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5 - Gráficos de Relações e Distribuições Condicionais

Thomaz Dietz, Linda Kalof Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

gráficos de relações e distribuições condicionais

Esboço

Diagrama de Dispersão

Gráficos de Séries Temporais

Gráfico Bivariado para Variáveis Independentes Categóricas ou Agrupadas

Um Exemplo Histórico

O que Aprendemos?

Tópicos Avançados

Aplicações

Exercícios

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07/10/14 21:03

126 Capítulo 5

Até aqui, temos examinado gráficos que nos permitem ver a variabilidade em um conjunto de dados, e aprendemos como calcular números, como a variância ou o DMA, que nos possibilitam quantificar a variabilidade. Esses são um prelúdio para nosso objetivo – explicar a variabilidade. Desejamos entender a variabilidade em uma variável (a variável dependente) como função da variabilidade em outras variáveis (as variáveis independentes), que podem ser causas da variável dependente. No próximo capítulo, elaboraremos sobre como pensar em modelos causais. Mas, neste, vamos introduzir as ferramentas básicas para o exame de como a variável independente influencia a variável dependente.

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4. ADAPTAÇÕES PARA VELOCIDADE E TERRENO

Joe Puleo, Patrick Milroy Editora Manole PDF Criptografado

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ADAPTAÇÕES PARA

VELOCIDADE E TERRENO

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odo corredor tem sua própria concepção do que seja uma corrida perfeita – paisagens lindas; uma brisa suave e refrescante; um piso favorável, talvez com um pequeno declive; e uma companhia agradável. Infelizmente, o mundo real muitas vezes não é assim, e temos de nos adaptar a algumas situações adversas. O tempo pode estar úmido, nublado e frio; o piso pode ser ondulado e irregular; a paisagem pode ser uma vista de um parque industrial; e no lugar de um companheiro pode haver um adversário. Nessas circunstâncias, o corpo e a mente do indivíduo precisam se adaptar

às condições predominantes – ou então desistir completamente! Este capítulo trata das adaptações que podem ser feitas para que o corredor tenha condições de enfrentar todos os obstáculos que esse esporte impõe. Embora tenhamos escolhido atletas situados nos extremos do espectro da corrida para ilustrar as situações, a maioria dos corredores encontrará um meio-termo entre os vários limites discutidos.

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Medium 9788536309026

Capítulo 25 - Transtornos do sono

Mario Rodrigues Louzã Neto, Hélio Elkis Grupo A PDF Criptografado

25

Transtornos do sono

Alexandre Pinto de Azevedo

Flávio Alóe

Stella Márcia Azevedo Tavares

Introdução, 381

Sono normal, 381

Anamnese dos transtornos do sono, 381

Classificação Internacional dos

Transtornos do Sono (CITS) 2005, 382

INTRODUÇÃO

Os profissionais de saúde, sobretudo o psiquiatra, freqüentemente se deparam com pacientes com queixas de transtornos do sono.

Insônia, sonolência diurna e fenômenos indesejados que ocorrem durante o sono podem estar relacionados com transtorno primário do sono ou com doença clínica ou psiquiátrica, ou mesmo podem representar variações do sono normal. Portanto, diante de queixas de sono alterado, deve-se avaliar o significado, pois podem ser sintomas de várias patologias clínicas e psiquiátricas que necessitam análise adequada para que sejam adotadas as medidas terapêuticas corretas.

SONO NORMAL

Existem dois estados distintos de sono: o sono dessincronizado ou sono REM (do inglês, rapid-eye movements, movimento rápidos dos olhos) e o sono sincronizado ou sono não-REM (NREM)

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Medium 9788536532202

12.6 DEFININDO A MELHOR ESTRATÉGIA DE OPERAÇÃO DE SISTEMAS HÍBRIDOS EÓLICOS

Milton De Oliveira Pinto Editora Saraiva PDF Criptografado

de novos empreendimentos é muito mais criteriosa, sobretudo no que se refere ao aspecto ambiental. Nesse contexto, uma opção para o aproveitamento energético de recursos hídricos são as pequenas centrais hidrelétricas (PCHs).

Parques eólicos com essa configuração apresentam a vantagem de contar com as duas fontes energética gerando em corrente alternada, o que dispensa o uso dos inversores.

12.4

ESTADO DA ARTE DOS SISTEMAS

HÍBRIDOS EÓLICOS

O abastecimento de energia por meio de sistemas híbridos de energia apresenta tecnologia já bem consolidada, sobretudo no que diz respeito aos painéis fotovoltaicos, às turbinas eólicas, aos grupos geradores e aos acumuladores de carga. No entanto, pesquisas têm sido desencadeadas principalmente nos dispositivos relacionados ao comando, à operação e à automação desses sistemas. O estado da arte recente de sistemas híbridos de energia elétrica está relacionado a uma série de pesquisas, tais como:

�� Avanços na conversão de energia elétrica, por meio da disponibilização de

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Medium 9788547212773

REFERÊNCIAS

Nelson Renato Palaia R. de Campos Editora Saraiva PDF Criptografado

REFERÊNCIAS

AFFONSO DE ANDRÉ, Luiz Sérgio & ALTEMANI, Nelson. Roteiro prático das ações. São Paulo, Saraiva, 1983.

ALVIM NETTO, J. Manoel de Arruda. Código de Processo Civil comentado. São Paulo, Revista dos Tribunais, 1975. v. 1 a 3.

______. Manual de direito processual civil. São Paulo, Revista dos Tribunais, 1988. v. 1.

______. Manual de direito processual civil. São Paulo, Revista dos Tribunais, 1988. v. 2.

______. Teoria geral do processo de conhecimento. São Paulo, Revista dos

Tribunais, 1972.

ALVIM, Thereza. Questões prévias e os limites objetivos da coisa julgada.

São Paulo, Revista dos Tribunais, 1977.

______. O direito processual de estar em juízo. São Paulo, Revista dos

Tribunais, 1996.

ARAGÃO, E. D. Moniz de. Comentários ao Código de Processo Civil. 1. ed. 1986. v. 2.

ARMELIN, Donaldo. Legitimidade para agir no direito processual civil.

São Paulo, Revista dos Tribunais, 1979.

ARRUDA, Antônio Carlos Matteis de. Liquidação de sentença. São Paulo, Revista dos Tribunais, 1981.

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Medium 9788527722490

63 - Diagnóstico Laboratorial da Amebíase

José Rodrigues Coura Grupo Gen PDF Criptografado

Seção  1  |  Doenças Produzidas por Protozoários

63

Diagnóstico Laboratorial da

Amebíase

Alessandra Queiroga Gonçalves

CC

Introdução

A Entamoeba histolytica é a única espécie reconhecida até o momento como agente etiológico da amebía­se. Nos

últimos anos, pesquisas científicas demonstraram a existência de outras duas espécies morfologicamente idênticas à E. histolytica: a Entamoeba dispar e a Entamoeba moshkovskii.

Apesar de ambas serem consideradas responsáveis por causar infecções assintomáticas do trato intestinal humano, alguns relatos evidenciam, par­ticular­mente, o potencial patogênico de E. dispar (Ximénez et al., 2010).

A ocorrência de três espécies com as mesmas características morfológicas inviabiliza o uso da microscopia óptica para o diagnóstico específico e impulsiona a procura por técnicas diagnósticas alternativas. Atualmente, os testes para pesquisa de antígenos e os moleculares (reação em cadeia da polimerase

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Medium 9788527723763

19 Doença Intraepitelial do Colo, da Vagina e da Vulva

Jonathan S. Berek Grupo Gen PDF Criptografado

19

Doença Intraepitelial do Colo, da Vagina e da Vulva

Francisco Garcia

Kenneth D. Hatch

Jonathan S. Berek

Em geral, a neoplasia intraepitelial cervical (NIC) origina-se em uma área de metaplasia na zona de transformação da junção escamocolunar (JEC). A metaplasia avança internamente a partir da JEC original, em direção ao orifício externo e sobre as vilosidades colunares, para constituir a zona de transformação. A NIC tende a surgir durante a menarca ou após a gravidez, quando a metaplasia é mais ativa; após a menopausa, a metaplasia é menos ativa, e o risco de NIC diminui.

A maioria das lesões NIC 1 e algumas NIC 2 regridem de maneira espontânea sem tratamento; todavia, a NIC é uma lesão que pode avançar para carcinoma invasor. Esse termo equivale a displasia, a qual significa maturação anormal; assim, a metaplasia proliferativa sem atividade mitótica atípica não deve ser denominada displasia. A metaplasia escamosa não deve ser diagnosticada como displasia (ou NIC), uma vez que não evolui para câncer invasor.

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Medium 9788553611331

8.6. SUSPENSÃO DO PROCESSO

Carla Teresa Martins Romar, Pedro Lenza Editora Saraiva PDF Criptografado

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Dissídio Individual

241

Como ensina Fredie Didier Jr., “trata-se de um incidente processual que amplia o objeto litigioso do processo. Não se trata de processo incidente: a reconvenção é demanda nova em processo já existente”14.

Como ação que é, a reconvenção está subordinada aos pressupostos processuais exigidos para o exercício de qualquer ação. Tendo em vista sua natureza especial, a reconvenção exige também alguns requisitos específicos: que haja uma causa pendente (não existe reconvenção autônoma);

JJ apresentação no prazo para resposta (no caso do processo do trabalho, na contestação que, como regra, é apresentada em audiência);

JJ competência (o juiz da causa principal deve ser competente também para apreciar o pedido reconvencional);

JJ compatibilidade entre o procedimento da causa principal e o da demanda reconvencional;

JJ conexão entre a ação principal ou algum dos fundamentos da defesa e a reconvenção.

JJ

A reconvenção é admitida nas ações em que o sindicato atua como substituto processual. De acordo com o § 5º do art. 343 do Código de Processo Civil, se o autor for substituto processual, o reconvinte deverá afirmar ser titular de direito em face do substituído, e a reconvenção deverá ser proposta em face do autor, também na qualidade de substituto processual.

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Medium 9788536702254

Capítulo 5 - Promoção de saúde bucal

Luiz Reynaldo De F. Walter, Letícia Vargas Freire Martins Lemos, Silvio Issao Myaki, Angela Cristina Cilense Zuanon Grupo A PDF Criptografado

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Promoção de saúde bucal

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11/10/2013 15:47:21

Hábitos de dieta

O fator dieta no desenvolvimento da cárie dentária deve ser analisado partindo do pressuposto de que a presença de microbiota cariogênica, associada a carboidratos fermentá‑ veis, certamente aumentará o risco de cárie dentária.

Na faixa etária de 24 a 48 meses de idade, a cárie dentá‑ ria apresenta um forte componente social e comportamen‑ tal,118 sendo chamada de cárie da primeira infância (CPI).

O aconselhamento dietético é uma das bases de um programa efetivo de prevenção e manutenção da saúde bu‑ cal em bebês, não somente pela possibilidade de desenvolvi‑ mento de cárie dentária em uma idade precoce, mas também porque os hábitos dietéticos adquiridos na infância formam a base para o futuro padrão alimentar.119 No entanto, é necessá‑ rio sugerir ao responsável modificações razoáveis e realistas.

O aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de idade, além de todas as vantagens já mencionadas, dimi‑ nui a possibilidade de ingestão de alimentos que contêm açúcar. A ocorrência de formação de cárie dentária em crianças não está somente relacionada à quantidade de carboidrato ingerido, mas também à consistência do ali‑ mento e à frequência de ingestão. Uma alta frequência de ingestão de carboidratos e sacarose, acima de seis vezes ao dia, é considerada fator positivo de risco para desen‑ volver a cárie dentária.9,119

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Medium 9788547233211

Decadência do direito de revisão do ato administrativo concessório de benefício previdenciário

Hermes Arrais Editora Saraiva PDF Criptografado

Cálculo de Benefícios Previdenciários

Decadência do direito de revisão do ato administrativo concessório de benefício previdenciário

Preconiza o art. 210 do Código Civil que “deve” o juiz, de ofício, conhecer da decadência, quando estabelecida em lei.

Verificado o transcurso do prazo decadencial assinalado no art. 103 da LB deve o magistrado, ainda que não arguido pela parte a quem aproveita, decretar a sua ocorrência. Atente-se, por outro lado, que a parte não pode ser surpreendida com o decreto de decadência. O atual Código Adjetivo Pátrio, no art. 9º assevera que “não se proferirá decisão contra uma das partes sem que ela seja previamente ouvida”, por conseguinte, a respeito da decadência não alegada pela parte a quem aproveita, deve o magistrado antes de decretá-la necessariamente abrir vista às partes para que discorram sobre a temática antes de proferir julgamento. Digno de elogios o postulado processual firmado, pois a prática diária revela muitas vezes não ter sido o prazo decadencial anunciado na contestação pelo fato de a parte ré ter constatado a sua inaplicabilidade. No CPC de 1973, o magistrado firmava a caducidade do direito, sem que a questão houvesse sido tratada nos autos, criava-se demanda recursal desnecessária, e muitas vezes bem se observava que, caso tivesse sido dada a oportunidade às partes para manifestação sobre a caducidade, teria o magistrado acesso a aspectos até então não visualizados, mas desde antes compreendidos pelas partes, que entenderam pela desnecessidade de trazer à tona, ante a inaplicabilidade do instituto da decadência ao caso concreto.

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Medium 9788547229474

8.5. Questões

LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

578 Direito Constitucional Esquematizado®

Pedro Lenza

1937

Não existe um dispositivo explícito, muito embora o texto tenha criado capítulos próprios para o Legislativo e o Judiciário.

1946

Art. 36. São Poderes da União o LegislatiArt. 36, § 1.º — O cidadão investido na vo, o Executivo e o Judiciário, independen- função de um deles não poderá exercer a de tes e harmônicos entre si. outro, salvo as exceções previstas nesta

Constituição.

Art. 36, § 2.º — É vedado a qualquer dos

Poderes delegar atribuições.

1967

Art. 6.º, parágrafo único — Salvo as exceArt. 6.º, caput — São Poderes da União, independentes e harmônicos, o Legislativo, o ções previstas nesta Constituição, é vedado a qualquer dos Poderes delegar atribuições;

Executivo e o Judiciário. o cidadão investido na função de um deles não poderá exercer a de outro.

EC n. 1/69

Art. 6.º, parágrafo único — Salvo as exceArt. 6.º, caput — São Poderes da União, independentes e harmônicos, o Legislativo, o ções previstas nesta Constituição, é vedado a qualquer dos Poderes delegar atribuições;

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Medium 9788547222550

3. Referência constitucional

ESTEFAM, André Editora Saraiva PDF Criptografado

à propriedade industrial, pode-se registrar que o Título LVII apenava todo aquele que falsificasse mercadoria alheia; a sanção era a morte ou degredo perpétuo para o Brasil, conforme o valor do produto contrafeito.

Com o advento do Iluminismo e, em seu bojo, a aversão aos monopólios e o incentivo à produção literária, surgiu efetivamente o “direito do autor”, como meio de fomentar a produção intelectual.

As primeiras leis relativas à proteção dos direitos autorais datam do início do século XVII; foram editadas na Inglaterra (1710), onde surgiu a expressão copyright, e na Dinamarca (1741).

O Código Criminal do Império (1830) resumia a tutela da propriedade imaterial à violação do direito do autor, considerado como modalidade sui generis de furto

(art. 261).

O Código Penal republicano de 1890 aperfeiçoou consideravelmente o regramento deste importante tema, dedicando-lhe todo um Capítulo6 (“Dos crimes contra a propriedade litteraria, artística, industrial e commercial”), dividido em três seções

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Medium 9788597024043

18 Eleições, voto e proclamação dos resultados

José Jairo GOMES Grupo Gen ePub Criptografado

Dez regras de ouro do eleitor:

I – não deixar de votar;

II – votar livremente, de acordo com a própria
consciência, escolhendo quem espelhe suas opiniões e
visão de mundo – afinal esse será o seu representante
no Poder Estatal;

III – saber que pelo voto pode-se mudar o próprio
futuro, o da família, o da comunidade, o da nação e até
o do mundo;

IV – discutir com familiares e amigos as propostas
dos candidatos – pesquisar quem são eles, suas
histórias e o que realmente já fizeram de bom e útil;

V – jamais negociar o voto, pois este não é
produto nem mercadoria;

VI – votar sempre nas melhores propostas
e ideias, devendo reparar se são exequíveis. Um
candidato não deve ser escolhido pela sua aparência,
simpatia ou pela beleza de seu discurso;

VII – procurar conhecer os candidatos e suas reais
intenções, lembrando-se sempre de que “nem tudo que
reluz é ouro”. Importante saber quem apoia e financia a
campanha do candidato;

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Medium 9788547228156

4. PURGAÇÃO E CESSAÇÃO DA MORA

GAGLIANO, Pablo Stolze Editora Saraiva PDF Criptografado

para devolver o touro reprodutor de propriedade do credor, e estando este em mora de receber, poderá providenciar o seu depósito judicial, à custa do credor moroso. Caso permaneça com o animal e realize despesas, poderá cobrá-las posteriormente. O que a lei proíbe, à luz do superior princípio ético da boa-fé,

é que o devedor atue dolosamente, abandonando o animal na estrada ou deixando de alimentá-lo. Em tais casos, a sua responsabilidade persiste; b) obriga o credor a ressarcir o devedor pelas despesas de conservação da coisa — conforme vimos acima, estando o credor em mora, correm por sua conta as despesas ordinárias e extraordinárias, de natureza necessária, empreendidas pelo devedor, que fará jus ao devido ressarcimento, monetariamente corrigido; c) sujeita o credor a receber a coisa pela estimação mais favorável ao devedor, se houver oscilação entre o dia estabelecido para o pagamento (vencimento) e o dia de sua efetivação — assim, se o devedor se obrigou a transferir, em virtude de uma compra e venda, no dia 15, um touro reprodutor pelo preço de R$ 10.000,00, e o credor retardou injustificadamente o recebimento da coisa, somente efetivado no dia 25, quando a cotação do animal atingiu o preço de R$ 12.000,00, deverá o referido credor moroso arcar com a diferença, pagando o valor maior. Se a oscilação for para menor, todavia, deverá pagar o preço convencionado.

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Medium 9788547221768

4.10. Questões

LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

4

Poder Constituinte

219

Constituição tem eficácia imediata, alcançando os efeitos futuros de fatos passados (retroatividade mínima). Para alcançar, porém, hipótese em que, no passado, não havia foro especial que só foi outorgado quando o réu não mais era Prefeito — hipótese que configura retroatividade média, por estar tramitando o processo penal —, seria mister que a Constituição o determinasse expressamente, o que não ocorre no caso. Por outro lado, não é de aplicar-se sequer o princípio que inspirou a Súmula 394.48

Recurso extraordinário não conhecido” (RE 168.618/PR, Rel. Min. Moreira Alves, j.

06.09.1994, 1.ª Turma, DJ de 09.06.1995, p. 17260).

Como se percebe, outra coisa seria se, pendente a ação em relação a fato passado

(antes da CF/88), o referido réu ainda fosse Prefeito. Nessa hipótese sim, sem dúvida, deveriam os autos ser remetidos para o TJ local, já que a nova Constituição atingiria a situação atual (estar no cargo de Prefeito), referente a crime praticado no passado.

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