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Medium 9788527734066

34 - Urodinâmica

PINTO E SILVA, Marcela Ponzio; MARQUES, Andréa de Andrade; AMARAL, Maria Teresa Pace do Grupo Gen PDF Criptografado

34

Urodinâmica

Claudia Pignatti Frederice  •  Marcelo Thiel

Urodinâmica convencional

O estudo urodinâmico convencional, também chamado urodinâmica, consiste na avaliação funcional do trato urinário inferior por meio do registro dos parâmetros fisiológicos relacionados com o armazenamento, o transporte e o esvaziamento de urina. Denomina-se estudo “convencional”, pois envolve o enchimento vesical artificial. Seus principais objetivos são reproduzir as queixas urinárias das mulheres e, simultaneamente, identificá-las e registrá-las por captação das pressões abdominal, vesical e do detrusor.

Esse exame possibilita estabelecer objetivamente se há disfunção e, assim, entender suas implicações clínicas. No entanto, apenas as observações urodinâmicas geralmente não representam o diagnóstico definitivo de doen­ça ou condição, mas a associação dessas observações à ocorrência de sinais e sintomas característicos pode resultar em um diagnóstico mais preciso. Dessa forma, a definição diagnóstica torna possível determinar o tratamento, contexto no qual o fisioterapeuta se insere, pois, muitas vezes, o recomendado é a fisioterapia. Por isso, é essencial que esse profissional entenda o processo de rea­li­zação e interpretação do exame para determinar os objetivos do tratamento.1,2

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Medium 9788527726627

21 - Nutrição

CLOHERTY, John P.; EICHENWALD, Eric C.; STARK, Ann R. Grupo Gen PDF Criptografado

Parte 4

Questões da Nutrição

Hidreletrolítica, Gastrintestinal e Renal

21

Nutrição

Deirdre M. Ellard e Diane M. Anderson

Os recém-nascidos a termo adaptam-se rapidamente à substituição da oferta intrauterina relativamente constante de nutrientes pelas refeições intermitentes de leite. Os neonatos pré-termo, no entanto, estão em mais alto risco de sofrerem problemas nutricionais. Nascem com reservas limitadas e maior demanda de nutrientes, e vias metabólicas imaturas. Além disso, os distúrbios clínicos e cirúrgicos comumente associados à prematuridade têm o potencial de alterar as necessidades de nutrientes e complicar a administração de nutrientes adequados. Como a sobrevida desses neonatos continua a melhorar, os dados atuais sugerem que a intervenção nutricional precoce e agressiva seja vantajosa.

I. Crescimento

A. A composição corporal fetal muda ao longo de toda a gestação, e o acréscimo de nutrientes ocorre principalmente no fim do segundo e em todo o terceiro trimestre. Os neonatos a termo normalmente têm reservas suficientes de glicogênio e lipídio para satisfazer as necessidades de energia durante a inanição relativa do primeiro dia de vida. Em contraste, os recém-nascidos pré-termo exaurem rapidamente suas limitadas reservas de nutrientes e tornam-se hipoglicêmicos e catabólicos, a menos que recebam tratamento nutricional apropriado. Na prática, em geral, pressupõe-se que a intensidade da deficiência de nutrientes seja inversamente proporcional à idade gestacional e ao peso ao nascer.

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Medium 9788547210762

15. São Paulo Defensoria Pública do Estado de São Paulo. 15.1.Fundamentos de atuação. 15.2. Atribuições institucionais.15.3. Organização: órgãos de administração superior. 15.4.Órgãos de administração. 15.5. Órgãos de execução e órgãos deatuação. 15.6. Ór

GOMES, Marcos Vinícius Lopes Editora Saraiva PDF Criptografado

um novo paradigma participativo para a instituição. Ressalta que o Movimento pela Defensoria Pública congregou mais de 400 entidades politicamente organizadas, as quais passaram a dialogar e cobrar dos Poderes Executivo e

Legislativo a criação da Defensoria Pública Paulista. O objetivo desse movimento seria criar uma Defensoria democrática, autônoma, descentralizada e transparente, o que restou consagrado no texto legal de criação da Defensoria

Pública de São Paulo.

Indubitavelmente, o presente ponto é de suma importância para todos os concursos da Defensoria Pública, uma vez que permite que o candidato tenha maior proximidade da importância da relação entre a sociedade civil e a Defensoria. Exemplificativamente, em Santa Catarina, da mesma forma, há intensa mobilização social, por meio do Movimento pela Criação da Defensoria Pública em Santa Catarina, para a implementação efetiva da Instituição, por meio de audiências públicas, abaixo-assinado, painéis e manifestos385.

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Medium 9788520434628

Cianose

TILLEY, Larry Patrick; SMITH JUNIOR, Francis W. K. Editora Manole PDF Criptografado

206

Consulta Veterinária em 5 Minutos

Cianose

CONSIDERAÇÕES

GERAIS

C

DEFINIÇÃO

Corresponde à coloração azulada da pele e das mucosas, em função do aumento na quantidade de hemoglobina reduzida ou desoxigenada na circulação sanguínea.

FISIOPATOLOGIA

• Concentração da hemoglobina desoxigenada

— deve ser >5 g/dL para detectar o problema; consequentemente, uma anemia (hematócrito

<15%) pode mascarar sua detecção.

• Central — associada a hipoxemia arterial sistêmica ou anormalidades hemoglobínicas.

• Periférica — limitada a uma ou mais extremidades corporais; associada à diminuição no fluxo sanguíneo periférico; tipicamente, a tensão e a saturação arteriais de oxigênio permanecem normais.

Hipoxemia Arterial

• Declínio na fração de oxigênio inspirado — altitude elevada.

• Hipoventilação — distúrbios obstrutivos das vias aéreas superiores; pneumopatia restritiva ou obstrutiva; distúrbios do espaço pleural; insuficiência neuromuscular.

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Medium 9788565848824

Capítulo 1 - Políticas públicas: a educação em foco

Josiane Carolina Soares Ramos do Amaral Grupo A PDF Criptografado

Maria Cristina Caminha de Castilhos França

capítulo 1

Políticas públicas

A educação em foco

As políticas públicas são comumente confundidas com as políticas sociais. Compreender os conceitos de cada uma torna-se importante, uma vez que elas possibilitam interpretar de forma mais criteriosa o conjunto de fatores implicados na constituição das políticas, bem como instrumentalizam os agentes sociais envolvidos para que possam atuar sobre as demandas sociais e na formulação de novas agendas públicas.

Busca-se, a seguir, discorrer sobre as políticas públicas como resultantes de um processo histórico, a partir do qual se aderiu a uma forma específica de exercício do poder político nas sociedades democráticas contemporâneas. Ou seja, trata-se de uma forma fundada tanto em um estoque de conhecimentos técnicos sobre a rea­ lidade social quanto em um conjunto de distintas expressões de interação com a sociedade.

Com base no exposto, busca-se delinear, através da compreensão sobre a constituição de políticas, a importância do agente/professor enquanto sujeito dotado de “consciência prática”, que lhe fornece uma visão particular – conhecimento – e, consequentemente, elementos que favorecem a mediação para as mudanças de trajetórias educacionais.

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Medium 9788547204693

Capítulo II - Da Composição e da Organização do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas

MARCÃO, Renato Editora Saraiva PDF Criptografado

arts. 5º a 8º

33

do sistema, vinculado ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da

República; II – a Secretaria Nacional Antidrogas – SENAD, na qualidade de secretaria-executiva do colegiado; III – o conjunto de órgãos e entidades públicos que exerçam atividades de que tratam os incisos I e II do art. 1º: a) do Poder Executivo federal; b) dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, mediante ajustes específicos; e

IV – as organizações, instituições ou entidades da sociedade civil que atuam nas áreas da atenção à saúde e da assistência social e atendam usuários ou dependentes de drogas e respectivos familiares, mediante ajustes específicos.

E esclarece o art. 3º do mesmo decreto: “A organização do SISNAD assegura a orientação central e a execução descentralizada das atividades realizadas em seu âmbito, nas esferas federal e, mediante ajustes específicos, estadual, municipal e do

Distrito Federal, dispondo para tanto do Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas, unidade administrativa da Estrutura Regimental aprovada pelo Decreto n. 5.772, de 8 de maio de 2006”.

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Medium 9788580551907

Capítulo 12 - Aplicando a antropologia

Conrad Phillip Kottak Grupo A PDF Criptografado

12

APLICANDO A ANTROPOLOGIA

O papel do antropólogo aplicado

As primeiras aplicações

Antropologia acadêmica e aplicada

Antropologia aplicada hoje

Antropologia do desenvolvimento

Equidade

Estratégias para a inovação

Inovação exagerada

Aplicando a antropologia à cultura popular: Coca-Cola

Como vimos no Capítulo 1, a antropologia aplicada é a utilização de dados, perspectivas, teoria e métodos antropológicos para identificar, avaliar e resolver problemas contemporâneos (ver Ervin, 2005). Os antropólogos aplicados ajudam a tornar a antropologia relevante e útil para o mundo além dela própria. Os antropólogos médicos, por exemplo, têm atuado como intérpretes culturais em programas de saúde pública, ajudando esses programas a corresponderem à cultura local.

Os antropólogos do desenvolvimento trabalham em agências internacionais de desenvolvimento, ou com elas, como o Banco

Mundial e a U. S. Agency for International

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Medium 9788547223724

75. Escrituração empresarial

NEGRÃO, Ricardo Editora Saraiva PDF Criptografado

Distinguiu, entretanto, o legislador, duas situações, levando em conta o lugar em que o ato do preposto, relativo à atividade empresarial,

é praticado. Se ocorre no interior do estabelecimento empresarial, o preponente responde pelo ato, ainda que não o tenha autorizado por escrito (CC, art. 1.178); se fora do estabelecimento, somente obriga o preponente nos limites dos poderes conferidos por escrito (CC, art.

1.178, parágrafo único).

Deu-se, portanto, efetividade à teoria da aparência, para proteger direito de terceiros que adentram o estabelecimento empresarial.

É o caso, por exemplo, de venda efetuada no interior de concessionária de automóveis por vendedor empregado ou comissionado da loja. Na qualidade de preposto seus atos vinculam o preponente, empresário ou a sociedade empresária, ao cliente interessado em ali adquirir produtos.

Além do gerente, cuidou o legislador de regulamentar a atividade de outros prepostos qualificados, a do contabilista e de outros auxiliares, explicitando que os assentos contábeis, salvo demonstração de má-fé, reputam terem sido efetuados pelo preponente.

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Medium 9788577806423

Capítulo 24 - SQL Server Integration Services

Mike Hotek Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 24

SQL Server Integration

Services

Neste capítulo, você vai aprender a:

■ Criar um projeto do SSIS

■ Construir um pacote

■ Implementar tarefas e transformações

■ Executar manipulação de exceções

■ Gerenciar configurações de pacote

■ Implantar um pacote

Os 23 primeiros capítulos forneceram uma visão geral dos recursos disponíveis no mecanismo relacional. Por si só, o mecanismo relacional representa uma plataforma flexível e rica em recursos para desenvolver aplicações empresariais. O que diferencia o SQL Server de todos os outros mecanismos de banco de dados é a inclusão de três produtos corporativos adicionais referenciados coletivamente como business intelligence suite. O SQL Server

Integration Services (SSIS) é projetado para fornecer os componentes de infraestrutura que permitem que os dados sejam movidos de um sistema para outro, embora também manipule os dados em um formato desejado à medida que os dados são movidos.

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Medium 9788547221959

Capítulo 2 - O “novo” direito comercial/empresarial

TOMAZZETTE, Marlon Editora Saraiva PDF Criptografado

2

1

O “novo” direito comercial/empresarial

Conceito do “novo” direito comercial/empresarial

A evolução do que se entende por matéria comercial se vê obviamente nos conceitos de direito comercial que nos são apresentados pela doutrina, desde os mais genéricos aos mais específicos.

Num primeiro momento, Endemann define o direito comercial como “o complexo de normas, que regulam os atos jurídicos do tráfico comercial”1. Cesare Vivante nos define o direito comercial como “a parte do direito privado, que tem principalmente por objeto regular as relações jurídicas, que nascem do exercício do comércio”2. Na mesma linha, Waldemar Ferreira definia o direito comercial como “o sistema de normas regula‑ doras das relações entre homens, constituintes do comércio ou dele emergentes”3.

Georges Ripert definia direito comercial como “a parte do direito privado relativa às operações jurídicas feitas pelos comerciantes, seja entre si, seja com seus clientes”4.

Diferente não é o raciocínio de Alfredo Rocco, para quem o direito comercial “é o complexo de normas jurídicas que regulam as relações derivadas da indústria comercial”5.

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Medium 9788536302065

Capítulo 3 - Analisabilidade

R. Horacio Etchegoyen Grupo A PDF Criptografado

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R. HORACIO ETCHEGOYEN

3

Analisabilidade

Vimos, no capítulo anterior, que a indicação da psicanálise, quando não há uma contradição específica e irrecusável, é sempre um processo complexo, em que se deve computar uma série de fatores. Nenhum deles é por si mesmo determinante embora alguns possam pesar mais que outros. Só depois de avaliar ponderadamente todos os elementos, surge como resultante a indicação.Todavia, logo veremos que as coisas são ainda mais complexas, porque os conceitos de analisabilidade e acessibilidade, que agora discutiremos, estão além das indicações.

CONCEITO

O Simpósio de Copenhague mostrou, como dissemos, uma tendência geral a estreitar as indicações do tratamento psicanalítico, e essa tentativa tomou sua forma mais definida no conceito de analisabilidade, introduzido por

Elizabeth R. Zetzel, um dos porta-vozes mais autorizados da psicologia do ego. Com esse trabalho, culmina uma longa investigação da autora sobre a transferência e a aliança terapêutica, que se inicia com o trabalho de 1956 (apresentado, um ano antes, no Congresso de Genebra) e desdobra-se em seus relatos aos três congressos pan-americanos de psicanálise, ocorridos no México (1964), em Buenos

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Medium 9788521632771

Parte A | Capítulo 8 | Tipos de Estrutura de Mercado na Indústria da Construção

MYERS, Danny Grupo Gen PDF Criptografado

8

Tipos de Estrutura de Mercado na Indústria da Construção

A fim de compreender a relação exata entre produção, receita e preço, a empresa deve conhecer a estrutura do mercado ou da indústria na qual está sendo comercializado seu produto. Existem diversas estruturas de mercado. Em um extremo, há um monopólio em que um fabricante domina o mercado e controla as decisões sobre o preço e sobre a produção. No outro extremo, compradores e vendedores supõem corretamente que eles não podem afetar o preço de mercado — esta estrutura de mercado é conhecida como concorrência perfeita. A maioria das empresas ligadas à construção está envolvida em estruturas de mercado entre esses dois extremos teóricos. Na linguagem dos livros de economia, elas estão envolvidas em mercados imperfeitamente competitivos — quando os clientes e os empreiteiros têm que levar em consideração como suas atitudes individuais afetarão o preço de mercado. (Neste momento, pode ser útil revisar os Pontos-Chave 6.1.) Iremos examinar estes cenários reais com mais detalhes, uma vez que tenhamos estabelecido um ponto de referência para a discussão.

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Medium 9788553601776

4. Contratos empresariais

LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

966

Marcelo Sacramone

■■ 3.2. Atributos do estabelecimento comercial

A organização do complexo de bens pelo empresário garante ao estabelecimento algumas características que lhe tornam peculiar em relação aos demais. Esses atributos podem ser identificados no aviamento e na clientela.

O aviamento é a qualidade da organização realizada sobre o complexo de bens empreendida pelo empresário. É a capacidade de essa universalidade de fato produzir lucros. O aviamento determina que o valor do estabelecimento como um todo é diverso da simples soma do valor de cada um dos bens individualmente.

A clientela, por seu turno, não é elemento do estabelecimento, mas atributo esperado da organização dos bens. É o resultado do aviamento.

O cliente não se confunde com o freguês. Clientela

é o conjunto de pessoas que mantém uma relação continuada com o estabelecimento, uma relação duradoura.

Freguês, por outro lado, é o adquirente transitório, ocasional, dos bens do empresário.

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Medium 9788527730808

4 - Farmacocinética

SPINOSA, Helenice de Souza; GÓRNIAK, Silvana Lima; BERNARDI, Maria Martha Grupo Gen PDF Criptografado

4

Farmacocinética

Jorge Camilo Flório | Altamir Benedito de Sousa | Silvana Lima Górniak

INTRODUÇÃO nn

A farmacocinética é o estudo do movimento de uma substância química, em particular de um medicamento no interior de um organismo vivo, ou seja, é o estudo dos processos de absorção, distribuição, biotransformação e excreção.

Para que todos estes processos ocorram e para que um medicamento exerça seu efeito em um determinado local de ação no interior de um organismo vivo, é necessário que esse medicamento, após a dissolução da forma farmacêutica, consiga atravessar as barreiras celulares e alcance o seu local de ação (biofase). A Figura 4.1 possibilita a visualização desses processos.

ABSORÇÃO DE MEDICAMENTOS nn

Em Farmacologia, define-se como absorção uma série de processos pelos quais uma substância externa a um ser vivo nele penetre sem lesão traumática, chegando até o sangue. Portanto, para que um determinado medicamento seja absorvido é necessário que ele atravesse as diversas membranas biológicas, como o epitélio gastrintestinal, o endotélio vascular e, também, as membranas plasmáticas.

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Medium 9788581141565

7 - Ultrassom realizado pelo cirurgião

VOLPI, Erivelto; STECK, José Higino Grupo Gen PDF Criptografado

7

Ultrassom realizado pelo cirurgião

José Higino Steck � Erivelto Volpi

INTRODUÇÃO

O ultrassom (US) tornou-se uma ferramenta indispensável na avaliação da doença tireoidiana nodular, da paratireoide e de outras patologias cervicais, como das glândulas salivares.1 A grande maioria dos pacientes já tem, antes da consulta com o cirurgião, um US realizado que motivou o seu diagnóstico e encaminhamento. Mesmo assim, a nosso ver, o valor do ultrassom realizado pelo cirurgião (USC) é inquestionável e não concorre, em absoluto, com o realizado por radiologistas e ultrassonografistas. O enfoque é diferente. O USC pode ser considerado uma extensão do exame físico do cirurgião, que vai focalizar áreas específicas relacionadas com a patologia e com o quadro clínico do seu paciente, para melhorar a qualidade de seu atendimento. O US pode ser considerado o estetoscópio do futuro para o cirurgião.

ULTRASSOM REALIZADO PELO CIRURGIÃO

 POR QUÊ?

Embora o US não seja uma modalidade de diagnóstico por imagem nova, apenas há pouco tempo os cirurgiões, principalmente americanos e europeus, abraçaram-no como uma ferramenta própria de diagnóstico. Avanços recentes em resolução, portabilidade e custo de aparelhos têm mudado o jogo para os médicos que tratam doenças de cabeça e pescoço.

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