122383 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788553607419

4. Sistema pátrio

Edilson Mougenot Bonfim Editora Saraiva PDF Criptografado

4. Sistema pátrio

Conforme mencionado, o sistema adotado pelo legislador pátrio é o da separação (ou independência) entre os juízos penal e cível. Contudo, o legislador o adotou de forma mitigada, uma vez que a separação não é completa, havendo pontos de interação (efeitos transcendentes) entre as decisões proferidas por um e outro juízo.

Com efeito, além da menção, no Código Penal e no Código de Processo Penal, acerca dos efeitos da coisa julgada penal no âmbito cível e da fixação do valor mínimo para reparação dos danos em caso de condenação, o próprio Código Civil, em seu art. 935, logo após afirmar que a responsabilidade civil é independente da criminal, veda nova discussão, em sede civil, acerca da existência de fato ou de sua autoria, se essas questões já houverem sido decididas no juízo criminal. Reforça-se, portanto, a imperatividade da coisa julgada decorrente de sentença ou acórdão penal perante o juízo civil, que ficará vinculado, na formação de seu convencimento, ao reconhecimento da existência do fato e sua autoria, desde que essas circunstâncias tenham sido reconhecidas pelo juízo penal.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547221904

Questões

HOJI; Masakazu Editora Saraiva PDF Criptografado

14  ORÇAMENTO EMPRESARIAL

■■

■■

■■

■■

■■

■■

Ajustes demorados: se os ajustes não forem implementados com relativa rapidez, produz-se muita discrepância entre os resultados efetivos e os projetados, o que desmotiva os colaboradores.

Monitoramento constante: o plano de resultados, por si só, não garante o resultado projetado, devendo ser continuamente monitorado e adaptado às circunstâncias.

Custo de implantação e manutenção: nem todas as empresas podem implementar o sistema orçamentário, pois isso demanda recursos específicos e profissionais qualificados.

Redução do tempo para atividades do cotidiano: a elaboração e a execução do orçamento consomem tempo que poderia ser dedicado a atividades do cotidiano.

Disputa de recursos: os gestores disputam os recursos, que ficam sujeitos ao poder de decisão.

Atitudes antiéticas: surgem ações e reações indesejadas, podendo levar os colaboradores a atitudes antiéticas para cumprir as metas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536532387

16.1 Sistema Kanban

Bruno Paoleschi Editora Saraiva PDF Criptografado

166

■■

■■

■■

■■

■■

Almoxarifado e Gestão de Estoques

Poka Yoke: busca eliminar os erros involuntários praticados durante a execução das tarefas programadas, ou seja, criar mecanismos de controle para eliminar a possibi­ lidade de o erro se repetir.

Jidoca: automatiza o trabalho em equipe de maneira a eliminar tarefas desnecessárias que não agregam valor ao projeto, ao serviço ou ao produto.

Heijunka: nivelamento das tarefas agendadas, maximizando a utilização dos recursos e minimizando o tempo para eliminar os riscos de atraso na entrega das tarefas.

Exemplo: separar a matéria-prima e entregá-la à produção na hora de produzir.

Andon: quadro de avisos para implantação de comunicação visual entre os diversos setores da empresa com a implantação de “gestão à vista”. Exemplo: aviso de necessidade de profissional de manutenção elétrica na máquina de extrusão número 15.

Gemba: “chão de fábrica”, expressão para exemplificar que os problemas acontecem sempre no operacional e quase sempre com culpa dos administradores que planejam, implantam, mas não acompanham o dia a dia do processo produtivo para se informar sobre os problemas que acontecem na execução das tarefas planejadas por eles.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536307619

Capítulo 19. Relação do Controle Glicênico com as Compilações Diabéticas

Silvio E. Inzucchi Grupo A PDF Criptografado

19

Relação do Controle

Glicêmico com as

Complicações Diabéticas

Jay S. Skyler

A questão mais importante e desafiadora pra os médicos que cuidam de pacientes com diabete é até onde a freqüência ou gravidade das complicações crônicas podem ser influenciadas pelo grau de controle da glicemia. Por muitos anos, essa foi uma das questões de maior controvérsia no campo do diabete, apesar das substanciais evidências acumuladas que demonstraram que a freqüência, a gravidade e o progresso da retinopatia, nefropatia e neuropatia estão relacionados ao grau da hiperglicemia ao longo do tempo. Essa conclusão tem origem nos estudos epidemiológicos, clínicos e patológicos realizados em seres humanos; nos estudos usando modelos animais de diabete; e na elucidação de uma série de mecanismos bioquímicos, envolvidos na patogênese dessas complicações, que são influenciadas diretamente pela hiperglicemia.

As controvérsias sobre esse assunto continuam, principalmente por causa dos estudos de intervenção randomizados, prospectivos, longitudinais que estão faltando. Agora, no entanto, ficou estabelecido, sem dúvida alguma – por estudos clínicos controlados, randomizados – que o controle cuidadoso da glicemia pode realmente reduzir o risco de complicações microangiopáticas e neurológicas do diabete. Isso foi demonstrado para o diabete tipo 1 nos estudos-referência Diabetes Control and Complications

Ver todos os capítulos
Medium 9788527721486

Capítulo 9 - Infecções Pulmonares Bacterianas e Virais

Marcelo Buarque de Gusmão Funari Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

9

Infecções Pulmonares

Bacterianas e Virais

Gustavo Borges da Silva Teles e

Rodrigo Caruso Chate

1 Infecções bacterianas

1.1 �Epidemiologia e classificação

1.2 �Apresentações clínicas e laboratoriais

1.3 �Papel dos métodos de imagem

1.3.1 �Detecção

1.3.2 �Diagnóstico etiológico

1.3.3 �Seguimento

1.4 �Padrões anatomorradiológicos das infecções bacterianas

1.4.1 �Pneumonia lobar

1.4.2 �Broncopneumonia

1.4.3 �Pneumonia intersticial

1.4.4 �Embolia séptica

1.5 �Complicações infecciosas pleuropulmonares

1.5.1 �Pneumonia necrosante e abscesso pulmonar

1.5.2 �Pneumatocele

1.5.3 �Derrame pleural e empiema

1.6 �Principais agentes bacterianos

1.6.1 �Bactérias gram-positivas

1.6.1.1 �Streptococcus pneumoniae

1.6.1.2 �Staphylococcus aureus

1.6.2 �Bactérias gram-negativas

1.6.2.1 �Haemophilus influenzae

1.6.2.2 �Klebsiella pneumoniae

Ver todos os capítulos
Medium 9788553606832

47. Conceituação

Nelson Abrão Editora Saraiva PDF Criptografado

9

ANTECIPAÇÃO BANCÁRIA

Sumário: 47. Conceituação. 48. Natureza jurídica. 49. Características. 50. Modalidades. 51. Obrigações do banco. 52. Obrigações do devedor. 53. Extinção do contrato. 54. Antecipação e financiamento.

47. Conceituação

Lexicalmente, a palavra “antecipação” significa adiantamento. Na linguagem jurídica em geral, corresponde à acepção de ato praticado quando ainda não se chegou ao fim do respectivo termo.

No campo do direito bancário, segundo Giacomo Molle, “a operação de crédito conhecida como antecipação bancária, que o legislador disciplina nos arts. 1.846-1.850 (Código Civil italiano), pela qual o banco entrega ao cliente o chamado adiantamento, uma determinada soma, mediante prévia constituição de uma garantia em títulos, mercadorias ou documentos representativos dessas, cujo valor está em relação constante com dita soma, tem precedentes longínquos. É, porém, à prática dos empréstimos a juro alto, com garantia de coisas móveis de valor, introduzida cerca do fim do undécimo século pelos hebreus, a respeito dos quais não valia a proibição da usura, prática seguida pelos cambiadores italianos que fugiam a tal proibição, por autorizações especiais recebidas do príncipe, do prefeito, ou da própria Igreja, considerando-se o exercício do empréstimo como uma regalia do qual se concediam o uso e o monopólio por alguns anos, contra a entrega de uma soma, que se deve a origem da antecipação bancária”1.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547221973

2. Requisitos específicos

TOMAZZETTE, Marlon Editora Saraiva PDF Criptografado

4

1

Requerimento da recuperação judicial

O pedido de recuperação judicial

Qualquer que seja a natureza da recuperação judicial, não há dúvida de que sua concessão dependa da intervenção do Poder Judiciário. Tal intervenção, que não pode ocorrer de of ício, dependerá de provocação dos interessados por meio de uma ação. O exercício dessa ação é condição imprescindível para se obter a solução da crise empresa­ rial. Ela representará, em última análise, o pedido de recuperação judicial.

Trata­‑se de uma ação predominantemente constitutiva positiva1, na medida em que ela visará a ajustar a situação jurídica do devedor em crise, isto é, caso o pedido seja acolhido, ela irá modificar as relações jurídicas do devedor. Mesmo aqueles que, como nós, reconhecem um acordo na recuperação judicial vislumbram nesse pedido uma ação constitutiva positiva, no sentido de que, uma vez concluído o acordo, haverá a modifica­

ção da situação jurídica do devedor.

Essa ação será ajuizada perante o juízo do principal estabelecimento do devedor em crise e seguirá um rito especial constante da Lei n. 11.101/2005. Inicialmente, é funda­ mental identificar as condições necessárias para se propor a ação, bem como as peculia­ ridades referentes à legitimidade e à petição inicial e sua instrução. A propositura da ação e o despacho do juiz que defere o processamento da recuperação judicial integram a chamada fase postulatória2.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547228002

8.11. MEIOS ESPECIAIS DE OBTENÇÃO DE PROVA, RELACIONADOS A INFRAÇÕES PRATICADAS POR INTEGRANTE DE ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

REIS, Alexandre Cebrian Arapujo Editora Saraiva PDF Criptografado

Processo Penal – Parte Geral

A lei prevê que a busca em mulher será feita por outra mulher, se não importar retardamento ou prejuízo da diligência (art. 249 do CPP).

O mandado, assinado pelo juiz, deve conter o nome da pessoa na qual será realizada a busca ou os sinais que a identifiquem (art. 243,

I, do CPP), bem como menção ao motivo e fins da diligência (inciso

II). É desnecessário o mandado, entretanto, no caso de prisão ou quando houver fundada suspeita de que a pessoa esteja na posse de arma proibida ou de objetos ou papéis que constituam corpo de delito de alguma infração penal, ou quando a medida for determinada no curso de busca domiciliar (art. 244 do CPP).

8.11. �MEIOS ESPECIAIS DE OBTENÇÃO DE PROVA, RELACIONADOS A

INFRAÇÕES PRATICADAS POR INTEGRANTE DE ORGANIZAÇÃO

CRIMINOSA

A Lei n. 12.850/2013 elenca meios especiais de obtenção de provas na investigação de infrações atribuídas a organizações criminosas:

1) Colaboração premiada: consiste na previsão de que o investigado ou acusado que colaborar, voluntária e eficazmente, com as autoridades poderá obter benefícios penais (arquivamento do inquérito, perdão judicial ou redução de pena). Para implementação do acordo de colaboração, as partes devem negociar sem a participação do juiz, e, uma vez que obtenham consenso, deverão reduzir o acordo a termo. Este será, então, submetido a apreciação judicial para homologação. Se o juiz constatar, por ocasião da sentença, que o acusado cumpriu as obrigações assumidas no acordo, colaborando eficazmente com a persecução, deverá conceder, conforme o caso, um dos benefícios previstos em lei.

Ver todos os capítulos
Medium 9788520433287

8. Celas a combustível

Milan Trsic Manole PDF Criptografado

8

C E LAS A COMBUSTÍVEL

A julgar pelas apresentações de automóveis mais recentes, tanto o carro a hidrogênio como o veículo movido por cela a combustível não parecem fazer muito sucesso com os fabricantes. Pode-se acrescentar que essas duas últimas fontes de energia estão um tanto ausentes do noticiário no que tange a outras de suas aplicações, como a alimentação energética de residências, por exemplo.

A situação é extremamente dinâmica, com competições no campo econômico, tecnológico e até mesmo político, e os competidores são justamente países, empresas, prestígios e tradições.

A volatilidade das propostas tecnológicas inovadoras sofre pressão de fatores como efeito estufa, mudanças climáticas e aquecimento global. Parece ter sido criado um desespero no sentido de acabar com o uso de combustíveis fósseis. Como já foi antecipado no Capítulo 2, embora as inovações estejam sendo bem recebidas, os combustíveis fósseis permanecerão em uso ainda por muitas décadas. No Capítulo 14, o tema em debate mundial das eventuais

Ver todos os capítulos
Medium 9788527733229

51 - Como dar notícias ruins

PORTO, Celmo Celeno Grupo Gen PDF Criptografado

51

Como dar notícias ruins

A comunicação de notícias ruins é uma das tarefas mais difíceis da prática médica, gerando desconforto e angústia. Nunca será um momento agradável para o médico e muito menos para o paciente; no entanto, seu impacto pode ser menor quando se está preparado para ele.

Na verdade, comunicar o diagnóstico de doen­ças que põem em risco a vida ou prenunciam sofrimento, tais como câncer, AIDS, doen­ça de Parkinson e doen­ça de Alzheimer, exige não apenas conhecimentos científicos, os quais dão segurança ao médico, mas também, capacidade de reconhecer a condição humana do doente.

No imaginário de todos nós, o diagnóstico de câncer é uma sentença de morte, associada a sofrimento. O diagnóstico de AIDS ainda é considerado um castigo. Nunca é agradável falar de castigo e sofrimento.

Transmitir uma notícia ruim é uma questão extremamente complexa, da qual participam muitos fatores, alguns relacionados com o paciente e seus familiares, outros ao próprio médico. Inclui aspectos psicológicos, sociais e culturais de todos os que participam da cena

Ver todos os capítulos
Medium 9788547221935

4 - ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS

ACCIOLY, Hildebrando Editora Saraiva PDF Criptografado

4

ORGANIZAÇÕES

INTERNACIONAIS

As organizações internacionais fazem parte do direito internacional atual e são o resultado do aumento das relações internacionais e da necessidade da cooperação entre os estados. Nesse sentido, a anterior remissão à “Evolução institucional: do bilateralismo pontual ao multilateralismo institucional” (3.10.6.).

Embora a multilateralidade seja característica do direito internacional e da diplomacia contemporâneas, não representa integralmente novidade, visto que alguns exemplos podem ser apontados no passado1.

A instauração da Sociedade ou Liga das Nações (SdN), após a primeira guerra mundial, faz as organizações internacionais passarem a ter maior impac-

1. ACCIOLY, Tratado (2009, v. 2); João Mota de CAMPOS (org.), Organizações internacionais (Lisboa: Fund. Gulbenkian,

1999); A. A. CANÇADO TRINDADE, Direito das organizações internacionais (Belo Horizonte: Del Rey, 3. ed., 2003);

M. DIEZ DE VELASCO, Las organizaciones internacionales (Madrid: Tecnos, 14. ed., 2006, reimpr. 2007); Celso

Ver todos os capítulos
Medium 9788547223519

12.1. LETRA DE CÂMBIO

CHAGAS, Edilson Enedino das Editora Saraiva PDF Criptografado

450 Direito Empresarial Esquematizado®

JJ 12.1. 

Edilson Enedino das Chagas

LETRA DE CÂMBIO

JJ 12.1.1. 

Noções introdutórias

Segundo Fran Martins, a letra de câmbio é uma ordem dada por uma pessoa

(designada sacador), por escrito, a outra pessoa (denominada sacado), para que pague a um beneficiário indicado, ou à ordem deste, determinada importância em dinheiro.

Logo, a letra da câmbio exige a presença de três elementos pessoais (subjetivos): sacador (que dá a ordem de pagamento), sacado (a quem a ordem é dirigida) e o tomador ou beneficiário (em favor de quem o pagamento deve ser feito), que podem corresponder a três pessoas, a duas pessoas ou a apenas uma pessoa.

Exemplificando a posição de cada sujeito, eis a seguinte situação hipotética:

João é devedor da quantia de R$ 3.000,00 a Pedro. João, por sua vez, é credor da quantia de R$ 3.000,00 de José. Assim, a fim de quitar a sua dívida, João (sacador) saca uma letra de câmbio em favor do Pedro (beneficiário/tomador), que deverá apresentar a José (sacado) para que este efetue o pagamento. A emissão da letra de câmbio é denominada saque. Por meio do saque, o sacador (devedor) expede uma ordem de pagamento ao sacado, que fica obrigado, se ocorrer o aceite de sua parte, a pagar ao beneficiário (um credor específico), o valor determinado no título.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582712870

Capítulo 18 - Aplicação da teoria na prática de enfermagem

Melanie McEwen, Evelyn M. Wills Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 18

Aplicação da teoria na prática de enfermagem

Melanie McEwen

Emily Chan é uma enfermeira clínica especialista que coordena o programa de transplante hepático em um grande centro médico. No cargo, ela atua como gerente de caso para inúmeros indivíduos. Emily foi designada para trabalhar com Sarah

Bishop, uma professora do ensino médio, de 45 anos, que recebeu recentemente um novo fígado após contrair hepatite C em decorrência de uma transfusão sanguínea há mais de uma década. Sarah é casada e tem dois filhos adolescentes.

O controle de pacientes com transplante hepático é altamente complexo; é essencial considerar as múltiplas facetas do cuidado durante um período prolongado.

Ao formular um plano de cuidados para Sarah, Emily conduziu uma investigação detalhada. Ela ficou satisfeita em descobrir que a paciente era bem instruída e sabia muito sobre sua doença. Sarah fez muitas perguntas pertinentes e estava ansiosa em aprender tudo o que podia com Emily. Durante o tempo em que trabalhou com Sarah, Emily usou inúmeros princípios e teorias na prestação do cuidado. Explicou os princípios fisiológicos relacionados a doença hepática crônica e insuficiência hepática à Sarah e acrescentou a essa informação os princípios farmacológicos relativos ao grande número de medicamentos exigidos para evitar a rejeição. As complicações da doença e os efeitos colaterais dos medicamentos foram examinados em profundidade. Para os processos educativos, Emily aplicou vários princípios e teorias de aprendizado diferentes e incorporou uma série de técnicas de ensino, como tempo individualizado, material impresso, programas interativos de computador e vídeos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788563308214

Capítulo 6. Escoamento viscoso em dutos

Frank M. White Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

Escoamento viscoso em dutos

Motivação.  Este capítulo é inteiramente dedicado a um importante problema prático da engenharia de fluidos: o escoamento em dutos a várias velocidades, de vários fluidos e em vários formatos de duto. Sistemas de tubulações são encontrados em quase todos os projetos de engenharia e, por isso, foram e têm sido estudados extensivamente. Existe um pequeno volume de teoria junto a uma grande quantidade de experimentação.

O problema básico das tubulações é o seguinte: dada a geometria dos tubos e de seus componentes adicionais (tais como válvulas, curvas e difusores) mais a vazão desejada para o escoamento e as propriedades do fluido, qual é a diferença de pressão necessária para manter o escoamento? O problema, é claro, pode ser formulado de outra maneira: dada a diferença de pressão mantida, digamos, por uma bomba, que vazão irá ocorrer? As correlações discutidas neste capítulo são adequadas para resolver a maioria desses problemas de tubulação.

6.1 Regimes de número de Reynolds

Ver todos os capítulos
Medium 9788527726436

41 - Apoio Nutricional ao Tratamento das Urolitíases em Cães

Jericó, Márcia Marques Grupo Gen PDF Criptografado

41

Apoio Nutricional ao Tratamento das

Urolitía­ses em Cães

Yves Miceli de Carvalho

JJ

Introdução

A urolitía­se é definida pela formação de sedimentos, con‑ sistindo em um ou mais cristaloides pouco solúveis no trato urinário. Os sedimentos microscópios são conhecidos como cristais e os precipitados macroscópicos são chamados de urólitos. A urolitía­se é um problema comum em cães. Os uró‑ litos podem se formar em qualquer lugar do trato urinário, embora, nos cães, a maior parte se forme na bexiga. Em cães com alterações do trato urinário inferior, as urolitía­ses são res‑ ponsáveis por aproximadamente 18% das consultas clínicas.

Os quatro minerais mais comuns encontrados nos urólitos caninos são o fosfato de amônio e o magnésio (estruvita), o oxalato de cálcio, o urato de amônio e a cistina.1,2 Os tipos de urólitos menos comuns são o de fosfato de cálcio, de sílica e por medicamentos e seus metabólicos.

O oxalato de cálcio e a estruvita são os minerais predomi‑ nantes nas nefrolitía­ses caninas.3 A prevalência de urolitía­ses e a composição dos urólitos podem ser influenciadas por uma variedade de fatores, incluindo raça, sexo, idade, dieta, ano‑ malias anatômicas, infecções do trato urinário (ITU), pH da urina e medicamentos.4

Ver todos os capítulos

Carregar mais