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Medium 9788582714645

Capítulo 11. Doença respiratória

Thomas R. Freeman Grupo A PDF Criptografado

C A PÍ TU L O 1 1

Doença respiratória

A

s experiências com doenças respiratórias afetam crianças e adultos, estando entre as razões mais comuns para atendimentos na medicina de família e comunidade.

A doença respiratória pode ser amplamente classificada como aguda ou crônica. A doença aguda pode estar principalmente presente no trato respiratório superior (TRS) ou no trato respiratório inferior (TRI), sendo que esta última pode ser ainda dividida em pneumonia ou bronquite (TRI não pneumonia). As doenças respiratórias crônicas consistem em asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) ou enfisema. Existem ainda causas menos comuns de sintomas respiratórios, como doenças malignas e doenças autoimunes, as quais não serão abordadas aqui.

PREVALÊNCIA NA MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE

Em geral, as doenças do sistema respiratório são responsáveis por 10% das consultas ambulatoriais nos Estados Unidos em um período de uma semana (NAMCS, 2010).

O sintoma de tosse, isoladamente, é responsável por 3,1% dessas consultas. Muitas dessas consultas são motivadas por experiência com doença aguda, mas as pessoas que consultam os médicos também apresentam várias doenças crônicas, e entre elas estão asma (6,8% de todas as consultas) e DPOC (3,9% de todas as consultas). Em uma clínica de medicina de família e comunidade, com um tamanho de lista ou painel de doentes de 2.500 com uma distribuição de idade que reflita a população dos EUA (incluindo crianças), Ostbye e colaboradores (2005) estimaram que haveria 183 pessoas com asma e 131 com DPOC.

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Medium 9788597022391

§8 – Teoria Geral dos Contratos Empresariais

Gustavo Saad Diniz Grupo Gen ePub Criptografado

As obrigações são vínculos jurídicos que autorizam a um dos sujeitos exigir comportamento ou coisa do outro. O conceito continua aplicável, mas é interessante observar, com FRAN MARTINS, que é preciso compreender obrigações sob o ponto de vista da lógica específica do Direito Comercial (MARTINS, 2019, p. 6). A obrigação é uma só, mas a distinção passa a embutir a atividade [t. I, §5, i. 1] no dimensionamento de vínculos dinâmicos que concatenam diversos atos finalisticamente voltados para a produção de bens ou prestação de serviços.

Ainda é preciso ter em vista, atualmente, a visão das obrigações como um processo, conforme doutrina de CLOVIS DO COUTO E SILVA, que as desdobra em duas fases: (a) de nascimento e desenvolvimento dos deveres e (b) de adimplemento (SILVA, 2006, p. 43). Assim, o surgimento da obrigação empresarial atende à peculiar atividade profissional desenvolvida sob a lógica própria do empreendimento lucrativo e de um processo econômico do vínculo obrigacional. Ainda nessa linha, a prestação primária (débito) e a prestação secundária (responsabilidade) devem ser interpretadas – na formação, no cumprimento e na extinção – com consideração das peculiaridades dos sujeitos empresários e do mercado. A repercussão ocorre em deveres como a minimização de assimetria informacional, cooperação em contratos de longo prazo, responsabilidade pré e pós contratual, preenchimento da cláusula geral de boa-fé.

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Medium 9788520431092

4. Um casamento de sonho

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

4

Um casamento de sonho

Renata Cajuela Pastorelli

Introdução

Este capítulo tem como objetivo auxiliar e facilitar a preparação de um casamento, desde uma simples recepção até uma grande festa, passando por todas as etapas do planejamento, o que é necessário fazer e quanto tempo antes do casamento é melhor pesquisar e contratar os profissionais.

É apresentado também o passo a passo do planejamento para que os noivos não esqueçam nenhum detalhe e para que nem tudo fique para a última hora, a fim de que esse momento único e muito especial na vida do casal torne-se inesquecível.

Conceitos

Antes de falar sobre o casamento, trataremos rapidamente do noivado. Este já foi muito diferente, com direito a pedido formal, quando o noivo pedia para o pai da noiva sua mão em casamento. Atualmente os casais conversam e resolvem se casar; o pedido é feito por meio de surpresa ou presente e, depois, só comunicam família e os amigos a decisão tomada. Tudo começa com o noivado. É a partir dele que o planejamento e os preparativos do casamento serão feitos.

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Medium 9788530970048

PARTE V – Capítulo 4 – Impugnação

PEDRO, Paulo Roberto Bastos; ROQUE, Nathaly Campitelli Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 4

Impugnação

1. Definição. No cumprimento de sentença de obrigação de pagar dinheiro, o devedor se defende pela apresentação de impugnação, no prazo de 15 dias, contados da intimação para pagamento, na qual pode o devedor suscitar os seguintes pontos (art. 525, CPC): a) falta ou nulidade da citação, caso o processo tenha corrido à revelia; b) ilegitimidade das partes; c) inexigibilidade do título ou inexigibilidade da obrigação (seja por iliquidez, por inobservância de termo ou condição e, ainda, se o título judicial tiver fundamento em lei ou ato normativo considerado inconstitucional pelo

Supremo Tribunal Federal ou cuja interpretação ou aplicação empregada tenha sido considerada pelo Supremo Tribunal Federal como incompatível com a

Constituição Federal); d) penhora incorreta ou avaliação errônea, cabendo ao impugnante demonstrar o valor correto; e) excesso de execução (havendo a necessidade de comprovação) ou cumulação indevida de execuções; f) incompetência absoluta ou relativa do juízo da execução; g) qualquer causa extintiva, impeditiva ou modificativa da obrigação, desde que superveniente à sentença (ex.: prescrição, decadência, transação posterior ao título executivo). nte

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Medium 9788547211097

5.2 Modelo do acelerador simples (*)

Marco Antonio S. Vasconcellos, Frederico Araujo Turolla Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 5

Investimento produtivo

81

impostos superarem os subsídios, haverá uma redução líquida dos benef ícios do investimento, o que implicará sua redução; finalmente, se a taxa de subsídios for maior do que a taxa de impostos, haverá uma diminuição líquida do custo de capital, o que incrementará a quantidade de projetos realizados.11

Novamente, podemos utilizar as extensões anteriores ao modelo intertemporal para explicar a reduzida taxa de investimento da economia brasileira. No Brasil, apesar dos subsídios, a carga tributária que incide sobre as empresas é demasiado elevada para um país emergente, o que termina reduzindo a quantidade de projetos realizados.

Como ocorreu com o consumo, o modelo intertemporal do investimento, incluindo as extensões discutidas, apesar de ser bastante simples e útil, não considera as restrições de crédito enfrentadas pela maioria das empresas brasileiras. Além disso, a análise anterior não leva em conta os custos de ajuste do estoque de capital, quando este é diferente do nível desejado. Assim, a empresa sempre estaria no nível ótimo ou desejado de capital, não havendo, portanto, necessidade real de investimento, pois nunca haveria “brecha” entre o capital desejado e o efetivo.

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Medium 9788547222307

11.7. Mediação e arbitragem na advocacia trabalhista

AGUIAR, Antonio Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

11 ■ Importância e técnicas de negociação

seu lado, fazem tudo o que está ao seu alcance para que os objetivos sejam atingidos, encarando novas tarefas como oportunidades de aprendizagem.

Perfeito. Para atingirmos nossos objetivos, temos de fazer parte do time dos comprometidos e não daqueles que apenas contribuem.

Resumindo: assumir as responsabilidades. Negócio fechado é negócio cumprido. Aceitos os termos da negociação, seja o primeiro a cumpri-los, torná-los realidade.

Você deve estar se perguntando: “O que me garante que essa postura é a mesma dos meus interlocutores?”. Isso lembra uma história envolvendo outro supercraque do futebol brasileiro: Garrincha. Em jogo de Copa do Mundo, o técnico deu as orientações:

– Garrincha, você vai pela ponta direita, dribla um, dribla dois e cruza para o centroavante.

– Tá bom, professor, mas o senhor combinou com o outro time?

Evidentemente, não é possível combinar com o outro lado da mesa. Garantias, não há. É certo, no entanto, que adotar uma postura cooperativa, séria, ética, baseada no ganha-ganha, espalha-se no mercado. Em pouco tempo, todo mundo fica sabendo como um e outro negociam, à custa do que se constrói, ou não, a credibilidade e a confiança de um advogado trabalhista negociador sério e profissional32.

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Medium 9788577806324

15. Modelagem por Simulação

Barry Render, Ralph M. Stair Jr., Michael E. Hanna Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

15

Modelagem por Simulação

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de ler este capítulo, os alunos serão capazes de:

1. Lidar com uma grande variedade de problemas de simulação

2. Entender as sete etapas necessárias para conduzir um estudo de simulação

4. Desenvolver intervalos de números aleatórios e utilizálos para gerar resultados

5. Entender os pacotes de simulação computacional disponíveis

3. Explicar as vantagens e desvantagens da simulação

VISÃO GERAL DO CAPÍTULO

15.1 Introdução

15.2 Vantagens e desvantagens da simulação

15.7 Modelo de simulação para uma política de manutenção

15.3 A simulação Monte Carlo

15.8 Dois outros tipos de modelos de simulação

15.4 Simulação e análise de estoques

15.5 Simulação de um problema de fila

15.9 Verificação e validação

15.10 O papel da simulação computacional

15.6 Modelos de simulação com incrementos de tempo fixo e do próximo evento

Resumo • Glossário • Problemas resolvidos • Autoteste • Questões para discussão e problemas • Problemas extras na Internet • Estudo de caso:

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Medium 9788553610662

1. LEI DE INTRODUÇÃO ÀS NORMAS DO DIREITO BRASILEIRO

MESSA, Ana Flavia Editora Saraiva PDF Criptografado

EXAME DA OAB UNIFICADO – 1ª FASE

1. LEI DE INTRODUÇÃO ÀS NORMAS DO DIREITO

BRASILEIRO

1.1 Objetivos da LINDB

O Decreto-lei n. 4.657/42, denominado Lei de

Introdução às Normas do Direito Brasileiro1, não tem seu campo de aplicabilidade limitado ao Código Civil. Aliás, constitui legislação autônoma que tem por função nortear a criação das leis, regular a sua vigência e sua eficácia, seu campo de incidência, sua aplicabilidade, conferindo mecanismos para a supressão de lacunas, apresentando soluções para conflito de leis no tempo e no espaço, bem como fornecendo critérios de interpretação. É um compêndio de normas que norteia a criação de todas as demais normas insertas na totalidade do ordenamento jurídico nacional.

1.2 Fontes do direito

As fontes do direito constituem o ponto de partida para o alcance da norma, sendo certo que por meio delas é possível interpretar a norma em seu exato sentido com o propósito de encontrar seu campo de incidência e aplicabilidade. As principais fontes são: a) Lei; b) Doutrina; c) Jurisprudência.

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Medium 9788530987251

◣ Constitucional

Equipe Metodo Grupo Gen ePub Criptografado
Medium 9788547228507

18. Elementos dos negócios jurídicos

MALUF, Carlos Alberto Dabus Editora Saraiva PDF Criptografado

18

Elementos dos negócios jurídicos

Quanto aos seus elementos constitutivos, os jurisconsultos romanos não chegaram a elaborar teoria sobre os negócios jurídicos, parecendo mesmo que não tiveram expressão técnica para designar a ideia do negócio jurídico.

Contudo, descortinaram seus elementos integrantes, que se dividem em: essentialia negotii, naturalia negotii e accidentalia negotii, presentes até hoje na doutrina civil contemporânea.

Os primeiros (essentialia negotii) são os elementos essenciais, a estrutura do negócio, que lhe formam a substância e sem os quais o ato negocial não existe.

Numa compra e venda, por exemplo, os elementos essenciais são a coisa, o preço e o consentimento. Faltando um deles, o negócio jurídico não existe; os segundos, os elementos naturais (naturalia negotii), são as consequências que decorrem do próprio negócio, sem necessidade de expressa menção. Na compra e venda, por exemplo, são elementos naturais, resultantes do próprio negócio, a obrigação que tem o vendedor de responder pelos vícios redibitórios, como dispõe o art. 441 do CC e pelos riscos da evicção, presentes no art. 447 do CC; os terceiros (accidentalia negotii), os elementos acidentais, são estipulações que facultativamente se adicionam ao ato para modificar-lhe uma ou algumas de suas consequências naturais, como a condição, o termo e o modo, ou encargo, presentes nos arts. 121, 131 e 136 do CC, o pactum de non praestanda evictione, previsto no art. 448 do CC, o prazo para entregar a coisa ou pagar o preço; a cláusula penal. Não são essenciais nem aos negócios jurídicos em geral, nem aos específicos, e consistem na introdução de algumas cláusulas que têm o escopo fundamental de melhor ajustar o ato aos interesses em questão.

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Medium 9788547229122

11.8. Testamento Militar

LÔBO, Paulo Editora Saraiva PDF Criptografado

subscrevendo-o, juntamente com o testador e duas testemunhas. Se o testador já o tiver redigido, a pessoa designada redigirá o auto de aprovação, a ser assinado por ele, o testador e duas testemunhas. Findo o documento, este será entregue ao comandante que promoverá, assim que o possa, o registro no diário de bordo e o entregará às autoridades aeroportuárias do primeiro aeroporto onde aterrissar, mediante recibo que averbará no diário de bordo.

Se o testador não falecer durante a viagem e puder realizar testamento, em qualquer das três modalidades ordinárias, no prazo de noventa dias após seu desembarque, o testamento aeronáutico perderá sua eficácia.

11.8. Testamento Militar

O testamento militar é o que é feito por militar ou civil a serviço das Forças

Armadas brasileiras, em período de guerra, dentro ou fora do país. Essa modalidade apenas é possível, em situação extrema, se houver impedimento de o testador realizar um dos três tipos de testamentos ordinários e estiver em risco de morte, tais como em campanha, ou em praça sitiada ou com as comunicações cortadas, no Brasil ou no exterior. O serviço militar começa com a mobilização.

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Medium 9788580552966

Capítulo 32 - Distúrbios hepatobiliares

Jeannette E. South-Paul; Samuel C. Matheny; Evelyn L. Lewis Grupo A PDF Criptografado

32

Distúrbios hepatobiliares

Samuel C. Matheny, MD, MPH

Sushanth Reddy, MD

J. Scott Roth, MD

� Colelitíase sintomática

� DOENÇAS BILIARES

Sushanth Reddy, MD

J. Scott Roth, MD

CONSIDERAÇÕES GERAIS

Cerca de 10-20% dos indivíduos têm cálculos biliares e isto ressalta a importância crescente de considerar os distúrbios biliares como causa de dor abdominal dos pacientes. As mulheres desenvolvem cálculos biliares com frequência duas vezes maior que os homens. Esses cálculos são mais frequentes com o envelhecimento, nos indivíduos obesos e nos caucasoides e índios americanos do que nos afro-americanos. A maioria dos casos de colelitíase é assintomática e nunca requer intervenção cirúrgica, mas as sequelas da doença biliar ainda são significativas: colelitíase, pancreatite biliar, colecistite aguda ou crônica, coledocolitíase e colangite ascendente. O entendimento da fisiopatologia básica desses distúrbios é fundamental ao diagnóstico e ao tratamento apropriado dessas complicações.

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Medium 9788547215125

8.2 Interpretação da estrutura do balanço de pagamentos

Edgar Cândido do Carmo, Jefferson Mariano Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 8 — balanço de pagamentos  

111

Tabela 8.1

Contabilização analítica do balanço de pagamentos em US$ milhões2

Débitos

Créditos

1.

Importações

100

1.

Saldo bancário no exterior

100

2.

Saldo bancário no exterior

250

2.

Exportações

250

3.

Saldo bancário no exterior

50

3.

Serviços prestados

50

4.

Serviços recebidos

80

4.

Saldo bancário no exterior

80

5.

Saldo bancário no exterior

70

5.

Donativos recebidos

Total

550

Total

70

550

Como podemos verificar, o balanço de pagamentos encontra-se “fechado ou em equilíbrio”, o que significa que a soma de todas as contas lançadas a crédito e a débito se anulam.2

8.2 Interpretação da estrutura do balanço de pagamentos

Em janeiro de 2001 a estrutura do balanço de pagamentos elaborada e divulgada pelo Banco Central do Brasil foi adaptada às novas normas metodológicas contidas na quinta edição do Manual de Balanço de Pagamentos do FMI, publicado em 1993. Houve, então, uma integração maior englobando os fluxos (balanços de pagamentos) e os estoques de ativos e passivos financeiros (posição internacional de investimentos).

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Medium 9788582604229

Capítulo 3 - Fundações

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

3

FUNDAÇÕES

3.2

3.4

3.6

3.7

3.8

3.9

3.10

3.16

3.17

3.18

3.22

3.24

3.25

3.26

Fundações

Tipos de fundações

O reforço de fundações

Sistemas de contenção de taludes

Fundações rasas

Sapatas de alicerce

Muros de arrimo

Sapatas de pilares

Fundações em terrenos íngremes

Lajes de concreto sobre o solo

Fundações de colunas de madeira

Fundações profundas

Estacas

Tubulões

3.2

FUNDAÇÕES

Superestrutura

Veja 2.8–2.10 para cargas de edificações.

Ancoragem necessária para que a edificação resista ao deslizamento, soerguimento ou tombamento.

Subestrutura

Fundações

As fundações são a divisão mais baixa de uma edificação

– sua subestrutura – construída em parte ou totalmente abaixo do nível do solo. Sua função primordial é sustentar e ancorar a superestrutura acima e transmitir as cargas da edificação de maneira segura à terra. Uma vez que elas servem como vínculo fundamental na distribuição e resolução das cargas da edificação, as fundações devem ser projetadas de modo a se adaptarem à forma e ao leiaute da superestrutura que se encontra acima e a responderem às condições variáveis do solo, da rocha e da água abaixo.

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Medium 9788582713402

Capítulo 24 - Troca gasosa

Robert K. Stoelting, Pamela Flood, James P. Rathmell, Steven Shafer Grupo A PDF Criptografado

PARTE IV

Sistema pulmonar

CAPÍTULO 24

Troca gasosa

I. Introdução. Durante a cirurgia, um fisiologista respiratório experiente e a compreensão da fisiologia e da farmacologia pertinentes ao sistema respiratório são fundamentais para a conduta anestésica.

II. Anatomia funcional

A. Anatomia da via aérea e fluxo gasoso

1. Orofaringe e nasofaringe a. As via aéreas que se estendem desde as narinas e os lábios, através da nasofaringe e da orofaringe, e através da laringe até a cartilagem cricoide, compõem a via aérea funcional superior. A via aérea superior tem várias funções: aquecimento e umidificação do ar durante sua passagem, filtração de partículas em suspensão e prevenção da aspiração. b. A mucosa da via aérea superior é altamente vascularizada e bem inervada (devendo ser examinada durante a intubação nasofaríngea com tubo endotraqueal (TET), sondas nasogástricas ou sondas alimentares, ou durante o uso de broncoscópios de fibra óptica. c. O comprimento da faringe é de 12 a 15 cm, sendo dividida em nasofaringe, orofaringe e laringofaringe (situada posteriormente à laringe). A posição supina, o sono e a anestesia geral podem promover a obstrução da orofaringe pela língua, palato mole e musculatura faríngea quando seu tônus diminui.

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