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Medium 9788527733229

42 - O princípio da autonomia e a adesão ao tratamento

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

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O princípio da autonomia e a adesão ao tratamento

Em carta anterior, abordei os temas aliança terapêutica e adesão ao tratamento, na verdade, duas facetas da mesma questão.

Não há um modelo pronto para se fazer uma aliança com o paciente ou para garantir sua adesão. Melhor dizendo, há muitas maneiras de se fazer essa aliança; em todas elas, o essencial é a capacidade de motivação. A dificuldade é, justamente, mobilizar um paciente – e sua família –, com o objetivo de se obter a adesão ao tratamento, seja ele qual for.

Uma das maneiras, talvez própria de pessoas altamente racionais, pode ser exemplificada pela história de seu Israel, relatada por

Drauzio Varella, em seu livro Por um Fio:1

“Quando seu Israel me procurou no consultório, tinha mais de setenta anos, o olhar cheio de vida... E um sotaque judaico ainda forte para quem morava no Brasil fazia mais de quarenta anos, perío­do em que se casou, teve três filhos, quatro netos, fez fortuna sólida e ficou viú­vo. Havia sido operado de um tumor na perna, o qual, três anos mais tarde, se manifestava sob a forma de pequenos nódulos em ambos os pulmões.

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Medium 9788547229894

PACTO INTERNACIONAL DOS DIREITOS ECONÔMICOS, SOCIAIS E CULTURAIS

Flávia Piovesan Editora Saraiva PDF Criptografado

PACTO INTERNACIONAL DOS DIREITOS

ECONÔMICOS, SOCIAIS E CULTURAIS

PREÂMBULO

Os Estados-partes no presente Pacto,

Considerando que, em conformidade com os princípios proclamados na

Carta das Nações Unidas, o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo,

Reconhecendo que esses direitos decorrem da dignidade inerente à pessoa humana,

Reconhecendo que, em conformidade com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o ideal do ser humano livre, liberto do temor e da miséria, não pode ser realizado a menos que se criem condições que permitam a cada um gozar de seus direitos econômicos, sociais e culturais, assim como de seus direitos civis e políticos,

Considerando que a Carta das Nações Unidas impõe aos Estados a obrigação de promover o respeito universal e efetivo dos direitos e das liberdades da pessoa humana,

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Medium 9788530988982

2. DA POSSE

Flávio TARTUCE Grupo Gen ePub Criptografado

Sumário: 2.1 Conceito de posse e teorias justificadoras. A função social da posse. A detenção – 2.2 Principais classificações da posse: 2.2.1 Classificação quanto à relação pessoa-coisa ou quanto ao desdobramento; 2.2.2 Classificação quanto à presença de vícios; 2.2.3 Classificação quanto à boa-fé; 2.2.4 Classificação quanto à presença de título; 2.2.5 Classificação quanto ao tempo; 2.2.6 Classificação quanto aos efeitos – 2.3 Efeitos materiais da posse: 2.3.1 A percepção dos frutos e suas consequências; 2.3.2 A indenização e a retenção das benfeitorias; 2.3.3 As responsabilidades; 2.3.4 O direito à usucapião – 2.4 Efeitos processuais da posse: 2.4.1 A faculdade de invocar os interditos possessórios; 2.4.2 A possibilidade de ingresso de outras ações possessórias; 2.4.3 As faculdades da legítima defesa da posse e do desforço imediato – 2.5 Formas de aquisição, transmissão e perda da posse – 2.6 Composse ou compossessão – 2.7 Resumo esquemático – 2.8 Questões correlatas – Gabarito.

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Medium 9788527728614

33 - Desafios da Logística Hospitalar

Gonzalo Vecina Neto, Ana Maria Malik Grupo Gen PDF Criptografado

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Desafios da Logística

Hospitalar

Rodrigo Almeida de Macedo

Introdução

O balanceamento dos estoques de materiais e medicamentos nos hospitais é fundamental para garantir o equilíbrio entre custos e qualidade no serviço prestado. Desde o final da década de 1990, os hospitais vêm implantando sistemas de informação e incorporando boas práticas difundidas em outros setores da economia. Os principais avanços concentraram‑se na logística intra‑hospitalar, observados na melhoria dos controles e fluidez dos processos internos. Contudo, a sincronização de informações entre fabricantes, distribuidores e hos‑ pitais deve estender‑se a ganhos de eficiência no futuro próximo.

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Desafios da logística hospitalar

Materiais médicos, medicamentos e demais insumos hospitalares representam 20 a 30% dos custos dos hospitais, enquanto a qualidade do serviço hospitalar está diretamente relacionada com sua integrida‑ de e a prontidão da entrega.

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Medium 9788536313139

Capítulo 1 - POR QUE UMA NOVA MANEIRA DE ENSINAR?

Celso Antunes Grupo A PDF Criptografado

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POR QUE UMA

NOVA MANEIRA DE ENSINAR?

IMPOSSÍVEL ESCONDER OS INDÍCIOS DE UMA NOVA EDUCAÇÃO

Nunca se falou tanto em educação como agora. A quantidade de livros traduzidos e produzidos no país impressiona, assim como impressiona o número de pesquisas, tratados, dicionários e textos sobre ensino e aprendizagem. Além de publicações usuais, surgem outras formas e e-books, portais, revistas especializadas multiplicam-se na mesma proporção em que cresce o número de congressos e jornadas sobre temas educacionais, encontro com autores, simpósios e outros eventos. Nesse mesmo compasso, a Universidade de São Paulo, maior centro de pesquisas acadêmicas da América Latina, derruba paredes que separam seus cursos e isolam a produção de conhecimento e, através do Instituto de Estudos Avançados (IEA), cria uma rede de inteligência coletiva que, por meio de softwares on-line, permite a interação integral e múltipla entre estudantes de todas as idades, professores, profissionais do setor privado, ONGs diversas, escolas públicas e privadas, potencializando para todos, em toda parte, uma verdadeira “cidade do conhecimento”. No extraordinário frenesi dessa agitação, é comum fecharmos os olhos para a realidade mais abrangente e simplesmente acreditar que “o país, finalmente, acordou”.

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Medium 9788580040500

Capítulo 3: Gestão de riscos

Marcos Assi Saint Paul Editora PDF Criptografado

Capítulo 3Gestão de riscos3.1 Entendendo os riscosUm componente crítico das atividades de uma organização é a identificação de riscos, afinal, quando falamos de riscos, sempre levamos em consideração a subjetividade, pois eles podem ou não ocorrer. Como exemplo destacamos o atentado de 11 de setembro ao World Trade Center, alguém havia identificado qual era o risco de uma torre ser atacada? Imaginem a probabilidade de alguém prever que as duas seriam atacadas e da forma como ocorreu.O principal desafio é fazer com que a estratégia global e a perspectiva de risco sejam comunicadas e entendidas por todos em todos os níveis da organização, refletindo no processo de tomada de decisões, uma vez que todos devemos entender e identificar os riscos inerentes a nossas atividades, e somente com essa conscientização poderemos gerenciá-los melhor.O risco, portanto, tem como principal característica a probabilidade de ocorrer ou não, dada determinada alternativa escolhida pelo gestor. Por essa ótica, o risco pode ser interpretado como uma ameaça ao alcance dos objetivos organizacionais. As categorias de riscos a que uma atividade está exposta dependem da natureza dessa atividade e de como tratamos a sua possibilidade.

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Medium 9788553612055

20. PROCEDIMENTOS ESPECIAIS

Murilo Sechieri Costa Neves, Paulo Henrique Fuller, Maurício Bunazar, Luiz Antonio Souza, Alysson Rachid, Roberto Rosio, Flávio Martins, Caio Bartine, Patrícia Carla, Elisabete Vido, Leone Pereira, Erival Da Silva Oliveira, Patríci Figueiredo Editora Saraiva PDF Criptografado

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Exame de Ordem – Teoria e Questões – 1ª Fase

caso não haja possibilidade de decidir de plano, o juiz nomeará perito, observando o procedimento da prova pericial. b) Procedimento comum: tem por objetivo alegação e comprovação de fato novo, fato este relacionado ao quantum debeatur e que não foi objeto de análise na ação de conhecimento, sendo mais complexa e seguindo rito comum. Nesse caso o requerido será intimado, na pessoa de seu advogado

(ou sociedade de advogados), para contestar em 15 dias, seguindo o procedimento comum. Ao final o juiz proferirá decisão interlocutória.

Em ambos os casos, o recurso cabível contra a decisão que julga a liquidação será o de agravo de instrumento (art. 1.015, parágrafo único, do CPC).

20.  PROCEDIMENTOS ESPECIAIS

O CPC prevê vários procedimentos especiais no processo de conhecimento, criados conforme o direito material tutelado.

20.1.  Consignação em pagamento (arts. 539 e s. do CPC)

É o procedimento para o devedor ver sua obrigação extinta seja quando o credor se recusa a receber, seja quando ele não é encontrado. Na recusa do credor em receber, o devedor oferece o valor ou bem certo logo na inicial ou em 5 dias, para que o credor levante ou ofereça contestação. Citado, o réu pode alegar que não houve recusa, que ela foi justa ou o depósito não é integral (nesse caso deve indicar o valor correto, havendo prazo para complementação do autor em 10 dias e podendo o valor incontroverso ser levantado). Após a instrução, se procedente, será declarada extinta a obrigação, condenando-se o réu nas custas e em honorários. Se improcedente, o depósito será levantado pelo autor. Em caso de não se saber quem é o credor, a inicial indicará todos os envolvidos e depositará a coisa.

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Medium 9788521625254

2 - Análise de Sistemas de Potência

Oliveira Pinto Grupo Gen PDF Criptografado

Análise de Sistemas de Potência

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Análise de

Sistemas de

Potência

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2.1 Introdução

Um sistema elétrico de potência é uma estrutura complexa, quase sempre interligada regional ou nacionalmente, que necessita de estudos sérios para o seu planejamento e operação. A Figura 2.1 mostra as três costumeiras etapas de um sistema de potência, indicando as tarifas de uso do sistema de transmissão (Tust) e distribuição (Tusd) envolvidas. Ainda na Figura 2.1 e para efeitos de simplificação, representamos as três costumeiras fases por uma única, indicando os dados mais relevantes e a topologia do sistema por meio de um diagrama unifilar.

Figura 2.1  (a) Ilustração das etapas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica;

(b) representação unifilar de um sistema de potência.

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002Oliveira Pinto.indd 6

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Análise de Sistemas de Potência

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Medium 9788536523859

Convenções e acordos coletivos de trabalho

Marilene Luzia da Silva Editora Saraiva PDF Criptografado

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Administração de Departamento de Pessoal

A Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT)

A CLT é a principal fonte do direito do trabalho. Embora tenha sido “consolidada” e decretada em 1943, essa norma legal vem sendo modificada no decorrer dos anos. Isso ocorre por meio de leis ordinárias, as quais têm um rito de aprovação mais simples. A

CLT possui 922 artigos, e no decorrer desta obra serão tratados vários assuntos regulados por ela. Fique atento!

Convenções e acordos coletivos de trabalho

Entenda agora a diferença entre duas importantes fontes do direito do trabalho. A primeira delas, tratada no artigo 611 da CLT, é a Convenção Coletiva de Trabalho

(CCT), um acordo pelo qual o sindicato representativo do empregador e o sindicato do empregado estipulam condições de trabalho aplicáveis, no âmbito das respectivas representações, às relações individuais de trabalho.

Já os Acordos Coletivos de Trabalho (ACT) são ajustes entre o sindicato dos trabalhadores e uma ou mais empresas. Não se aplicam a todas as categorias, mas só à(s) empresa(s) estipulante(s).

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Medium 9788597007510

8. Séries de pagamentos

Masakazu Hoji Grupo Gen PDF Criptografado

Séries de pagamentos

8

Conteúdo do Capítulo

Séries uniformes e não uniformes de pagamentos

■■

Representação gráfica de séries uniformes de pagamentos

■■

Representação gráfica de séries não uniformes de pagamentos

Série uniforme “postecipada” de pagamentos

Série uniforme antecipada de pagamentos

Série uniforme diferida de pagamentos

■■

O mecanismo da série uniforme diferida

Valor futuro de séries uniformes de pagamentos

Séries não uniformes ou variáveis de pagamentos

■■

Transformando a série não uniforme em série uniforme de pagamentos

Coeficientes de financiamento

Exercícios propostos

8.1 Séries uniformes e não uniformes de pagamentos

Estudamos nos capítulos anteriores, basicamente, os fluxos de caixa com um valor presente e um valor futuro, ou seja, um pagamento inicial e um recebimento posterior ou um recebimento inicial e um pagamento posterior. Entretanto, existem fluxos

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Medium 9788582605110

Mehrgarh e os Primeiros Assentamentos do Vale do Rio Indo

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Á sia Ocidental

Área edificada

(aproximadamente)

De s de filad

Bo eiro lan

Harappa

Mehrgarh

3300–1900 a.C.

Ind

Rio

Mehrgarh II

5000–3200 a.C.

Mehrgarh III

3500–3200 a.C.

0

MEHRGARH E OS PRIMEIROS

ASSENTAMENTOS DO

VALE DO RIO INDO

Embora haja evidências de ocupação neolítica da

Índia já em 10000 a.C., suas culturas sedentárias começaram a surgir por volta de 7000 a.C., nas colinas ao leste das Montanhas do Baluchistão, no atual Paquistão. Esse era um ambiente agropastoril típico de sua época, permitindo o cultivo do solo nas encostas acima do rio, o pastoreio nos campos planos do vale e a caça nas colinas e montanhas. Por volta de 6500 a.C., uma comunidade aparentemente destacou-se, tornando-se a primeira de uma longa linha de ambientes protourbanos que em breve ali surgiriam. Conhecida como Mehrgarh, ela se situava estrategicamente acima da Planície de Kachi, a sudeste da atual

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Medium 9788522429844

12 LÍDER E LIDERANÇA

Agostinho Minicucci Grupo Gen PDF Criptografado

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LÍDER E

LIDERANÇA

Liderança e líder são palavras muito usadas hoje. Os oradores, os políticos, os empresários, os gerentes, os professores empregam expressões como:

– Esse menino é um líder nato.

– Esse político não tem liderança nenhuma.

– Para dirigir bem é preciso ter liderança forte.

O que vem a ser liderança? O que é um líder?

Pensava-se que uma pessoa já nascia com as qualidades de líder:

– Puxa, tem boa voz, conversa bem, tem boa aparência, é inteligente.

Vai ser um deputado.

Esses eram os chamados líderes carismáticos, capazes de impressionar o povo, as multidões, como os grandes cantores e os artistas de televisão.

– Sou capaz de ir com ele até o inferno.

Porém, os pesquisadores não concordavam com tais características e um bom líder, e mais de 100 traços de personalidade foram alinhados para classificar um líder.

CARACTERÍSTICAS DE UM LÍDER

Começou a verificar-se que os líderes, ainda que tenham excelentes qualidades para dirigir, não trabalham sozinhos. Precisam lidar com seguidores, subordinados, dirigidos.

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Medium 9788582714706

Capítulo 8 - Anomalias congênitas das vias biliares

Luiz Rohde, Alessandro Bersch Osvaldt Grupo A ePub Criptografado

Carlos A. H. Peterson

Eduardo Corrêa Costa

Jose Carlos Fraga

Alterações no trato biliar no período perinatal podem resultar em anormalidades nas vias biliares, como atresia, cisto de colédoco, hipoplasia e perfuração espontânea de vias biliares.

O fígado, a vesícula biliar e o sistema de ductos biliares surgem de uma saliência ventral da parte caudal do intestino anterior no início da 4ª semana de desenvolvimento embrionário. A formação de bile pelas células hepáticas começa durante a 12ª semana. Inicialmente, o aparelho biliar extra-hepático é ocluído por células epiteliais, mas é canalizado mais tarde em função da vacuolização resultante da degeneração dessas células. A bile chega ao duodeno pelo canal biliar após a 13ª semana e confere ao mecônio (conteúdo intestinal) uma cor verde-escura. Quando o duodeno gira para a direita e assume o formato de “C”, o broto pancreatoventral é tracionado dorsalmente junto ao canal biliar.

A atresia de vias biliares pode ser definida como um processo necroinflamatório progressivo que envolve um segmento ou a totalidade da árvore biliar, com a obliteração de sua luz e do fluxo biliar. A etiologia é desconhecida, embora haja hipóteses de infecção viral, anormalidades na junção dos ductos biliopancreáticos e alterações vasculares. A atresia de vias biliares ocorre em 1:10.000 (China) a 1:16.000 (Reino Unido) nascimentos, tendo a maior incidência na Polinésia Francesa, com 1:3.400 nascidos vivos. Há leve predominância no sexo feminino.1 É a causa mais comum de icterícia neonatal que exige tratamento cirúrgico, e a indicação mais comum de transplante hepático em crianças. As crianças não tratadas morrem nos primeiros anos de vida devido à cirrose biliar secundária e à falência hepática.

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Medium 9788527730556

19 - Exame dos Ossos, da Coluna Vertebral, das Articulações e Extremidades

Porto Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

Porto 19.indd 478

19

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Exame dos

Ossos, da Coluna

Vertebral, das

Articulações e

Extremidades

Celmo Celeno Porto

Nilzio Antonio da Silva

Antonio Carlos Ximenes

Frederico Barra de Moraes

■■ Anamnese  480

■■ Semiotécnica  480

■■ Ossos  481

■■ Coluna vertebral  481

■■ Articulações  482

■■ Doenças ­musculoesqueléticas mais frequentes  485

■■ Extremidades  493

■■ Roteiro pedagógico para exame físico da coluna vertebral  498

■■ Roteiro pedagógico para exame físico das articulações dos membros superiores  499

■■ Roteiro pedagógico para exame físico das articulações dos membros inferiores  500

■■ Roteiro pedagógico para exame físico das extremidades  501

Porto 19.indd 479

28/11/16 21:45

480  Exame Clínico

Anamnese

Na identificação do paciente, informações úteis podem ser ob‑ tidas. Assim acontece em relação à idade, bastando lembrar as faixas etárias em que, com mais fre­quência, ocorrem os vários tipos de doen­ça reumática: a febre reumática, dos 5 aos 15 anos; a doen­ça reumatoide, dos 20 aos 40 anos; o lúpus eritematoso sistêmico, entre 20 e 40 anos; a gota, após a quinta década.

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Medium 9788521617105

CAPÍTULO 3 - Movimento em Duas e Três Dimensões

Paul A. Tipler, Gene Mosca Grupo Gen PDF Criptografado

Movimento em Duas e

Três Dimensões

3-1

3-2

3-3

3

C A P Í T U L O

Deslocamento, Velocidade e Aceleração

Caso Especial 1: Movimento de Projéteis

Caso Especial 2: Movimento Circular

O

movimento de um veleiro levado pelo vento ou a trajetória de uma bola disputada no estádio não podem ser completamente descritos pelas equações apresentadas no Capítulo 2. Na verdade, para descrever esses movimentos, devemos estender a idéia de movimento unidimensional discutida no Capítulo 2 para duas e três dimensões. Para isto, precisamos revisitar o conceito de vetores e ver como eles podem ser usados para analisar e descrever o movimento em mais de uma dimensão.

Neste capítulo discutiremos os vetores deslocamento, velocidade e aceleração em mais detalhes. Ademais, vamos discutir dois tipos específicos de movimento: o movimento de projéteis e o movimento circular. O material deste capítulo presume que você esteja familiarizado com o material que introduz vetores nas Seções 6 e 7 do Capítulo 1. Sugerimos que você revise essas seções antes de prosseguir neste capítulo.

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