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Medium 9788580554311

7.4 Árvores de decisão

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

226

Parte II

Valor e Orçamento de Capital

Aluguéis aumentam substancialmente

Construir edifício de escritórios

Não construir ainda, porque os aluguéis estão muito baixos

Aluguéis permanecem iguais ou caem

Não construir ainda

Hoje, o terreno vazio pode ter valor, porque o proprietário pode construir um edifício de escritórios rentável se os aluguéis aumentarem.

FIGURA 7.7

Árvore de decisão para o terreno vazio.

7.4 Árvores de decisão

ExcelMaster cobertura online

Esta seção introduz formas e linhas.

Conforme mostrado na seção anterior, os gestores ajustam suas decisões com base em novas informações. Por exemplo, um projeto pode ser expandido se a experiência inicial for promissora, ao passo que o mesmo projeto poderia ser abandonado na sequência de resultados ruins. Como já foi dito, as escolhas disponíveis para gestores são chamadas de opções reais, e um projeto individual pode ser visto como uma série de opções reais, levando a abordagens de avaliação além da metodologia básica do valor presente dos capítulos anteriores.

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Medium 9788527728188

22 Manejo de Clientes com Distúrbios das Vias Respiratórias Superiores

Brunner Suddarth Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

22

Manejo de Clientes com Distúrbios das Vias

Respiratórias Superiores

Objetivos do aprendizado

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1 Descrever o manejo de enfermagem para clientes com distúrbios das vias respiratórias superiores.

2 Comparar e contrastar as infecções das vias respiratórias superiores de acordo com a causa, a incidência e as manifestações clínicas, o manejo de enfermagem e a importância dos cuidados de saúde preventiva.

3 Aplicar o processo de enfermagem como referencial para o cuidado de clientes com infecção das vias respiratórias superiores.

4 Descrever o manejo de enfermagem para o cliente com epistaxe.

5 Aplicar o processo de enfermagem como referencial para o cuidado de clientes submetidos a laringectomia.

Glossário afonia: comprometimento da capacidade de uso da voz por causa de doença ou lesão na laringe apneia: cessação da respiração comunicação alaríngea: modalidades alternativas de falar que não envolvem a laringe normal; empregada por clientes cuja laringe foi removida cirurgicamente disfagia: dificuldade para deglutir epistaxe: hemorragia nasal decorrente da ruptura de pequenos vasos dilatados na mucosa de qualquer área do nariz faringite: inflamação da garganta; geralmente de origem viral ou bacteriana herpes simples: infecção causada por herpes-vírus simples

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Medium 9788584291779

Capítulo 11. Seguindo em frente

Cathy Humphreys, Ruth Parker Grupo A PDF Criptografado

Seguindo em frente

11

Neste livro, compartilhamos com você nossas mais profundas crenças sobre ensino e aprendizagem, em conjunto com o que esperamos que seja uma orientação suficientemente prática para lhe ajudar a iniciar e dar continuidade a esta prática transformadora. Esperamos que esteja animado para começar Conversas Numéricas ou levá-las até o próximo nível em sua sala de aula e confiante para mantê-las ativas. Lembre-se de que isso não implica mudar todo o seu programa de matemática – são apenas 15 minutos por dia. E, quanto mais frequente você incorporar esses 15 minutos à sua instrução regular, mais as ideias matemáticas dos seus alunos irão impulsionar a aprendizagem de todos.

Pensamos nas Conversas Numéricas como a oferta de um espaço dedicado às ideias dos alunos, e você vai se encantar com as constantes surpresas à medida que eles compartilharem suas ideias de forma livre. Quando você deixar de ensinar o que fazer, e passar a encorajar os alunos a pensarem do seu próprio jeito; quando deixar de instruir a respeito de procedimentos que devem ser praticados e propor problemas e deixar que os estudantes deem conta deles; e deixar de definir o que quer que seja dito e ouvir com curiosidade honesta o que eles têm a dizer, então a sua forma de ensinar e a vida em sua sala de aula irão mudar para sempre.

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Medium 9788530951573

TÍTULO VII – Capítulo I – Do mandado de segurança. Noções gerais

Barretto, Pedro Grupo Gen PDF Criptografado

TÍTULO VII

MANDADO DE SEGURANÇA

CAPÍTULO I

DO MANDADO DE SEGURANÇA.

NOÇÕES GERAIS

1. CONCEITO, ORIGEM E NATUREzA JURÍDICA

O mandado de segurança se revela como um dos mais nobres remédios constitucionais apresentados no ordenamento jurídico hodierno, atuando como magna garantia constitucional e destinando-se a proteger direitos líquidos e certos de toda e qualquer pessoa, quando esta estiver sofrendo ou em vias de sofrer violação a um direito, advinda de ato ilegal ou com abuso de poder praticado por certa pessoa em exercício de função pública, sendo, em regra, autoridade administrativa, e, eventualmente, algumas outras pessoas especiais vinculadas à Administração

Pública, podendo até mesmo, em certos casos, ser particulares, como estudaremos linhas adiante.

Apelidado de via heroica de defesa, tem previsão constitucional na atual Carta de 1988, no art. 5.º, em seus incisos LXIX (mandado de segurança individual) e LXX (mandado de segurança coletivo), tendo sua aplicabilidade regulada pelo microssistema normativo especial previsto na Lei 12.016/2009. Desde a Carta de 1934, o mandado de segurança sempre esteve presente nas Constituições pátrias, ressalvando-se apenas a omissão da Constituição de 1937, que não lhe prestigiou por expresso, ainda que sua aparição na praxe jurídica tenha continuado a existir nesse mesmo período.

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Medium 9788553604739

Prefácio

CARVALHO, Dimas Messias de Editora Saraiva PDF Criptografado

Prefácio

Na vida existem pessoas e pessoas...

A caminhada do operador do Direito é árdua e repleta de desafios, necessidade de atualização constante e, principalmente, de muita dedicação.

O imaginário do acadêmico durante suas primeiras semanas de aula certamente não alcança que, muito além da leitura do “caso dos exploradores de cavernas”, sua rotina dali para a frente será imensamente mais complexa.

Muito além da gestão da vida intelectual, no meio dos acontecimentos da vida pessoal, cada operador do Direito precisa aprender a enfrentar uma das mais difíceis batalhas: a necessidade do controle das titulações.

A grande prova disso são os casos noticiados de profissionais do Direito que reivindicam – judicialmente! – a prerrogativa de serem chamados de “doutores”. Ainda bem que na vida existem pessoas e pessoas...

Aos leitores desta obra fica a certeza de que o professor Dimas Messias de Carvalho representa essa ordem das pessoas, além das pessoas. O que quer dizer isso? O autor conjuga competência, credibilidade e maestria com os melhores predicados que um ser humano pode representar.

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Medium 9788547229887

6. Conclusão

STREK, Lenio Luiz Editora Saraiva PDF Criptografado

de coerência e integridade do Direito, agora consagrado na legislação processual.

6

Conclusão

A leitura moral da Constituição, por Dworkin proposta, recomenda que compreendamos seus dispositivos (em especial os que tratem de direitos individuais e que tenham sido vazados em linguagem abstrata) como princípios morais, que se incorporam ao

Direito como limites ao poder do Estado. Esses princípios, por sua vez, devem ser interpretados em harmonia com as exigências de legitimação de um governo democrático, a saber: o dever de tratar as pessoas sob seu domínio com igual consideração e respeito e o dever de preservar a responsabilidade pessoal destes indivíduos por suas próprias vidas. Em um nível ainda mais geral, essas demandas

(pela imposição de limites ao Estado, pela preservação da igualdade, pelo dever de respeito à autonomia dos indivíduos) derivam de dois princípios éticos ainda mais abrangentes, os chamados princípios da dignidade (princípios do valor intrínseco e da autenticidade). Assim, dando à interpretação um caráter integrado, deve-se ter presente que a leitura moral da Constituição trata da construção de interpretações que, respeitados os limites do texto, melhor preservem as dimensões da dignidade humana – ainda que isso (saber se uma determinada interpretação constitucional honra ou avilta a dignidade humana) seja, também, uma questão interpretativa.

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Medium 9788502635692

12 - CONCURSO DE PESSOAS

GONÇALVES, Victor Eduardo Rios Editora Saraiva PDF Criptografado

12

CONCURSO DE PESSOAS

Trata-se o concurso de pessoas da denominação dada pelo Código

Penal às hipóteses em que duas ou mais pessoas envolvem-se em uma infração penal. A doutrina e a jurisprudência também se utilizam das expressões “concurso de agentes” e “codelinquência” para referir-se à pluralidade de envolvidos no ilícito penal.

A maioria dos crimes previstos na legislação brasileira pode ser cometida por uma única pessoa ou por duas ou mais pessoas em concurso.

Alguns delitos, todavia, só podem ser praticados por duas ou mais em conjunto. Por isso, a doutrina faz a seguinte divisão: a) crimes unissubjetivos; e b) crimes plurissubjetivos.

Os unissubjetivos (ou monossubjetivos) são aqueles que podem ser praticados por uma só pessoa, como o homicídio, o furto, o estupro, dentre inúmeros outros. Nada obsta, entretanto, que duas ou mais pessoas se unam para perpetrar essas infrações penais, havendo, em tais casos, concurso de agentes. Assim, se duas pessoas resolvem praticar juntamente um homicídio, ambas efetuando disparos contra a vítima, elas são coautoras (modalidade de concurso de agentes) desse crime. Por tal razão, esses delitos são também chamados de crimes de concurso eventual.

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Medium 9788522473762

Parte II - 4 - Teoria do processo administrativo

Djalma De Pinho Rebouças de Oliveira Grupo Gen PDF Criptografado

Teoria do processo administrativo 

89

4

Teoria do processo administrativo

“É pela lógica que se testa uma verdade, mas é pela intuição que se descobre.”

Poincaré

90 

Teoria Geral da Administração  • Rebouças

Teoria do processo administrativo 

91

4.1 Introdução

Esta teoria da administração recebeu outros nomes, por razões diversas, o que provocou, inclusive, diferenças principalmente na amplitude dos assuntos abordados e, consequentemente, nas análises realizadas.

Este autor ajustou as diferentes amplitudes e procurou abordar, ainda que de forma resumida, todos os estudos e análises que podem ser atribuídos a esta teoria da administração.

Os outros nomes para a Teoria do Processo Administrativo são:

a) Teoria Anatômica. Isso porque procurou-se adequar a administração à realidade dos profissionais das organizações. Não se utilizou essa denominação porque, na prática, todas as teorias da administração procuram interligar as suas propostas básicas com as atividades dos trabalhadores nas organizações.

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Medium 9788547221522

7. PRISÃO E MEDIDAS CAUTELARES

ROSSI, Francisco Vicente Editora Saraiva PDF Criptografado

769

Direito Processual Penal

7. Os poderes do juiz, quanto à produção de provas, são dois:

I – ordenar, DE OFÍCIO, mesmo ANTES de iniciada a ação penal, a produção antecipada de provas consideradas urgentes e relevantes;

II – determinar DE OFÍCIO diligências no curso da instrução, ou antes de proferir sentença, para sanar dúvida sobre ponto relevante.

8. São inadmissíveis as provas ilícitas. Para o CPP, prova ilícita é a que viola regra legal ou constitucional. Ela será desentranhada dos autos.

7.  PRISÃO E MEDIDAS CAUTELARES

7.1 Conceitos

Prisão é a privação da liberdade, ou seja, a pessoa perde o direito de ir e vir, por imposição de força do Estado.

Espécies de prisão:

• prisão penal – tem a finalidade repressiva e ocorre com o trânsito em julgado da sentença condenatória em que se impôs pena privativa de liberdade;

• prisão processual – é a prisão cautelar em sentido amplo e pode ser:

»» prisão em flagrante (arts. 301 a 310 do CPP);

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Medium 9788547228323

14 SUSPENSÃO DO PRAZO PRESCRICIONAL

GONÇALVES, Victor Eduardo Rios Editora Saraiva PDF Criptografado

Processo Penal – Procedimentos, Nulidades e Recursos

14 SUSPENSÃO DO PRAZO PRESCRICIONAL

O art. 89, § 1º, da Lei n. 9.099/95 prevê que a denúncia será recebida após o réu e seu defensor aceitarem a proposta. É pacífico, porém, na doutrina e na jurisprudência, inclusive do Supremo Tribunal Federal, que o juiz deve primeiro receber a denúncia ou queixa para depois fazer a proposta. Com efeito, não faria sentido designar a audiência, o réu contratar defensor, ambos aceitarem a proposta e, em seguida, o juiz rejeitar a inicial. Assim, com o recebimento da denúncia, interrompe-se a prescrição e novo prazo começa a correr imediatamente. Posteriormente, quando for homologada a suspensão condicional do processo, a prescrição ficará igualmente suspensa durante o período de prova (art. 89, § 6º, da Lei n. 9.099/95).

Se for revogado o benefício, o prazo voltará a correr, a contar da data da revogação.

15 CAUSAS DE REVOGAÇÃO OBRIGATÓRIA

Estabelece a lei duas hipóteses de revogação obrigatória (art. 89,

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Medium 9788547227661

20.2 Bases constitucionais

MAZZA, Alexandre Editora Saraiva PDF Criptografado

20

Lei de Responsabilidade Fiscal

(Lei Complementar n. 101/2000)

20.1 Justificativa

O estudo da Lei de Responsabilidade Fiscal – Lei Complementar n. 101, de

4 de maio de 2000, não costuma fazer parte da grade curricular e nem constar da literatura especializada sobre Direito Administrativo, aproximando-se muito mais do campo de interesses do Direito Financeiro.

Entretanto, tem se tornado cada vez mais frequente nos editais de concurso público a inclusão da responsabilidade fiscal entre os temas exigidos na disciplina

Direito Administrativo. Foi o que ocorreu, recentemente, no 88º Concurso de Ingresso na Carreira do Ministério Público do Estado de São Paulo, cujo edital publicado em 8 de abril de 2011 inseriu a Lei Complementar n. 101/2000 como matéria pertinente à prova de Administrativo.

Assim, visando auxiliar leitores interessados em prestar provas e concursos que exigem conhecimento da matéria, é conveniente abrir um capítulo específico neste

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Medium 9788553608973

141. Inscrição em dívida ativa e certidão de dívida ativa (CDA)

PAULSEN, Leandro Editora Saraiva PDF Criptografado

Administração tributária

Havendo descumprimento do dever de exibição dos livros e documentos por parte da pessoa sujeita à fiscalização, o Fisco pode aplicar multa por descumprimento de obrigação acessória8 e buscar medida judicial que lhe assegure acesso a eles. Embora o art. 200 do CTN autorize a requisição do auxílio de força pública pelas próprias autoridades administrativas quando, vítimas de embaraço no exercício de suas funções, for necessário à efetivação de medida de fiscalização, o STF tem entendido que, não obstante a prerrogativa do Fisco de solicitar e analisar documentos, os fiscais só podem ingressar em escritório de empresa quando autorizados pelo proprietário, gerente ou preposto.

Em caso de recusa, o auxílio de força policial não pode ser requisitado diretamente pelos fiscais, mas pleiteado em Juízo pelo sujeito ativo, dependente que é de autorização judicial, forte na garantia de inviolabilidade do domicílio, oponível também ao Fisco9.

A determinação de apresentação da documentação prescinde da invocação de qualquer suspeita de irregularidade. A verificação da documentação pode ser feita até mesmo para simples conferência de valores pagos pelo contribuinte relativamente a tributos sujeitos a lançamentos por homologação. Efetivamente, jamais pode o contribuinte se furtar à fiscalização. Poderá, sim, opor-se a eventuais abusos dos agentes fiscais ou aos efeitos de eventual lançamento que entenda ilegal.

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Medium 9788577806119

Apêndice D O Jogo das Cotações

David Simchi-Levi, Philip Kaminsky, Edith Simchi-Levi Grupo A PDF Criptografado

APÊNDICE D

O Jogo das Cotações

D.1 INTRODUÇÃO

O Jogo das Cotações disponibiliza uma plataforma para experiências com leilões de procurement. Esta plataforma permite aos jogadores assumir os papéis de um único comprador e de múltiplos fornecedores. Os fornecedores competem no preço e na flexibilidade, ao passo que o comprador contrata um ou mais fornecedores para maximizar os lucros. O jogo demonstra a importância de contratos de portfólio e do impacto de uma competição de múltiplos atributos entre diferentes fornecedores.

Existem duas versões do jogo: a versão para Excel, incluída neste livro, e a versão para Internet (ver http://supplychain.mit.edu/ProcurementPortal/). Ambas as versões foram desenvolvidas por Victor Martinez de Albeniz e David Simchi-Levi. A versão para Internet do jogo contou com a colaboração de Michael Li. A versão para Excel deste jogo requer a instalação do Microsoft

Excel 2000. Para instalar o software do jogo, coloque o CD que acompanha este livro na unidade de CD-ROM de seu computador. Se o programa de instalação não for executado automaticamente, abra o Windows Explorer, selecione CD e dê um duplo clique no programa de setup.

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Medium 9788502634619

NOTAS INTRODUTÓRIAS: REFLEXÃO HISTÓRICA E CRÍTICA DO DIREITO PENAL

DELMANTO, Celso; DELMANTO, Roberto; DELMANTO JUNIOR, Roberto Delmanto Editora Saraiva PDF Criptografado

NOTAS INTRODUTÓRIAS: REFLEXÃO HISTÓRICA E CRÍTICA DO DIREITO PENAL

�� Breves anotações históricas do Direito Penal: Antes de comentarmos o Código

Penal, com o escopo prático que sempre nutriu nossa obra, é fundamental que o leitor tenha contato com a evolução histórica do Direito Penal para que possa, como fez

Giorgio Del Vecchio, um dos maiores juristas italianos de todos os tempos, constatar que “a história das penas, em muitas das suas páginas, não é menos desonrosa para a humanidade do que aquela dos delitos” (La Giustizia, Roma, Editrice Studium, 1946, p. 192). É por isso que iremos, nas próximas páginas, abordar esse tema, com o indispensável espírito crítico ao Código Penal e às “novas” tendências, muitas delas perigosas ao Estado de Direito Democrático, como a do “Direito Penal do Inimigo”.

Do Antigo Oriente

à Revolução

Francesa

�� Antigo Oriente: Nos tempos mais remotos, encontramos diversas formas de reação à agressão praticada por uma pessoa contra tabus (regras de convivência de índole religiosa), assumindo as penas o caráter de expiação, de purificação, caracterizando-se como verdadeira vingança divina. Assim ocorria na remota China (livro das Cinco Penas do imperador Seinu, mais de 2200 anos antes de Cristo), em que ladrões tinham as pernas amputadas, sendo as penas de morte (decapitação, esquartejamento, enterro com vida etc.) executadas em público, como ensina Luis Jiménez de Asúa (Tratado de

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Medium 9788577809691

6. O impacto dos primeiros anos sobre o sucesso dos alunos

Clayton M. Christensen; Michael B. Horn; Curtis W. Johnson Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

O impacto dos primeiros anos sobre o sucesso dos alunos

De volta à sua sala, depois de proporcionar à Maria a aula de árabe que ela tanto desejava, Stephanie Allson levanta-se, fecha a porta, tira os sapatos e coloca os pés vestidos em meias de náilon sobre a mesa, apenas para relaxar um pouco, e pensa:

Maria Solomon, se todos os alunos fossem ligados como ela.

Em alguns minutos, a professora coloca novamente os pés no chão, inclinando-se a fim de abrir um arquivo. O problema de Maria fora resolvido, mas soluções para os problemas de todos os alunos, nem pensar. Ela examina os registros de um aluno do primeiro ano do ensino médio chamado Sam Spitz. Que diferença!

Ela tentou de tudo para ajudá-lo em seus problemas de leitura, sem sucesso. Suas notas foram baixas na terceira série, na quinta série e também na sétima série – e nunca por falta de esforço. Sam se esforçava e os registros mostravam que havia recebido auxílio extra durante todos esses anos de escola. Era como se sua forma de aprender estivesse formatada e não houvesse meio de mudá-la.

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