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Medium 9788520456033

14. Tratamento da hipertensão intracraniana

Vários autores Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 14

Tratamento da hipertensão intracraniana

Raphael Augusto Gomes de Oliveira

Estevão Bassi

Filipe Matheus Cadamuro

Rafael Akira Sakugawa Becker

Leandro Costa Miranda

Paulo Fernando Guimarães Morando Marzocchi Tierno

MENSAGENS RELEVANTES

��Hipertensão

intracraniana (HIC) é um dos principais mecanismos de lesão neurológica secundária, e está associada a piores desfechos neurológicos e mortalidade hospitalar em pacientes neurocríticos.

��A monitorização invasiva da pressão intracraniana (PIC) está indicada em pacientes com suspeita de hipertensão intracraniana a partir de dados da apresentação clínica e presença de achados sugestivos de HIC em exames de imagem do encéfalo.

��A abordagem fundamental no manejo dos pacientes neurocríticos na fase aguda é a prevenção de lesão neurológica secundária. Deve-se evitar ativamente disglicemias, disnatremias, hipotensão arterial, hipoxemia e hipertermia. Além disso, deve-se garantir sedação e analgesia adequadas, normotermia e normocapnia, além do posicionamento adequado da cabeça e do pescoço.

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Medium 9788536302829

Capítulo 16 - Normalidade e patogenia dos estilos de interpretar. O uso de metáforas

David E. Zimerman Grupo A PDF Criptografado

16

Normalidade e Patogenia dos

Estilos de Interpretar.

O Uso de Metáforas

O estilo é o homem.

Buffon

Fito-te – E o teu silêncio é uma cegueira minha.

Fernando Pessoa

Como consideração inicial, convém enfatizar que, na epígrafe deste capítulo, a frase de

Buffon – “o estilo é o homem” – por si só dános uma medida da importância do aspecto relativo ao estilo pessoal de os analistas interpretarem, mesmo que os princípios técnicos que norteiam a atividade interpretativa de cada um de nós sejam os mesmos. Aliás, a palavra

“estilo” deriva do étimo latino stilus, cujo significado original está na derivação da palavra

“estilete”, com uma dupla face deste instrumento: uma face cortante, para separar a matériaprima, o barro, por exemplo, e uma outra face lisa do estilete, para aparar, dar forma e contornos à escultura que será erigida a partir do barro que, por sua vez, será transformado em cerâmica, quando submetido a processos especiais de tratamento. A analogia entre o estilete e o estilo da função interpretativa parece-me bastante evidente.

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Medium 9788547232160

18.9. REGIME ADUANEIRO ESPECIAL DE EXPORTAÇÃO E DE IMPORTAÇÃO DE BENS DESTINADOS ÀS ATIVIDADES DE PESQUISA E DE LAVRA DAS JAZIDAS DE PETRÓLEO E DE GÁS NATURAL (REPETRO)

CAPARROZ, Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

18

J

Regimes Aduaneiros Especiais

18.9.

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REGIME ADUANEIRO ESPECIAL DE EXPORTAÇÃO E DE IMPORTAÇÃO

DE BENS DESTINADOS ÀS ATIVIDADES DE PESQUISA E DE LAVRA DAS

JAZIDAS DE PETRÓLEO E DE GÁS NATURAL (REPETRO)

O tratamento aduaneiro previsto no REPETRO, para os bens relativos à pesquisa e lavra das jazidas de petróleo e de gás natural, bem assim para as máquinas e os equipamentos sobressalentes, ferramentas e aparelhos, além de outras partes e peças destinadas a garantir a operacionalidade daqueles, abarca as seguintes possibilidades: exportação, com saída ficta do território aduaneiro e posterior aplicação do regime de admissão temporária, no caso de bens constantes de relação elaborada pela Receita Federal do Brasil, de fabricação nacional, vendidos a pessoa sediada no exterior;

J exportação, com saída ficta do território aduaneiro, dos citados bens, quando já incluídos no regime aduaneiro especial de admissão temporária;

J importação, sob o regime de drawback, na modalidade de suspensão, de matérias-primas, produtos semielaborados ou acabados e de partes ou peças, utilizados na fabricação dos citados bens e posterior comprovação do adimplemento das obrigações decorrentes da aplicação desse regime, mediante as exportações previstas nos itens anteriores.

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Medium 9788553602940

16.2 DISTINÇÕES : CULPA E CULPABILIDADE

Gustavo Junqueira Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 16

CULPABILIDADE

16.1  CONCEITO DE CULPABILIDADE

Trata­‑se, na perspectiva atual majoritariamente aceita, do juízo de reprovação que recai sobre o injusto (fato típico e ilícito).

16.2  DISTINÇÕES: CULPA E CULPABILIDADE

Embora o termo “culpabilidade” derive da palavra “culpa” e até hoje esses dois vocábulos sejam usados correntemente pela literatura estrangeira como sinônimos, importa dogmaticamente estabelecer, desde logo, clara distinção entre a chamada “culpa stricto sensu” e “culpabilidade”: a) Culpa (em sentido estrito): trata­‑se de elemento normativo do tipo, consistente na inobservância de um dever de cuidado objetivo e que se concretiza nas modalidades de negligência, imprudência e imperícia.

Aliás, na literatura é comum o emprego dos termos “negligente” ou

“imprudente” como sinônimo de “culposo”. b) Culpabilidade: trata­‑se da reprovabilidade do injusto, portanto do juízo de valor que incide sobre determinado objeto, qual seja, um fato típico

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Medium 9788530985912

Capítulo 25 – Suspensão Condicional da Pena

Guilherme de Souza Nucci Grupo Gen ePub Criptografado

Trata-se de instituto de política criminal, cuja finalidade é inserir o condenado em período de prova, evitando conduzi-lo ao cárcere, desde que sua pena não ultrapasse o previsto em lei. Denomina-se, também, sursis.

Nos termos do art. 77 do Código Penal: (a) condenação a pena privativa de liberdade não superior a dois anos; (b) condenado não reincidente em crime doloso; (c) culpabilidade, antecedentes, conduta social, personalidade, motivos e circunstâncias do crime favoráveis; (d) não ser cabível a substituição por penas restritivas de direitos. Para essa situação, o período de prova deve durar de dois a quatro anos; o juiz o imporá fundamentadamente. Exceção se aplica a quem for maior de setenta anos, na época da sentença, ou enfermo: se a pena não ultrapassar quatro anos, pode ser suspensa de quatro a seis anos.

Art. 77. A execução da pena privativa de liberdade, não superior a 2 (dois) anos, poderá ser suspensa, por 2 (dois) a 4 (quatro) anos, desde que:

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Medium 9788577260485

Capítulo 17 - Sistema de Nome de Domínio (DNS)

Behrouz A. Forouzan Grupo A PDF Criptografado

SEÇÃO 2.1   O MODELO OSI   471

Capítulo 17

Sistema de Nome de Domínio (DNS)

Para identificarem uma entidade, os protocolos TCP/IP usam o endereço IP, que reconhece exclusivamente a conexão de um host à Internet. Entretanto, as pessoas preferem usar nomes, em vez de endereços numéricos. Portanto, precisamos de um sistema que possa fazer o mapeamento de um nome para um endereço ou de um endereço para um nome.

Quando a Internet era pequena, o mapeamento era feito usando um arquivo de host. O arquivo de host tinha apenas duas colunas: nome e endereço. Todo host podia armazenar o arquivo de host em seu disco e atualizá-lo periodicamente com base em um arquivo de host mestre. Se um programa ou um usuário quisesse fazer o mapeamento de um nome para um endereço, o host consultava o arquivo de host e encontrava o mapeamento.

Atualmente, entretanto, é impossível ter um único arquivo de host para relacionar cada endereço a um nome, e vice-versa. O arquivo de host seria grande demais para armazenar em cada host. Além disso, seria impossível atualizar todos os arquivos de host sempre que houvesse uma alteração.

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Medium 9788553601776

19. Direito Internacional Privado Brasileiro

LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

Direito Internacional

■■ A Convenção de Nova York sobre o Reconhecimento e a Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras, de 2002, que buscou unificar o procedimento de reconhecimento de decisões arbitrais emitidas por tribunais arbitrais com sede nos países signatários, aumentando a segurança jurídica das partes que escolherem tal meio para a solução de seus litígios internacionais (promulgada no Brasil pelo Decreto n. 4.311/2002).

Após celebradas e devidamente internalizadas aos direitos nacionais dos Estados-partes, estas Convenções extrapolam a esfera do Direito Internacional Público, adentrando a esfera do Direito Internacional Privado de cada um deles, promovendo assim a uniformidade no tratamento de uma matéria específica pelos diversos

Estados.

Em outras palavras, e tomando a CISG como exemplo, sempre que a Lei de um Estado-parte for chamada a ser aplicada, e verificar-se a existência de um Contrato de Compra e Venda Internacional abrangido pelas regras da CISG, a CISG se aplicará àquela relação, não como uma norma de Direito Internacional Público, mas sim como uma norma de direito interno, eis que esta será, para todo Estado-parte, a lei especial (lex specialis) para aquele tipo de contrato, excluída a aplicação inicial da lei geral, i.e.: as regras de Compra e Venda do Código Civil.

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Medium 9788530973940

PARTE IX – Capítulo 4 – Agravo Interno (art. 1.021, CPC)

Nathaly Campitelli Roque Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 4

Agravo Interno (art. 1.021, CPC)

1. A admissibilidade do agravo interno. Para ser admitido o agravo, deverão ser respeitados os seguintes requisitos de admissibilidade:

Cabimento

Contra decisão proferida pelo relator,

Legitimidade recursal

Da parte que teve seu recurso ou ação originária julgada monocraticamente.

Interesse recursal

Pela sucumbência (total ou parcial).

Prazo (tempestividade)

15 dias contados da intimação da decisão (art. 1003, CPC). Os prazos diferenciados são aplicáveis.

Ausência de causa extin- É aplicável a regra geral, ou seja, deve haver a inexistência de aceitativa/impeditiva do direito ção ou renúncia ao direito de recorrer ou de desistência do recurso apresentado, para que seja julgado no mérito. de recorrer

Regularidade formal

A petição do recurso será dirigida ao relator e deverá apontar especificadamente os fundamentos da decisão agravada.

Mérito recursal

Será a reforma ou anulação da decisão interlocutória impugnada, que causou gravame à parte prejudicada. Poderá objetivar a reforma da decisão (error in iudicando) ou anulação do processo ou nulidade da sentença (error in procedendo). Poderá versar sobre toda a decisão ou parte dela.

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Medium 9788553603374

20 - DA TRANSAÇÃO

Carlos Roberto Gonçalves Editora Saraiva PDF Criptografado

20

DA TRANSAÇÃO

JJ 20.1. CONCEITO

A palavra transação costuma ser empregada, na linguagem comum, para desig‑ nar todo e qualquer tipo de negócio, especialmente os de compra e venda de bens. É qualquer convenção econômica, sobretudo de natureza comercial. Fala­‑se, nesse sen‑ tido, em transação comercial, transação bancária, transação na Bolsa etc.

No sentido técnico­‑jurídico do termo, contudo, constitui negócio jurídico bilate‑ ral, pelo qual as partes previnem ou terminam relações jurídicas controvertidas, por meio de concessões mútuas. Resulta de um acordo de vontades, para evitar os riscos de futura demanda ou para extinguir litígios judiciais já instaurados, em que cada parte abre mão de uma parcela de seus direitos, em troca de tranquilidade.

Dispõe o art. 840 do Código Civil:

“É lícito aos interessados prevenirem ou terminarem o litígio mediante concessões mútuas”.

Trata­‑se, pois, de instituto do direito civil. Não se confunde com conciliação, que é um momento processual. Quando, nessa fase, é celebrada a transação, passa ela a constituir o seu conteúdo.

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Medium 9788536302270

Capítulo 7. Desenvolvimento intelectual e processos cognitivos entre os dois e os seis anos

César Coll, Álvaro Marchesi, Jesús Palacios Grupo A PDF Criptografado

142

COLL, MARCHESI, PALACIOS & COLS.

Desenvolvimento intelectual e processos cognitivos entre os dois e os seis anos

7

MARÍA JOSÉ RODRIGO

DA CRIANÇA PRÉ-LÓGICA À CRIANÇA

QUE PROCESSA INFORMAÇÃO

O objetivo deste capítulo é familiarizar o leitor com o repertório de capacidades cognitivas com que contam as crianças de dois a seis anos. Começaremos utilizando o guia autorizado de Piaget para percorrer esses anos que correspondem à chamada etapa pré-operatória.

Nela se desenvolvem alguns conteúdos importantes, como, por exemplo, a função simbólica. No entanto, nessas idades, o pensamento infantil descrito por Piaget é caracterizado como se estivesse à espera das grandes transformações operatórias que ocorrerão em etapas posteriores. De fato, as revisões críticas da obra de Piaget alertaram sobre o perigo dessa estratégia comparativa ao avaliar a competência das crianças dessas idades.

Neste capítulo, a descrição “negativa” das capacidades da criança pré-lógica se completa com uma descrição “positiva” que procura conhecer o que as crianças sabem e o que fazem nessas idades. Isso é muito necessário se queremos fazer justiça a suas verdadeiras capacidades e às possibilidades de educação que essas sugerem. Por isso, após o próximo item, mudaremos o tom do discurso para entrarmos em uma análise mais pormenorizada de suas capacidades de processamento. O objetivo deste tipo de análise é descobrir como crianças nessa faixa etária codificam, transformam e organizam os diferentes tipos de informação.

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Medium 9788553610662

14. GARANTIA DE PRIORIDADE

Vários autores Editora Saraiva PDF Criptografado

ECA mantendo ou reformando a decisão, no prazo de cinco dias; mantida a decisão apelada ou agravada, o escrivão remeterá os autos ou o instrumento à superior instância dentro de 24 horas, independentemente de novo pedido do recorrente; se a reformar, a remessa dos autos dependerá de pedido expresso da parte interessada ou do Ministério Público, no prazo de cinco dias, contados da intimação.

12. EFEITOS DOS RECURSOS a) Sentença que deferir a adoção produz efeito desde logo, embora sujeita a apelação, que será recebida exclusivamente no efeito devolutivo, salvo se se tratar de adoção internacional ou se houver perigo de dano irreparável ou de difícil reparação ao adotando; b) sentença que destituir ambos ou qualquer dos genitores do poder familiar fica sujeita a apelação, que deverá ser recebida apenas no efeito devolutivo.

13. DISTRIBUIÇÃO IMEDIATA DO RECURSO

Recursos nos procedimentos de adoção e de destituição de poder familiar, em face da relevância das questões, serão processados com prioridade absoluta; serão colocados em mesa para julgamento sem revisão e com parecer urgente do Ministério Público. O relator deverá colocar o processo em mesa para julgamento no prazo máximo de 60 dias, contado da sua conclusão.

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Medium 9788577804436

O Planejamento para a Continuidade: o Plano de Batalha

Sue Roaf, David Crichton, Fergus Nicol Grupo A PDF Criptografado

A Batalha Continua

371

seguro deram descontos para imóveis localizados perto de corpos de bombeiros, e, sem dúvida, no futuro outros incentivos nos prêmios serão oferecidos a edificações resilientes e resistentes para cujos projetos os riscos impostos por mudanças climáticas futuras foram avaliados e as estratégias de mitigação foram implementadas.

O PLANEJAMENTO PARA A CONTINUIDADE: O PLANO DE BATALHA

No médio ao longo prazo, todas as nações, as empresas, as prefeituras, os departamentos de governo, as profissões e os indivíduos serão forçados a planejar uma estratégia de sobrevivência e um plano de ação e levá-los a cabo. As empresas mais inteligentes já planejaram com boa antecedência através de seus Departamentos de

Planejamento da Continuidade dos Negócios,8 mudando-se para cidades de porte médio e deixando metrópoles como Londres, com seus problemas de risco de alagamento, custos de moradia excessivos, infra-estrutura deficiente e grande número de “edificações-alvo”. Elas têm uma visão detalhada do “macrocenário” e você pode encontrar muitos “investimentos inteligentes” já ocorrendo em Reading, Cambridge ou Manchester, na Inglaterra, ou no País de Gales, e em áreas nas quais suas operações são menos vulneráveis às mudanças climáticas e ao terrorismo e onde há melhor qualidade de vida percebida pelos seus muitos trabalhadores e suas famílias.

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Medium 9788547216153

Títulos de Crédito Comercial

NEGRAO, Theotonio Editora Saraiva PDF Criptografado

1891

Ementário

Títulos de Crédito Comercial

Lei 6.840, de 3.11.80 — Dispõe sobre títulos de crédito comercial, e dá outras providências (v. adiante, texto integral).

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Lei n. 6.840, de 3 de novembro de 1980

Dispõe sobre títulos de crédito comercial e dá outras providências.

O Presidente da República, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei:

Art. 1º.As operações de empréstimo concedidas por instituições financeiras a pessoa física ou jurídica que se dedique a atividade comercial ou de prestação de serviços poderão ser representadas por Cédula de Crédito Comercial e por Nota de Crédito Comercial.1 a 4

Art. 1º: 1. “O título de crédito rural, comercial ou industrial, ainda que utilizado para renegociação de débito de origem diversa, guarda natureza executiva” (STJ-4ª T., REsp 746.987, Min. Aldir Passarinho Jr., j. 24.8.10, DJ 14.9.10).

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Medium 9788547208301

4.2 Ética kantiana

José Carlos Barbieri, Jorge Emanuel Reis Cajazeira Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 4  Teorias éticas

segundo certo catálogo de virtudes, que pode variar de uma pessoa para outra.

Por extensão, esses qualificativos passam para as organizações. Por exemplo, uma organização que tem o hábito de atender prontamente as queixas dos seus clientes passa a ser vista como uma organização honesta ou confiável. A que anuncia produtos em promoções que os clientes nunca encontram é considerada mentirosa. A que prega uma prática e faz outra é hipócrita. Em outras palavras, o comportamento moral da empresa também é visto como virtudes ou ausência de virtudes atribuídas às pessoas.

A ética da virtude não se preocupa em fornecer meios para orientar as ações ou decisões, pois entende que a pessoa virtuosa fará a melhor opção porque desenvolveu uma disposição para tanto. Porém, a disposição de agir corretamente não é suficiente para orientar as ações, principalmente diante de situações novas ou que envolvam dilemas, que é uma situação na qual nenhuma das escolhas é aceitável. Veja a situação relativa à prova dos nove do Quadro 4.3: a disposição para agir com justiça é um bom começo, mas isso não basta para decidir da forma mais certa. A falta de orientação para lidar com as decisões e ações é a maior fraqueza da ética da virtude. É como diz o ditado popular, de gente bem-intencio­ nada o inferno está cheio.

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Medium 9788520430941

TRAÇÃO NA BARRA FIXA COM AUXÍLIO

Len Williams, Derek Groves, Glen Thurgood Editora Manole PDF Criptografado

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TREINAMENTO DE FORÇA

TRAÇÃO NA BARRA FIXA COM AUXÍLIO

MÚSCULOSALVO

▪ Latíssimo do dorso

▪ Bíceps braquial

▪ Redondo maior

Deltoide

• Parte clavicular

• Parte acromial

• Parte espinal

Braquial

Redondo menor

Redondo maior

Bíceps braquial

Trapézio

Tríceps braquial

Romboides

Eretor da espinha

Latíssimo do dorso

Essa é uma ótima maneira de trabalhar os grandes músculos do dorso e praticar o movimento de tração na barra fixa (ver p. 94) se você não tiver a força necessária para levantar seu corpo todo. Lembre-se de que quanto mais peso você adicionar à pilha, mais fácil ficará o exercício.

Puxe até que o mento ultrapasse o nível de suas mãos

Escolha uma pegada adequada

Ajoelhe-se no apoio almofadado

Os apoios almofadados fornecem ajuda

Mantenha os pés juntos

Selecione o peso na pilha e suba nos apoios para os pés. Escolha a pegada

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