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Medium 9788520448342

47. Efeitos da privação do sono na unidade de terapia intensiva

Renata Andréa Pietro Pereira Viana, Mariana Torre Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 47

Efeitos da privação do sono na unidade de terapia intensiva

Mariana Torre

INTRODUÇÃO

A falta de sono é um problema comum nos pacientes em estado crítico. Nas unidades de terapia intensiva (UTI), o padrão de sono se caracteriza por despertares frequentes e observa-se que aproximadamente 50% do tempo líquido de sono ocorre durante as horas do dia. Em diversos estudos, os pacientes muitas vezes reportam piora na qualidade de sono na UTI em comparação com o sono em casa e a falta de sono como uma importante fonte de ansiedade e estresse relacionada à UTI.1,2,5-7

Ainda que se possa atribuir o sono de má qualidade a fatores variáveis como o ruído, a luz, as intervenções para o atendimento ao paciente e a alguns medicamentos, estudos em grande escala procuraram definir fatores de melhora do sono na UTI; mas se depararam com dificuldades para medir os desajustes. No entanto, o interesse por melhorar a qualidade do sono na UTI tem crescido em decorrência de sua possível associação com o delirium na UTI e de sequelas neuropsicológicas pós-UTI. Os esforços para fazer frente a essas sequelas atualmente incluem evitar a sedação profunda, a prevenção do delirium, a introdução de reabilitação física precoce e algumas intervenções no ambiente com o fim de melhorar a qualidade do sono.3,4,8-10

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Medium 9788547212773

88.6 P restações vencidas e vincendas

Nelson Renato Palaia R. de Campos Editora Saraiva PDF Criptografado

Há casos porém em que se discute o cumprimento ou modificação parcial do negócio jurídico. Nessa hipótese deve-se atribuir à causa o valor econômico da parte em discussão.

88.4 Na ação de alimentos

O inciso III do art. 292 em exame é caso de atribuição específica do valor da causa pelo Código. Fixado fica o valor na soma de doze prestações mensais.

Trata-se de regra que a nosso ver visa a equilibrar os interesses no que diz respeito à condenação pela sucumbência, evitando-se o excesso de valor contra o interessado alimentante, mas também coibindo eventual abuso de direito daquele que só presta alimentos quando exigidos em juízo.

88.5 Nas ações demarcatórias, divisórias e reivindicatórias

As ações demarcatórias e divisórias se referem a litígios entre proprietários de bens imóveis; a ação reivindicatória também se refere a bens móveis. Assim, basear-se o valor da causa em estimativa oficial para lançamento de imposto nem sempre é possível.

Outrossim, nem sempre o bem todo é objeto de demarcação, divisão ou reivindicação, podendo-se aí atribuir valor correspondente à parte em questão.

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Medium 9788553604647

17.5 MUNICÍPIO

Clever Vasconcelos Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 17 | Entes federativos   457

17.4 

DISTRITO FEDERAL

Trata-se de uma pessoa jurídica de direito público interno com capacidade político-administrativa, dotada de autonomia, sendo equiparada aos Estados-membros. É muito comum ser confundido com município, mas não o é, não podendo inclusive se repartir em um (art. 32, CF). Possui competência legislativa cumulativa, ou seja, pode legislar sobre matérias estaduais e municipais.

O Distrito Federal rege-se por Lei Orgânica que é equiparada a Constituição Estadual, admitindo controle abstrato de norma distrital, conforme já estudado.

No tocante às polícias civis e militares, ao corpo de bombeiros militar, ao Poder

Judiciário, ao Ministério Público e à Defensoria Pública (nos termos dos arts. 21, XIII e

XIV, e 22, XVII), são organizados e mantidos diretamente pela União, ainda que subordinados ao Governador do Distrito Federal, sendo inclusive a sua utilização regulada por

Lei federal, caracterizando assim uma autonomia parcialmente tutelada pela União.

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Medium 9788597017236

10 - Rendimentos de Participações Societárias

ANDRADE FILHO, Edmar Oliveira Grupo Gen PDF Criptografado

10

10.1

RENDIMENTOS DE

PARTICIPAÇÕES

SOCIETÁRIAS

LUCROS DISTRIBUÍDOS E RECEBIDOS

O tratamento fiscal, sob a perspectiva do beneficiário, dos lucros e dividendos distribuídos ou capitalizados, é dado pelos arts. 379 e 383 do RIR/99. De acordo com art. 379 do RIR/99, os lucros e dividendos recebidos de outra pessoa jurídica, quando puderem ser contabilizados no resultado do período, serão excluídos do lucro líquido para efeito de determinar o lucro real, desde que tenham sido sujeitos à tributação nas firmas ou sociedades que os distribuíram. Esse regime não é aplicável ao valor dos lucros ou dos dividendos que forem recebidos após a data da alienação ou liquidação de investimento avaliado pelo valor de patrimônio líquido, quando tais lucros não tenham sido computados na determinação do ganho ou perda de capital.

Esse mandamento, da não tributação de lucros e dividendos recebidos por pessoa jurídica, existe desde o advento do Decreto no 5.844, de 1943. A partir de 1o de janeiro de

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Medium 9788553611577

2. São Paulo Constituição: tipologia, classificação, concepções, legitimidade, pauta normativa e pauta axiológica. A força normativada Constituição. Paraná Constituição. Conceito, acepções, objeto e elementos. Classificações

GOMES, Marcos Editora Saraiva PDF Criptografado

2.

Constituição: tipologia, classificação, concepções, legitimidade, pauta normativa e pauta axiológica. A força normativa da Constituição. Paraná Constituição. Conceito, acepções, objeto e elementos. Classificações

São Paulo

Enquanto o enfoque do ponto anterior é o direito constitucional, o presente tem por objeto a Constituição.

De início, é conveniente apontar que, das matérias elencadas no ponto 2, o assunto de maior incidência nos concursos públicos da Defensoria Pública (do qual não diferem aqueles relativos às principais carreiras jurídicas) relaciona-se à classificação da Constituição, merecendo, pois, uma atenção especial do candidato.

Em se tratando, porém, especificamente do concurso da Defensoria Pública, é possível concluir que o tema que envolve a “força normativa da Constituição” constitui um assunto explorado com maior frequência em tais certames, ocupando o que chamamos de “espinha dorsal” da disciplina em estudo27, razão pela qual recomendamos que o candidato detenha pleno conhecimento sobre ele.

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Medium 9788536320342

Capítulo 9. A linguagem

Henry Gleitman, Daniel Reisberg, James Gross Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

9

AS UNIDADES BÁSICAS DA LINGUAGEM 344

COMO A LINGUAGEM TRANSMITE O

SIGNIFICADO 349

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM COM CAPACIDADES

DIFERENTES 372

LINGUAGEM E PENSAMENTO

376

O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM NA

CRIANÇA 359

COMENTÁRIOS FINAIS: LINGUAGEM E

COGNIÇÃO 381

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM EM AMBIENTES

DIFERENTES 368

RESUMO 382

A L INGUAGEM

Lila R. Gleitman e Daniel Reisberg

Q

uando consideramos as formas sociais e os artefatos físicos das sociedades humanas, surpreendemo-nos

com a diversidade de culturas em diferentes épocas e locais.

Algumas pessoas andam a pé, outras viajam em camelos e outras ainda pilotam foguetes até a lua. Porém, em todas as comunidades e em todas as épocas, os seres humanos são

semelhantes por terem linguagem. Essa conexão psicológica crucial, entre ter linguagem e ser humano, sempre intrigou aqueles que se interessam pela natureza da mente humana. De fato, para filósofos como Descartes, a linguagem é a função mental que mais distingue os humanos de outros animais e é “o único sinal e a única marca certa do pensamento oculto e envolto no corpo”. Neste capítulo, apresentamos um quadro geral da linguagem humana e sua aprendizagem.

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Medium 9788527734721

6. Avaliação de Necessidades pela Abordagem Socio-odontológica

Vitor Gomes Pinto Grupo Gen PDF Criptografado

v

6

Avaliação das Necessidades pela Abordagem

Socio-odontológica

Georgios Tsakos  •  Jennifer Oliver*

Introdução

O planejamento dos serviços de saú­de está enraizado no imperativo ético de usar apropriadamente os recursos disponíveis.

A avaliação de necessidades de saú­de reú­ne e analisa informações para subsidiar o planejamento dos serviços de saú­de, sendo empregada para garantir o uso dos recursos de maneira mais eficiente e eficaz – por exemplo, direcionando-os para grupos ou in­di­ví­duos com maior probabilidade de se beneficiarem da assistência médica. Seus objetivos gerais são melhorar a saú­de da população e reduzir as desigualdades na saú­de.

Hoje, fica bem claro que a saú­de é mais que apenas uma ausência de doen­ça. Como resultado, as necessidades atuais de saú­de incluem questões como:

• Impacto da falta de saú­de nos in­di­ví­duos e na sociedade

• Limitações funcionais resultadas da falta de saú­de

• Percepções e atitudes dos próprios pacientes em relação a problemas de saú­de

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Medium 9788582601556

Capítulo 9 - Implantação de redes sem fio seguras

Wrightson, Tyler Grupo A PDF Criptografado

214

PARTE III

Defesas para a proteção de redes sem fio

Neste capítulo, veremos

• Configuração de uma rede WPA2-Enterprise com autenticação PEAP

• Configuração de um servidor de diretivas de rede Microsoft Windows 2008

• Estratégias de segmentação de redes sem fio

N

este capítulo, começaremos implantando uma rede sem fio WPA2-Enterprise com autenticação PEAP em um servidor RADIUS Microsoft Windows

2008. Em seguida, aplicaremos à nossa rede sem fio alguns dos conceitos de projetos seguros abordados no Capítulo 6.

Redes sem fio WPA2-Enterprise

Apesar da miríade de detalhes técnicos funcionando em segundo plano quando usamos uma rede sem fio WPA2-Enterprise, ela é inacreditavelmente fácil de configurar. Examinaremos, de maneira resumida, os componentes e, então, passaremos à sua configuração.

Como você pode ver na Figura 9-1, as duas principais peças dessa arquitetura são o ponto de acesso sem fio e o servidor de autenticação RADIUS. O ponto de acesso sem fio impede que o cliente sem fio acesse recursos internos de

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Medium 9788553614479

18.8. Modelo de resposta escrita

Pedro Lenza, Alexandre Cebrian Araujo Reis, Victor Eduardo Rios Gonçalves Editora Saraiva PDF Criptografado

832 Direito Processual Penal Esquematizado

JJ 18.8. 

Alexandre Cebrian e Victor Gonçalves

Modelo de resposta escrita

Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da 12ª Vara Criminal da Comarca da Capital

Processo n. 050.18.97864‑7

Cícero Vaz de Paula Cunha, devidamente qualificado nos autos em epígrafe, pela

Defensoria Pública do Estado, vem, respeitosamente, perante Vossa Excelência, ofere‑ cer RESPOSTA ESCRITA, com fulcro nos arts. 396 e 396‑A do Código de Processo

Penal, pelos motivos fáticos e de direito a seguir aduzidos:

I — Da materialidade e da autoria. Da atipicidade da conduta

A denúncia imputa ao réu a acusação prevista no art. 155, § 4º, IV, c.c. art. 14, II, do Código Penal.

Em que pesem os argumentos levantados na denúncia pelo nobre Promotor de

Justiça, entende esta defesa não haver justa causa para a presente ação penal, tendo em vista que a acusação fundamenta‑se, exclusivamente, nos depoimentos dos policiais.

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Medium 9788577260676

Capítulo 12 - Previsão de vendas e desenvolvimento de orçamentos

Rosann L. Spiro, Gregory A. Rich, William J. Stanton Grupo A PDF Criptografado

12

Previsão de vendas e desenvolvimento de orçamentos

“Os profissionais de vendas subestimam suas despesas e superestimam suas vendas.”

A

Andy Cohen, Gestão de marketing e vendas, out. 1996

A base dos esforços de planejamento da maioria das empresas é uma previsão de vendas. Sua importância é claramente mostrada na Otis Elevator Company, líder mundial no desenvolvimento e marketing de elevadores e sistemas de escadas rolantes. Segundo Heinz Dickens, gerente de vendas de operações internacionais da Otis, a previsão de vendas na divisão internacional da empresa começa com as estimativas para o ano seguinte. Elas são fornecidas pelos profissionais e gerentes de vendas das carteiras de clientes da empresa. Muitas dessas carteiras incluem países estrangeiros inteiros.

A Otis, como muitas empresas de grande porte, utiliza suas previsões de vendas para alocar recursos entre as diferentes áreas funcionais. A produção utiliza as previsões de vendas para desenvolver as programações de produção e quantidades necessárias e para regular os estoques; a

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Medium 9788547233235

SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA - LEI N. 7.102, DE 20 DE JUNHO DE 1983

Ricardo Antonio Andreucci, Daniel Haddad, Ana Flávia Messa Editora Saraiva PDF Criptografado

S ERVIÇOS DE VIGIL ÂNCIA

LEI N. 7.102, DE 20 DE JUNHO DE 1983

A Lei n. 7.102/83 dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros, estabelece normas para constituição e funcionamento das empresas particulares que exploram serviços de vigilância e de transporte de valores, e dá outras providências.

1. SEGURANÇA PARA ESTABELECIMENTOS FINANCEIROS

O funcionamento de qualquer estabelecimento financeiro onde haja guarda de valores ou movimentação de numerário depende de sistema de segurança que tenha sido aprovado por parecer favorável do Ministério da

Justiça. Na expressão “estabelecimento financeiro”, estão abrangidos os bancos oficiais ou privados, caixas econômicas, sociedades de crédito, associações de poupança, suas agências, postos de atendimento, subagências e seções, assim como as cooperativas singulares de crédito e suas respectivas dependências.

No caso de cooperativas singulares de crédito, que possuem reduzida circulação financeira, o Poder Executivo estabelecerá requisitos próprios de segurança que contemplem, entre outros, os seguintes procedimentos: a) dispensa de sistema de segurança para o estabelecimento de cooperativa singular de crédito que se situe dentro de qualquer edificação que possua estrutura de segurança; b) necessidade de elaboração e aprovação de apenas um único plano de segurança por cooperativa singular de crédito, desde que detalhadas todas as suas dependências; c) dispensa de contratação de vigilantes, caso isso inviabilize economicamente a existência do estabelecimento. Os processos administrativos em curso no âmbito do Departamento de Polícia Federal observarão os requisitos próprios de segurança para as cooperativas singulares de crédito e suas dependências.

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Medium 9788547211455

3LEI DE INTRODUÇÃO ÀS NORMASDO DIREITO BRASILEIRO

GONÇALVES, Carlos Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

3

LEI DE INTRODUÇÃO ÀS NORMAS

DO DIREITO BRASILEIRO

JJ 3.1. CONTEÚDO

E FUNÇÃO

A Lei de Introdução ao Código Civil (Decreto­‑Lei n. 4.657, de 4.9.1942), atual‑ mente denominada “Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro” (Lei n.

12.376), contém dezenove artigos. Trata­‑se de legislação anexa ao Código Civil, mas autônoma, de­­le não fazendo parte. Embora se destine a facilitar a sua aplicação, tem caráter univer­­sal, aplicando­‑se a todos os ramos do direito. Acompanha o

Código Civil simplesmente porque se trata do diploma considerado de maior impor‑ tância. Na realidade, constitui um repositório de normas preliminar à totalidade do ordenamento jurídico nacional.

Trata­‑se de um conjunto de normas sobre normas, visto que disciplina as pró‑ prias normas jurídicas, determinando o seu modo de aplicação e entendimento no tempo e no espaço. Ultrapassa ela o âmbito do direito civil, pois enquanto o objeto das leis em geral é o comportamento humano, o da Lei de Introdução é a própria norma, visto que disciplina a sua elaboração e vigência, a sua aplicação no tempo e no espaço, as suas fontes etc. Contém normas de sobredireito ou de apoio, sendo considerada um Código de Normas, por ter a lei como tema central1.

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Medium 9788521625797

3 Aparelhagem comum e técnicas básicas

J. Mendham, R. C. Denney, J. D. Barnes, M. J. K. Thomas Grupo Gen ePub Criptografado

O desenvolvimento de instrumentação avançada e de procedimentos analíticos modernos faz com que muitos acreditem que as técnicas científicas básicas e as aparelhagens simples são pouco importantes quando se deseja obter resultados exatos, reprodutíveis e confiáveis. Nunca é demais enfatizar, para os analistas que buscam manter um alto padrão de trabalho profissional, como é importante ser capaz de manipular corretamente os equipamentos quantitativos simples e de seguir as rotinas e procedimentos bem estabelecidos para que o trabalho seja limpo e bem-feito. Os seguintes pontos devem fazer parte da postura do analista profissional:

1. As bancadas devem estar sempre limpas e arrumadas e todos os resíduos de sólidos e líquidos devem ser imediatamente removidos.

2. A vidraria deve estar escrupulosamente limpa (Seção 3.8). Se ela não tiver sido usada por longo período, lave-a com água destilada ou desionizada antes do uso. A parte externa dos recipientes deve estar sempre seca. Use, para isto, um pedaço de pano que não solte fibras, reservado exclusivamente para esta finalidade. Lave este pano com freqüência e, sobretudo, nunca o use pare secar o interior dos recipientes.

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Medium 9788597013108

10 - Ética em finanças

Maria Cecilia Coutinho de Arruda, Maria do Carmo Whitaker, José Maria Rodriguez Ramos Grupo Gen PDF Criptografado

Ética em finanças

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Filósofos, administradores e economistas estudam a riqueza e o comportamento humano como uma relação entre fins e meios escassos, que têm usos alternativos. O que é a administração financeira senão gestão de recursos para usos alternativos de riquezas?

É preciso que empresas, políticas e normas assegurem que sejam atendidas as necessidades humanas de bens e serviços escassos, possibilitando o desenvolvimento das pessoas, individualmente e em relação à sociedade. Esse é o valor da riqueza, em seu mais profundo sentido. É dentro desse conceito que um empreendimento não lucrativo, ou que não apresente resultados, poderia com bastante certeza ser tratado como não ético.

Muitos profissionais parecem despertar para a ética em finanças no momento em que grandes escândalos são divulgados. No dia a dia, porém, se as transações financeiras não estiverem apoiadas em determinadas regras e comportamentos morais, o mercado se ressentirá e a impressão de oportunismo poderá comprometer negativamente os investimentos de muitos cidadãos, de empresas e de instituições financeiras.

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Medium 9788530958206

Capítulo 1 – Direito Constitucional Comparado das Integrações Regionais

Michele Carducci, Mazzuoli, Valerio de Oliveira Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1

Direito Constitucional Comparado das Integrações Regionais

A história do direito tem demonstrado que as estruturas jurídicas dos diversos sistemas de direito contemporâneos guardam entre si similitudes que podem ser nominadas de “modelos jurídicos”. Tais similitudes apresentam-se entre ordenamentos nascidos de um mesmo sistema (v.g., os sistemas da Common Law e da Civil

Law) ou de sistemas distintos (v.g., o sistema jurídico muçulmano e o asiático). Seja num ou noutro caso, o certo é que, mesmo que aparentem ser completamente díspares, todas essas “ordens jurídicas” guardam aspectos muito semelhantes entre si. Como não poderia deixar se ser, tal também é assim no que tange aos sistemas de integração regional, os quais apresentam similitudes que merecem ser devidamente estudadas, especialmente para que se estabeleça uma

“comparação” entre eles, a fim de se compreender o que de avançado há em um e no que pode(m) melhorar o(os) outro(os) tendo como paradigma o primeiro, e vice­‑versa.

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