenças neuro­muscula­res (DNM) levam à hipoventilação alveolar, a qual, se for de instalação lenta e progressiva, não é comumente diagnosticada nem tratada até que aconteça um episódio de insuficiên­cia respiratória aguda. Este episódio de descompensação ocorre, com frequência, durante um quadro banal de infecção de vias respiratórias superiores e deve-se à inabilidade do paciente em eliminar secreções. O comprometimento da força da m

­ usculatura respiratória pode ocorrer em várias doen­ças dos nervos e dos ­músculos, e a perda da capacidade de ventilação acontece agudamente e de modo absoluto nos traumatismos raquimedulares cervicais. Distrofias ­muscula­res, neuropatias e doen­ças da placa mioneural, quando acometem a ­musculatura da respiração, têm outro tipo de evolução: em surtos, ou então com piora progressiva, em velocidade va­riá­vel. Todas as possibilidades terapêuticas devem ser apresentadas ao paciente portador de doen­ça neuro­muscular e à sua família. A indicação de cada uma delas deve ser bastante discutida. Não há justificativa técnica ou ética para se tomar qualquer decisão à revelia dos desejos do paciente e nem deve o profissional usar seus próprios valores para decidir sobre o que é aceitável como qualidade de vida para outra pessoa.

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Medium 9788547222697

21.10. Extinção do Bem de Família Voluntário

LÔBO, Paulo Editora Saraiva PDF Criptografado

os tribunais, com entendimento pacificado nos tribunais superiores, que as dívidas anteriores não excluíam a impenhorabilidade do bem de família, inclusive nos casos em que já tinham ocorrido as penhoras judiciais. O fundamento dessa orientação é o da inexistência de direito adquirido a instituto jurídico ou quando a matéria for de natureza processual. Neste ponto, o bem de família legal é mais benéfico à entidade familiar.

O bem de família voluntário é impenhorável em razão das dívidas relativas aos empregados da própria residência, das contribuições previdenciárias, de pensão alimentícia, de execução de hipoteca sobre o imóvel e quando o bem tiver sido adquirido com produto de crime, que são excluídas do bem de família legal.

Neste ponto, o bem de família voluntário é mais amplo.

A impenhorabilidade do bem de família voluntário é excluída apenas nos casos de dívidas relativas aos tributos incidentes sobre o imóvel e as respectivas despesas de condomínio. Penhorado o imóvel e alienado em hasta pública, deduzindo-se o montante para pagamento da dívida, o saldo restante será destinado para aquisição de outro imóvel, por determinação judicial, sobre ele instituindo-se novo bem de família. Se o valor for insuficiente, será aplicado em títulos da dívida pública, cujas receitas serão destinadas ao sustento da família. Pode o juiz, a pedido dos beneficiários ou do Ministério Público, determinar outro modo de destinação do valor remanescente, no melhor interesse da entidade familiar, máxime havendo filhos menores.

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Medium 9788527726825

Capítulo 15 Princípios de Anestesia Geral

MORETHSON, Priscilla Grupo Gen PDF Criptografado

Princípios de

Anestesia Geral capítulo 15

Pedro Fernandes Lara

Introdução

Anestesia geral e anestésicos gerais

A anestesia geral, como a conhecemos atualmente, originou-se com a descoberta do quí­mico Humphry Davy (1778-1829), de

Cornwall, Inglaterra, que sintetizou o óxido nitroso, em 1800.

Esse pesquisador descobriu a propriedade anestésica do gás, além de sua capacidade de “promover o riso incontido”, razão pela qual o óxido nitroso foi denominado “gás hilariante”.

À época da descoberta do óxido nitroso (então usado em festas de elites), as principais cirurgias eram rea­li­zadas com sedação por substâncias alcoó­licas ou derivadas do ópio (morfina). Essas cirurgias constituíam-se de amputações e extrações dentárias extremamente dolorosas. O uso do óxido nitroso só se iniciou em

1846, com o famoso cirurgião-dentista da época, o norte-americano Horace Wells, da cidade de Vermont, após ele mesmo ter um dente extraí­do sob o efeito desse gás.

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Medium 9788553610662

9. FILOSOFIA MODERNA

MESSA, Ana Flávia; ANDREUCCI, Ricardo Antonio Editora Saraiva PDF Criptografado

EXAME DA OAB UNIFICADO – 1ª FASE marcado pela difusão das ideias humanistas, pela valorização da razão e da liberdade e pelo desenvolvimento das ciências com a observação da pesquisa e experimen­ tação (racionalismo, individualismo, naturalismo, antro­ procentrismo e heliocentrismo). Seus principais representantes foram: Dante, Giordano Bruno, Maquiavel,

Jean Bodin, Kleper, entre outros.

9. FILOSOFIA MODERNA

Opõe-se aos dogmas religiosos, criando métodos e critérios para a elaboração de um conhecimento verdadeiro. São representantes:

Galileu Galilei: o pensamento científico tem como base o racionalismo matemático. Inventor do telescópio, do termômetro e dos estudos sobre reflexão e refração da luz. O sol era o centro do universo.

Francis Bacon: formulou a teoria do empirismo.

A ciência deveria valorizar a pesquisa experimental. É um dos fundadores do método indutivo de investigação científica.

■■ Empirismo: o conhecimento é limitado às expe­ riências vivenciadas, e as aprendizagens se dão por meio de tentativas e erros. Como doutrina filosófica surgiu na Inglaterra do século XVII. Seus principais representantes são:

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Medium 9788502638419

A OMISSÃO E SUAS FORMAS xv

BITENCOURT, Cezar Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

A OMISSÃO E SUAS FORMAS

xv

Sumário: 1. Considerações gerais. 2. Crimes omissivos próprios. 3. Crimes omissivos impróprios ou comissivos por omissão. 3.1. Pressupostos fundamentais do crime omissivo impróprio. 4. Fontes originadoras da posição de garantidor. 4.1.

Obrigação legal de cuidado, proteção ou vigilância. 4.2. De outra forma, assumir a responsabilidade de impedir o resultado. 4.3. Com o comportamento anterior, cria o risco da ocorrência do resultado.

1. Considerações gerais

O Direito Penal contém normas proibitivas e normas imperativas (mandamentais). A infração das normas imperativas constitui a essência do crime omissivo. A conduta que infringe uma norma mandamental consiste em não fazer a ação ordenada pela referida norma. Logo, a omissão em si mesma não existe, juridicamente, pois somente a omissão de uma ação determinada pela norma configurará a essência da omissão.

Tipifica-se o crime omissivo quando o agente não faz o que pode e deve fazer, que lhe é juridicamente ordenado. Portanto, o crime omissivo consiste sempre na omissão de uma determinada ação que o sujeito tinha obrigação de realizar e que podia fazê-lo1. O crime omissivo divide-se em omissivo próprio e omissivo impróprio. Os primeiros são crimes de mera conduta, como, por exemplo, a omissão de socorro, aos quais não se atribui resultado algum, enquanto os segundos, os omissivos impróprios, são crimes de resultado, como veremos adiante.

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Medium 9788520430941

LEVANTAMENTO TERRA ROMANO

WILLIAMS, Len; GROVES, Derek; THURGOOD, Glen Editora Manole PDF Criptografado

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TREINAMENTO DE FORÇA

LEVANTAMENTO TERRA ROMANO

Esse movimento realiza um bom trabalho de equilíbrio em seus quadríceps, com desenvolvimento dos músculos do jarrete e glúteos – músculos que estendem os quadris. O levantamento terra romano constitui um excelente, embora difícil, complemento para seu programa geral de treinamento, especialmente se você deseja melhorar a potência e a velocidade dos membros inferiores.

ΜÚSCULOSALVO

▪ Quadríceps femoral

▪ Glúteos

▪ Músculos do jarrete

▪ Eretor da espinha

Trapézio

Eretor da espinha

Deltoide

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Glúteos

• Glúteo máximo

• Glúteo médio

• Glúteo mínimo

Latíssimo do dorso

Tríceps braquial

Braquial

Bíceps braquial

Oblíquo externo do abdome

VARIAÇÃO

Ao treinar com cargas pesadas, você deve utilizar um suporte ajustado à sua altura. Nesse caso, utilize pegadas alternadas (uma mão por cima e outra por baixo da barra) para impedir que a barra gire. Você também pode usar faixas de punho, que proporcionam proteção e aumentam a preensão.

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Medium 9788582711521

Capítulo 11 - Instrumentos de Avaliação Selecionados do DSM-5

Abraham M. Nussbaum Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

Instrumentos de Avaliação

Selecionados do DSM-5

Além de seus diagnósticos categóricos, o DSM-5 inclui uma série de escalas transversais de sintomas e outros instrumentos de avaliação. Esses instrumentos são úteis para a triagem de problemas mentais, por caracterizarem o grau de prejuízo funcional associado ao transtorno mental e priorizar uma área particular de preocupação clínica. Visto que elaborei este livro para a entrevista diagnóstica, incluo neste capítulo apenas as ferramentas que serão mais úteis para a sua execução. O leque integral de instrumentos de avaliação relevantes ao DSM-5, incluindo aqueles para a gravidade do diagnóstico, pode ser encontrado on-line em www.psychiatry.org/dsm5.

Entrevista de Formulação Cultural (EFC)

Como foi discutido no Capítulo 4, “Aventuras em Dimensões”, a Entrevista de Formulação Cultural (EFC) não é um sistema de classificação de pontuação, mas uma série de indicativos para ajudá-lo a explorar o entendimento de uma pessoa acerca da doença e da saúde. A entrevista pode ser incorporada em um exame diagnóstico quando o que se deseja

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Medium 9788547211752

Prova Simulada 23

MARTINO, Agnaldo Editora Saraiva PDF Criptografado

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Provas Simuladas

635

Prova Simulada 23

1. Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas do texto.

Para incentivar o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio no Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou o Prêmio ODM BRASIL. A iniciativa do governo federal em conjunto com o Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) vai selecionar e dar visibilidade (1) experiências em todo o país que estão contribuindo para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), como (2) erradicação da extrema pobreza e (3) redução da mortalidade infantil. Os ODM fazem parte de um compromisso assumido, perante (4) Organização das Nações Unidas, por 189 países de cumprir (5) 18 metas sociais até o ano de 2015.

(Em Questão, Subsecretaria de Comunicação Institucional da Secretaria-Geral da Presidência da República, n. 390 — Brasília, 06 de janeiro de 2006) a) b) c) d) e)

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Medium 9788522478439

10 Passivo

SLOMSKI, Valmor Grupo Gen PDF Criptografado

10

Passivo

10.1 INTRODUÇÃO

O passivo é o segundo grupo da posição financeira da entidade e evidencia as obrigações presentes da entidade, derivadas de eventos já ocorridos,

cujo pagamento se espera que resulte em saída de recursos da entidade, os quais são capazes de gerar benefícios econômicos ou potencial de serviços.

10.2 CLASSIFICAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES

A norma NBC TSP1 diz que a entidade deve apresentar ativos circulantes e não circulantes e passivos circulantes e não circulantes, como grupos de contas separados no Balanço Patrimonial.

No entanto apresenta uma exceção, dizendo:

“exceto quando uma apresentação baseada na liquidez proporcionar informação confiável e mais relevante”. Desse modo, quando essa exceção for aplicável, o Contador deverá preparar a demonstração contábil apresentando todos os ativos e pas-

sivos por ordem de liquidez. Caso contrário, para melhor evidenciar, o Passivo é dividido em dois grupos por ordem de exigibilidade; o primeiro deles é o Passivo Circulante e o segundo é o Passivo

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Medium 9788527727716

5 | Aplicações Práticas da Ingestão Dietética de Referência

ROSSI, Luciana; GALANTE, Andrea Polo Grupo Gen PDF Criptografado

5

Aplicações Práticas da Ingestão

Dietética de Referência

Andrea Polo Galante, Flavia Schwartzman e Silvia Maria Voci

Ingestão dietética de referência

As ingestões dietéticas de referência (DRI, dietary reference intakes) constituem novos e mais amplos valores de refe­ rência para a ingestão de nutrientes para in­di­ví­duos e grupos e substituem as antigas ingestões dietéticas recomendadas

(RDA, recommended dietary allowances) e dietary standards/ recommended nutrient intakes (RNI), padrões de referência dos

EUA e Canadá, respectivamente.

As DRI foram estabelecidas conjuntamente pelos EUA e Ca­ nadá, tendo como referência a população desses paí­ses, e foram publicadas no perío­do de 1997 a 2004.

As DRI diferem das antigas RDA e RNI em vários aspectos.

Em primeiro lugar, porque apresentam quatro valores de refe­ rência e não apenas um. Em segundo lugar, seu objetivo não é somente a prevenção de deficiên­cias nutricionais, como era o das antigas RDA e RNI, mas também a diminuição do risco de doen­

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Medium 9788582715192

Capítulo 10. Distimia

João Quevedo, Antonio Egidio Nardi, Antônio Geraldo da Silva Grupo A PDF Criptografado

10

Distimia

Ana Paula Jesus-Nunes

Flávia Vieira

Lucas de Castro Quarantini

INTRODUÇÃO

O termo distimia originou-se na Grécia Antiga para descrever indivíduos letárgicos, melancólicos e inseguros, sendo também conhecido como “mau humor”.1 Enquanto diagnóstico, a distimia foi incluída na terceira edição do Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM-III), na década de 1980, sendo mantida até a quarta edição, texto revisado, da publicação (DSM-IV-TR),2 que descreve o referido transtorno como uma condição depressiva crônica, de baixo grau, marcada por sintomas de longa duração e ausência de episódio depressivo maior durante os dois primeiros anos da perturbação.

Em 2013, na quinta edição do DSM

(DSM-5),3 introduziu-se uma nova categoria diagnóstica, denominada transtorno depressivo persistente (TDP), representando a combinação do transtorno distímico e do transtorno depressivo maior (TDM) crônico. Essa mudança de classificação ocorreu em resposta a dificuldades em diferenciar as várias formas de depressão crônica, além do fato de estarem, com frequência, presentes simultaneamente.4 Ademais, a referida mudança promove a distinção entre condições depressivas crônica e episódica, conceitualizando a primeira como uma categoria única com diferentes níveis de gravidade de sintomas.5,6

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Medium 9788584290567

Capítulo 2. O cenário em mudança

Steve Ingle; Vicky Duckworth Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

O cenário em mudança

O sistema educacional do Reino Unido é complexo e dinâmico, está em constante mudança. A velocidade e o ritmo da mudança podem ser sentidos especialmente na área de ensino e treinamento vocacionais. Este capítulo explora alguns dos impulsionadores recentes da mudança e como a política governamental tem um impacto significativo na vida profissional cotidiana de tutores e profissionais atuantes em escolas, faculdades e em todo o setor de FE e Habilidades.

Objetivos de aprendizagem

Identificar as políticas em mudança e o impacto na prática, incluindo qualificações, treinamento de tutores e o papel da experiência de trabalho.

Relacionar os custos de mudanças e as oportunidades oferecidas por meio de bolsas de estudo e a expansão da HE (higher education – educação superior) dentro da FE.

Reconhecer os contextos em mudança, incluindo a expansão das UTCs e das escolas-estúdios (studio schools).

Reconhecer as mudanças no setor, envolvendo-se com organizações de apoio ao ensino e ao treinamento.

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Medium 9788584291175

Capítulo 9 - Aumentando a proporção de participação e de pensamento por meio da discussão

Doug Lemov Grupo A PDF Criptografado

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Aumentando a proporção de participação e de pensamento por meio da discussão

Técnica 42: Hábitos de discussão.

Torne as discussões mais produtivas e agradáveis normalizando um conjunto de regras básicas ou “hábitos” que as façam ficar mais eficientes, coesas e conectadas.

Técnica 43: Virem e conversem.

Estimule os alunos a formularem melhor seus pensamentos ao incluir nas aulas discussões curtas e contidas em duplas; mas se certifique de que tenham máxima eficiência e responsabilização.

Técnica 44: Processo em lotes.

Dê maior responsabilidade e autonomia aos alunos (particularmente quando o seu objetivo é uma discussão), permitindo que eles discutam sem mediação do professor por curtos períodos ou por sequências mais longas e formais.

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256  Aula nota 10 2.0

Proporção, como você deve se lembrar, é o processo de garantir que os alunos realizem maior trabalho cognitivo em sala de aula. O objetivo é deixá-los constantemente de sobreaviso, respondendo a perguntas, utilizando ou desenvolvendo sua base de conhecimento e refinando suas ideias. O conceito é composto por duas partes distintas: a proporção de participação e a proporção de pensamento. A primeira é a medida de quantos alunos participam e com que frequência. A segunda refere-se ao rigor e à profundidade do pensamento implícito dessa participação. Em uma sala de aula excelente, você precisa de ambas: participação total e enérgica de todos, e trabalho rigoroso e exigente. Nos

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Medium 9788580555684

Capítulo 27 - Problemas de Contorno e de Autovalores

Steven C. Chapra; Raymond P. Canale Grupo A PDF Criptografado

capítulo

27

Problemas de Contorno e de Autovalores

Lembre-se de nossa discussão, no início da Parte 7 em que uma equação diferencial ordinária é acompanhada por condições auxiliares. Essas condições são usadas para calcular as constantes de integração que aparecem durante a solução da equação. Para uma equação de ordem n, são necessárias n condições. Se todas as condições forem especificadas no mesmo valor da variável independente, então estamos lidando com um problema de valor inicial (Figura 27.1a). Até este ponto, o material da Parte 7 foi dedicado a esse tipo de problema.

Em contraste, existe outra aplicação para a qual as condições não são conhecidas em um único ponto, mas, em vez disso, são conhecidas em valores diferentes da variável

FIGURA 27.1

Problemas de valor inicial versus problemas de contorno. (a) Um problema de valor inicial no qual todas as condições são especificadas no mesmo valor da variável independente. (b)

Um problema de contorno em que as condições são especificadas em valores diferentes da variável independente.

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