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Medium 9788582713808

Capítulo 24 - Distúrbios do metabolismo da água e dos eletrólitos

Heinz Lüllmann, Klaus Mohr, Lutz Hein Grupo A PDF Criptografado

24 DISTÚRBIOS DO METABOLISMO DA ÁGUA E DOS ELETRÓLITOS

182

24.1 Distúrbios hidreletrolíticos

Distúrbios hidreletrolíticos

Os dois átomos alcalinoterrosos sódio e potássio estão presentes no organismo em grande quantidade como íons. Sua concentração nos compartimentos intracelular e extracelular deve ser precisa para assegurar o funcionamento normal do organismo.

Distúrbios da homeostasia do Na+

O Na+ e o Cl–, por sua força osmótica, fixam água e determinam o volume do líquido extracelular

(LEC). O volume sanguíneo depende do volume de líquido extracelular (VEC) e determina a pressão arterial. A alteração do conteúdo de Na+ e Cl – do organismo tem como consequência a alteração do VEC. A concentração de Na + e Cl –, ou seja, da osmolalidade (número de partículas por kg de solvente) do LEC está alterada nos distúrbios do conteúdo de água do organismo.

O VEC é regulado sobretudo pelo sistema renina-angiotensina-aldosterona (RAA), em que a aldosterona estimula a reabsorção de Na+ e Cl– e da água que os acompanha (p. 142). A osmolalidade é regulada pela liberação do HAD (vasopressina; p. 180), que regula a reabsorção de

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Medium 9788521618768

8 - Energia Solar Passiva

B. K. Hodge Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTU LO

8

Energia Solar

Passiva

8.1

CONCEITOS FUNDAMENTAIS DE ENERGIA SOLAR PASSIVA

A energia solar passiva é definida geralmente pelos sistemas cujo fluxo de energia solar se dá através de processos passivos (ou naturais), tal como a convecção natural (livre). Os conceitos solares passivos são conhecidos e praticados desde a antiguidade. As seguintes declarações são atribuídas a Sócrates (~400 a.C.) e a Aristóteles (~350 a.C.), respectivamente:

Nas casas com aspecto sul, os raios solares penetram nos pórticos no inverno, mas no verão a trajetória do Sol é exatamente sobre as nossas cabeças e acima dos telhados, de modo que há sombra.

Para o bem-estar e a saúde... a propriedade deve ser arejada no verão e ensolarada no inverno. Uma propriedade com essas qualidades seria mais larga do que a sua profundidade, e a sua frente seria voltada para o sul.

No vernáculo moderno das práticas solares passivas, essas afirmações significam que uma casa deve ser orientada de leste para oeste com exposição significativa proveniente do sul e com um beiral tal que no inverno a luz solar seja incidente nesta exposição vinda do sul, mas no verão a luz solar seja bloqueada.

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Medium 9788597018806

14 - Sociedade Limitada: Funcionamento

MAMEDE, Gladston Grupo Gen PDF Criptografado

14

Sociedade Limitada:

Funcionamento

1 ADMINISTRAÇÃO

A vasta gama de sociedades limitadas, de empresas transnacionais a microempresas, exige cautela no estudo e tratamento da administração societária. Em qualquer caso, o contrato social deverá definir a administração, nomeando o(s) responsável(is) ou indicando as regras para a sua escolha, registradas em documento apartado, público ou privado, devidamente levado a registro público. A administração será confiada a pessoas naturais, obrigatoriamente (artigo 997, VI, do Código Civil), a quem caberá a condução dos assuntos societários e a representação social, o que poderá ser objeto de regulação pelo contrato social. Podem ser eleitos sócios ou não sócios (terceiro estranho ao quadro social), desde que o contrato social o permita expressamente (artigo 1.061). Mas não pode ser administrador quem está impedido de exercer atividade própria de empresário (artigo 973), matéria estudada no volume 1 (Empresa e Atuação Empresarial) desta coleção.

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Medium 9788553604647

17.6 TERRITÓRIOS

Clever Vasconcelos Editora Saraiva PDF Criptografado

462   CURSO DE DIREITO CONSTITUCIONAL

17.6 

TERRITÓRIOS

O território é uma divisão administrativa, uma descentralização da União; não é um ente da Federação como os demais. Distintamente do Distrito Federal, admite-se a sua divisão em Municípios (CF, art. 33, § 1º). Os territórios existiram até 1988 e nada impede que reapareçam, mas isso dependerá de norma específica, como se verá logo abaixo.

E, justamente por serem circunscrições administrativas, integrantes de parcela do território nacional, não pertencendo aos Estados-membros, ao Distrito Federal, e muito menos aos municípios, não há eleição de Senadores, visto que não há o que representar.

No entanto, sua população elege quatro deputados federais.

O Governador do Território é nomeado pelo Presidente da República, após a aprovação do seu nome pelo Senado Federal nos termos do inciso XIV do art. 84 da CF.

Nos territórios federais com mais de 100.000 habitantes, haverá órgãos judiciários de primeira e segunda instância, membros do Ministério Público e defensores públicos federais.

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Medium 9788553606948

2. Origem histórica do trabalho

Adriana Calvo Editora Saraiva PDF Criptografado

1

RELAÇÃO DE TRABALHO E EMPREGO

1. 

Introdução

O tema deste capítulo é extremamente importante para o aluno que inicia seus estudos na disciplina de Direito Individual do Trabalho. Conhecer as relações de trabalho bilaterais e saber diferenciá-las da relação de emprego é o grande desafio. Por fim, estudar sobre as relações trilaterais como terceirização e trabalho temporário é essencial para todo estudante que pretende aplicar na prática tais conhecimentos.

2. 

Origem histórica do trabalho

Preliminarmente, é importante estudar um pouco da história do surgimento do trabalho e do próprio Direito do Trabalho como ciência jurídica.

A fim de facilitar esta tarefa, vamos abordar os principais tópicos do tema1.

PERGUNTA­‑ SE

1.  Qual é a origem histórica do trabalho humano?

2.  Qual é a origem do Direito do Trabalho?

3.  Quais são os pressupostos políticos, econômicos, sociais e ideológicos responsáveis pelo surgimento do Direito do Trabalho?

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Medium 9788536531397

10.6 Ordenamento das pastas em ordem alfabética

José Eduardo Chamon Editora Saraiva PDF Criptografado

Figura 10.28 – Linha a linha.

Na sequência, como mostrado na Figura 10.28, destruímos os objetos criados para essa finalidade, pois não precisaremos mais deles.

Figura 10.29 – Linha a linha.

Como ainda estamos com a workbooks(2) ativa, selecionaremos toda a planilha e o comando AutoFit será responsável por alinhar todas as colunas baseado no tamanho das células. Nesse caso, é como se você clicasse entre as colunas para que elas aumentem de tamanho conforme os dados inseridos.

Figura 10.30 – Linha a linha.

Em seguida, salvamos o arquivo na pasta. Nesse caso, o uso do DisplayAlerts serve apenas para que, se você executar essa rotina mais de uma vez, a caixa de diálogo onde aparece a mensagem de arquivo já existe, sobrepor (sim ou não), não apareça mais na tela.

E, para finalizar, fechamos a planilha e mostramos ao usuário a mensagem de Fim de Processo.

10.6 Ordenamento das pastas em ordem alfabética

Neste exemplo, fixaremos o nome da primeira pasta como Principal e ordenaremos todas as outras pastas, conforme a Figura 10.31.

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Medium 9788527728188

49 Avaliação e Manejo de Clientes com Distúrbios Hepáticos

Brunner Suddarth Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

49

Avaliação e Manejo de Clientes com Distúrbios Hepáticos

Objetivos do aprendizado

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1 Identificar as funções metabólicas do fígado e as alterações que ocorrem na presença de distúrbios hepáticos.

2 Explicar as provas de função hepática e as manifestações clínicas da disfunção hepática em relação às alterações fisiopatológicas do fígado.

3 Relacionar a icterícia, a hipertensão portal, a ascite, as varizes, os déficits nutricionais e o coma hepático com as alterações fisiopatológicas do fígado.

4 Descrever o manejo clínico, o tratamento cirúrgico e o manejo de enfermagem de clientes com varizes esofágicas.

5 Comparar os vários tipos de hepatite e suas etiologias, prevenção, manifestações clínicas, manejo, prognóstico e necessidades de cuidados domiciliares.

6 Usar o processo de enfermagem como referencial para o cuidado do cliente com cirrose hepática.

7 Comparar o manejo não cirúrgico e o tratamento cirúrgico de clientes com câncer de fígado.

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Medium 9788520415061

15. O ensino da hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

Hospitalidade e administração da hospitalidade

CAPÍTULO

15

O ensino da hospitalidade

David Airey

Escola de Estudos de Administração para o Setor de Serviços,

Universidade de Surrey

John Tribe

Faculdade de Lazer e Turismo,

Universidade Chilterns de

Buckinghamshire

Assuntos-chave:

• As origens e as primeiras influências

• A oferta atual e o currículo

• O conhecimento relativo à hospitalidade

• As direções a seguir e os riscos

387

• • •

Em busca da hospitalidade

Em grande medida, de acordo com Tribe (1997), ao escrever sobre o turismo, o desenvolvimento do ensino da hospitalidade foi impulsionado por um programa de “atuação profissional”. Nesse caso, o termo atuação é usado em contrapartida à reflexão. Desse modo, um currículo de atuação profissional está enfocado na capacitação dos estudantes para atuarem ou para, nas palavras de Tribe (1999, p. 119): ”Relacionarem-se com as situações, envolverem-se com o mundo do fazer, e entregaramse ao mundo vivido”. O predomínio de restaurantes-escola, cozinhasescola e centros de treinamento profissional como parte da experiência de aprendizado dos estudantes proporciona uma evidência tangível desse enfoque. Em virtude de sua história, origens e desenvolvimento, essa ênfase no aspecto operacional não surpreende.

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Medium 9788553605095

14.4. RELAÇÃO ENTRE O CUSTO MÉDIO E O CUSTO MARGINAL COM O PRODUTO MÉDIO E PRODUTO MARGINAL NO CURTO PRAZO

SAMPAIO, Luiza ; LENZA, Pedro Editora Saraiva PDF Criptografado

14

Custos de Produção no Curto Prazo e Longo Prazo

343

Quando a Quantidade produzida (Q) tender ao infinito, o Custo Fixo médio

(CFme) tende a zero e o Custo médio (Cme) tende para o Custo Variável médio

(CVme).

JJ Quando Custo médio (Cme) é crescente, o Custo marginal (Cmg) também é crescente e maior que o Custo médio (Cme), porém, quando o Custo marginal

(Cmg) é crescente, nem sempre o Custo médio (Cme) é crescente.

JJ Quando o Custo Variável médio (CVme) é crescente, o Custo marginal (Cmg)

é crescente e maior que o Custo Variável médio (CVme), mas quando Custo marginal (Cmg) é crescente nem sempre o Custo Variável médio (CVme) é cres‑ cente.

JJ

JJ 14.4. �RELAÇÃO

ENTRE O CUSTO MÉDIO E O CUSTO MARGINAL COM O PRODUTO MÉDIO E PRODUTO MARGINAL NO CURTO PRAZO

Graficamente, as representações do Custo médio (Cme) e do Custo marginal

(Cmg) em relação ao Produto médio (Pme) e o Produto marginal (Pmg), de curto prazo, são invertidas. Vejamos os gráficos da Figura 14.4:

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Medium 9788547222321

7. Do Assistente

MARCÃO, Renato Editora Saraiva PDF Criptografado

Sujeitos processuais 641

mente inimputáveis e estão sujeitos às normas estabelecidas no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n. 8.069/90). Portanto, tecnicamente não é possível falar em acusado menor de 18 anos.

Nos dias que correm, não há mais necessidade de se nomear curador especial na hipótese mencionada.

A cautela legal levava em conta o fato de se considerar o menor de 21 anos pessoa relativamente incapaz.

Ocorre, entretanto, que, desde a vigência do Código Civil atual, a pessoa maior de 18 anos é considerada absolutamente capaz para todos os atos da vida civil,58 o que afasta a necessidade de atendimento ao dispositivo.

Some-se a isso o fato de que o art. 194 do CPP, que dispunha sobre a necessidade de nomeação de curador especial ao réu menor quando de seu interrogatório em juízo, foi revogado pela Lei n. 10.792/2003.

7. Do Assistente

O processo penal de natureza condenatória é um processo de partes. De um lado, como parte ativa ou autor, poderá figurar o Ministério Público ou o querelante.

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Medium 9788553172122

4 AÇÃO DECLARATÓRIA PARA FINS PREVIDENCIÁRIOS

Andre Studart Leitão, Augusto Grieco S. Meirinho Editora Saraiva PDF Criptografado

Com efeito, segundo entendimento firmado pela 1ª Seção do STJ em sede de recurso repetitivo, a extensão de prova material em nome de um integrante do núcleo familiar a outro não é possível quando aquele passa a exercer trabalho incompatível com o labor rurícola, como o de natureza urbana (REsp 1304479/SP, julgado em 10-10-2012).

A utilização de documentos de terceiros para fins de comprovação do trabalho, via de regra, está limitada aos membros do grupo familiar. Nesse contexto, vale a pena transcrever excerto do voto proferido pela Juíza Federal Joana

Carolina Lins Pereira nos autos do Pedido de Uniformização 200672550036619

(TNU): “No mérito, é realmente entendimento pacífico tanto no âmbito desta

TNU quanto no do STJ que documentos em nome de terceiros – desde que integrantes do grupo familiar – são admissíveis como início de prova material”.

Contudo, a própria TNU vem admitindo como início de prova material documentos em nome de terceiros estranhos ao grupo familiar, desde que haja ratificação pela prova testemunhal de modo ainda mais robusto

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Medium 9788520429501

2. Potencialidades do turismo no espaço rural: desenvolvimento, conceitos e tipologia

Eurico de Oliveira Santos Editora Manole PDF Criptografado

2

Potencialidades do turismo no espaço rural: desenvolvimento, conceitos e tipologia

José Geraldo Fernandes de Araújo

Introdução

O objetivo deste texto é analisar de modo resumido as potencialidades do turismo como fator acelerador do desenvolvimento no espaço rural, evidenciando a evolução pela qual esse meio vem passando, em função da industrialização da agricultura. Para tanto, serão descritas as contribuições do turismo no meio rural, enquanto gerador de renda e emprego dentro desse novo contexto, bem como as tipologias utilizadas e seus conceitos ou suas definições, apesar das dificuldades de sua realização, conforme explicitado por vários autores.

Turismo como alternativa de emprego no meio rural

O meio rural brasileiro tem enfrentado uma série de problemas que perduram e se intensificam com o passar dos anos. Tais dificuldades decorrem, principalmente, da falta de políticas adequadas. A crescente marginaliza-

24

Teoria e prática do turismo no espaço rural

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Medium 9788547228538

7 PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS SENSÍVEIS

PINHO, Rodrigo César Rebello Editora Saraiva PDF Criptografado

Da Organização do Estado, dos Poderes, e Histórico das Constituições

cidade, das obrigações financeiras do ente da Federação, assumidas em virtude de lei, contratos, convênios ou tratados e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo superior a doze meses” (Lei Complementar n. 101/2000, art. 29, I).

IV – Defesa da ordem constitucional (art. 34, VI e VII). Prover a execução de lei federal, ordem ou decisão judicial e assegurar a observância dos seguintes princípios constitucionais: a) forma republicana, sistema representativo e regime democrático; b) direitos da pessoa humana; c) autonomia municipal; d) prestação de contas da Administração direta e indireta; e) aplicação do mínimo exigido da receita resultante de impostos estaduais, compreendida a proveniente de transferências, na manutenção e desen­volvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde.

7 PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS SENSÍVEIS

São denominados princípios constitucionais sensíveis os previstos na Constituição como de observância obrigatória pelos Estados-Membros de um Estado Federal, sob a ameaça de intervenção federal em razão de seu descumprimento. Os princípios constitucionais sensíveis da Federação brasileira são expressamente enumerados no art.

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Medium 9788582604984

Capítulo 9 - Análise de agrupamentos

Bryan F. J. Manly, Jorge A. Navarro Alberto Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

Análise de agrupamentos

9.1 �Usos de análise de agrupamentos

Suponha que exista uma amostra de n objetos, cada um dos quais tem um escore em p variáveis. Então a ideia de uma análise de agrupamentos é usar os valores das variáveis para planejar um esquema para agrupar os objetos em classes de modo que objetos similares estejam na mesma classe. O método usado precisa ser completamente numérico, e o número de classes não é usualmente conhecido. Este problema é claramente mais difícil do que o problema para uma análise de função discriminante que foi considerado no capítulo anterior, porque para começar com análise de função discriminante, os grupos são conhecidos.

Há muitas razões pelas quais uma análise de agrupamentos pode valer a pena. Pode ser uma questão de encontrar os verdadeiros grupos que presumimos realmente existirem. Por exemplo, em psiquiatria tem havido discordância sobre a classificação de pacientes depressivos, e a análise de agrupamentos tem sido usada para definir grupos objetivos. A análise de agrupamentos pode também ser útil para redução de dados. Por exemplo, um grande número de cidades pode potencialmente ser usado como teste de mercado para um novo produto, mas é somente viável usar algumas. Se colocarmos as cidades em um número pequeno de grupos de cidades similares, então um membro de cada grupo pode ser usado para o teste de mercado. Alternativamente, se a análise de agrupamentos gerar grupos inesperados, então isso poderia, em si mesmo, sugerir relacionamentos a serem investigados.

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Medium 9788547229467

Peças Práticas de Direito Administrativo de acordo com o Novo CPC (Lei Federal n. 13.105, de 16 de março de 2015)

VELOSSO, Leandro Editora Saraiva PDF Criptografado

Procedimento Administrativo – Instância Administrativa

Peças Práticas de Direito Administrativo de acordo com o Novo CPC (Lei

Federal n. 13.105, de 16 de março de 2015)

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Direito Administrativo_17x24_001-296.indd 227

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Ações Judiciais –

Petições Iniciais

1. Ações Constitucionais

1.1. modelo de peça:

Mandado de Segurança

Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da ... Vara ... da Comarca ...,

Estado ... (ver outras competências tais como da Justiça Federal e do STJ e STF, dependendo do problema em razão das competências originárias em relação a autoridade coatora e/ou impetrante)

(pule aproximadamente 3 linhas)

Fulano de tal, (qualificação – ou seja, deve-se qualificar com os dados do problema e/ou pelas regras do art. 75 do CPC ou pelo art. 319, II, do CPC, verifique qual dispositivo se aplica) vem, respeitosamente, a Vossa Excelência, por seu bastante advogado infra-assinado, na forma dos art. 103 e seguintes do CPC, com endereço profissional ..., impetrar

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