91890 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788527723473

180 - Exame Clínico

PORTO, Celmo Celeno; PORTO, Arnaldo Lemos Grupo Gen PDF Criptografado

180

Exame Clínico

Marco Antonio Alves Brasil e Heloisa Helena Alves Brasil

O exame clínico em psiquiatria compreende a entrevista psiquiá­trica (que inclui a anam­ne­se tradicional e o exame psí­ quico) e o exame físico.

Seus objetivos são semelhantes àqueles das outras espe­ cialidades médicas: pesquisar os sintomas e sinais das doen­

ças, discutir os mecanismos e o valor deles, coordenar e sistematizar todos os elementos obtidos para construir o diagnóstico, formular uma proposta terapêutica e deduzir o prognóstico.

Há, no entanto, par­ticularidades no exame psiquiá­trico que o diferenciam dos demais. Mais do que em outras ­áreas da medicina, além da função diagnóstica, ele tem uma especial e importante função terapêutica. Esses dois aspectos, presentes desde o momento em que se inicia o exame psiquiá­trico, estão intimamente inter‑relacionados.

CC

Entrevista psiquiá­trica

Ainda que o médico veja o paciente uma única vez, é pos­ sível uma interação verdadeiramente terapêutica. Mesmo que seguido de outros subsequentes, esse primeiro encontro tem um significado fundamental tanto em nível psicoterápico como diagnóstico. Daí a importância da entrevista inicial.

Ver todos os capítulos
Medium 9788553131242

14.6 TRANSFORMAÇÃO

VICECONTI, Paulo Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 14

8)

Concentração e extinção de sociedades

Recebimento das Contas Retificadoras do Ativo

C – Provisão p/Créditos de Liquidação Duvidosa

C – Depreciação Acumulada – Móveis e Utensílios

C – Depreciação Acumulada – Máquinas

D – Indústria SNP Ltda. – Conta Cisão Parcial

449

268,00

720,00

600,00

1.588,00

Pelo recebimento de parte dos saldos da Indústria SNP Ltda., em virtude de sua cisão parcial.

9)

Recebimento dos Valores Passivos

C – Fornecedores

C – Empréstimos a Pagar

C – Encargos Sociais a Recolher

C – Sandra Santos – Conta Capital

C – Paulo Santos – Conta Capital

D – Indústria SNP Ltda. – Conta Cisão Parcial

3.120,00

3.200,00

956,00

6.000,00

6.000,00

19.276,00

Pelo recebimento de 40% das obrigações e da conta dos sócios da Indústria SNP Ltda., em virtude de sua cisão parcial.

BALANÇO DA EMPRESA RESULTANTE

Ver todos os capítulos
Medium 9788597017861

5 - Eu dependo do professor para aprender?

MIRANDA, Gilberto José et al. Grupo Gen PDF Criptografado

5

Miranda.indb 43

eu dependo do professor para aprender?

7/6/18 10:53 AM

Capítulo 5

No dia seguinte, Isa chegou uma hora antes do horário de início das aulas para fazer sua “consulta”.Verificou na secretaria como se dava o agendamento para conversar com a professora Camila Lisboa, do setor de apoio pedagógico. O secretário respondeu, sorrindo, que não precisava marcar horário e que a professora já estava em sua sala. Isa torceu para que aquele sorriso fosse um bom presságio.

Isa caminhou até a sala da professora, ainda pensando em como seria esse encontro. A sala da professora Camila era diferente da sala da professora Raquel.

Era menor, mas bem aconchegante, com um mobiliário moderno e com diferentes formas. A mesa de trabalho era retangular, com um painel de vidro colorido por cima, com vários desenhos. “Nossa, é muito diferente!”, pensou Isa. Os enfeites da sala também eram coloridos e as cadeiras destinadas aos visitantes eram vermelhas com detalhes em amarelo. Isa percebeu que a professora Camila gostava de ambientes descontraídos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582710746

Capítulo 4 - O ambiente terapêutico: unidade do paciente

Ana Lucia Jezuino da Costa; Sonia Cristina Fonseca Eugenio Grupo A PDF Criptografado

capítulo 4

O ambiente terapêutico: unidade do paciente

Unidade de internação é o conjunto de elementos destinados à acomodação do paciente para o tratamento e/ou a recuperação nos diversos cenários da saúde. Ela deve conter enfermarias ou quartos com banheiros privativos, sala de utensílios ou expurgo, posto de enfermagem, copa, rouparia, local para descanso e banheiro para os funcionários.

Competência

Reconhecer a unidade do paciente como um ambiente terapêutico, que garante segurança e bem-estar para o paciente, família e equipe multidisciplinar.

Objetivos de aprendizagem

Conhecer os aspectos que envolvem a segurança e o bem-estar do paciente no momento da admissão em uma unidade hospitalar;

Proporcionar ao paciente um ambiente adequado à sua rápida recuperação;

Oferecer à equipe de enfermagem condições para um bom desempenho de suas funções.

Fonseca_04.indd 35

21/03/14 13:42

Introdução

O paciente fica a maior parte do tempo no espaço entre o quarto/enfermaria e o posto de enfermagem, mas outros espaços destinados à equipe de saúde fornecem condições para que o cuidado a ser prestado seja efetivo e de qualidade. Além disso, a recepção do paciente na unidade de internação consiste em um processo de acolhimento, cujo primeiro contato entre paciente-profissional de saúde-família tem como prioridade estabelecer um vínculo de confiança e terapêutico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582711026

Capítulo 12 - Prevenção no ambiente comunitário

Alessandra Diehl; Neliana Buzi Figlie Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 12

PREVENÇÃO NO

AMBIENTE COMUNITÁRIO

ALESSANDRA DIEHL

NELIANA BUZI FIGLIE

D ENISE LEITE VIEIRA

J OEL W. GRUBE

A falta de regulamentação adequada das leis e dos regimentos de muitos países, incluindo o Brasil, com relação à venda, à compra e ao consumo de drogas lícitas, como o álcool e o tabaco, assim como aquelas leis formalmente dirigidas às drogas ilícitas (cocaína, crack, maconha, etc.) e amplamente desrespeitadas e questionadas obviamente afetam os ambientes em que o álcool pode ser vendido e utilizado e onde as drogas ilícitas são “camufladamente” consumidas e comercializadas.1 O impacto da falta de regulamentação é sentido quase exclusivamente pelos moradores da comunidade que enfrentam diversos problemas relacionados à ausência de regulamentação adequada na comunidade em que vivem.2

Entre esses problemas, pode-se citar principalmente a violência. Além dos determinantes socioculturais, grande parte da violência no Brasil tem sido associada ao abuso de álcool e drogas ilícitas e à ampla disponibilidade de armas de fogo. Os homicídios, os traumas e as mortes no trânsito no País são responsáveis por quase dois terços de todas as mortes por causas externas.3

Ver todos os capítulos
Medium 9788547223519

8.6. A RESPONSABILIDADE DO ADMINISTRADOR

CHAGAS, Edilson Enedino das Editora Saraiva PDF Criptografado

8

257

Sociedade Limitada — LTDA.

A segunda corrente defende que a sociedade limitada pode ser administrada por pessoa jurídica, ao argumento de que não há vedação expressa. Acrescenta-se que o art. 1.060 prevê apenas que a sociedade limitada deve ser administrada por uma ou mais pessoas, não discriminando as pessoas jurídicas.

Defensor dessa corrente, Gonçalves Neto11 vaticina que “a regra do art. 997 do

Código Civil dirige-se à sociedade simples e se aplica à sociedade limitada com as adaptações próprias do respectivo regime jurídico — ou, mais precisamente, por fidelidade ao seu texto, ‘no que couber’”.

Sustenta essa corrente que não há incompatibilidade com tal tese o disposto no art. 1.062, que trata apenas do administrador designado em ato separado, notadamente porque a pessoa jurídica sempre se fará presentada por uma pessoa física, a qual atenderá às exigências legais.

Filio-me à segunda corrente, consentânea com o direito comparado e a tendência de empregar, na administração da sociedade, um caráter preponderantemente técnico, o que se extrai da permissão legal atribuída a terceiros para exercerem a administração da limitada (art. 1.061, do CC).

Ver todos os capítulos
Medium 9788547212377

3.3 Teoria psicológico-normativa da culpabilidade

PINTO FILHO, Marco Aurélio Florencio Editora Saraiva PDF Criptografado

Logo, como estabelecer a ideia de culpabilidade como vínculo psicológico entre o autor e o resultado, quando presente, como elemento subjetivo da culpabilidade, a culpa inconsciente?53 A própria noção de imprudência (culpa) está vinculada a uma concepção de caráter normativo, qual seja, a inobservância ao dever jurídico de cuidado, estranho à estruturação exclusivamente psicológica, conforme pretendia von Liszt. Igualmente, parece que os casos de imputabilidade se referem ao âmbito normativo da culpabilidade54.

Foi Reinhard Frank, entretanto, quem supriu a deficiência da teoria psicológica da culpabilidade a partir da teoria psicológico-normativa da culpabilidade desenvolvida, posteriormente, por James Goldschmidt e Berthold Freudenthal.

3.3 �Teoria psicológico-normativa da culpabilidade

O positivismo normativo, como redefinição metodológica, em contraposição às ciências naturais, embasou-se na filosofia neokantista55 de forte cunho axiológico56.

53

�Nesse sentido, leia-se WELZEL, Hans. Derecho penal alemán. Chile: Editorial

Ver todos os capítulos
Medium 9788527732987

5 - Utilização dos Pontos a partir dos Sinais e Sintomas

DONATELLI, Sidney Grupo Gen PDF Criptografado

5

Utilização dos Pontos a partir dos Sinais e Sintomas

Pontos Principais para o Equilíbrio das Substâncias Fundamentais

No Capítulo 3 foram abordadas as Funções Energéticas e as Substâncias Fundamentais. A Tabela 5.1 apresenta os

Pontos que atuam na fisiologia do qì, segundo os clássicos da Medicina Tradicional Chinesa (MTC).

Tabela 5.1 Pontos que atuam na fisiologia do qì.

Consciência (shén)

Acalma

P11, IG5, IG7, E40 a E42, E45, BP1, BP4, C3 a C7, ID3, ID7, ID8, ID19, B5, B10, B14, B15, B38(43)*, B39(44)*,

B64, B65, B66, R1, R4, R6, R9, R25, CS2 a CS7, TA10, TA18, VB12, VB13, VB19, VB44, F1, F2, F3, VC3, VC4,

VC13, VC14, VC15, VG1, VG11, VG12, VG13, VG14, VG15, VG19, VG24, EX1, EX3, EX9

Harmoniza

P7, CS8, F1, VG20

Desperta

IG19

Essência (jīng)

Harmoniza

IG11, CS6

Nutre

B23, B38(43)*, VC1, VC2

Reúne na cabeça

VB13

Tonifica

P1, E30, E36, BP6, B47(52)*, R1, R3, R4, R13, VB39, VC7, VG4

Ver todos os capítulos
Medium 9788565837767

Capítulo 6. O Aproveitamento das Coisas Preexistentes

Simon Unwin Grupo A PDF Criptografado

Uma caverna empregada como moradia

é arquitetura tanto quanto uma casa construída, uma vez que ambas são escolhidas como um lugar.

O ap roveitam ento das co isas p reexistentes

“...os templos e as construções de apoio de seus santuários eram individualmente formados e distribuídos em relação à paisagem e entre si de modo a realçar, desenvolver, complementar e, às vezes, até contradizer o significado essencial que era sentido no terreno. Como consequência, templos e outras edificações são somente uma parte do que pode ser chamado de “arquitetura” de um terreno qualquer, e o templo por si só se desenvolveu na sua forma mais estrita como a melhor construção para atuar neste tipo de relação.”

Vincent Scully – The Earth, the Temple, and the

Gods, 1962, p. 3.

O ap rovei t a m en to d as cois as preex i s t ente s

N

esta pequena fenda, na face de um enorme rochedo (à direita, no Desfiladeiro

Carnarvon, em Queensland, Austrália), uma família aborígene depositou o cadáver de uma criança pequena, enrolado em uma casca de árvore. Marcaram o lugar com os contornos de suas mãos, feitos com pigmentos. Esse túmulo é uma obra de arquitetura tanto quanto a Grande Pirâmide de Gisé (só que muito mais comovente). Trata-se de arquitetura por opção. Embora a arquitetura seja sempre uma atividade da mente, isso não significa que ela sempre envolva a construção física de algo.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547230753

5. Constitucionalidade das normas?

BUENO, Cassio Scarpinela Editora Saraiva PDF Criptografado

3  .  Tutela provisória contra o Poder Público no CPC de 2015

77

medidas previstas nos incisos do art. 311 é reveladora, por si só, da pouca probabilidade de reversão da medida e, consequentemente, o afastamento dos costumeiros receios quanto a eventual irreversibilidade da medida21.

5.  Constitucionalidade das normas?

Exposto o alcance, que não é nem um pouco pequeno, da remissão feita pelo art. 1.059 do CPC de 2015, entendo oportuno formular duas questões. A primeira é: as restrições por ele determinadas à tutela provisória são constitucionais?

A segunda é: a suspensão “da tutela provisória” é constitucional?

A resposta para ambas é, segundo penso, uma só e é negativa22.

Restringir, como faz o art. 1.059 do CPC de 2015, a “tutela provisória” é agredir, frontalmente, o acesso à justiça garantido (expressamente) pelo inciso

XXXV do art. 5º da Constituição Federal. Não há espaço para o legislador desdizer ou limitar o que lá está garantido sem qualquer ressalva. É o próprio § 1º do art. 5º da Constituição Federal que dá estofo suficiente a esta resposta. Mesmo nos casos em que as regras buscam menos que vedar, apenas limitar ou restringir sua concessão, há inconstitucionalidade pelas mesmas razões que acabei de expor23.

Ver todos os capítulos
Medium 9788527730884

17 - Tireotoxicose Fármaco-Induzida

BANDEIRA, Francisco Grupo Gen PDF Criptografado

17

Tireotoxicose Fármaco-Induzida

Aline Guerra Correia | Breno Coimbra |

Gustavo José Caldas Pinto Costa | Francisco Bandeira

Introdução

Vários medicamentos podem afetar a função da tireoide ou causar resultados anormais em testes de tireoide, porém poucos realmente causam tireotoxicose.

Os mecanismos envolvidos são: hipertireoidismo iodo-induzido (fenômeno de JodBasedow); tireoidite destrutiva; indução de autoimunidade da tireoide, com doen­ça de

Graves (DG) ou tireoidite indolor.

Mais de uma via pode estar envolvida no surgimento da tireotoxicose fármaco-induzida

(Tabela 17.1).

Hipertireoidismo iodo-induzido

O hipertireoidismo iodo-induzido, também conhecido como fenômeno de Jod-Basedow, ocorre em pacientes com autonomia da tireoide, especialmente aqueles que vivem em

­áreas com deficiên­cia leve a moderada de iodo. Geralmente é autolimitado, com duração de 1 a 18 meses.

Bloqueadores beta-adrenérgicos em monoterapia ou em combinação com o metimazol devem ser usados para o tratamento, dependendo da gravidade do hipertireoidismo. A dose indicada de metimazol é de 20 a 40 mg/dia.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547223519

27.3. CREDORES SUBORDINADOS

CHAGAS, Edilson Enedino das Editora Saraiva PDF Criptografado

27

Recuperação Extrajudicial

1165

mentos aparecem como requisitos, determinando a norma que eles não poderão existir, por ocasião do pedido de recuperação extrajudicial.

JJ 27.3. 

CREDORES SUBORDINADOS

É possível ao devedor empresário, nas negociações do plano de recuperação extrajudicial, obter acordo que alcance todos os credores de uma ou mais categorias. Considerando as ressalvas feitas pela própria Lei n. 11.101/2005, o legislador trouxe, no § 1º, do art. 163, a indicação dos credores alcançados pela recuperação extrajudicial. São eles: créditos com garantia real até o limite do valor do bem gravado (art. 83, inc.

II, da Lei n. 11.101/2005);

JJ créditos com privilégio especial, a saber: a) os previstos no art. 964 do CC; b) os assim definidos em outras leis civis e comerciais, salvo disposição contrária da Lei n. 11.101/2005; c) aqueles a cujos titulares a lei confira o direito de retenção sobre a coisa dada em garantia; d) aqueles em favor dos microempreendedores individuais e das microempresas e empresas de pequeno porte de que trata a Lei Complementar n. 123, de 14 de dezembro de 2006 (art. 83, inc. IV, da

Ver todos os capítulos
Medium 9788521629351

Capítulo 16 - Métodos de Planejamento

COPPIN, Ben Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

16

Métodos de Planejamento

Tenho um plano genial...

–Baldrick de Blackadder

Este bem destacado homem

Recomenda um plano muito prático:

Você pode fazer o que quiser

Se você pensa que não pode,

Então não pense que não possa – pense que possa.

–Charles Inge, ‘On Monsieur Coué’

Desperte meu São João! Deixe todas as coisas menores

Para pouca ambição e o orgulho dos reis.

Vamos (já que Vida pode pouco mais fornecer

Do que apenas cuidar de nós e morrer)

Divagar livre sobre toda esta cena humana;

Um enorme labirinto! mas não sem um plano.

–Papa Alexandre, An Essay on Man

16.1 Introdução

Métodos de planejamento são usados para resolver problemas nos quais uma sequência de ações deve ser realizada para que se alcance um objetivo. Neste capítulo, consideramos com frequência o mundo dos blocos, no qual um braço de robô deve reorganizar um conjunto de blocos — de uma arrumação para outra. Planejamento também é bastante usado industrialmente, para rotear transportes, organizar a alocação de máquinas em fábricas e controlar robôs e agentes inteligentes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788530979119

Capítulo XCIV – A decadência no cadastro negativo do nome do devedor

RIZZARDO, Arnaldo; RIZZARDO FILHO, Arnaldo; RIZZARDO, Carine Ardissone Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo XCIV

A DECADÊNCIA NO CADASTRO

NEGATIVO DO NOME DO DEVEDOR

É permitida a existência de bancos de dados de devedores, ou de entidades de cadastro de inadimplentes, bem como considera-se legal o registro de atos que visam ao recebimento de créditos.

Unicamente depois de devidamente verificada a inadimplência é aceita a providência de registrar o nome do inadimplente. Assim, quanto ao protesto de título de crédito, a Lei nº  9.492, de 10.09.1997, em seu art.  1º, somente autoriza o ato depois de completamente caracterizado o inadimplemento da obrigação:

O art. 15 da mesma lei impõe a prévia intimação. Já a Lei nº 8.078, de 11.09.1990

(Código de Defesa do Consumidor), no art.  43, §  2º, ordena que “a abertura de cadastro, ficha, registro e dados pessoais e de consumo deverá ser comunicada por escrito ao consumidor, quando não solicitada por ele”.

A citada Lei nº  8.078/1990, além de regular o funcionamento de tais órgãos, no §  4º do citado art.  43, dá o caráter público aos bancos de dados e cadastros relativos a consumidores, aos serviços de proteção ao crédito e entidades congêneres.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536302829

Capítulo 14 - As atuações (actings)

Zimerman, David E. Grupo A PDF Criptografado

14

As Atuações (Actings)

Na psicanálise atual, o acting deixou de ser um nome feio; pelo contrário, representa uma importantíssima forma de uma primitiva comunicação não-verbal.

CONCEITUAÇÃO

Na literatura psicanalítica, o fenômeno acting (neste capítulo os termos “acting” e

“atuação” serão empregados indistintamente) aparece definido de forma imprecisa e designando distintas significações. O inegável é que ele se constitui como um dos aspectos mais importantes do processo psicanalítico, quer pelos múltiplos significados que comporta quer, também, pela sua alta freqüência. Assim, podese dizer que alguma forma de “atuação” surge em toda e qualquer análise, seja de forma benéfica ou maléfica, manifesta ou oculta, discreta ou acintosa, dentro (acting-in) ou fora

(acting-out) do consultório.

Nas primeiras formulações de Freud, o conceito de acting aludia tão-somente a uma modalidade de resistência que o paciente empregava, com a finalidade inconsciente de impedir que as repressões tivessem acesso à consciência, correndo o risco de elas serem lembradas. Constituía-se, portanto, em um fenômeno essencialmente pertinente ao processo analítico que, como tantos outros, deveria ser compreendido e interpretado pelo analista. Aos poucos, esse conceito nodal foi sofrendo ampliações e sucessivas transformações, de tal sorte que adquiriu um significado moralístico, denegritório, algo ligado à perversão, chegando ao extremo de designar e se confundir com toda forma de impulsividade, psicopatia, drogadição ou delinqüência.

Ver todos os capítulos

Carregar mais