Anatomia Aplicada à Implantodontia, 2ª edição

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Esta é a primeira obra nacional que aborda as estruturas anatômicas mais importantes para a prática da implantodontia.

Nesta nova edição revista e ampliada de Anatomia Aplicada a Implantologia, são apresentados novos tópicos que possibilitam ao profissional da implantodontia planejar com mais segurança suas intervenções, entre eles: estudo da vascularização do palato aplicado à cirurgia de remoção de tecido conjuntivo; detalhes ampliados da relação da osteotomia com a parede lateral do seio maxilar; vascularização da parede lateral do seio maxilar e relação com hemorragias; e anatomia do assoalho de boca e retalhos linguais.

Esta edição conta ainda com um encarte móvel, que contém a identificação das estruturas indicadas nas ilustrações da obra, possibilitando fácil localização e compreensão dos detalhes anatômicos, imprescindível para a segurança clínica e cirúrgica.

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Capítulo 1 – Biologia Óssea

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Capítulo

1

BIOLOGIA ÓSSEA

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1. Biologia Óssea: Características Macroscópicas

e Microscópicas

Generalidades do Tecido

ósseo

O tecido ósseo é um tipo especializado de tecido conjuntivo. Assim como os outros tecidos conjuntivos, é composto de células, fibras e substância fundamental amorfa, mas seu diferencial é a presença de material calcificado, o que lhe fornece dureza e resistência. É esta dureza e resistência, características fornecidas pela proporção de osso esponjoso e cortical, que são de extrema importância para o que chamamos de estabilidade primária na implantodontia. Apesar dessas características, o tecido ósseo é constantemente renovado e remodelado durante a vida, adaptando-se às diferentes condições a que é submetido.

A essa sequência de fatos denomina-se plasticidade óssea (Stanford, 1999).

Esses conceitos de ciência básica estão direta­mente relacionados à possibilidade de sucesso clínico. Isso porque os principais determinantes da estabilidade do implante são (além da técnica cirúrgica e do desenho do implante) as propriedades mecânicas do osso no local do implante e o quanto de osso efetivamente faz contato com a superfície do implante. Esta segunda característica é muito importante, pois o

 

Capítulo 2 – Mandíbula

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Capítulo

2

MANDÍBULA

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2. Mandíbula

Anatomia

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Fig. 2.1 » Região mentual de mandíbula.

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Fig. 2.2 » Região anterolateral de mandíbula.

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ANATOMIA APLICADA À IMPLANTODONTIA

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Fig. 2.3 » Região lingual da mandíbula.

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Fig. 2.4 » Região superior da mandíbula – vista oclusal.

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MANDÍBULA

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Fig. 2.5 » Região lingual da mandíbula dentada – foraminas linguais da mandíbula.

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Fig. 2.6 » Região lingual da mandíbula edentada – foraminas linguais.

 

Capítulo 3 – Complexo Maxilar

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Capítulo

3

complexo maxilar

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3. Complexo Maxilar

Anatomia do Complexo Maxilar

Maxila

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Fig. 3.1 » Região posterior da maxila.

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ANATOMIA APLICADA À IMPLANTODONTIA

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Fig. 3.2 » Região lateral da maxila.

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Fig. 3.3 » Região anterior da maxila. É possível observar o forame infraorbital. Em cirurgias avançadas, como levantamento de seio maxilar, é necessário anestesiar esta região, garantindo um bom silêncio cirúrgico.

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COMPLEXO MAXILAR

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Fig. 3.4 » Topografia alveolar da maxila. Área lateral da maxila e pilar pterigóideo. Observe na área referente os pilares zigomático e pilar canino. Deve-se considerar que somente o pilar canino apresenta densidade semelhante à região anterior da mandíbula, já o pilar zigomático apresenta densidade somente na porção vestibular, porém, a porção média apresenta uma densidade média e/ou pobre, classificada em tipo 3.

 

Capítulo 4 – Perda Dental Associada à Perda Óssea

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Capítulo

4

perda dental associada à perda óssea

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4. Perda Dental Associada à Perda Óssea

Formas de Perda Óssea

É importante lembrar que a face vestibular do osso alveolar, por questão nutricional, apresenta um potencial de reabsorção muito maior do que o lingual em situações de perda óssea por recessão.

De forma oposta, o osso alveolar é reabsorvido de forma vertical em resposta a um tecido de granulação reacional a uma doença periodontal.

A intervenção neste momento é de fundamental importância, para evitar perda óssea de forma rápida, necessitando, posterior­mente, de enxerto ósseo.

O processo alveolar é independente da base

óssea maxilar, por ter origem do germe den­tal.

Com a perda dental, ele deverá cicatrizar.

Assim, no início, as fibras colágenas organizamse em uma matriz reticular, que é gradualmen­te mineralizada por depósito de cálcio oriundo do fluxo cicatricial de cálcio e fosfato.

 

Capítulo 5 – Áreas Intraorais e Extraorais Doadoras de Enxerto Ósseo

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Capítulo

5

áreas intraorais e extraorais doadoras de enxerto ósseo

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5. Áreas Intraorais e Extraorais Doadoras de

Enxerto Ósseo

No planejamento cirúrgico, deve-se avaliar as mudanças nos tecidos moles e duros da cavidade oral que seguem após a perda dental.

Alteração da morfologia da crista alveolar, diminuição da profundidade do sulco do ves­tíbulo, mudanças patológicas ou de posicionamento do seio maxilar e da anatomia dos feixes neurovasculares são alguns exemplos de pontos a ser avaliados.

Nas situações na quais a atrofia do rebordo alveolar dificulta a instalação de implantes, obtenção de contorno gengival adequado e um posicionamento protético correto, indica-se o uso de enxertos ósseos.

Normalmente, os critérios de escolha valemse da quantidade óssea requerida, caracte­rísticas do enxerto (maior quantidade de osso cortical ou esponjoso), opção do paciente em relação às possíveis cicatrizes, custos hospitalares.

 

Capítulo 6 – Tecidos Moles da Boca – Check-list Anatomocirúrgico

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Capítulo

6

tecidos moles da boca – check-list anatomocirúrgico

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6. Tecidos Moles da Boca –

Check-list Anatomocirúrgico

Mucosa Bucal

Mucosa Mastigatória

A mucosa bucal apresenta características estruturais diferentes, dependendo da região considerada. Isto ocorre porque a mucosa bucal se adapta diante das agressões e demanda funcionais com modificações evolutivas e também sofre modificações reversíveis em resposta à função, e ao uso de próteses mucossuportadas. Protege também contra forças abrasivas e oferece uma barreira contra micro-organismos, toxinas e antígenos por meio da saliva.

É aquela que sofre diretamente os impactos da mastigação: gengiva e palato duro.

Camadas

 Epitélio do tipo estratificado pavimentoso (escamoso).

 Membrana basal que delimita o epitélio do tecido conjuntivo.

 Lâmina própria – Tecido conjuntivo subepitelial.

 

Capítulo 7 – Anatomia Vascular e suas Relações com a Cirurgia

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Capítulo

7

anatomia vascular e suas relações com a cirurgia

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7. Anatomia Vascular e suas Relações com a

Cirurgia

O sistema vascular que se dirige à cabeça apresenta uma gama enorme de vias de acesso aos tecidos que o compõem. Quatro vasos principais são responsáveis por conduzir o sangue, duas artérias vertebrais e duas carótidas comuns.

A partir desta bifurcação, a artéria divide-se em dois ramos: um posterior – carótida interna, que conduz o sangue à cavidade encefálica; e um anterior – carótida externa que é responsável pela nutrição da face exceto acima da cavidade orbital, boca, nariz com exceção do teto e base de cavidade bucal com grande atenção para esta área por apresentar vasos de grande calibre que estão próximos ao osso mandibular.

A intenção deste capítulo será demonstrar os vasos que participam diretamente na cavidade bucal, próximo aos dentes e ossos, e os riscos que o cirurgião terá no momento de uma fresagem

 

Capítulo 8 – Nervo Trigêmeo, V Par Craniano: Relações com a Anestesiologia

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Capítulo

8

nervo trigêmeo, v par craniano: relações com a anestesiologia

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8. Nervo Trigêmeo, V Par Craniano: Relações com a Anestesiologia

Ramo Oftálmico

Gânglio Trigeminal

Ramo Maxilar

Ramo Mandibular

Fig. 8.1 » Gânglio trigeminal in situ com seus três ramos.

Para que haja um bom transoperatório, é fundamental que o cirurgião tenha muito bem definido qual a região da mucosa oral, além das estruturas ósseas e de tecido mole adjacentes, que ele deseja anestesiar. Para isso, além de ter um domínio da anatomia nervosa (o trajeto nervoso e as regiões de inervação) dos ramos do nervo trigêmeo, deve estar atento também para as potenciais variações que ocorrem. Estas variações podem estar relacionadas tanto aos componentes nervosos, como aos componentes ósseos e até mesmo vasculares.

O nervo trigêmeo contém fibras sensitivas destinadas à sensibilidade geral das estruturas da face e fibras motoras que se dirigem aos músculos mastigatórios. A origem aparente deste nervo está na face ântero-lateral da ponte, à frente do pedúnculo cerebelar médio, por onde duas raízes independentes – uma volumosa, sensitiva, e outra

 

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