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Medium 9788581141725

Capítulo 1 - Marketing de serviços

MARIANO, Sandra R.H. (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1

conteúdo

Marketing de serviços

Quais são os principais conceitos do marketing e como utilizá-los no consultório?

Quais são os principais elementos do marketing?

O que forma o composto do marketing de serviços e como esse composto pode auxiliar na melhoria do atendimento aos clientes do seu consultório?

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Joysi Moraes

Principais conceitos do marketing de serviços

As primeiras ações de marketing de que se tem notícia datam de mais de 10 mil anos, quando surgiram as primeiras embalagens e as primeiras assinaturas dos artesãos nos seus produtos. O artesão queria que um determinado produto feito por ele fosse identificado como dele e de mais ninguém; do mesmo modo, não gostaria que um produto de qualidade duvidosa feito por outro artesão fosse confundido com um dos seus. Então, cada um começou a utilizar um símbolo, um desenho ou mesmo uma simples assinatura que o identificasse.

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Medium 9788597019469

1 Por Que Estudar Contabilidade?

CARVALHO, Marcia da Silva; GUIMARÃES, Guilherme Otávio Monteiro; CRUZ, Cláudia Ferreira da Grupo Gen ePub Criptografado

♦ Apresentar uma visão geral de como a Contabilidade se desenvolveu ao longo dos séculos até a atualidade.

♦ Apontar a relevância do conhecimento contábil para a gestão das organizações.

♦ Enumerar os principais usuários internos e externos da Contabilidade.

♦ Indicar as áreas de atuação mais recorrentes dos profissionais da Contabilidade.

♦ Introduzir um breve referencial conceitual da Contabilidade adotada no Brasil em harmonia com as práticas internacionais de Contabilidade.

A Contabilidade desenvolveu-se como uma prática cuja origem remonta às primeiras civilizações conhecidas: Suméria, Mesopotâmia e Egito Antigo (ANDRADE, 2009), além da Babilônia e civilizações orientais (IUDÍCIBUS, 2009). Porém, alguns marcos relevantes do seu desenvolvimento como técnica estão situados na Europa ao longo dos séculos XIV e XV. Entre os marcos catalisadores da expansão da Contabilidade como técnica de registro e geração de informações, estão o desenvolvimento do comércio e o surgimento da imprensa.

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Medium 9788520422564

40. Exames complementares: bioquímicos

BRUNONI, Decio; PEREZ, Ana Beatriz Alvarez Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

40

Exames complementares: bioquímicos

V Â N I A D ’A L M E I D A

ALLAN CHIARATTI DE OLIVEIRA

INTRODUÇÃO

Os testes bioquímicos são de suma importância para o diagnóstico dos erros inatos do metabolismo (EIM). Os laboratórios especializados atuam em duas frentes de trabalho, participando da triagem neonatal segundo critérios estabelecidos nas diferentes localidades ou atendendo pacientes de alto risco.

A triagem neonatal obrigatória no Brasil (teste do pezinho) consta de testes para o diagnóstico da fenilcetonúria (dosagem de fenilalanina no sangue, que pode ser seguida de dosagem de fenilalanina e tirosina no plasma), do hipotireoidismo congênito (tiroxina e hormônio estimulante da tireoide – TSH) e das hemoglobinopatias. Muitos locais oferecem a triagem neonatal ampliada, com possibilidade de diagnóstico de galactosemia (dosagem de galactose-1-fosfato uridil transferase), homocistinúria (dosagem de metionina), deficiência de biotinidase (dosagem de biotina) e fibrose cística (análise da mutação ∆F508, comum em 70% dos casos).

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Medium 9788527728126

Capítulo 127 - Hipertensão Renovascular

MAFFEI, Francisco Humberto de Abreu et al. Grupo Gen PDF Criptografado

A terapêutica cirúrgica da hipertensão renovascular iniciou‑se com a nefrectomia e firmou‑se com o sucesso da endarterectomia praticada por Freeman et al.3 Essas e outras técnicas, como a revascularização da artéria renal por via aberta ou endovascular, comprovaram a possibili‑ dade de reversão do estado hipertensivo.3‑5

Capítulo 127

Hipertensão

Renovascular

Epidemiologia

Maximiano Tadeu Vila Albers (in memoriam),

Marcello Romiti, Anai Espinelli de Souza Durazzo,

Karina Rosa Schneidwind, Paulo I. Sassaki Neto e

Nelson de Luccia

Introdução

A hipertensão renovascular é causada por estenose da artéria renal ou de seus ramos, constituindo‑se na forma mais comum de hipertensão secundária. Embora não mais do que 1% da população de adultos hipertensos apresente hipertensão reno‑ vascular, a prevalência é muito mais elevada em pacientes com início súbito de hipertensão grave; leva a maior incidência de lesão de órgãos‑alvo do que a hipertensão essencial, mas é passí‑ vel de cura ou melhora por tratamento cirúrgico ou endovascu‑ lar.1 A relação de causa e efeito entre lesão arterial e hipertensão, bem como a reversibilidade do processo foram determinadas experimentalmente por Goldblatt et al. em 1934.2 O mecanismo fisiopatológico da hipertensão renovascular é mediado pelo sis‑ tema hormonal renina‑angiotensina‑aldosterona, envolvido na regulação fisiológica da pressão arterial e do volume circulante.

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Medium 9788547223328

Parte I - Processo de Conhecimento

PINHO, Humberto Dalla Bernardina Editora Saraiva PDF Criptografado

pa r t e

I

Processo de Conhecimento

Dir_Proc_Civil_contemporaneo_v2_livro.indb 41

24/11/17 10:19

Dir_Proc_Civil_contemporaneo_v2_livro.indb 42

24/11/17 10:19

capítulo

1

Procedimentos

1.1 PROCEDIMENTO COMUM E ESPECIAL

O processo é o meio pelo qual se exerce a jurisdição e, por esse motivo, é dito o instrumento da jurisdição. O processo é dividido em duas modalidades:

(i) cognição – pela qual se busca a certeza do direito por meio da averiguação e da declaração lato sensu e;

(ii) execução – por meio da qual a certeza do direito já foi preestabelecida em lei, servindo o processo como forma de compelir a parte devedora da obrigação a cumprir o constante do título executivo.

O CPC/2015 não mais estabelece essa dualidade entre sumário e ordinário, preservando uma única fórmula procedimental denominada procedimento comum ao lado do procedimento especial e este sofreu algumas alterações na medida em que alguns procedimentos especiais antes disciplinados no Código de Processo foram extintos dessa fonte normativa.

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Medium 9788553602940

23.8 Espécies de Medida de Segurança

JUNQUEIRA, Gustavo; VANZOLINI, Patrícia Editora Saraiva PDF Criptografado

692   Manual de Direito Penal – Parte Geral | Junqueira | Vanzolini

­social indisponível, de defesa da ordem pública ou do regime democrático.

Enfatizou­‑se, ainda, a existência de defensoria pública na localidade, a qual competiria a tutela desse interesse. Vencido o Min. Marco Aurélio, relator, que, por reputar presente a proteção de direito individual indisponível, assentava a legitimação do órgão do Ministério Público para a ação intentada

(RE 496.718/RS, Rel. orig. Min. Marco Aurélio, Rel. p/ o acórdão Min. Menezes Direito, j. em 12­‑8­‑2008).

23.7  Momento da Aplicação da Medida de Segurança

Se ao tempo da prática delitiva o sujeito era inimputável, será absolvido de forma imprópria, e será aplicada a medida de segurança. Se era semi­‑imputável, será condenado, e a pena reduzida ou convertida em medida de segurança (sistema vicariante).

Se há superveniência de doença mental após a prática delitiva, mas antes da decisão definitiva, o processo deverá ser suspenso até que o sujeito se recupere (art. 152 do CPP), não sendo imposta medida de segurança, embora possível no caso a internação, se necessária (art. 152, § 1º, do CPP):

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Medium 9788553603473

3 - DA INTERVENÇÃO DE TERCEIROS

GONÇALVES, Marcus Vinicius Rios Editora Saraiva PDF Criptografado

3

DA INTERVENÇÃO DE TERCEIROS

1. INTRODUÇÃO

O Código de Processo Civil trata de numerosas hipóteses de terceiros que podem ingressar no processo em andamento. São terceiros aqueles que não figuram como partes: autores (as pessoas que formulam a pretensão em juízo) e réus (aqueles em face de quem tal pretensão é formulada). Há casos em que, por força da intervenção, aquele que até então era terceiro adquire a condição de parte. E casos em que o terceiro adquire a condição de auxiliar da parte ou do juízo. Seja como for, a intervenção implicará que aquele que não figurava até então no processo passe a figurar. Em qualquer caso, porém, só se justifica a intervenção do terceiro que possa, em razão do processo em andamento, ter sua esfera jurídica atingida pela decisão judicial. Não se admite ingresso de um terceiro absolutamente alheio ao processo, cujos interesses não possam, de qualquer maneira, ser afetados. Ressalva-se a posição do amicus curiae, cujo papel será o de manifestar-se sobre questão jurídica relevante, específica ou que possa ter grande repercussão social.

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Medium 9788521632337

11. Arquiteturas Comuns de Feedback

JANERT, Philipp K. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

Arquiteturas Comuns de Feedback

Às vezes, um loop de feedback simples não é su�ciente. Existem situações que exigem uma combinação de elementos de controle, ou ainda extensões além do controle com feedback de loop fechado. Neste capítulo, vamos discutir alguns problemas que ocorrem comumente e suas soluções-padrão.

Por referência, a forma mais geral do loop de controle básico, dos “livros-texto”, aparece na

Figura 11-1. Além dos elementos conhecidos (o controlador K, a planta H e o �ltro de retorno opcional G), esse grá�co também mostra explicitamente como os distúrbios podem ser incluídos em um diagrama de blocos.

Figura 11-1. O loop de feedback-padrão, incluindo o efeito dos distúrbios de carga d e o ruído de medição n.

Também são mostrados os distúrbios que entram no loop de controle. Em geral, todos os efeitos que tendem a impulsionar o sistema para fora do seu ponto de operação desejado são considerados distúrbios. Os distúrbios que surgem dentro da planta ou sistema controlado são chamados de distúrbios de carga (pois aparecem dentro da “carga” que é controlada pelo controlador); os distúrbios que resultam de imperfeições nos sensores usados para observar a saída da planta são chamados de ruído de medição.

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Medium 9788577801107

5. Adicionando Animação

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO 5 155

Adicionando Animação

Sobre animação

Animação é o movimento, ou deslocamento, dos objetos ao longo do tempo. A animação pode ser tão simples como mover uma caixa no Stage de um frame para o frame seguinte, mas também pode ser muito mais complexa. Como veremos nesta lição, você pode animar muitos aspectos diferentes de um único personagem: os membros, por exemplo, e também os olhos, as orelhas ou a língua. Você pode mover objetos através do espaço, alterar a cor ou transparência, modificar o tamanho e até transformá-los em formas diferentes.

Para animar objetos no Flash, crie keyframes na Timeline. Você já utilizou keyframes nas lições anteriores. Em cada keyframe, o Flash registra o estado atual do Stage: posição, cor, tamanho, forma e outros atributos dos objetos. Para criar uma animação gradual, crie um keyframe para cada frame e altere um pouco os objetos para cada um. No Flash, porém, é mais fácil e mais rápido tirar proveito dos tween motion e shape: você cria o primeiro e o

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Medium 9788547222697

12.2. Igualdade da Filiação

LÔBO, Paulo Editora Saraiva PDF Criptografado

b­ iológica é um tema importante. Suas identidades pessoal e social são dependentes dessa informação. Para outras crianças, a biologia pode ser menos relevante.

Entretanto, para todas crianças, as decisões legais, que determinarão quem devem ser social e juridicamente seus pais, que deles cuidarão nos seus cotidianos, têm maiores consequências em modelar e contribuir para o grau de estabilidade psicológica em suas vidas” (Welstead, 2005, p. 217).

Nem sempre o ascendente biológico será o pai jurídico. “Essa diferenciação

é um processo ainda em construção. Diferença incômoda, propositadamente, desassossegada, noise epistemológico” (Fachin, 2003, v. 18, p. 61). Guilherme de

Oliveira confessa que, ao começar a estudar o direito da filiação, aderiu, sem reservas, ao mandamento do respeito pela verdade biológica do parentesco, mas teve de concluir que nos sistemas jurídicos atuais “o pater não é determinado pelo critério da progenitura, mas sim pela função social de pai, pelo ofício familiar da paternidade, em homenagem ao interesse concreto do filho, à paz de um certo agregado familiar” e, portanto, a paternidade jurídica “não foi, nem é, forçosamente determinada pela verdade biológica do parentesco” (2003, p. XXII).

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Medium 9788597016123

8 - Negociação Internacional (LUZIA GARCIA)

SEGRE, German (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

Negociação

Internacional

Luzia Garcia

8

8.1 INTRODUÇÃO

O conteúdo deste capítulo reúne alguns dos principais aspectos ligados à “Negociação

Internacional”, dada a existência de uma ampla quantidade de estudos e pesquisas de renomados especialistas e a complexidade do tema, objetivando despertar no leitor o interesse para o aprofundamento neste estudo e sua prática, considerando que a arte de negociar faz parte do dia a dia das pessoas e não somente das organizações e, para atingir um objetivo, seja na vida pessoal, seja na profissional, as pessoas precisam negociar e não impor uma decisão.

Os estudos sobre o tema negociação têm-se intensificado no mundo todo nos últimos anos devido a crescente importância que esta atividade vem assumindo nas empresas, governo, terceiro setor e na vida das pessoas de uma forma geral, impulsionado principalmente pelo fenômeno da globalização.

A globalização quebrou paradigmas organizacionais e culturais, criou novas exigências para o mercado de trabalho e está impondo a todos a necessidade de buscar aperfeiçoamento pessoal e profissional.

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Medium 9788521613930

Apêndice A. Notação Vetorial e Tensorial

LIGHTFOOT, Neil R.; BIRD, R. Byron; STEWART, Warren E. Grupo Gen PDF Criptografado

APÊNDICE A

NOTAÇÃO VETORIAL E TENSORIAL1

A.1

OPERAÇÕES

VETORIAIS A PARTIR DE UM PONTO

DE VISTA GEOMÉTRICO

A.2 OPERAÇÕES

VETORIAIS EM TERMOS DE

TENSORIAIS EM TERMOS DE

DIFERENCIAIS EM COORDENADAS

A.8 OPERAÇÕES

INTEGRAIS EM COORDENADAS

CURVILÍNEAS

DIFERENCIAIS VETORIAIS E

TENSORIAIS

A.5 TEOREMAS

A.7 OPERAÇÕES

CURVILÍNEAS

COMPONENTES

A.4 OPERAÇÕES

VETORIAL E TENSORIAL EM

COORDENADAS CURVILÍNEAS

COMPONENTES

A.3 OPERAÇÕES

A.6 ÁLGEBRA

A.9 COMENTÁRIOS

VETOR-TENSOR

ADICIONAIS SOBRE A NOTAÇÃO

INTEGRAIS VETORIAIS E TENSORIAIS

As grandezas físicas encontradas em fenômenos de transporte caem em três categorias: escalares, tais como temperatura, pressão, volume e tempo; vetoriais, como velocidade, momento e força; e tensoriais (segunda ordem), tais como tensão, fluxo de momento e tensores de gradiente de velocidade. Distinguimos essas grandezas através da seguinte notação: s ϭ escalar (itálico sem negrito) v ϭ vetor (romano com negrito)

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Medium 9788553608881

2. PRINCÍPIO DO ACESSO À JUSTIÇA

TESHEINER, José Maria Rosa ; THAMAY, Rennan Faria Krüger Editora Saraiva PDF Criptografado

T eoria G er al

do

P rocesso

Esse mesmo movimento de positivação deu-se em relação ao Código de Processo Civil, que positivou, em seu texto, uma série de princípios, como, por exemplo, os enunciados nos arts. 2º, 3º, 4º, 5º, 6º, 7º, 8º e 12º. Alguns desses princípios serão abordados a seguir.

2. PRINCÍPIO DO ACESSO À JUSTIÇA

Em verdade, o acesso à justiça10 sempre foi pretendido pelos processualistas, visando alcançar a todos a possibilidade de levar seus reclames ao Poder Judiciário e deste poder receber uma resposta, qual seja a mais adequada ao caso concreto, visando a uma prestação da tutela jurisdicional efetiva. Nesse ponto, pode-se dizer que estaremos ante um princípio que possibilita o acesso de todo cidadão à busca de “justiça”11 ou pelo menos de uma manifestação jurisdicional do Poder Judiciário. Nesse sentido, estaríamos pensando como o fez Kazuo Watanabe ao referir que o que se dá nesse caso é o acesso à ordem jurídica justa.

Com efeito, possibilitar o acesso à justiça12 não é somente possibilitar que todos venham “reclamar” junto ao Judiciário os seus direitos, mas, também possibilitar que esses cidadãos venham e consigam estar habilitados para participar de um processo. Nesse ponto vale pensar como Mauro Cappelletti que acaba por identificar o acesso à justiça através de três pontos sensíveis.

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Medium 9788553602704

Questões

CAPEZ, Fernando Editora Saraiva PDF Criptografado

22.19.2.  No Superior Tribunal de Justiça

Este recurso é cabível:

(i) das decisões denegatórias de habeas corpus, proferidas em única ou última instância, pelos Tribunais Regionais Federais, ou pelos tribunais dos Estados e do Distrito Federal (art. 105, II, a);

(ii) das decisões denegatórias de mandado de segurança, proferidas em única instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados e do Distrito Federal (art. 105, II, b);

(iii) das decisões proferidas em causas em que forem partes Estado estrangeiro ou organismo internacional de um lado, e, do outro, município ou pessoa residente ou domiciliada no país (art. 105, II, c).

22.19.3.  Procedimento

É interposto por meio de petição dirigida ao presidente do tribunal recorrido, dentro do prazo de cinco dias, no caso de denegação do habeas corpus (art. 30 da Lei n. 8.038/90), ou quinze, no caso do mandado de segurança (art. 33), com as razões do pedido de reforma.

Em seguida, os autos vão com vista ao Ministério Público, para parecer em dois dias, no caso do habeas corpus (art. 31), ou cinco dias, no caso do mandado de segurança (art. 35). Os autos são distribuídos ao relator, que marcará data para o julgamento.

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Medium 9788547227845

1.8. Conclusão

NUNES, Rizzatto Editora Saraiva PDF Criptografado

Direito, dirigindo-se aos concursos das carreiras jurídicas, apesar de alguns deles ser altamente concorridos, acabam não se tornando bons profissionais, demonstrando no exercício da profissão toda sorte de erros técnicos e de falta de conduta ética. São petições mal feitas, acusações equivocadas, decisões erradas, desprezo pela pessoa humana dos envolvidos nas questões jurídicas. Não resta dúvida, pois, que a escola de Direito merece reforma de ordem pedagógica.

1.8. Conclusão

Como dito, este texto é apenas um ensaio com apontamentos para uma crítica ao ensino do Direito. São, pois, questões postas em aberto, para que se possa pesquisar e pensar mais sobre os assuntos abordados.

E, para terminar, dentro da perspectiva de inspiração que fundamenta nossa análise, não poderíamos deixar de, mais uma vez, citar

Paulo Freire, o que faremos na transcrição de uma de suas percucientes análises:

“Me parece demasiado óbvio que a educação de que precisamos, capaz de formar pessoas críticas, de raciocínio rápido, com sentido do risco, curiosas, indagadoras não pode ser a que exercita a memorização mecânica dos educandos. A que treina, em lugar de formar.

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