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Medium 9788580550337

7 Planejamento de liderança e apoio para novos líderes

Knodel, Linda J. Grupo A PDF Criptografado

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Linda J. Knodel

O FUTURO LÍDER DE ENFERMAGEM

Os capítulos anteriores fornecem um quadro de alto nível para estudantes, professores, aspirantes a líderes e atuais líderes de enfermagem compreenderem as questões relacionadas aos cuidados de saúde atuais e o impacto que a liderança tem sobre o papel do enfermeiro do futuro. O conjunto de conhecimentos e habilidades apresentados neste livro abrange uma ampla variedade de assuntos.

Minha intenção era fornecer um caminho para explorar e reforçar ainda mais a liderança de enfermagem e o papel vital que ela desempenha no futuro dos cuidados de saúde nos Estados Unidos.

No início do livro, descrevi a liderança e os papéis dos líderes nos hospitais. Neste capítulo, o enfoque é nas maneiras pelas quais as organizações podem identificar e apoiar novos líderes em seu meio.

PLANEJAMENTO PARA A LIDERANÇA

Na maioria dos hospitais, os recursos humanos são responsáveis por mais de 50% do orçamento total. A enfermagem em geral abrange a maior parte do orçamento de recursos humanos, representando até dois terços de todo o orçamento da área de pessoal. Os orçamentos de enfermagem e os padrões para formação de equipes podem oscilar para mais ou para menos, dependendo do censo e da gravidade, mas o orçamento geral de enfermagem é um “custo irrecuperável” que os hospitais agregam, independentemente do número ou dos tipos de pacientes que neles dão entrada.

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Medium 9788597014686

21 - Teoria Geral dos Títulos de Crédito

FAZZIO Jr., Waldo Grupo Gen PDF Criptografado

21

Teoria Geral dos Títulos de Crédito

21.1 Noção

Não são necessárias muitas palavras para a compreensão do significado socioeconômico do crédito, nas formações sociais ocidentais, fundadas na circulação de bens e valores.

Juridicamente, o crédito se traduz como o direito a uma prestação futura, fundado, essencialmente, na confiança e no prazo. Dilação temporal e boa-fé são seus referenciais. Exteriorizam-se sob a forma de documentos que, observadas determinadas características legais, representam e mobilizam esse direito, conferindo-lhe concreção, densificando-o. Observam duas diretrizes: a certeza do direito e a segurança da circulação.

É muito difícil construir uma definição capaz de circunscrever o título de crédito, com precisão, em todos os seus matizes, razão pela qual, da fecunda e incompleta variedade conceitual espalhada na literatura jurídica, apenas duas noções de título de crédito merecem relevo. A primeira, de Brunner, concebe o título de crédito como um documento “no qual se encontra incorporado um direito privado, para cujo exercício é indispensável a posse do próprio documento”.

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Medium 9788553612512

■■ Normas de direito processual civil: conceito e classificação

GOMES, Marcos Vinícius Manso Lopes Editora Saraiva PDF Criptografado

2.

Normas de jurídica, fontes, princípios

São Paulo e Paraná

direito processual civil: natureza

processuais civis, interpretação e

direito processual intertemporal. Rio de Janeiro

Normas de processo

civil

■■ Normas de direito processual civil: conceito e classificação

Conceito

As normas processuais civis são aquelas que regulamentam a atividade jurisdicional do Estado, seja ela voltada ao reconhecimento, à constituição ou

à desconstituição de relação jurídica; ao acautelamento; à imposição ou à execução de obrigação.

Classificação

A doutrina, em geral, classifica as normas processuais (em sentido lato) em três classes: a) normas de organização judiciária, as quais são responsáveis pela criação e estruturação dos órgãos jurisdicionais e seus auxiliares; b) normas procedimentais, que regram o procedimento e todo o conjunto de atos coordenados e destinados à produção de efeito jurídico final, que é a decisão e seu cumprimento; c) normas processuais em sentido estrito, que regulam a relação jurídico-processual, atribuindo aos seus sujeitos poderes, faculdades, direitos, deveres e ônus118.

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Medium 9788553603121

11. Furto qualificado: tipo derivado

BITENCOURT, Cezar Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

O Supremo Tribunal Federal, assumindo postura mais conservadora, ao con­ trário do que vem entendendo o Superior Tribunal de Justiça, tem decidido pelo não cabimento da concessão do privilégio do furto de pequeno valor quando se tratar de crime qualificado44.

Sintetizando, a primariedade e o pequeno valor da res furtiva permitem a substi­ tuição da pena de reclusão por detenção, reduzi-la de um a dois terços ou aplicar somente multa. Pequeno valor não se confunde com pequeno prejuízo (art. 171,

§ 1º). Essa minorante, direito público subjetivo do réu, é aplicável ao furto simples e ao furto noturno.

10.2 Pequeno valor e pequeno prejuízo: distinção

Para fins de aplicação do disposto no § 2º do art. 155 do CP, não se identificam

“pequeno valor” da res furtiva e “pequeno prejuízo” resultante da ação delituosa.

Quando o legislador deseja considerar o prejuízo sofrido pela vítima, o faz expres­ samente, como no estelionato (art. 171, § 1º, do CP).

O valor da res furtiva deve ser medido ao tempo da subtração, não se identifi­ cando com o pequeno prejuízo que dela resultar. Como a previsão legal refere-se a pequeno valor da coisa furtada, é irrelevante a circunstância de a vítima recuperar o bem subtraído e não sofrer prejuízo algum. Nos crimes contra o patrimônio, a recuperação do bem subtraído não pode ser admitida como causa da atipicidade da conduta do agente e nem mesmo como fundamento da privilegiadora “pequeno valor”. Os crimes patrimoniais tipificam-se pelo assenhoreamento da coisa subtraí­da, orientada pela intenção dolosa do agente.

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Medium 9788553609581

Capítulo I - Introdução

PDF Criptografado

Capítulo I

Introdução

1. Noção e importância do Direito Comparado

Numa sociedade globalizada como a do 3º milênio, em que é total a interdependência entre as diversas nações do planeta, a troca e o aproveitamento de experiências no campo jurídico são de fundamental importância. Não há problema que seja isolado ou circunstância que não se dê, sob alguma forma, nas distintas partes do globo. Daí a necessidade, sempre crescente, de um conhecimento mais apurado das soluções que as diferentes comunidades encontraram para regular suas relações sociais, especialmente no campo das relações trabalhistas.

O Direito Comparado é justamente o estudo dos distintos sistemas jurídicos existentes no mundo, estabelecendo suas semelhanças e discrepâncias, visando à aproximação das legislações nacionais dos diferentes países, de modo a otimizar o convívio social, com a adoção das soluções que se mostraram melhores para as várias questões surgidas no desenvolvimento da sociedade.

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Medium 9788580554687

Capítulo 16 - O princípio de Jidoka17 do velho Sakichi Toyoda

Erin E. Jobst Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 16

O princípio de Jidoka17 do velho Sakichi Toyoda

Eu me formei em 1932 na Nagoya Technical High School. Isso foi um pouco antes do incidente da Manchúria,18 a economia estava extremamente pobre e não havia muitos empregos. Tive sorte que a Toyoda Boshoku19 me contratou.

A empresa fazia fios. Naquela época a indústria mais popular no Japão era de tecelagem de algodão e, por ser um setor voltado à exportação, a competição era violenta.

Toyoda Boshoku era um empregador muito severo e nos primeiros três anos de emprego o salário era pago por hora, e eu fazia o mesmo trabalho que os operários da fábrica. Após o terceiro ano fui encarregado das operações de fiação, com o título de kakari,20 que queria dizer chefe de manutenção ou chefe de operações, e essas eram funções logo abaixo do gerente de seção.

Acontece que ao lado da Toyoda Boshoku havia uma empresa chamada

Toyoda Automatic Loom Works onde eles construíram uma máquina que inventaram. Usávamos essa máquina para tecer o pano. Eu trabalhava na fiação e nunca havia trabalhado na produção de teares, mas com o passar do tempo passei a perceber cada vez mais a importância da invenção do tear automático.

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Medium 9788527732390

46 - Câncer do Corpo Uterino

LASMAR, Ricardo Bassil Grupo Gen PDF Criptografado

46

Câncer do Corpo Uterino

Suzana Pessini | Karina Pederiva Mazzarino-Bassols | Glaucia Alves e Carvalho

j j j j j j j

Introdução, 509

Etiologia e etiopatogenia, 510

Fatores de risco, 510

Propedêutica, 511

Prevenção, 512

Estadiamento e tratamento, 512

Seguimento e detecção de recidivas, 517

Lasmar - cap-46.indd 509

INTRODUÇÃO

O corpo uterino é sede de tumores primários originados na mucosa endometrial ou no miométrio, e pode apresentar metástases de outros órgãos, pélvicos ou não, tanto na serosa como no endométrio e no miométrio.

O câncer do corpo uterino é a neoplasia genital feminina mais frequente em países industrializados do Ocidente e, em regiões em desenvolvimento, apresenta taxas de incidência 3 a 4 vezes mais baixas que as de países desenvolvidos. As taxas de incidência, ajustadas pela idade por 100 mil mulheres, são de 5,5 na América do Sul e, na América do Norte, de 19,1. No Brasil, o câncer do corpo uterino é o segundo tumor pélvico mais frequente, com taxa de incidência de 6,7/100 mil mulheres e taxa de mortalidade de 1,38/100 mil mulheres.1,2

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Medium 9788553603138

6. Classificação doutrinária

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A falsidade em documento particular é de natureza material, não podendo, por conseguinte, ser objeto do crime documento juridicamente inócuo, ou seja, alheio à prova de qualquer direito ou obrigação.

A Lei n. 12.737, de 30 de novembro de 2012, não criou nenhuma nova figura penal, limitando-se, tão somente, a equiparar o conhecido “cartão de crédito ou débito” a documento particular, independentemente da natureza da instituição emissora. Tem-se a vantagem de evitar discussões sobre sua natureza, quebrando, inclusive, um certo tabu, pois conhecíamos apenas os documentos impressos em papel ou material equivalente. Agora, o denominado papel-plástico ou dinheiro de plástico também recebe, por força de lei, a qualificação de documento por equiparação. Com essa equiparação a falsificação de referidos cartões passa a configurar o crime de falsificação de documento particular.

4. Tipo subjetivo: adequação típica

Elemento subjetivo é o dolo, representado pela vontade consciente de falsificar ou alterar documento particular, em qualquer de suas modalidades tipificadas.

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Medium 9788547227661

19.5 Princípios do processo administrativo

MAZZA, Alexandre Editora Saraiva PDF Criptografado

Processo administrativo

1175

Para o contexto de provas e concursos públicos, é recomendável utilizar a nomenclatura “processo administrativo” por se tratar da terminologia empregada pela

Lei n. 9.784/99.

19.4 Espécies de processo administrativo

De acordo com Celso Antônio Bandeira de Mello, os processos administrativos podem ser classificados em diversas categorias2:

1) internos ou externos: processos internos são aqueles instaurados dentro do ambiente estatal3. Exemplo: sindicância. Os externos são aqueles que envolvem particulares4. Exemplo: concurso público;

2) restritivos ou ampliativos: processos restritivos ou ablatórios são aqueles que impõem limitações à esfera privada de interesse5. Exemplo: interdição de estabelecimento. Os processos restritivos dividem-se em meramente restritivos, como as revogações, e sancionadores, como a sindicância. Já os processos ampliativos são voltados à expansão da esfera privada de interesses. Exemplo: outorga de permissão de uso. Os processos ampliativos podem ser divididos em: a) de iniciativa do próprio interessado, como no pedido de licença; b) de iniciativa da Administração, como a licitação; c) concorrenciais, como o concurso público; d) simples ou não concorrenciais, como o pedido de autorização de uso6.

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Medium 9788547224073

3 A LEI E SUA CLASSIFICAÇÃO

GONÇALVES, Carlos Roberto Editora Saraiva PDF Criptografado

Direito Civil — Parte Geral

3 A LEI E SUA CLASSIFICAÇÃO

A exigência de maior certeza e segurança para as relações jurídicas vem provocando, hodiernamente, a supremacia da lei, da norma escrita, sobre as demais fontes, sendo mesmo considerada a fonte primacial do direito. Dentre as suas várias características, destacam-se as seguintes: a) generalidade: dirige-se a todos os cidadãos, indistintamente. O seu comando é abstrato; b) imperatividade: impõe um dever, uma conduta. Essa característica inclui a lei entre as normas que regulam o comportamento humano, como a norma moral, a religiosa etc. Todas são normas éticas, providas de sanção. A imperatividade

(imposição de um dever de conduta, obrigatório) distingue a norma das leis físicas. Mas não é suficiente para distingui-la das demais leis

éticas; c) autorizamento: é o fato de ser autorizante, segundo Goffredo da Silva Telles, que distingue a lei das demais normas éticas. A norma jurídica autoriza que o lesado pela violação exija o cumprimento dela ou a reparação pelo mal causado. É ela, portanto, que autoriza e legitima o uso da faculdade de coagir; d) permanência: a lei não se exaure numa só aplicação, pois deve perdurar até ser revogada por outra lei. Algumas normas, entretanto, são temporárias, destinadas a viger apenas durante certo período, como as que constam das disposições transitórias e as leis orçamentárias; e) emanação de autoridade competente, de acordo com as competências legislativas previstas na Constituição Federal.

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Medium 9788530978297

Capítulo XIII – Certificados das ações

RIZZARDO, Arnaldo Grupo Gen PDF Criptografado

XIII

Certificados das ações

1. O SIGNIFICADO DE TÍTULOS REPRESENTATIVOS DAS AÇÕES

O certificado envolve o documento que representa as ações. Por outros termos, no dizer de Fábio Ulhoa Coelho, “as ações são documentadas em um certificado, em regra de emissão da companhia, cujos requisitos se encontram fixados em lei”.1

Evidencia Philomeno J. da Costa a forma de se exteriorizarem as ações: “A fração mínima do capital de uma companhia concretiza-se normalmente (coisifica-se) ou num pedaço de papel formalizado (certificado – art. 24) ou num lançamento (em livro de instituição financeira, encarregada do serviço material da emissão das ações sociais – art. 34)”.2

Como a palavra expressa, os certificados certificam, isto é, atestam a existência das ações. Constituem, pois, os títulos que a sociedade emite com a finalidade de atestar a propriedade das ações. Servem para expressar a titularidade de uma ou várias ações.

De modo que as ações se exteriorizam ou se expressam em certificados, que as representam e formalizam o título de propriedade, cuja emissão se dá desde que devidamente integralizadas. Dando-se a participação no capital com o aporte de bens, emitem-se os certificados depois de cumpridas as formalidades necessárias de transmissão para a sociedade, dentre as quais a devida avaliação. O mesmo ocorre no caso de participação pela cessão de créditos.

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Medium 9788580551105

2. Competindo com a tecnologia da informação

James A. O'Brien, George M. Marakas Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

2

Competindo com a tecnologia da informação

Desafios gerenciais

Aplicações de negócios

Módulo

I

Processos de desenvolvimento

Tecnologias da informação

Conceitos fundamentais

Destaques do capítulo

Objetivos de aprendizagem

Seção I

Fundamentos da vantagem estratégica

1. Identificar várias estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar tecnologias da informação para confrontar as forças competitivas de um negócio.

TI estratégica

Conceitos de estratégia competitiva

“Caso do mundo real 1”: Líderes de TI: reinventando a TI como parceira estratégica de negócios

Usos estratégicos da tecnologia da informação

Construindo um negócio focado no cliente

A cadeia de valor e os SI estratégicos

Seção II

Utilizando a tecnologia da informação para vantagem estratégica

Usos estratégicos da TI

Processos de reengenharia de negócios

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Medium 9788547222352

Capítulo I - Direito Constitucional Tributário como instrumento vinculado à tutela dos bens ambientais

FIORILLO, Celso Antonio Pacheco Editora Saraiva PDF Criptografado

Parte VI

DIREITO AMBIENTAL TRIBUTÁRIO1

Capítulo I

DIREITO CONSTITUCIONAL TRIBUTÁRIO

COMO INSTRUMENTO VINCULADO À

TUTELA DOS BENS AMBIENTAIS

A Constituição Federal de 1988, ao estabelecer as bases constitucionais do Sistema Tributário Nacional, fixou seus princípios gerais sem se olvidar dos fundamentos que constituem a estrutura normativa do Estado Democrático de Direito Brasileiro no que diz respeito à atividade tributária desse

Estado.

Dessarte, a relação Fisco-Contribuinte tem sua gênese não só nas regras ditadas pela economia capitalista ou, ainda, por uma superada visão fixada em parâmetros que interessam tão somente à abstração jurídica criadora do

Estado ainda em moldes pretéritos, mas fundamentalmente na dignidade da pessoa humana como a razão de ser do sistema constitucional da República

Federativa do Brasil.

Assim, os tributos de competência da União, Estados, Distrito Federal e dos Municípios têm sua hipótese de incidência tributária caracterizada a partir do novo desenho constitucional, desenho este que procura privilegiar, muito mais do que a relação Fisco-Contribuinte, o cidadão portador de direitos materiais fundamentais assecuratórios de sua dignidade.

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Medium 9788536311166

Situações Clínicas da Prática Psicanalítica

Zimerman, David Grupo A PDF Criptografado

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DAVID E. ZIMERMAN

Situações clínicas da prática psicanalítica

O DESNUDAMENTO DE MARISA NO

DIVÃ NO CURSO DE UMA

TRANSFERÊNCIA EROTIZADA

Uma das minhas primeiras pacientes de análise, Marisa era uma pessoa com o diagnóstico de borderline. Nesse tipo de caso, como o nome indica, o psiquismo do paciente fica numa linha (line) de fronteira (border) entre a neurose e a psicose, de sorte que o paciente não está num estado de graves alterações do estado mental, não apresenta alucinações, idéias delirantes ou profundas alterações da afetividade, porém demonstra prejuízos em algumas áreas, como comportamento bizarro, evidentes falhas de pensamento e de juízo crítico. Assim, já no início da análise, Marisa começou a evidenciar uma transferência erotizada, ou seja, todo o seu pensamento girava em torno de fantasias a meu respeito e de que eu estivesse correspondendo a essas fantasias.

Se meu chaveiro estivesse em cima da escrivaninha do consultório, que ficava ao meu lado, ela logo deduzia que era um sinal em código para lhe dizer que eu a estava convidando para ir ao meu apartamento. Certa vez, em que os laços da cortina da janela do consultório estavam entrelaçados, ela de imediato dizia que já tinha “entendido” todo o meu sinal indireto de que eu estava propondo que fizéssemos um entrelaçamento dos nossos corpos. Os meus assinalamentos analíticos ficavam esterilizados, porque a sua escuta erotizada do que eu dizia revertia tudo para as suas premissas de que havia, de fato, um clima de erotismo e, segundo ela, ora eu fugia, ora dava claras indiretas, por não ter coragem de assumir minhas intenções.

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Medium 9788580550580

Capítulo 5 - Esofagectomia Trans-Hiatal

Rebecca M. Minter; Gerard M. Doherty; Colaboradores Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

Esofagectomia Trans-Hiatal

Jennifer F. Waljee, MD, MPH, MSc, e Mark B. Orringer, MD

INDICAÇÕES

Carcinoma esofágico ressecável.

Esôfago de Barrett com displasia de alto grau.

Carcinoma do cárdia ou do estômago proximal.

Acalasia.

Doença avançada (megaesôfago).

Esofagomiotomia malsucedida.

Estenose benigna (não dilatável).

Hérnia hiatal recorrente ou esofagite de refluxo depois de reparos múltiplos da hérnia hiatal.

CONTRAINDICAÇÕES

Absolutas

Câncer esofágico metastático (estágio IV) distante comprovado por biópsia.

Invasão traqueobrônquica por tumores de terço médio ou superior visualizada na broncoscopia.

Invasão aórtica demonstrada em ressonância magnética

(RM), tomografia computadorizada (TC) ou ultrassonografia endoscópica (USE).

Relativas

Comorbidades cardiopulmonares.

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