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Medium 9788547220228

Capítulo 7 - Variáveis Aleatórias Contínuas

Pedro A. Morettin, Wilton O. Bussab Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 7

Variáveis Aleatórias

Contínuas

7.1 Introdução

Neste capítulo, iremos estudar modelos probabilísticos para variáveis aleatórias contínuas, ou seja, variáveis para as quais os possíveis valores pertencem a um intervalo­ de números reais. A definição dada no capítulo anterior, para v.a. discreta, deve ser modi­ ficada como segue.

Definição.  Uma função X, definida sobre o espaço amostral Ω e assumindo valores num intervalo de números reais, é dita uma variável aleatória contínua.

No Capítulo 2 vimos alguns exemplos de variáveis contínuas, como o salário de indivíduos, alturas etc. A característica principal de uma v.a. contínua é que, sendo resultado de uma mensuração, o seu valor pode ser pensado como pertencendo a um intervalo ao redor do valor efetivamente observado. Por exemplo, quando dizemos que a altura de uma pessoa

é 175 cm, estamos medindo sua altura usando cm como unidade de medida e, portanto, o valor observado é, na realidade, um valor entre 174,5 cm e 175,5 cm.

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Medium 9788521637080

Capítulo 6 Detecção de borda de descida e subida

Francesco PRUDENTE Grupo Gen ePub Criptografado

6.0 Generalidades

6.1 Definição de Borda de Descida e Borda de Subida

6.2 Construção da Operação de Detecção da Borda de Descida e Borda de Subida

6.3 Operação Especial de Detecção com a CPU S7-200

6.4 Aplicação: Partida e Parada com Segurança de um MAT (Motor Assíncrono Trifásico)

Em automação industrial, frequentemente é necessária a gestão de um sinal no momento em que esse muda de estado, e não quando está em um estado definido. Essa gestão de mudança de estado de um sinal pode ser útil na lógica de controle de qualquer máquina industrial.

Ocorre, por exemplo, muitas vezes, que a lógica de controle precise apenas detectar a mudança de estado de um botão de comando. Por exemplo, quando, por falha do operador, se pressiona de forma constante o botão de acionamento da máquina.

Esse procedimento pode causar uma movimentação perigosa da máquina. Se detectarmos a mudança de estado do botão, essa movimentação perigosa da máquina não acontece, deixando a instalação em condição de plena segurança.

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Medium 9788521617822

PARTE I - CAPÍTULO 2 - ESTRUTURA E PROPRIEDADES DA ÁGUA

Ervim Lenzi, Luzia Otilia Bortotti Favero, Eduardo Bernardi Luchese Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

ESTRUTURA E PROPRIEDADES DA ÁGUA

2.1

2.2

2.3

2.1

Estrutura Molecular

Estados Físicos da Água

2.2.1

Água no estado gasoso

2.2.2

Água no estado sólido

2.2.3

Água no estado líquido

As Propriedades Físicas da Água

2.3.1

Massa específica

2.3.2

Calor específico

2.3.3

Ponto de ebulição

2.3.4

Ponto de congelamento

2.3.5

Viscosidade

2.3.6

Tensão superficial

2.3.7

2.3.8

2.3.9

2.3.10

2.3.11

2.4

2.5

Calor latente de vaporização e fusão

Coeficiente de expansão térmica

Constante dielétrica

Outras constantes da água

Quadro-resumo das principais propriedades da água e seus efeitos na natureza

Diferentes Denominações de Água na Natureza

Referências Bibliográficas e Sugestões para

Leitura

Estrutura Molecular

Em geral as propriedades das substâncias, que se notam e se observam no macromundo, refletem conseqüências da própria estrutura atômica e molecular. Por isso, é importante conhecer primeiro estas, para depois detalhar as propriedades.

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Medium 9788566103281

20. Simulação Empresarial

SADAO, Edson Editora Empreende PDF Criptografado

Simulação

20 Empresarial

Coordenadora Adriana Vieira Ferreira

Resumo

O objetivo deste projeto foi apresentar situações-problema ou oportunidades para projetar e estimular as competências administrativas por meio de desafios encontrados no mercado, que pudessem levar os alunos à reflexão quanto às análises estratégicas, aplicando ferramentas administrativas ensinadas no curso de Administração. Para isso, os discentes foram desafiados com perguntas situacionais, fazendo-os, por meio da reflexão, apontar soluções para as situações apresentadas em sala de aula. Como suporte nas decisões, as equipes contaram com um mentor para auxiliá-las, um administrador atuante no mercado, que contribuiu, por meio de sua experiência e de sua visão acerca das situações apresentadas. Essa contribuição do mentor foi disseminada para todas as equipes por meio de debates em sala de aula. Ao final do projeto, os alunos apresentaram uma empresa, criada por eles, evidenciando as estratégias de marketing, as análises mercadológicas, a distribuição de responsabilidades, a criação de metas, as análises financeiras, bem como os resultados das vendas de produtos reais. A equipe vencedora foi aquela que apresentou maior lucro líquido e os resultados foram apresentados utilizando planilhas financeiras. O projeto foi executado em classe e extraclasse, no decorrer de um semestre. Os resultados apresentados nesse projeto foram direcionados ao dinamismo e ao comprometimento dos discentes em relação aos desafios situacionais, com estímulo a críticas construtivas e significativas, em que os discentes tiveram a oportunidade de contribuir com suas ideias e sugestões por meio de estudos teóricos e vivenciais. Assim, percebeu-se o estímulo dos discentes em querer aplicar conceitos administrativos de forma dinâmica e contributiva para o aprendizado. Outro resultado apresentado foi o valor financeiro levantado de cerca de R$ 12.000,00 em cada aplicação do projeto. O valor foi destinado a uma instituição filantrópica, escolhida pelos próprios discentes, e entregue in loco, fomentando, assim, o olhar social.

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Medium 9788565852975

Capítulo 12 - Adesão ao tratamento

Luciana dos Santos, Mayde Seadi Torriani, Elvino Barros Grupo A PDF Criptografado

12

ADESÃO AO TRATAMENTO

Dulce Helena Nunes Couto

Maria Cristina Werlang

Mayde Seadi Torriani

Patrícia Kaiser Pedroso Cava

A adesão à terapia é fundamental para o sucesso do tratamento proposto e vai além do seguimento da prescrição médica. É um evento multifatorial, determinado por fatores socioeconômicos, fatores relacionados ao sistema de saúde, ao paciente, à terapia medicamentosa e à doença.

Conceitualmente, foi definida pela Organização Mundial da Saúde (OMS)1 como o grau de concordância entre a orientação recebida de um profissional da saúde quanto a tomar o medicamento, cumprir uma dieta ou realizar mudanças no estilo de vida e a conduta do paciente. Nesse contexto, a adesão é entendida como o estabelecimento de uma parceria em que o paciente não é um mero seguidor, mas entende e concorda com a recomendação, em um processo dinâmico, e de corresponsabilidade entre paciente e equipe de saúde.

Embora o baixo poder econômico não seja considerado um fator preditivo independente da adesão, as variáveis socioeconômicas levam os pacientes a fazer suas escolhas entre o tratamento e outras necessidades familiares, além de haver o fato da dificuldade de acesso ao sistema de saúde. Ainda, o analfabetismo ou baixa escolaridade e o nível cognitivo do paciente restringem sua compreensão a respeito das orientações recebidas pelos profissionais da saúde.

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Medium 9788547227883

CAPÍTULO I - DA EXECUÇÃO EM GERAL

GONÇALVES, Marcus Vinicius Rios Editora Saraiva PDF Criptografado

Título I

DA EXECUÇÃO

Capítulo I

DA EXECUÇÃO EM GERAL

1 INTRODUÇÃO

Esta obra versa sobre a execução em geral. Com essa expressão, pretende-se abarcar as duas formas de execução, que passaram a coexistir em nosso ordenamento jurídico, desde as grandes reformas implementadas pelas Leis n. 11.232/2005 e 11.382/2006. Essas leis, editadas quando ainda vigorava o CPC/73, introduziram profundas alterações no tratamento da execução civil no Brasil, estabelecendo um sistema binário de processamento das execuções, que inexistia até então. Uma das grandes preocupações do legislador processual civil, quando da edição do CPC/73, havia sido separar, em processos estanques, os atos de cognição, que se prestavam a formar a convicção do juiz a respeito de qual dos litigantes tinha razão, dos atos de execução, destinados a tornar realidade o direito que já gozava de um grau de certeza suficiente. Por esse sistema, a execução implicava sempre a formação de um novo processo, não importando se ela estivesse embasada em título executivo judicial ou extrajudicial. Havia, portanto, no início da vigência do CPC/73 um sistema unitário de execução, que pressupunha a formação de um novo processo, com a necessidade de nova citação do réu, não importando se ela estivesse fundada em título judicial ou extrajudicial.

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Medium 9788502627925

Capítulo 26 - Do poder familiar

Carlos Alberto Dabus Maluf/Adriana Caldas do Rego Freitas Dabus Maluf Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 26

Do poder familiar

26.1 Conceito

O poder familiar pode ser entendido como o conjunto de direitos e obrigações, atribuídos igualmente ao pai e à mãe, no tocante à pessoa e aos bens dos filhos menores, com o intuito de proporcionar o desenvolvimento de sua personalidade e potencialidades.

Sobrevém o poder familiar, mesmo na hipótese de separação dos pais.

Por natureza, é um poder indelegável. Advém de um dos pilares da ordem jurídica, política e social. É um vetor privilegiado da ordem pública que serve a salvaguardar a estrutura do Estado e da sociedade previamente determinados.

Na definição de Pontes de Miranda, “o pátrio poder moderno é o conjunto de direitos concedidos ao pai ou à própria mãe, a fim de que, graças a eles, possa melhor desempenhar a sua missão de guardar, defender e educar os filhos, formando-os e robustecendo-os para a sociedade e para a vida”1.

1

� ONTES DE MIRANDA. Tratado de direito privado, cit., t. IX, p. 105. Mesmo no

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Medium 9788553604760

Capítulo quatro - Regras de hermenêutica

Ricardo Maurício Freire Soares Editora Saraiva PDF Criptografado

C a p í t u l o

q u a t r o

Regras de hermenêutica

“T

em-se, no caso, portanto, norma especial,

específica, relativamente à jornada de trabalho diária dos médicos. Não importa que normas gerais posteriores hajam disposto a respeito da remuneração dos servidores públicos, de forma geral, sem especificar a respeito da jornada de trabalho dos médicos. É que é princípio de hermenêutica que a norma especial afasta a norma geral no que diz respeito à questão específica, na linha do velho brocardo: lex speciali derogat generali. A questão específica, pois, da jornada de trabalho do médico continua sendo regida pela norma específica, por isso que, vale repetir, a norma geral não revoga nem modifica a norma especial ou, noutras palavras, a norma especial afasta a norma geral.

Bem por isso, presente a regra de hermenêutica mencionada, a Lei n. 8.112, de

11-12-90, publicação consolidada determinada pelo art. 13, da Lei n. 9.527, de 10-12-97, deixou expresso, no § 2º, do art. 19, que ‘o disposto neste artigo não aplica a duração de trabalho estabelecida em leis especiais’. O art. 19, caput, referido no citado § 1º, estabelece que ‘os servidores cumprirão jornada de trabalho fixada em razão das atribuições pertinentes aos respectivos cargos, respeitada a duração máxima do trabalho semanal de quarenta horas e observados os limites mínimo e máximo de seis horas e oito horas diárias, respectivamente’” (MS 25.027, voto do Min. Carlos Velloso, julgamento em 19-52005, DJ de 1º-7-2005).

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Medium 9788520429174

Literatura e poder

Deonísio da Silva Editora Manole PDF Criptografado

Literatura e poder

A luta entre o Escritor e o

Estado nos tribunais

A

parecem resumidas no processo as alegações da ré, no caso a

União, que, obrigada em juízo, teve de dar as razões da censura, feita com uma simples canetada do Sr. Armando Falcão, ministro da Justiça. São quatro as alegações consideradas pelo juiz: a) “que o livro em apreço fere, de modo brutal, preceitos éticos de qualquer sociedade estruturada, pois a linguagem vulgar adotada e os próprios temas dos contos procuram demonstrar a perversão e a maldade que se obtêm pelo estudo de diversas camadas sociais, e que chega a causar repugnância ao leitor mais aberto a ideias”. b) que, pior ainda do que o linguajar indecoroso, é a mensagem apresentada e transmitida, em cujo contexto se faz “a apologia do crime e do criminoso”. c) que o direito de emissão de pensamento está condicionado ao respeito à moral e aos bons costumes e que “ao órgão estatal encarregado da censura compete, com exclusividade, interpretar aquilo que em cada momento histórico constitui a moral do homem médio” e que esse ato da censura seria imune ao controle judicial.

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Medium 9788553607419

1. Conceito

Edilson Mougenot Bonfim Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo XXX

TEORIA GERAL DOS RECURSOS

Sumário: 1. Conceito. 1.1. Características. 2. Fundamentos. 3. Princípios. 4. “Reexame necessário” ou “recurso de ofício”. 5. Requisitos ou pressupostos de admissibilidade: o “juízo de prelibação” antecede o de delibação.

5.1. Pressuposto fundamental. 5.2. Pressupostos objetivos. 5.3. Pressupostos subjetivos. 6. Efeitos dos recursos. 7. Síntese.

1. Conceito

Tecnicamente difícil a conceituação do que seja recurso, devido, principalmente, à multiplicidade de suas espécies, o que faz variável sua definição. Em termos simples, contudo, podemos conceituar recurso como o instrumento processual de interposição voluntária, destinado à obtenção do reexame de decisão proferida na mesma relação jurídica processual, passível de provocar esclarecimentos, integração ou invalidação da decisão judicial impugnada1. Nesse entendimento, como visto (capítulo anterior), se o interessado impetrar um habeas corpus, uma revisão criminal ou um mandado de segurança contra determinada decisão judicial, não estará se valendo de um recurso, já que tais remédios instauram um novo processo.

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Medium 9788536531960

Capítulo 29: Planejamento e administração de redes

Marcelo Marçula, Pio Armando Benini Filho Editora Saraiva PDF Criptografado

29

Planejamento e administração de redes

“Uma comissão consiste de uma reunião de pessoas importantes que, sozinhas, não podem fazer nada, mas que, juntas, decidem que nada pode ser feito.” (Fred Allen)

Este capítulo apresentará os detalhes que devem ser levados em consideração no processo de planejamento e administração das redes de computadores.

29.1  Como montar uma rede

A montagem de redes de computadores requer experiência na área e critérios que devem ser seguidos.

É importante que sejam usadas as chamadas “melhores práticas”, que são atitudes que deram certo em determinadas situações e que devem ser usadas novamente. Isso só se adquire com a experiência.

O processo de implantação de uma rede de computadores pode ser dividido em quatro fases:

�� Projeto: são preparados os esquemas lógico e físico da rede que será montada. No projeto, as

principais preocupações devem ser criar uma rede confiável e descobrir pontos nas quais podem haver falhas.

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Medium 9788553611096

CÉDULA DE CRÉDITO RURAL

Leone Pereira, Tulio Martinez Minto, Marcos Scalercio Editora Saraiva PDF Criptografado

C

91

OJ-SDC-9 Enquadramento sindical. Incompetência material da Justiça do Trabalho

(inserida em 27-3-1998)  O dissídio coletivo não é meio próprio para o Sindicato vir a obter o reconhecimento de que a categoria que representa é diferenciada, pois esta matéria – enquadramento sindical – envolve a interpretação de norma genérica, notadamente do art. 577 da CLT.

OJ-SDC-36 Empregados de empresa de processamento de dados. Reconhecimento como categoria diferenciada. Impossibilidade (inserida em 7-12-1998)  É por lei e não por decisão judicial, que as categorias diferenciadas são reconhecidas como tais. De outra parte, no que tange aos profissionais da informática, o trabalho que desempenham sofre alterações, de acordo com a atividade econômica exercida pelo empregador.

CDHU

OJ-SDI1T-28 CDHU. SUCESSÃO TRABALHISTA (DJ 9-12-2003)  Considerando a moldura fática delineada pelo Regional, conduz-se à ilação de que a CDHU foi a sucessora da Conesp, uma vez que ocupou os imóveis e assumiu os contratos anteriores, dando sequência às obras com o mesmo pessoal.

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Medium 9788547203344

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Eduardo Molan Gaban, Juliana Oliveira Domingues Editora Saraiva PDF Criptografado

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Figura I

Figura II

Figura III

Figura IV

Tabela I

Tabela II

Tabela III

Tabela IV

Tabela V

Tabela VI

Tabela VII

– Decisões do CADE sobre gun jumping

– Operações vetadas pelo CADE (out. 1994 – dez. 2014)

– Acordos em Ato de Concentração (ACC) celebrados (jun.

2012 – dez. 2015)

– Testes para sham litigation

– Exemplos de casos de grande repercussão objeto de condenação por prática de cartel no CADE (2000-2014)

– Multas impostas (não ajustada por julgamentos dos

Tribunais) – período 2011 – out. 2015

– CE – As dez multas mais altas por caso (desde 1969 até

2015)

Tempo médio de tramitação dos ACs no SBDC (em dias)

Constituição (sistema) × realidade

Recorte lógico da norma jurídica

Modelo de organização industrial de Estrutura-CondutaDesempenho (ECD)

Figura V

– Excedentes do consumidor (A) e do produtor (B) em situação de equilíbrio competitivo

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Medium 9788563182852

III.O Trabalho na Sociedade da Informação

Marcos Madeira de Mattos Martins Grupo Almedina PDF Criptografado

III.

O Trabalho na Sociedade da Informação

III.1. A ordem econômica e o contrato de trabalho

III.1.1. Breves anotações sobre a economia e o trabalho

III.1.1.1. As forças produtivas e as relações de produção

Para possibilitar a assimilação da análise da economia empresarial, sobretudo a importância do capital humano na produção de riquezas, há necessidade de se buscar apoio aos estudos de Marx229 sobre a base econômica da sociedade e os elementos que compõem seu modo de produção.

Marx afirmava que o trabalho era a atividade fundante da humanidade.

O trabalho, sendo a centralidade da atividade humana, se desenvolve socialmente, sendo o homem um ser social. Sendo os homens seres sociais, suas relações de produção e suas relações sociais fundariam todo processo de formação da humanidade. Esta compreensão e concepção do homem é radicalmente revolucionária em todos os sentidos, pois é a partir dela que Marx irá identificar a alienação do trabalho como a alienação fundante das demais.230

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Medium 9788577805761

Capítulo 16 - A Linguagem Clássica nos Séculos XV e XVI

José Ramón Alonso Pereira Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

16

A Linguagem Clássica nos Séculos XV e XVI

O classicismo e a interpretação vasariana da história

A memória do mundo clássico não chegou a se extinguir durante a

Idade Média. Na aurora da Idade Moderna, essa memória já é um amor que não demora em se converter em culto. Os deuses pagãos penetram no interior dos palácios e alternam a decoração das catedrais com os santos. No fervor desse entusiasmo, a arte europeia se esforça para imitar os modelos clássicos. Arquitetos, escultores e pintores acreditam que em suas obras renasce a arte daquelas ruínas romanas tão admiradas. Mas, na realidade, eles produzem uma arte nova e original.

A Idade do Humanismo volta a empregar os elementos construtivos e decorativos clássicos, mas com uma liberdade e certas preferências que levam à reformulação da gramática da Antiguidade como disciplina universal. Afinal, nunca será intenção do Renascimento copiar abertamente os edifícios antigos; o que se propõe

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