Enfermagem Médico-Cirúrgica

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Didática e abrangente, esta obra inclui todas as informações que estudantes e profissionais de enfermagem precisam conhecer para realizar uma prática segura e eficaz no contexto médico-cirúrgico. Enfermagem Médico-Cirúrgica apresenta texto claro e objetivo, projeto gráfico inovador, além de ilustrações e tópicos de aprendizagem especialmente desenvolvidos para melhorar e facilitar a compreensão e a aplicação do conteúdo estudado, garantindo uma abordagem sem igual à enfermagem médico-cirúrgica. Clique aqui e conheça em detalhes o livro que está revolucionando o estudo da enfermagem médico-cirúrgica!

59 capítulos

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1 - Papel da Enfermeira na Saúde do Adulto

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CAPÍTULO 1

Kelly S. Grimshaw

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Definir o que é enfermagem

2. Compreender o papel da enfermagem nas ações de assistência à saú­de e na sociedade

3. Descrever as funções da enfermeira como profissional, líder e pesquisadora

4. Descrever os modelos assistenciais de enfermagem

5. Descrever os fatores que influenciam significativamente o sistema de saú­de e o seu impacto na ­área de atenção à saú­de e na profissão de enfermagem.

Papel da Enfermeira na

Saú­de do Adulto

Enfermagem e modelos de atenção à saú­de

Para estabelecer os fundamentos necessários ao entendimento do papel da enfermeira na sociedade e dos modelos assistenciais, é necessário compreender a profissão de enfermagem, os consumidores de serviços de saú­de e o sistema de saú­de, incluindo suas interações e as forças que agem sobre eles.

Definição de enfermagem

Desde que Florence Nightingale escreveu, em 1859, que o objetivo da enfermagem era “colocar o cliente nas melhores condições para que a natureza atue sobre ele”, as lideranças de enfermagem descrevem esta profissão como arte e ciên­cia. Com o transcorrer do tempo, a definição de enfermagem foi estabelecida. No ­século 20, Virginia Henderson (1966) definiu enfermagem como a profissão que “[ajuda] o in­di­ví­duo, sadio ou enfermo, a desempenhar as atividades que contribuem para sua saú­de ou recupe­ração

 

2 - Saúde | Educação e Promoção

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CAPÍTULO 2

Saúde | Educação e Promoção

Carol Ann Wetmore

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Descrever os objetivos e a importância da educação em saú­de

2. Descrever o conceito de adesão a um regime terapêutico

3. Identificar as va­riá­veis que afetam a adesão de um cliente a um regime terapêutico

4. Descrever as estratégias que estimulam a capacidade de aprendizagem dos adultos

5. Descrever a relação entre educação em saú­de e processo de enfermagem

6. Elaborar um plano de ensino para um cliente

7. Definir promoção da saú­de e descrever o papel da enfermeira neste processo.

O ensino é uma das funções da enfermeira. A educação em saú­de é uma função independente da prática de enfermagem e uma responsabilidade dos profissionais da área. Todos os cuidados de enfermagem têm como propósito promover, manter e recupe­rar a saú­de, prevenir doen­ças e ajudar as pessoas a se adaptarem aos efeitos residuais do adoecimento. Muitas dessas atividades de enfermagem são rea­li­zadas por meio da educação em saú­de ou de orientação do cliente. As enfermeiras têm como desafio focar as necessidades educacionais das comunidades, assim como as necessidades educacionais específicas do cliente e da família. A educação em saú­de é importante para a prática da enfermagem porque afeta a capacidade dos in­di­ví­duos e da família de realizar atividades importantes de autocuidado.

 

3 - Doença Crônica e Cuidados na Terminalidade da Vida

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CAPÍTULO 3

Ruth McCorkle

James Mark Lazenby

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Definir “doen­ça crônica”

2. Reconhecer os fatores relacionados com a incidência crescente das doen­ças crônicas

3. Descrever as características das doen­ças crônicas e o seu impacto nos clientes

4. Descrever as implicações da assistência prestada aos clientes com doen­ças crônicas na prática de enfermagem

5. Definir e comparar cuidados paliativos e hospice

6. Descrever os princípios e os componentes do hospice

7. Reconhecer os obstáculos à melhoria dos cuidados de fim de vida

8. Identificar e descrever as oito atividades essenciais às enfermeiras que cuidam de clientes em fase terminal

9. Utilizar as habilidades de comunicação com clientes em fase terminal e seus familiares.

Doença Crônica e Cuidados na

Terminalidade da Vida

As doen­ças crônicas representam sete das dez principais causas de morte nos EUA, inclusive as quatro enfermidades mais frequentes (doen­ça cardía­ca, acidente ­vascular encefálico, câncer e diabetes) resultantes de causas evitáveis (tabagismo, dieta e atividade física inadequadas e ingestão de ál­cool). As doen­ças crônicas acometem in­di­ví­duos de todas as idades e de todos os grupos étnicos, culturais e raciais, embora algumas sejam mais frequentes em determinados grupos que em outros (Centers for Disease Control and Prevention [CDC], 2009a). Embora as doen­ças crônicas ocorram em todos os estratos socioeconômicos, os in­di­ví­duos que têm baixa renda e níveis educacionais inferiores costumam ter mais problemas de saú­de. Fatores como pobreza e acesso precário aos serviços de saú­de reduzem a probabilidade de que in­di­ví­duos com doen­ças crônicas recebam cuidados de saú­de e façam exames de triagem preventiva, inclusive mamografia, dosagens de colesterol e exames perió­dicos de rotina (U.S. Department of Health and Human Services [USDHHS], 2005).

 

4 - Distúrbios Hidreletrolíticos e Acidobásicos

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CAPÍTULO 4

Philip R. Martinez Jr.

Linda Honan Pellico

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

  1. Entender as diferenças entre osmose, difusão, filtração e transporte ativo

  2. Descrever as funções dos rins, dos pulmões e das glândulas endócrinas na regulação da composição e do volume dos líquidos corporais

  3. Reconhecer os efeitos do envelhecimento na regulação hidreletrolítica

  4. Planejar cuidados eficazes ao cliente com os seguintes distúrbios: hipovolemia, hipervolemia, hiponatremia, hipernatremia, hipopotassemia e hiperpotassemia

  5. Descrever a causa, as manifestações clínicas, o tratamento e as intervenções de enfermagem para os seguintes distúrbios: hipocalcemia, hipercalcemia, hipomagnesemia, hipermagnesemia, hipofosfatemia, hiperfosfatemia, hipocloremia e hipercloremia

  6. Explicar as funções dos pulmões, dos rins e dos tampões quí­micos na manutenção do equilíbrio acidobásico

  7. Comparar as causas, as manifestações clínicas, o diagnóstico e o tratamento da alcalose e da acidose metabólicas

 

5 - Enfermagem Perioperatória

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CAPÍTULO 5

Enfermagem Perioperatória

Ena M. Williams

Linda Honan Pellico

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Definir as três fases da enfermagem perioperatória

2. Descrever uma avaliação pré-operatória abrangente para detectar fatores de risco cirúrgico

3. Reconhecer os aspectos legais e éticos relacionados com o consentimento informado

4. Descrever a preparação pré-operatória imediata e os cuidados intraoperatórios e pós-operatórios do cliente cirúrgico

5. Entender o papel da enfermeira na segurança do cliente e na adesão às normas da Organização Mundial da Saú­de, do Ministério da Saú­de e da Agência

Nacional de Vigilância Sanitária

6. Descrever os princípios da assepsia cirúrgica

7. Reconhecer os efeitos adversos e as complicações dos procedimentos cirúrgicos e da anestesia

8. Descrever os tipos de anestesia e as implicações para os cuidados de enfermagem no contexto perioperatório

 

6 - Enfermagem Oncológica

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CAPÍTULO 6

Enfermagem Oncológica

Lisa M. Barbarotta

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

  1. Comparar as estruturas e as funções das células normais e cancerosas

  2. Diferenciar entre tumores benignos e malignos

  3. Reconhecer os agentes e os fatores carcinogênicos

  4. Descrever a importância da educação em saú­de e dos cuidados preventivos como formas de reduzir a incidência do câncer

  5. Diferenciar as indicações dos procedimentos cirúrgicos rea­li­zados no tratamento, diagnóstico, profilaxia e paliação cirúrgica do câncer

  6. Descrever as indicações para tratamento cirúrgico, radioterapia, quimioterapia, bioterapia e outras modalidades de tratamento do câncer

  7. Descrever as necessidades específicas dos clientes em quimioterapia

  8. Descrever os diagnósticos de enfermagem comuns e os problemas apresentados pelos clientes com câncer

  9. Descrever o conceito de hospice para clientes com câncer avançado

 

7 - Manejo da Dor

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CAPÍTULO 7

Manejo da Dor

Linda S. Dune

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Comparar as características das dores agudas, crônicas (persistentes) e de câncer

2. Descrever os efeitos das dores agudas e crônicas

3. Descrever a fisiopatologia da dor

4. Descrever os fatores que podem modificar a resposta à dor

5. Demonstrar o uso apropriado dos instrumentos de avaliação da dor

6. Explicar o papel da enfermagem no manejo multidisciplinar da dor

7. Conhecer as intervenções não farmacológicas usadas para aliviar a dor em determinados grupos de clientes

8. Elaborar um plano de cuidados para prevenir e tratar os efeitos adversos dos analgésicos

9. Aplicar o processo de enfermagem como base para cuidar dos clientes com dor.

A dor é definida como uma experiência sensorial e emocional desagradável, com lesão te­ci­dual potencial ou real (Merskey e Bogduk, 1994).

É também a razão mais comum que leva ao atendimento nos serviços de saú­de (Todd, Ducharme, Choiniere et al., 2007). Está associada a muitas doen­ças, exames complementares e tratamentos. A dor incapacita, traz mais sofrimento às pessoas que qualquer doen­ça específica, tem intensidade amplamente va­riá­vel e ocorre em todas as faixas etárias. Como as enfermeiras passam mais tempo junto aos clientes com dor que os demais profissionais de saú­de, elas precisam compreender a fisiopatologia da dor, as conse­quências fisiológicas e psicológicas das dores agudas e crônicas

 

8 - Avaliação de Enfermagem | Função Respiratória

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CAPÍTULO 8

Linda Honan Pellico

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Descrever as estruturas e as funções das vias respiratórias superiores e inferiores

2. Definir ventilação, perfusão, difusão e shunting

3. Explicar as manobras de inspeção, palpação, percussão e ausculta durante a avaliação respiratória

4. Diferenciar entre os sons respiratórios normais e anormais

5. Utilizar parâmetros de avaliação apropriados para determinar as características e a gravidade dos sinais e sintomas principais de disfunção respiratória

6. Identificar as intervenções de enfermagem nos diversos procedimentos rea­li­zados durante a avaliação diagnóstica da função respiratória.

Avaliação de Enfermagem |

Função Respiratória

Clientes com distúrbios do sistema respiratório são comumente assistidos pelas enfermeiras em todos os contextos de prática clínica, inclusive na comunidade e na unidade de tratamento intensivo. Para cuidar de clientes com problemas respiratórios agudos e crônicos, a enfermeira deve desenvolver e utilizar habilidades avançadas de avaliação. Além disso, é essencial ter conhecimentos sobre a fisiologia respiratória e o significado clínico dos resultados anormais dos exames diagnósticos.

 

9 - Manejo de Enfermagem | Doenças das Vias Respiratórias Superiores

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CAPÍTULO 9

Jancee Pust-Marcone

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Comparar e diferenciar as infecções das vias respiratórias superiores quanto à causa, à incidência, às manifestações clínicas, ao manejo e à importância das medidas preventivas de saú­de

2. Usar o processo de enfermagem como estrutura básica para cuidar de clientes com infecções das vias respiratórias superiores

3. Descrever o manejo de enfermagem para clientes com apneia obstrutiva do sono

4. Apresentar o manejo de enfermagem para clientes tratados com ventilação sob pressão positiva con­tí­nua (CPAP) ou binível (BiPAP)

5. Discorrer sobre o manejo de enfermagem para clientes com epistaxe

6. Descrever o manejo de enfermagem para clientes submetidos à laringectomia

7. Apresentar os cuidados de enfermagem para clientes com tubo endotraqueal ou traqueostomia

8. Demonstrar o procedimento de aspiração traqueal.

Manejo de Enfermagem |

 

10 - Manejo de Enfermagem | Doenças do Tórax e das Vias Respiratórias Inferiores

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CAPÍTULO 10

Laura Kierol Andrews

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

  1. Reconhecer os clientes sob risco de atelectasia e descrever as intervenções de enfermagem pertinentes à sua prevenção e ao seu tratamento

  2. Comparar as diversas infecções pulmonares no que se refere às causas, às manifestações clínicas, ao manejo de enfermagem, às complicações e à prevenção

  3. Utilizar o processo de enfermagem como arcabouço para o cuidado do cliente com pneumonia

  4. Descrever o manejo de enfermagem para clientes em oxigenoterapia, em tratamento com mininebulizador, em espirometria de incentivo, e em fisioterapia e recondicionamento respiratórios

  5. Relacionar pleurisia, derrame pleural e empiema com infecção pulmonar

  6. Relacionar as técnicas terapêuticas utilizadas nos clientes com síndrome de angústia respiratória aguda (SARA) com a fisiopatologia subjacente a essa síndrome

  7. Descrever os fatores de risco e as medidas apropriadas à prevenção e ao manejo da embolia pulmonar (EP)

 

11 - Manejo de Enfermagem | Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica e Asma

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CAPÍTULO 11

Margaret Campbell

Haggerty

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Descrever a fisiopatologia da doen­ça pulmonar obstrutiva crônica (DPOC)

2. Discutir os principais fatores de risco para o desenvolvimento de DPOC e as intervenções implementadas para minimizá-los ou evitá-los

3. Descrever o manejo de enfermagem nos clientes com DPOC

4. Desenvolver um plano de aprendizado para os clientes com DPOC

5. Explicar a fisiopatologia da asma

6. Descrever, as medicações usadas no manejo da asma

7. Descrever as estratégias de autocuidado da asma.

Manejo de Enfermagem |

Doença Pulmonar Obstrutiva

Crônica e Asma

A doen­ça pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e a asma são os distúrbios pulmonares crônicos mais comuns. As enfermeiras que lidam com essas doen­ças crônicas do pulmão a­ tuam ao longo de toda a linha de cuidado, desde o ambulatório e o cuidado domiciliar até as unidades de emergência, internação e cuidado crítico, além das casas de repouso. Os portadores de DPOC e asma requerem cuidados de enfermeiras que sejam hábeis na avaliação e no manejo clínico, e que também entendam como esses distúrbios podem afetar a qualidade de vida. O conhecimento e a competência clínica da enfermeira acerca dos cuidados paliativos e de fim de vida são elementos imprescindíveis para a qualidade do cuidado aos clientes afetados. A orientação do cliente e da família é uma importante intervenção de enfermagem que visa melhorar o autocuidado dos clientes com qualquer distúrbio pulmonar crônico.

 

12 - Avaliação de Enfermagem | Funções Circulatória e Cardiovascular

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CAPÍTULO 12

Janet A. Parkosewich

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Descrever a relação entre as estruturas anatômicas e a função fisiológica do coração e da circulação periférica

2. Discorrer sobre a importância da história de saú­de e da avaliação física para o diagnóstico dos distúrbios cardiovasculares

3. Discutir as indicações clínicas, a preparação do cliente e outras implicações para a enfermagem relacionadas com os exames e procedimentos indicados para avaliação da função circulatória e cardiovascular

4. Comparar os métodos de monitoramento hemodinâmico (como monitoramento da pressão venosa central, pressão da artéria pulmonar e pressão arterial) quanto às indicações para uso, às potenciais complicações e às responsabilidades da enfermagem.

Avaliação de Enfermagem |

Funções Circulatória e Cardiovascular

A doen­ça cardiovascular (DCV) refere-se às doen­ças que envolvem o coração e os vasos sanguí­neos. No Brasil, é responsável por 29,4% de todas as mortes registradas no país em um ano. Dada a prevalência dessa doença, as enfermeiras que trabalham na maioria dos cenários de atenção à saúde vão avaliar e tratar clientes com um ou mais distúrbios associados aos vasos sanguíneos ou ao coração. Entender a estrutura e a função do sistema cardiovascular é essencial para o desenvolvimento das habilidades de avaliação.

 

13 - Manejo de Enfermagem | Hipertensão Arterial

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CAPÍTULO 13

Andrea Rothman Mann

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Comparar e contrastar o continuum de normotensão, pré-hipertensão, hipertensão arterial e crise hipertensiva

2. Avaliar fatores de risco primários e secundários de hipertensão arterial

3. Correlacionar a fisiopatologia da hipertensão arterial com as complicações nos órgãos-alvo

4. Descrever o manejo da enfermagem de clientes com pré-hipertensão e hipertensão arterial, inclusive as mudanças no estilo de vida e a terapia farmacológica

5. Relatar o manejo do cliente com crise hipertensiva

6. Incorporar as evidências científicas atuais à assistência ao cliente com pré-hipertensão e hipertensão arterial

(inclusive hipertensão sistólica).

Manejo de Enfermagem |

Hipertensão Arterial

Atualmente, 65 milhões de adultos nos EUA e 1 bilhão de in­di­ví­duos em todo o mundo apresentam hipertensão arterial (DeSimone, 2009; NIH,

 

14 - Manejo de Enfermagem | Distúrbios Coronarianos

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CAPÍTULO 14

Mary G. Pierson

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Resumir a fisiopatologia, os fatores de risco, as manifestações clínicas e o tratamento da aterosclerose coronariana

2. Sintetizar a fisiopatologia, as manifestações clínicas e o tratamento da angina de peito

3. Descrever a intervenção coronária percutânea (ICP) e os procedimentos de revascularização do miocárdio

4. Descrever o cuidado de enfermagem para com o cliente submetido à ICP no tratamento da doen­ça da artéria coronária

5. Descrever o cuidado de enfermagem para com o cliente submetido à cirurgia cardía­ca

6. Resumir a fisiopatologia, as manifestações clínicas e o tratamento do infarto do miocárdio.

Manejo de Enfermagem |

Distúrbios Coronarianos

Atualmente, nos EUA, as pesquisas relacionadas com a identificação e com o tratamento da doença cardiovascular (DCV) englobam todos os segmentos da população afetados por condições cardiovasculares, inclusive mulheres, crianças e pessoas de diferentes raças e etnias.1

 

15 - Manejo de Enfermagem | Complicações Decorrentes de Doença Cardíaca

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CAPÍTULO 15

Stephanie L. Calcasola

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Comparar e contrastar a insuficiên­cia cardía­ca (IC) diastólica com a sistólica, inclusive quanto à fisiopatologia e às manifestações clínicas

2. Descrever o manejo dos clientes com IC

3. Desenvolver um plano de orientação para os clientes com IC

4. Relatar a avaliação e o manejo dos clientes com edema

5. Discorrer sobre o manejo dos clientes com choque cardiogênico

6. Apresentar o manejo dos clientes com derrame pericárdico

7. Descrever o manejo emergencial dos clientes com parada cardiorrespiratória.

Manejo de Enfermagem |

Complicações Decorrentes de

Doen­ça Cardía­ca

Atualmente, os clientes com doen­ças cardía­cas podem ser tratados para aumentar sua expectativa de vida e ter uma qualidade de vida melhor do que era possível há uma década. Por meio dos avanços nos procedimentos que permitem diagnósticos mais precoces e mais precisos, o tratamento pode começar bem antes da progressão de uma condição limitante. Novos tratamentos, tecnologias e farmacoterapias estão sendo desenvolvidos com rapidez. No entanto, a doen­ça cardíaca con­ti­nua sendo uma condição crônica, com complicações potenciais. Este capítulo apresenta as complicações mais frequentes resultantes das doen­ças cardía­cas e os tratamentos dispensados pela equipe de saú­de para tratar essas complicações.

 

16 - Manejo de Enfermagem | Doenças Cardíacas Infecciosas, Inflamatórias e Estruturais

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CAPÍTULO 16

Jeanine L. May

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Diferenciar os distúrbios valvares cardíacos e discutir seu manejo

2. Descrever a fisiopatologia, as manifestações clínicas e o manejo dos clientes com estenose e regurgitação aó­rtica e mitral

3. Relatar os tipos de reparo e procedimentos de substituição de valva cardía­ca usados no tratamento de problemas valvares, e o cuidado de enfermagem para os clientes submetidos a esses procedimentos

4. Discorrer sobre a fisiopatologia, as manifestações clínicas e o manejo de clientes com miocardiopatia

5. Apresentar a fisiopatologia, as manifestações clínicas e o manejo dos clientes com infecções cardía­cas

6. Expor os princípios da antibioticoterapia profilática para clientes com doen­ça valvar cardía­ca, doen­ça cardía­ca reumática e endocardite infecciosa.

Manejo de Enfermagem |

Doen­ças Cardíacas Infecciosas,

Inflamatórias e Estruturais

 

17 - Manejo de Enfermagem | Arritmias e Distúrbios da Condução

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CAPÍTULO 17

priscilla k. gazarian

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Descrever os métodos usados para diagnosticar e tratar arritmias

2. Analisar os componentes de um eletrocardiograma (ECG) de 12 derivações: fre­quências e ritmos atriais e ven­tricu­lares, configuração e duração do complexo QRS, configuração e duração da onda P, do intervalo PR e do intervalo QT

3. Reconhecer os critérios eletrocardiográficos, as causas e os tratamentos das várias arritmias, inclusive distúrbios da condução

4. Utilizar o processo de enfermagem como estrutura básica do cuidado para clientes com arritmias

5. Comparar os diversos tipos de tratamento elétrico, suas indicações, possíveis complicações e implicações de enfermagem

6. Descrever os elementos essenciais à utilização de um desfibrilador.

Manejo de Enfermagem |

Arritmias e Distúrbios da Condução

Arritmias (também conhecidas como distúrbios do ritmo) são distúrbios da transmissão dos impulsos elétricos no coração, que causam alterações da fre­quência cardía­ca, do ritmo cardía­co ou ambos. Sem uma fre­quência normal e um ritmo regular, o coração não consegue desempenhar eficientemente sua função de bombear e fazer circular o sangue oxigenado. Inicialmente, as arritmias podem causar sintomas relacionados com o efeito hemodinâmico que produzem, inclusive redução do débito cardía­co. Veja a descrição dos sinais e sintomas da redução do débito cardía­co na Tabela

 

18 - Manejo de Enfermagem | Doenças Vasculares e Distúrbios da Circulação Periférica

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CAPÍTULO 18

Mary Sieggreen

Objetivos de estudo

Após ler este capítulo, você será capaz de:

1. Reconhecer os fatores que afetam a circulação sanguí­nea e a oxigenação dos tecidos periféricos

2. Conhecer as manifestações clínicas, o tratamento e a prevenção das doen­ças arteriais

3. Descrever a profilaxia e o tratamento da trombose venosa profunda

4. Descrever os procedimentos clínicos e o manejo de enfermagem para úlceras venosas e arteriais

5. Descrever o manejo de enfermagem para linfedema.

Manejo de Enfermagem |

Doenças Vasculares e Distúrbios da Circulação Periférica

As doen­ças do sistema ­vascular incluem distúrbios arteriais, venosos e linfáticos, e celulite. O conhecimento da estrutura e da função dos sistemas

­vascular e linfático resulta em intervenções de enfermagem mais precisas.

Vasos sanguí­neos íntegros, desobstruídos e reativos são necessários ao fornecimento de quantidades adequadas de oxigênio aos tecidos e à remoção das escórias metabólicas. A redução do fluxo sanguí­neo é uma característica da maioria das doen­ças vascula­res periféricas. A perfusão resulta do equilíbrio entre fornecimento e demanda. Se as necessidades dos tecidos forem altas, reduções ainda que modestas do fluxo sanguí­neo podem ser insuficientes para manter a integridade te­ci­dual. Quando o fluxo sanguí­neo diminui, o cliente tem isquemia e os tecidos ficam mal nutridos e, por fim, necrosam, a menos que o fluxo de sangue seja recupe­rado. Desse modo, os efeitos da redução do fluxo sanguí­neo dependem do grau com que as demandas te­ci­duais excedem ao fornecimento de oxigênio.

 

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