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Medium 9788553131242

TESTES DE FIXAÇÃO

Silvério das Neves, Paulo Viceconti Editora Saraiva PDF Criptografado

Contabilidade Avançada

490

CÁLCULOS DO JUROS SOBRE O CAPÍTAL PRÓPRIO:

1o) Base de Cálculo R$ 3.400.000,00 [R$ 3.800.000,00 (Patrimônio Líquido) – R$ 400.000,00

(Ajustes de Avaliação Patrimonial)];

2o) Juros sobre o Capital Próprio (JCP) R$ 340.000,00 (10% × R$ 3.400.000,00);

3o) Limites para fins de dedução (CSLL e IRPJ):

• 1o Limite 50% do Lucro depois da CSLL, antes JCP e do IRPJ R$ 400.000,00 (50% ×

R$ 800.000,00);

• 2o Limite 50% do saldo de Lucros Acumulados e de Reservas de Lucros R$ 370.000,00

[50% de R$ 740.000,00 (Res. de Lucros)];

• portanto é dedutível o valor do JCP de R$ 340.000,00;

• IRRF sobre JCP R$ 51.000,00 (15% × R$ 340.000,00);

• JCP a Pagar R$ 289.000,00 (R$ 340.000,00 – R$ 51.000,00).

Contabilização:

D – Despesas de Juros sobre o Capital Próprio(*)

C – Juros sobre o Capital Próprio a Pagar (PC)

C – IRRF sobre JCP a Recolher (PC)

(*)

340.000,00

289.000,00

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Medium 9789724415253

Discurso do Método

René Descartes Grupo Almedina PDF Criptografado

ANÁLISE DO DISCURSO DO MÉTODODiscurso do Método12DISCURSO DO MÉTODOPRIMEIRA PARTE3Para bem conduzir a razão e procurar a verdade nas ciênciasSe este discurso (1) parecer demasiado longo para ser todo lido de uma só vez, poder-se-á dividir em seis partes. Na primeira, encontrar-se-ão diversas considerações sobre as ciências. Na segunda, as principais regras do método que o autor procurou. Na terceira, algumas regras da moral que extraiu deste método (2). Na quarta, as razões pelas quais prova a existência de Deus e da alma humana, que são os fundamentos da sua metafísica (3). Na quinta, a ordem das questões da Física que investigou (4) e, particularmente, a explicação do movimento do coração e de algumas outras dificuldades que se relacionam com a medicina; depois, também, a diferença que existe entre a nossa alma e a dos animais. E na última, que coisas julga serem precisas para avançar mais do que até agora na investigação da natureza, e que razões o levaram a escrevê-lo.

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Medium 9788547223243

Capítulo 14 - Ilicitude ou antijuridicidade

JUNQUEIRA, Gustavo Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 14

iLiCiTUde OU AnTiJUridiCidAde

14.1  CoNCeIto de ILICItude

É a relação de contrariedade, oposição ou antagonismo entre a conduta típica e o ordenamento jurídico.

14.2 �dIstINÇões: ILICItude/aNtIJurIdICIdade/ aNtINorMatIVIdade/INJusto a) Ilicitude ou antijuridicidade: são habitualmente tratados como termos sinônimos. O Código Penal brasileiro, a partir da reforma de 1984 e seguindo a orientação do então ministro Assis Toledo, passou a empre‑ gar o termo ilicitude, abandonando a expressão “antijuridicidade” uti‑ lizada na versão original do Código de 1940, sob o argumento de que os delitos sem dúvida são fatos jurídicos, e, portanto, não tem sentido classificá­‑los como antijurídicos, mas como fatos jurídicos pertencentes

à categoria dos atos ilícitos. b) Antinormatividade: o conceito de antinormatividade é desenvolvido por Zaffaroni e relaciona-se à sua ideia de tipicidade conglobante, já expli‑ cado em capítulo anterior. Para retornar brevemente o raciocínio, a tese do mestre argentino é de que a criação dos tipos penais segue o seguinte esquema: o legislador inicialmente elege os bens que deseja tutelar, por exemplo a “vida”, o “patrimônio” ou a “liberdade”. Uma vez eleitos, a tutela se traduz em uma norma de proteção a esse bem, por exemplo

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Medium 9788597022926

Apêndice D Testando a Ferramenta de Avaliação

Alexandre Luzzi LAS CASAS Grupo Gen ePub Criptografado

A fim de avaliar a ferramenta de avaliação proposta no Capítulo 3, foi desenvolvido um estudo com a aplicação por clientes-misteriosos. O questionário de avaliação foi indicado inicialmente para avaliar a qualidade de serviços pela ótica dos clientes. No entanto, foi percebido que a mesma metodologia poderia ser usada para uma pesquisa de observação. A metodologia utilizada e os principais resultados são apresentados a seguir.

O estudo foi desenvolvido junto a prestadores de serviços com foco no setor de bares e restaurantes, como atividade complementar do programa de pós-graduação em Administração Lato Sensu na UNIFIEO, em Osasco, entre os dias 15 de setembro a 20 de outubro de 2005.

A pesquisa realizada, utilizando o modelo proposto, foi um estudo exploratório. O método de observação foi usado para descrever as situações encontradas. Malhotra2 alerta que a principal desvantagem desse método é a tendenciosidade do observador no registro das informações.

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Medium 9788553603046

7. A PRISÃO DO DEVEDOR DE ALIMENTOS

Rodolfo Pamplona Filho, Pablo Stolze Gagliano Editora Saraiva PDF Criptografado

A única ressalva que se faz ao referido dispositivo é justamente que, por força da Emenda Constitucional n. 66/2010, em nosso sentir, a referência deve ser aos “cônjuges divorciados”, em vez de “cônjuges separados judicialmente”.

Nesse ponto, concluímos com a Ministra da Justiça da Alemanha, BRIGITTE ZYPRIES, quando, com lucidez e propriedade, afirma:

“As crianças ficam em primeiro lugar independentemente de qual relacionamento elas vêm, independentemente de virem de um antigo ou atual relacionamento, ou se são ilegítimos ou se vivem em um outro relacionamento fora da família. É indiferente: aquele que tem a obrigação de pagar a pensão pagará para todas as crianças igualmente”34.

A única culpa, porém, que parece continuar relevante em matéria de alimentos é a que se refere à situação em que se encontrou, na forma do já transcrito § 2.º do art. 1.694 (“§ 2.º Os alimentos serão apenas os indispensáveis à subsistência, quando a situação de necessidade resultar de culpa de quem os pleiteia”.).

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Medium 9788547220532

Nota à 4ª Edição

PIOVESAN, Flávia Editora Saraiva PDF Criptografado

Nota à 4ª Edição

O exercício de revisão e atualização desta obra, agora para a sua 4ª edição, simboliza um especial convite de reflexão a respeito da dinâmica vivaz e complexa do processo de afirmação dos direitos humanos na ordem contemporânea. Trata-se de momento privilegiado para realizar um detido balanço acerca dos desafios, das inquietudes, das perspectivas e da emergência de novos atores, anseios e reivindicações morais, no acúmulo de lutas emancipatórias por direitos e por justiça.

Nesse mapeamento, a traduzir o “estado da arte dos direitos humanos”, novos temas foram adicionados a esta 4ª edição. “Direito ao desenvolvimento: perspectivas contemporâneas” é o foco do Capítulo 6, que ambiciona analisar o desenvolvimento a partir do “human rights based approach”, identificando os principais desafios para a sua implementação. Nesse artigo compartilho experiências obtidas na qualidade de membro do UN High Level

Task Force on the Implementation of the Right to Development. Já o Capítulo

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Medium 9788553605095

18.5. OLIGOPÓLIO DE BERTRAN — CONCORRÊNCIA VIA PREÇOS

SAMPAIO, Luiza ; LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

18

Estrutura de Mercado: Mercados — Oligopólio

JJ 18.5. 

459

OLIGOPÓLIO DE BERTRAN — CONCORRÊNCIA VIA PREÇOS

Vimos acima dois modelos de oligopólio que as firmas competem via quantida‑ des, mas, no oligopólio, as empresas podem competir via preços também. Assim, elas fixam preços e o mercado determinará a quantidade a ser produzida.

O oligopólio de Bertrand é semelhante ao oligopólio de Cournot, exceto pelo fato de considerar que a concorrência é agora feita pelos preços em vez de ser feita pelas quantidades. Bertrand argumenta que as empresas podem preferir definir os preços e só depois ajustar a sua produção às intenções de consumo dos consumidores para o preço fixado.

Assim, quando uma empresa ajusta o seu preço, ela vai prever o que a rival vai fazer e, com isso, passar a se comportar de acordo com o preço que deseja praticar para obter o máximo de lucro possível.

Partindo do pressuposto de que o duopólio produza ou venda produtos idênti‑ cos ou homogêneos, a empresa “A” fixará seu preço prevendo o preço que a empresa

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Medium 9788547224059

CAPÍTULO 29 - A INVESTIGAÇÃO, A AÇÃO PENAL E OS CRIMES FALENCIAIS

NEGRÃO, Ricardo Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 29

A INVESTIGAÇÃO, A AÇÃO PENAL e os crimes falenciais

Sumário: 29.1. Apuração de crime definido na Lei Falimentar. 29.2. A abolição do inquérito judicial. 29.2.1. A quebra da unidade na apuração delitiva.

29.2.2. O princípio da unicidade. 29.3. A multiplicidade de vias investigatórias.

29.3.1. Atos investigatórios. 29.3.2. O laudo contábil. 29.3.3. A intervenção dos credores concorrentes. 29.3.4. A apuração dos fatos. 29.3.5. O recebimento ou a rejeição da denúncia. 29.4. Da prescrição. 29.5. Competência. 29.6. Processo­

‑crime. 29.7. Crimes de fraude a credores ou de falsidade no curso do processo.

29.8. Crimes relacionados à escrituração contábil. 29.9. Crimes de natureza patrimonial, por desvio ou especulação de lucro sobre os bens. 29.10. Outros crimes.

29.1. Apuração de crime definido na Lei Falimentar

Um dos pontos frágeis da nova Lei Falimentar situa­‑se no tratamento desordenado que o legislador empreendeu na construção da estrutura inves‑ tigativa dos crimes falimentares.

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Medium 9788582602034

Capítulo 12 - Resposta em Frequência, Filtros e Ressonância

Mahmood Nahvi, Joseph A. Edminister Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 12

Resposta em Frequência,

Filtros e Ressonância

12.1

RESPOSTA EM FREQUÊNCIA

A resposta de circuitos lineares a uma entrada senoidal também é uma senoide, com a mesma frequência, porém normalmente com uma amplitude e um ângulo de fase diferentes. Essa resposta é uma função da frequência. Já vimos que uma senoide pode ser representada por um fasor, que é um número complexo que contém a amplitude e o ângulo de fase da função senoidal. A resposta em frequência é definida como a relação entre o fasor associado ao sinal de saída e o fasor associado ao sinal de entrada. Tal resposta é uma função real de jω e é dada por

(1a) onde Re[H] e Im[H] são as partes real e imaginária de H(jω), e |H| e θ são sua amplitude (ou módulo) e o seu ângulo de fase, respectivamente. Re[H], Im[H], |H| e θ são, em geral, funções de ω, e são relacionados por

A resposta em frequência, portanto, depende da escolha dos sinais de entrada e de saída. Por exemplo, se uma fonte de corrente é conectada ao circuito da Figura 12-1(a), a corrente entrando no circuito é o sinal de entrada e a tensão resultante entre os terminais pode ser tomada como o sinal de saída. Nesse caso, a impedância de entrada

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Medium 9788553602681

3. O fato jurídico tributário e seu efeito peculiar: instaurar o vínculo obrigacional

Paulo de Barros Carvalho Editora Saraiva PDF Criptografado

ção plena de suas integridades constitutivas, como entidades do universo normativo, inserindo-se no processo de positivação do direito para alterar as condutas intersubjetivas, vão comparecer como objetos de nossa indagação apenas quando revestirem a forma de linguagem, e linguagem competente, significa referir aquela que o sistema prescritivo estabelecer como adequada ao relato do evento e do correlativo vínculo entre sujeitos. Pouco importa, desse modo, se o acontecimento se verificou efetivamente ou não. Havendo construção de linguagem própria, como o direito preceitua, dar-se-á por juridicamente ocorrido.

Por outro lado, não sendo possível relatá-lo, seja por não ter-se realizado concretamente, seja por inexistirem provas que a ordem positiva admite como válidas, nada aconteceu.

Para a metodologia de nossa análise faz-se necessário relegar o evento e sua relação efectual ao território dos meros objetos da experiência, ao menos até o momento em que, ingressando no grande processo de comunicação que é o direito, tenham assumido a simbologia própria do jurídico. A partir desse marco falaremos, então, em fato jurídico e relação jurídica; “fato gerador” e obrigação tributária.

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Medium 9788536302898

1. Princípios fundamentais da terapia cognitiva

Paulo Knapp Grupo A PDF Criptografado

Princípios fundamentais da terapia cognitiva

1

PAULO KNAPP

O que perturba o ser humano não são os fatos, mas a interpretação que ele faz dos fatos.

Epitectus – Século I

Neste capítulo abordaremos os princípios teóricos e práticos essenciais da terapia cognitiva (TC), os fundamentos da conceitualização cognitiva, a incorporação dos princípios cognitivos na estrutura da sessão e a utilização adequada dos métodos de intervenção; terminaremos relacionando alguns mitos e concepções equivocados acerca da terapia cognitiva.

O modelo que iremos adotar neste capítulo é o de Aaron Beck, um psiquiatra com formação psicanalítica tradicional que desenvolveu e cunhou o termo terapia cognitiva no início dos anos 1960, na Filadélfia, onde ainda trabalha. As idéias e os conceitos aqui apresentados derivam de textos encontrados na literatura de autores como Aaron e Judith

Beck, Leahy, Dobson, Neenan e Dryden, Freeman e vários outros. Apesar da tentativa de ser fiel aos textos originais, neste capítulo muitas vezes transparece uma forma individual e específica de pensar e agir no processo terapêutico, advinda da prática clínica do autor.

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Medium 9788536311906

Capítulo 10 - Por que algumas condições são comuns, e outras, raras?

Andrew Read, Dian Donnai Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Por que algumas condições são comuns, e outras, raras?

Pontos de aprendizagem para este capítulo

Após terminar de ler este capítulo, você deve ser capaz de:

• Definir freqüência gênica, endocruzamento, efeito do fundador, coeficiente de consangüinidade

• Usar a fórmula de Hardy-Weinberg para calcular as freqüências de heterozigotos para condições recessivas autossômicas e ligadas ao X

• Descrever qualitativamente os efeitos do endocruzamento e usar o método do coeficiente de percurso ou caminhos, de Sewall Wright, para calcular o compartilhamento de genes pelos parentes consangüíneos

• Descrever as conseqüências da vantagem do heterozigoto e fornecer exemplos

• Explicar por que é difícil mudar as freqüências gênicas populacionais por intervenções médicas

10.1 Estudos de casos

CASO 21

• Hannah, bebê com 6 meses de idade

• Origem judia asquenazes

• Doença de Tay-Sachs

Família Ulmer

2

251

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Medium 9788527721165

14 - Demências

Maria Inês Nunes, Mariza dos Santos, Renata Eloah de Lucena Ferreti Grupo Gen PDF Criptografado

14

Demências

Renata Eloah de Lucena Ferretti

Introdução, 128

CCDemências potencialmente reversíveis, 128

CCDemências irreversíveis, 129

CCDoença de Alzheimer, 129

CCDiagnóstico da doen­ça de Alzheimer, 131

CCTratamento da doen­ça de Alzheimer, 132

CCAssistência de enfermagem, 133

CCConsiderações finais, 135

CCBibliografia, 135

CC

Nunes 14.indd 127

05.04.12 16:46:39

128

Enfermagem Geriátrica e Gerontológica

Introdução

��

Demência é uma síndrome caracterizada por declínio cognitivo e funcional que interfere na qualidade de vida

As demências dividem-se em dois grandes grupos: reversíveis e irreversíveis

Demências são doen­ças neurodegenerativas bastante limitantes e progressivamente incapacitantes. Trata-se de uma síndrome, caracterizada por declínio cognitivo, capaz de interferir no desempenho das atividades de vida diá­ria (AVD) e na qualidade de vida dos in­di­ví­duos que por ela são acometidos. Em síntese, as demências representam um declínio em relação a um funcionamento mental normal prévio (Villareal e Morris,

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Medium 9788527727440

62 - Fonoaudiologia e Instituições Educacionais | A Construção de Redes Intersetoriais

ABA Grupo Gen PDF Criptografado

62

Fonoaudiologia e Instituições

Educacionais | A Construção de Redes Intersetoriais

Maria Cecília Bonini Trenche  Clay Rienzo Balieiro  Altair Cadrobbi Pupo (Lila)

CC

Introdução

Este capítulo traz algumas reflexões sobre a relação entre fonoaudiologia e instituições educacionais e a construção de redes intersetoriais, bem como suas implicações no processo de escolarização de crianças com deficiência auditiva ou surdas.

Buscou-se situar conceitos, considerando o contexto histórico e as políticas públicas nas quais foram construídos, procurando identificar elementos relevantes para a compreensão e atuação junto aos envolvidos nesse processo. Em outras palavras, essas reflexões buscam situar a relação da fonoaudiologia com as instituições educacionais nas concepções que foram determinadas historicamente por políticas de educação e saúde.

A interface fonoaudiologia e escola sempre foi considerada um dos pilares do trabalho de reabilitação, realizado na clínica fonoaudiológica com crianças com deficiência auditiva ou surdas, na perspectiva de uma contribuição especializada necessária e relevante à sustentação da inclusão dessas crianças na rede regular de ensino ou na progressão de níveis acadêmicos e desenvolvimento geral.

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Medium 9788582713990

Capítulo 18 - Transtornos disruptivos, do controle de impulsos e da conduta

Laura Weiss Roberts, Alan K. Louie Artmed PDF Criptografado

18

Transtornos disruptivos, do controle de impulsos e da conduta

Whitney Daniels, M.D.

Hans Steiner, M.D.

“Ele simplesmente explode.”

“Parece que ele sempre tem que fazer exatamente o oposto do que digo.”

Os transtornos disruptivos, do controle de impulsos e da conduta, anteriormente listados em várias classes diagnósticas no DSM-IV, agora estão agrupados no DSM-5 e incluem os seguintes: transtorno de oposição desafiante, transtorno explosivo intermitente, transtorno da conduta, transtorno da personalidade antissocial, piromania, cleptomania, outro transtorno disruptivo, do controle de impulsos ou da conduta especificado e transtorno disruptivo, do controle de impulsos e da conduta não especificado. A característica básica dessas condições é a presença de padrões dissociais persistentes evidentes em diversos estágios de desenvolvimento. Embora os transtornos constem em um novo local no DSM-5, os critérios diagnósticos sofreram apenas mudanças menores quanto às exigências de tempo e idade de determinados diagnósticos.

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