Burton | Microbiologia para as Ciências da Saúde, 9ª edição

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A base sólida para o estudo da microbiologia!

Burton Microbiologia para as Ciências da Saúde fornece aos estudantes as informações essenciais sobre microbiologia que permitirão, no futuro, o desempenho profissional de maneira orientada, segura e eficiente.

Essa nona edição foi inteiramente atualizada: dentre os capítulos de especial importância para os estudantes da área da saúde estão os que tratam de antibióticos e outros agentes antimicrobianos, epidemiologia e saúde pública, infecções associadas a cuidados de saúde, controle de infecção, como os microrganismos causam doenças, como nosso corpo nos protege dos patógenos e das doenças infecciosas, e as principais doenças virais, bacterianas, fúngicas e parasitárias dos seres humanos.

22 capítulos

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Capítulo 1 – A Ciência — Microbiologia

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SEÇÃO I

Introdução à Microbiologia

A CIÊNCIA—MICROBIOLOGIA

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

INTRODUÇÃO  1

O QUE É MICROBIOLOGIA?  1

POR QUE ESTUDAR MICROBIOLOGIA?  2

PRIMEIROS MICRORGANISMOS NA

TERRA  6

AS MAIS ANTIGAS DOENÇAS

INFECCIOSAS CONHECIDAS  6

PIONEIROS NA CIÊNCIA DA

MICROBIOLOGIA  7

Anton van Leeuwenhoek  7

Louis Pasteur  8

Robert Koch  9

1

Postulados de Koch  10

Exceções aos Postulados de Koch  10

CARREIRAS NA MICROBIOLOGIA  11

Microbiologia Médica e Clínica  11

O BJE TIVO S A S EREM APRENDIDOS

O QUE É MICROBIOLOGIA?

APÓS ESTUDAR ESTE CAPÍTULO, VOCÊ DEVE SER CAPAZ DE:

O estudo da microbiologia é essencialmente um curso de Microbiologia é o estudo biologia avançado. O ideal é dos microrganismos. que os estudantes de micro- Os microrganismos individualizados só biologia tenham alguma base podem ser observados por em biologia. Embora biolo- meio de vários tipos de gia seja o estudo dos organis- microscópios. mos vivos (de bio, que significa vida, e logia, que significa “o estudo de”), a microbiologia abrange o estudo de certas entidades não vivas assim como de certos organismos vivos. Coletivamente, essas entidades não vivas e os organismos vivos são denominados microrganismos. Micro significa muito pequeno – algo tão pequeno que precisa ser visualizado por meio de um microscópio

 

Capítulo 2 – Observando o Mundo Microbiano

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OBSERVANDO O

MUNDO MICROBIANO

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

INTRODUÇÃO  13

UTILIZAÇÃO DO SISTEMA MÉTRICO

PARA EXPRESSAR O TAMANHO DOS

MICRORGANISMOS  13

2

MICROSCÓPIOS  14

Microscópio Simples  16

Microscópio Composto  16

Microscópios Eletrônicos  20

Microscópio de Força Atômica  22

O BJE TIVO S A S EREM APRENDIDOS

APÓS ESTUDAR ESTE CAPÍTULO, VOCÊ DEVE SER CAPAZ DE:

• Explicar as inter-relações entre as seguintes unidades de comprimento do sistema métrico: centímetros, milímetros, micrômetros e nanômetros

• Citar as unidades métricas usadas para expressar os tamanhos das bactérias, protozoários e vírus

• Comparar e diferenciar os vários tipos de microscópios, inclusive o microscópio simples, microscópio óptico composto, microscópio eletrônico e microscópio de força atômica.

INTRODUÇÃO

Os microrganismos são muito pequenos. Mas quão pequenos eles são? Em geral torna-se necessário algum tipo de microscópio para observá-los; assim, diz-se que os microrganismos são microscópicos. Vários tipos de microscópios são discutidos neste capítulo. Entretanto, estudaremos primeiro o sistema métrico, uma vez que as unidades de comprimento do sistema métrico são utilizadas para expressar o tamanho dos microrganismos e o poder de resolução dos instrumentos ópticos.

 

Capítulo 3 – Estrutura Celular e Taxonomia

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SEÇÃO II

Introdução aos Microrganismos e Biologia Celular

ESTRUTURA CELULAR

E TAXONOMIA

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

INTRODUÇÃO  25

ESTRUTURA DA CÉLULA

EUCARIÓTICA  26

Membrana Celular  26

Núcleo  27

Citoplasma  28

Retículo Endoplasmático  28

Ribossomos  28

Complexo de Golgi  28

Lisossomos e Peroxissomas  28

Mitocôndrias  28

Plastídios  29

Citoesqueleto  29

Parede Celular  29

Flagelos e Cílios  29

ESTRUTURA DA CÉLULA

PROCARIÓTICA  29

Membrana Celular  30

Cromossomos  31

Citoplasma  31

Partículas Citoplasmáticas  31

Parede Celular Bacteriana  32

Glicocálice (Camada Limosa e

Cápsula)  33

O BJE TIVO S A S EREM APRENDIDOS

APÓS ESTUDAR ESTE CAPÍTULO, VOCÊ DEVE SER CAPAZ DE:

• Explicar o que quer dizer a teoria celular (Ver Nota Histórica: Células)

• Citar as contribuições de Hooke, Schleiden & Schwann e Virchow para o estudo das células

 

Capítulo 4 – Diversidade dos Microrganismos

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DIVERSIDADE DOS MICRORGANISMOS

PARTE 1 | Microrganismos Acelulares e Procariontes

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

INTRODUÇÃO  41

MI­CROR­GA­NIS­MOS ACELULARES  42

Vírus  42

Origem dos Vírus  43

Bacterió­fagos  44

Vírus Animais  48

Infecções por Vírus Latente  49

Agentes Antivirais  49

Vírus Oncogênicos  50

Vírus da Imunodeficiên­cia

Humana  51

Mimivírus  52

Vírus Vegetais  52

Viroides e Príons  52

O DOMÍNIO BACTERIA  53

Características  53

Morfologia Celular  53

Procedimentos de Coloração  55

Motilidade  61

Morfologia Colonial  62

Necessidade de Ar  63

Exigências Nutricionais  64

Atividades Bioquí­micas e

Metabólicas  64

4

Patogenicidade  65

Constituição Genética  65

Bactérias Atípicas  65

Riqué­tsias, Clamídias e Bactérias

Intimamente Relacionadas  65

Micoplasmas  66

Bactérias Extremamente Grandes e

 

Capítulo 5 – Diversidade dos Microrganismos

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5

DIVERSIDADE DOS

MICRORGANISMOS

PARTE 2 | Mi­cror­ga­nis­mos Eucariontes

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

INTRODUÇÃO  70

ALGAS  70

Características e Classificação  70

Importância Médica  73

PROTOZOÁRIOS  73

Características  73

Classificação e Importância Médica  74

FUNGOS  76

Características  76

Reprodução  77

Classificação  78

Leveduras  78

O BJE TIVO S A S EREM APRENDIDOS

APÓS ESTUDAR ESTE CAPÍTULO, VOCÊ DEVE SER CAPAZ DE:

• Comparar e contrastar as diferenças entre algas, protozoá­ rios e fungos (p. ex., capacidade fotossintética, presença de quitina em paredes celulares etc.)

• Explicar o que se entende por “maré vermelha” (i. e., qual sua causa) e sua importância médica

• Citar as quatro principais categorias dos protozoá­rios e suas principais características diferenciais (p. ex., modo de locomoção)

• Definir os termos película, citóstoma e estigma

 

Capítulo 6 – Bioquímica: A Química da Vida

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BIOQUÍMICA: A QUÍMICA DA VIDA

SEÇÃO III

Aspectos Químicos e Genéticos dos Microrganismos

BIOQUÍMICA:

A QUÍMICA DA VIDA

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

INTRODUÇÃO  85

QUÍMICA ORGÂNICA  86

Ligações de Carbono  86

Compostos Cíclicos  87

BIOQUÍMICA  87

Carboidratos  87

Monossacarídios  88

Dissacarídios  88

Polissacarídios  89

Lipídios  90

Ácidos Graxos  90

Ceras  91

Óleos e Gorduras  91

Fosfolipídios  91

Glicolipídios  93

Esteroides  93

Prostaglandinas e Leucotrienos  93

Proteí­nas  93

O BJE TIVO S A S EREM APRENDIDOS

APÓS ESTUDAR ESTE CAPÍTULO, VOCÊ DEVE SER CAPAZ DE:

• Citar as quatro principais categorias de moléculas bioquí­micas discutidas neste capítulo

• Citar as principais diferenças entre trioses, tetroses, pentoses, hexoses e heptoses

• Descrever cada um dos seguintes compostos: monossacarídios, dissacarídios e polissacarídios, e citar dois exemplos de cada

 

Capítulo 7 – Fisiologia e Genética Microbiana

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FISIOLOGIA E GENÉTICA

MICROBIANA

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

FISIOLOGIA MICROBIANA  103

Introdução  103

Exigências Nutricionais dos

Mi­cror­ga­nis­mos  104

Classificação dos Mi­cror­ga­nis­mos de

Acordo com Suas Fontes de Energia e

Carbono  104

Termos Relativos às Fontes de Energia de um Organismo  104

Termos Relativos às Fontes de Carbono de um Organismo  105

ENZIMAS METABÓLICAS  105

Catalisadores Biológicos  105

Fatores que Afetam a Eficiên­cia das

Enzimas  106

METABOLISMO  107

Catabolismo  108

Vias Bioquí­micas  109

Respiração Aeróbica da

Glicose  109

Fermentação da Glicose  111

Reações de Oxidação-Redução

(Redox)  111

Anabolismo  112

7

Biossíntese de Compostos

Orgânicos  112

GENÉTICA BACTERIANA  113

Mutações  113

Maneiras Pelas Quais as Bactérias Adquirem

Novas Informações Genéticas  114

Conversão Lisogênica  115

 

Capítulo 8 – Controle do Crescimento dos Microrganismos In Vitro

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SEÇÃO IV

Controle do Crescimento dos Mi­cror­ga­nis­mos

CONTROLE DO CRESCIMENTO DOS

MICRORGANISMOS IN VITRO

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

INTRODUÇÃO  124

FATORES QUE AFETAM O CRESCIMENTO

MICROBIANO  124

Disponibilidade de Nutrientes  124

Umidade  124

Temperatura  124 pH  125

Pressão Osmótica e Salinidade  125

Pressão Barométrica  126

Atmosfera Gasosa  126

ESTIMULAÇÃO DO CRESCIMENTO DOS

MI­CROR­GA­NIS­MOS IN VITRO  126

Cultivo de Bactérias no

Laboratório  127

Crescimento Bacteriano  127

Meios de Cultura  128

Inoculação de Meios de Cultura  130

Importância da Utilização de

“Técnicas Assépticas”  130

Incubação  130

Contagem da População

Bacteriana  131

Curva de Crescimento da População

Bacteriana  131

Cultivo de Vírus e Outros Patógenos

Intracelulares Obrigatórios no

Laboratório  132

Cultivo de Fungos no Laboratório  133

 

Capítulo 9 – A Utilização de Agentes Antimicrobianos para Controlar o Crescimento Microbiano In Vivo

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142  Seção IV    Controle do Crescimento dos Mi­cror­ga­nis­mos

9

A Utilização de Agentes

Antimicrobianos para

Controlar o Crescimento

Microbiano In vivo

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

INTRODUÇÃO  142

CARACTERÍSTICAS DE UM AGENTE

ANTIMICROBIANO IDEAL  144

COMO ATUAM OS AGENTES

ANTIMICROBIANOS  145

AGENTES ANTIBACTERIANOS  145

Algumas das Principais Categorias dos

Agentes Antibacterianos  149

Terapia com Múltiplos Fármacos  149

Sinergismo versus Antagonismo  150

AGENTES ANTIFÚNGICOS  151

AGENTES ANTIPROTOZOÁRIOS  151

AGENTES ANTIVIRAIS  151

RESISTÊNCIA AOS FÁRMACOS  152

“Superbugs”  152

Como as Bactérias se Tornam

Resistentes aos Fármacos  155

Betalactamases  156

O BJE TIVO S A S EREM APRENDIDOS

APÓS ESTUDAR ESTE CAPÍTULO, VOCÊ DEVE SER CAPAZ DE:

• Identificar as características de um agente antimicrobiano

­ideal

• Comparar e diferenciar agentes quimioterápicos, agentes antimicrobianos e anti­bió­ticos quanto a sua finalidade

 

Capítulo 10 – Ecologia e Biotecnologia Microbianas

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SEÇÃO V

Microbiologia Ambiental e Aplicada

ECOLOGIA E BIOTECNOLOGIA

MICROBIANAS

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

INTRODUÇÃO  161

RELAÇÕES SIMBIÓTICAS QUE

ENVOLVEM MI­CROR­GA­NIS­MOS  162

Simbiose  162

Neutralismo  162

Comensalismo  162

Mutualismo  162

Parasitismo  163

FLORA ENDÓGENA HUMANA  163

Flora da Pele  164

Flora dos Ouvidos e dos Olhos  165

Flora do Trato Respiratório  166

Flora da Cavidade Oral (Boca)  166

Flora do Trato Gastrintestinal  166

Flora do Trato Geniturinário  166

FUNÇÕES BENÉFICAS E PREJUDICIAIS

DA FLORA ENDÓGENA  167

Antagonismo Microbiano  167

Patógenos Oportunistas  167

Agentes Bioterapêuticos  168

COMUNIDADES MICROBIANAS

(BIOFILMES)  168

O BJE TIVO S A S EREM APRENDIDOS

APÓS ESTUDAR ESTE CAPÍTULO, VOCÊ DEVE SER CAPAZ DE:

• Definir ecologia, ecologia humana e ecologia microbiana

• Citar três categorias de relações simbió­ticas

 

Capítulo 11 – Epidemiologia e Saúde Pública

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Epidemiologia e

Saúde Pública

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

EPIDEMIOLOGIA  175

Introdução  175

Terminologia Epidemiológica  176

Doenças Transmissíveis e

Contagiosas  176

Doenças Zoonóticas  176

Incidência e Taxa de Morbidade  176

Prevalência  177

Taxa de Mortalidade  177

Doenças Esporádicas  177

Doenças Endêmicas  177

Doenças Epidêmicas  177

Doenças Pandêmicas  179

INTERAÇÕES ENTRE PATÓGENOS,

HOSPEDEIROS E MEIO AMBIENTE  181

CICLO DE INFECÇÃO  182

ESTRATÉGIAS PARA INTERROMPER O

CICLO DE INFECÇÃO  182

RESERVATÓRIOS DE INFECÇÃO  183

Reservatórios Vivos  183

Portadores Humanos  183

Animais  184

Artrópodos  184

Reservatórios Não Vivos  186

MODOS DE TRANSMISSÃO  188

AGÊNCIAS DE SAÚDE PÚBLICA  190

Organização Mundial da Saúde

(OMS)  191

Centros de Controle e Prevenção de

Doenças (CDC)  191

BIOTERRORISMO E AGENTES DE

 

Capítulo 12 – Epidemiologia na Área da Saúde

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SEÇÃO VI

Microbiologia nas Unidades de Saú­de

EPIDEMIOLOGIA NA

ÁREA DA SAÚDE

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

INTRODUÇÃO  201

INFECÇÕES ASSOCIADAS AOS

CUIDADOS DE SAÚDE  202

Definições  202

Frequência de Infecções Associadas aos Cuidados de Saú­de  202

Patógenos mais Frequentemente

Envolvidos nas Infecções Associadas aos Cuidados de Saú­de  202

Modos de Transmissão  203

Transmissão por Contato  203

Transmissão por Gotículas  203

Transmissão pelo Ar  203

Tipos mais Comuns de Infecções

Associadas aos Cuidados de Saú­de  203

Pacientes mais Propensos a Desenvolver

Infecções Associadas aos Cuidados de Saú­de  205

Principais Fatores que Contribuem para as Infecções Associadas aos Cuidados de Saú­de   205

O que Pode Ser Feito para Reduzir o

Número de Infecções Associadas aos

Cuidados de Saú­de?  206

CONTROLE DE INFECÇÃO  206

Assepsia Médica  207

Desinfecção  207

 

Capítulo 13 – Diagnóstico das Doenças Infecciosas

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DIAGNÓSTICO DAS

DOENÇAS INFECCIOSAS

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

INTRODUÇÃO  227

AMOSTRAS CLÍNICAS  227

Papel dos Profissionais de Saú­de no

Envio das Amostras Clínicas  228

Importância da Alta Qualidade das

Amostras Clínicas  229

Seleção, Coleta e Transporte Adequados das Amostras Clínicas  230

Contaminação das Amostras Clínicas pela Flora Endógena  230

Tipos de Amostras Clínicas Normalmente

Necessárias para o Diagnóstico das

Doenças Infecciosas  231

Sangue  231

Urina  233

Líquido Cefalorraquidiano  234

Escarro  235

Swabs de Orofaringe  235

Amostras Oriundas de Feridas  235

Culturas de GC  235

Amostras de Fezes  236

DEPARTAMENTO DE PATOLOGIA

(“O LABORATÓRIO”)  236

Anatomia Patológica  237

Patologia Clínica  237

LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA

CLÍNICA  238

Organização  238

13

Deveres  238

Isolamento e Identificação

 

Capítulo 14 – Patogenia das Doenças Infecciosas

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SEÇÃO VII

Patogenia e Mecanismos de Defesa do Hospedeiro

PATOGENIA DAS

DOENÇAS INFECCIOSAS

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

INTRODUÇÃO  245

INFECÇÃO VERSUS DOENÇA

INFECCIOSA  246

POR QUE NEM SEMPRE OCORRE

INFECÇÃO  246

QUATRO PERÍODOS OU FASES NO CURSO

DE UMA DOENÇA INFECCIOSA  246

INFECÇÕES LOCALIZADAS VERSUS

INFECÇÕES SISTÊMICAS  247

DOENÇA AGUDA, SUBAGUDA E

CRÔNICA  247

SINTOMAS VERSUS SINAIS DE UMA

DOENÇA  247

INFECÇÕES LATENTES  248

INFECÇÕES PRIMÁRIAS VERSUS

INFECÇÕES SECUNDÁRIAS  249

ETAPAS NA PATOGENIA DAS DOENÇAS

INFECCIOSAS  249

VIRULÊNCIA  249

FATORES DE VIRULÊNCIA  250

Fixação  250

Receptores e Adesinas  250

Fímbrias Bacterianas

(Pili)  251

Patógenos Intracelulares

Obrigatórios  251

Patógenos Intracelulares

Facultativos  252

Mecanismos de Sobrevivência

Intracelular  252

Cápsulas  252

 

Capítulo 15 – Mecanismos Inespecíficos de Defesa doHospedeiro

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MECANISMOS INESPECÍFICOS

DE DEFESA DO HOSPEDEIRO

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

INTRODUÇÃO  259

MECANISMOS INESPECÍFICOS DE

DEFESA DO HOSPEDEIRO  260

PRIMEIRA LINHA DE DEFESA  261

Pele e Mucosas como Barreiras

Físicas  261

Fatores Celulares e Quí­micos  261

Antagonismo Microbiano  262

SEGUNDA LINHA DE DEFESA  262

Transferrina  263

Febre  263

Interferons  263

Sistema Complemento  264

Proteí­nas de Fase Aguda  264

Citocinas  264

Inflamação  265

Fagocitose  267

Quimiotaxia  268

Adesão  268

Ingestão  269

Digestão  269

Mecanismos pelos quais os Patógenos

Escapam da Destruição pelos

Fagócitos  269

O BJE TIVO S A S EREM APRENDIDOS

APÓS ESTUDAR ESTE CAPÍTULO, VOCÊ DEVE SER CAPAZ DE:

• Definir os seguintes termos: mecanismos de defesa do hospedeiro, anticorpo, antígeno, lisozima, antagonismo microbiano, colicina, bacteriocinas, superinfecção, pirógeno, interferona, cascata do complemento, complemento, opsonização, inflamação, vasodilatação, fagocitose e quimiotaxia

 

Capítulo 16 – Mecanismos Específicos de Defesa do Hospedeiro: Introdução à Imunologia

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274  Seção VII    Patogenia e Mecanismos de Defesa do Hospedeiro

16

MECANISMOS ESPECÍFICOS

DE DEFESA DO HOSPEDEIRO:

INTRODUÇÃO À IMUNOLOGIA

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

INTRODUÇÃO  275

A CHAVE PARA A COMPREENSÃO DA

IMUNOLOGIA  275

PRINCIPAIS FUNÇÕES DO SISTEMA

IMUNOLÓGICO  275

PRINCIPAIS RAMOS DO SISTEMA

IMUNOLÓGICO  275

IMUNIDADE  276

Imunidade Adquirida  276

Imunidade Adquirida Ativa  276

Imunidade Adquirida Passiva  280

CÉLULAS DO SISTEMA

IMUNOLÓGICO  280

ONDE OCORREM AS RESPOSTAS

IMUNOLÓGICAS?  281

IMUNIDADE HUMORAL  281

Visão Detalhada dos

Antígenos  281

Processamento dos Antígenos no

Organismo  282

Visão Detalhada dos Anticorpos  283

Estrutura do Anticorpo  284

Complexos Antígeno-Anticorpo  286

Como os Anticorpos nos Protegem dos Patógenos e das Doenças

Infecciosas  286

Anticorpos Monoclonais  288

 

Capítulo 17 – Visão Geral das Doenças Infecciosas

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SEÇÃO VIII

Principais Doenças Infecciosas Humanas

VISÃO GERAL DAS

DOENÇAS INFECCIOSAS

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

INTRODUÇÃO  299

DOENÇAS INFECCIOSAS DA PELE  300

DOENÇAS INFECCIOSAS DOS

OUVIDOS  301

DOENÇAS INFECCIOSAS DOS

OLHOS  301

DOENÇAS INFECCIOSAS DO SISTEMA

RESPIRATÓRIO  301

DOENÇAS INFECCIOSAS DA REGIÃO

ORAL  304

DOENÇAS INFECCIOSAS DO TRATO

GASTRINTESTINAL  305

DOENÇAS INFECCIOSAS DO SISTEMA

GENITURINÁRIO  306

Infecções do Trato Urinário  306

Infecções do Trato Genital  307

Doenças do Trato Genital Sexualmente

Transmissíveis  307

O BJE TIVO S A S EREM APRENDIDOS

APÓS ESTUDAR ESTE CAPÍTULO, VOCÊ DEVE SER CAPAZ DE:

• Definir os termos e abreviações introduzidas neste capítulo

• Categorizar as várias doen­ças infecciosas por sistemas do corpo (p. ex., cistite é uma infecção da bexiga, que é parte do sistema geniturinário (GU); mielite é uma infecção do cérebro e da medula espinal)

 

Capítulo 18 – Infecções Virais

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INFECÇÕES VIRAIS

S UMÁ RIO D O CAPÍT ULO

INTRODUÇÃO  315

COMO OS VÍRUS CAUSAM

DOENÇAS?  315

INFECÇÕES DA PELE CAUSADAS

POR VÍRUS  316

INFECÇÕES DOS OUVIDOS CAUSADAS

POR VÍRUS  320

INFECÇÕES DOS OLHOS CAUSADAS

POR VÍRUS   320

INFECÇÕES DO SISTEMA RESPIRATÓRIO

CAUSADAS POR VÍRUS  320

Infecções do Trato Respiratório Superior

Causadas por Vírus   320

Resfriado Comum (Rinite Viral Aguda,

Coriza Aguda)  320

Infecções do Trato Respiratório Inferior com Múltiplas Causas  321

Infecções do Trato Respiratório Inferior

Causadas por Vírus  321

INFECÇÕES DA REGIÃO ORAL

CAUSADAS POR VÍRUS  321

Herpes (Vesículas Herpéticas,

Herpes Labial)  321

INFECÇÕES DO TRATO

GASTRINTESTINAL CAUSADAS

POR VÍRUS  321

Infecções do Trato Gastrintestinal com

Múltiplas Causas  321

O BJE TIVO S A S EREM APRENDIDOS

APÓS ESTUDAR ESTE CAPÍTULO, VOCÊ DEVE SER CAPAZ DE:

 

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