Interpretação do ECG - Série Incrivelmente Fácil, 5ª edição

Autor(es): ALLEN
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O primeiro - e único livro - que torna a interpretação do ECG incrivelmente fácil! Ao longo de Interpretação do ECG, série Incrivelmente Fácil, quinta edição, o leitor encontrará as seguintes informações úteis para facilitar o seu aprendizado: - Mais de 200 traçados de ritmo com explicações claras e concisas; - Textos e gráficos que enfatizam precisamente os princípios fundamentais do ECG; - Linguagem descontraída que torna a aprendizagem agradável; - Revisões rápidas dos tópicos essencias de cada capítulo.

13 capítulos

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1 - Anatomia e fisiologia do coração

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Anatomia e fisiologia do coração ve

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Os Fatos

Neste capítulo, você aprenderá:

♦ a localização e a estrutura do coração

♦ as camadas da parede cardíaca

♦ o fluxo sanguíneo para e através do coração e as estruturas desta circulação

♦ as fases do ciclo cardíaco

♦ as propriedades das células cardíacas

♦ os detalhes da condução do impulso cardíaco e sua relação com as arritmias.

Uma olhada na anatomia cardíaca

A anatomia cardíaca inclui a localização, a estrutura, as paredes, as câmaras e as valvas do coração, assim como a disposição e a estrutura da circulação coronariana.

Fora do coração

O coração é um órgão muscular em forma de cone. O coração está localizado no tórax, por trás do esterno na cavidade mediastínica (ou mediastino), entre os pulmões e à frente da coluna vertebral. Nessa região, o coração encontra-se em uma posição inclinada como um triângulo invertido. A parte superior do coração, ou sua base, está localizada pouco abaixo da segunda costela; a parte inferior do coração, ou ápice, está inclinada para a frente e para baixo na direção do lado esquerdo do corpo e fica apoiada no diafragma. (Ver Localização do coração da criança, adiante.)

 

2 - Registro do traçado de ritmo

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Registro do traçado de ritmo ve

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Os Fatos

Neste capítulo, você aprenderá:

♦ a importância do ECG para o cuidado eficaz do paciente

♦ as funções das derivações e dos planos

♦ os tipos de sistemas de monitoramento do ECG

♦ as técnicas corretas de aplicação dos eletrodos, de seleção das derivações e do registro dos traçados de ritmo

♦ as soluções para os problemas encontrados no monitoramento cardíaco.

Uma olhada nos traçados do ECG

A atividade elétrica do coração gera correntes que se irradiam através do tecido circundante e chegam à pele. Quando são fixados à pele, os eletrodos captam essas correntes elétricas e as transmitem a um monitor de ECG. Em seguida, as correntes são transformadas em ondas que representam o ciclo de despolarização-repolarização do coração.

Você talvez se lembre de que a despolarização do miocárdio ocorre quando uma onda de estimulação passa pelo coração e estimula a musculatura cardíaca a contrair. A repolarização é o retorno ao estado de repouso e provoca o relaxamento muscular.

 

3 - Interpretação do traçado de ritmo

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Interpretação do traçado de ritmo

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Neste capítulo, você aprenderá:

♦ os componentes do complexo do ECG e seus significados e suas variações

♦ as técnicas para calcular a frequência e o ritmo no ECG

♦ a abordagem passo a passo para interpretar o ECG

♦ as características do ritmo sinusal normal.

Uma olhada no complexo do ECG

Um complexo do ECG representa os eventos elétricos que ocorrem em um único ciclo cardíaco. O complexo consiste em cinco ondas denominadas pelas letras P, Q,

R, S e T. As três letras intermediárias – Q, R e S – são consideradas em conjunto, ou complexo QRS. Os traçados do ECG representam a condução dos impulsos elétricos dos átrios aos ventrículos. (Ver ECG normal, adiante.)

A onda P

A onda P é o primeiro componente do traçado eletrocardiográfico (ECG) normal e representa a despolarização atrial – a condução de um impulso elétrico através dos átrios. Ao avaliar a onda P, analise minuciosamente suas características, principalmente localização, configuração e deflexão. A onda P normal tem as seguintes características:

 

4 - Arritmias sinusais

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Arritmias sinusais ve

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Os Fatos

Neste capítulo, você aprenderá:

♦ o procedimento correto para detectar várias arritmias sinusais

♦ o papel do nodo sinoatrial na geração de arritmias

♦ as causas, o significado, o tratamento e as implicações de cada arritmia para a enfermeira

♦ resultados da avaliação associados a cada arritmia

♦ interpretação das arritmias sinusais no eletrocardiograma.

Uma olhada nas arritmias sinusais

Quando o coração funciona normalmente, o nodo sinoatrial (SA), também conhecido como nodo sinusal, atua como marca-passo principal. O nodo sinusal assume esse papel porque sua frequência de despolarização automática é maior que as dos outros marca-passos existentes no coração.

No adulto em repouso, o nodo sinusal tem frequência de despolarização intrínseca de 60 a 100 vezes/min.

A irrigação sanguínea do nodo SA provém da artéria coronária direita ou da artéria circunflexa esquerda. O sistema nervoso autônomo inerva abundantemente o nodo sinusal por meio do nervo vago (um nervo parassimpático) e de vários nervos simpáticos. A estimulação do nervo vago reduz a frequência de despolarização do nodo SA, enquanto a ativação do sistema simpático aumenta esta frequência.

 

5 - Arritmias atriais

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Arritmias atriais

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Neste capítulo, você aprenderá:

♦ a maneira certa de identificar as diversas arritmias atriais

♦ as causas, o significado, o tratamento e as implicações de enfermagem de cada arritmias

♦ os resultados da avaliação encontrados em cada arritmia

♦ a interpretação das arritmias atriais no ECG.

Uma olhada nas arritmias atriais

As arritmias atriais – os distúrbios mais comuns do ritmo cardíaco – são desencadeadas pelos impulsos originados nas áreas situadas fora do nodo sinoatrial (SA). Estas arritmias podem afetar o tempo de enchimento ventricular e reduzir a força da contração (kick) atrial, que normalmente fornece aos ventrículos cerca de 15% a 25% do seu volume sanguíneo.

Jogo triplo

As arritmias atriais parecem resultar de três mecanismos – automaticidade aumentada, reentrada no circuito e pós-despolarização. Vejamos cada uma dessas causas e uma revisão das arritmias atriais específicas:

 

6 - Arritmias juncionais

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Arritmias juncionais ve

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Os Fatos

Neste capítulo, você aprenderá:

♦ a identificar corretamente as várias arritmias juncionais

♦ as causas, o significado, o tratamento e as implicações de enfermagem de cada arritmia

♦ os resultados da avaliação associados a cada arritmia

♦ a interpretar o ECG com arritmias juncionais.

Uma olhada nas arritmias juncionais

As arritmias juncionais originam-se da junção atrioventricular (AV) – a região situada ao redor do nodo AV e do feixe de His. Essas arritmias ocorrem quando o nodo sinoatrial (SA), que é um marca-passo situado mais acima, está suprimido e não consegue conduzir os impulsos, ou quando há um bloqueio da condução. Nesses casos, os impulsos elétricos podem ser gerados pelas células do marca-passo da junção AV.

O impulso normal

Com a condução normal dos impulsos, o nodo AV retarda a transmissão do impulso dos átrios aos ventrículos, permitindo que os átrios tenham tempo de contrair e bombear a maior quantidade possível de sangue para os ventrículos antes que ocorra contração ventricular. Contudo, os impulsos nem sempre são conduzidos normalmente.

 

7 - Arritmias ventriculares

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Os Fatos

Neste capítulo, você aprenderá:

♦ como identificar corretamente as diversas arritmias ventriculares

♦ o papel dos ventrículos na geração das arritmias

♦ as causas, o significado, o tratamento e as implicações de enfermagem de cada arritmia

♦ os resultados da avaliação de cada arritmia ventricular

♦ a interpretação das arritmias ventriculares no ECG.

Uma olhada nas arritmias ventriculares

As arritmias ventriculares originam-se nos ventrículos abaixo do feixe de

His e ocorrem quando os impulsos elétricos despolarizam o miocárdio utilizando uma via de condução diferente da que é normal.

No ECG, as arritmias ventriculares causam alterações características.

O complexo QRS é mais largo que o normal em consequência do prolongamento do tempo de condução dos ventrículos. A onda T e o complexo

QRS apresentam deflexões em direções contrárias em razão da diferença do potencial de ação durante a despolarização e a repolarização ventriculares. Além disso, a onda P está ausente porque a despolarização atrial não ocorre.

 

8 - Bloqueios atrioventriculares

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Bloqueios atrioventriculares ve

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Os Fatos

Neste capítulo, você aprenderá:

♦ como identificar corretamente os diversos tipos de bloqueio atrioventricular

(AV) e interpretar seus ritmos

♦ a razão pela qual o bloqueio AV é uma arritmia importante

♦ a reconhecer os pacientes que se encontram sob risco de desenvolver bloqueio AV

♦ os sinais e os sintomas do bloqueio AV

♦ os cuidados de enfermagem para os pacientes com bloqueio AV.

Uma olhada no bloqueio AV

O bloqueio atrioventricular (AV) é causado por uma interrupção na condução dos impulsos entre os átrios e os ventrículos. O bloqueio AV pode ser total ou parcial, ou pode retardar a condução. O bloqueio pode ocorrer no nodo AV, no feixe de His ou nos ramos secundários.

Normalmente, os impulsos elétricos gerados no coração originam-se do nodo sinoatrial (SA) e, por esta razão, quando estes estímulos são bloqueados no nodo AV, as frequências atriais geralmente são normais (60 a 100 bpm). O efeito clínico do bloqueio depende de quantos impulsos são bloqueados por completo, do grau de redução da frequência ventricular em consequência do bloqueio e, por fim, de como a arritmia afeta o coração. Uma frequência ventricular lenta pode reduzir o débito cardíaco e pode causar tontura, hipotensão e confusão mental.

 

9 - Tratamentos não farmacológicos

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Os Fatos

Neste capítulo, você aprenderá:

♦ os tratamentos não farmacológicos das arritmias e como eles funcionam

♦ como identificar e tratar as complicações dos tratamentos não farmacológicos

♦ como cuidar dos pacientes em tratamento não farmacológico

♦ como ensinar os pacientes sobre os tratamentos não farmacológicos.

Uma olhada nos marca-passos

Marca-passo é um dispositivo artificial que estimula eletricamente o miocárdio a despolarizar, iniciando assim uma contração.

Os marca-passos podem ser usados quando o paciente tem arritmias, como determinadas bradiarritmias e taquiarritmias, doença do nó sinusal, ou bloqueios atrioventriculares (AV). O dispositivo pode ser usado temporária ou permanentemente, dependendo das condições do paciente. Os marca-passos geralmente são necessários após infartos do miocárdio ou cirurgias cardía­cas.

Mantenha o ritmo com as informações do marca-passo!

 

10 - Tratamentos farmacológicos

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Os Fatos

Neste capítulo, você aprenderá:

♦ os detalhes básicos sobre o sistema de classificação dos agentes antiarrítmicos

♦ os efeitos dos antiarrítmicos sobre o sistema cardiovascular e outros sistemas do organismo

♦ as técnicas de administração e os efeitos adversos dos antiarrítmicos

♦ as prescrições de enfermagem para pacientes tratados com antiarrítmicos

♦ o ensino do paciente quanto à administração dos antiarrítmicos.

Uma olhada nos antiarrítmicos

Anualmente, cerca de 500 mil americanos morrem em consequência de arritmias cardíacas; números incontáveis de outros indivíduos têm sintomas ou limitações do estilo de vida. Quando combinados com outros tratamentos, os agentes antiarrítmicos podem ajudar a atenuar os sintomas e prolongar a vida.

Os antiarrítmicos afetam o transporte de íons através da membrana celular e alteram a eletrofisiologia da célula cardíaca. Esses fármacos são classificados de acordo com seus efeitos sobre a atividade elétrica da célula (potencial de ação) e seus mecanismos de ação. (Ver Antiarrítmicos e o potencial de ação, adiante.)

 

11 - Registro do ECG de 12 derivações

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Os Fatos

Neste capítulo, você aprenderá:

♦ a utilidade do ECG de 12 derivações no diagnóstico de doenças cardíacas

♦ a relação entre o eixo elétrico do coração e o ECG de 12 derivações

♦ a técnica apropriada de preparação do paciente, colocação dos eletrodos e registro do ECG

♦ as indicações diagnósticas do ECG com derivações posteriores e do ECG com derivações torácicas direitas

♦ a função do ECG de alta resolução.

Uma olhada no ECG de 12 derivações

O ECG de 12 derivações é um recurso diagnóstico que ajuda a detectar condições patológicas, principalmente angina e infarto agudo do miocárdio (IAM). Esse exame oferece uma visão mais completa da atividade elétrica do coração do que o traçado de ritmo e pode ser realizado para avaliar a função ventricular. Os pacientes com outros distúrbios que afetam o sistema elétrico do coração também podem ser beneficiados pelo ECG de 12 derivações. (Ver Por que utilizar o ECG de 12 derivações?)

 

12 - Interpretação do ECG de 12 derivações

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Os Fatos

Neste capítulo, você aprenderá:

♦ a maneira como examinar os traçados de cada derivação à procura de anormalidades

♦ as técnicas para determinar o eixo elétrico do coração

♦ as alterações do ECG dos pacientes com angina

♦ as características do ECG que podem ajudar a diferenciar os tipos de infarto agudo do miocárdio

♦ as alterações do ECG de 12 derivações que ocorrem com um bloqueio de ramo.

Uma olhada na interpretação do ECG de

12 derivações

Para interpretar o ECG de 12 derivações, use a abordagem sistemática descrita a seguir. Se estiver disponível, tente comparar o ECG atual do paciente com um anterior de forma a facilitar a detecção de alterações.

Examine o traçado do ECG para verificar se está tecnicamente correto. Verifique se a linha de base não apresenta interferência elétrica e oscilações.

A derivação aVR geralmente é negativa. Se isto não ocorrer, as derivações podem estar colocadas incorretamente.

 

Apêndices e índice alfabético

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Apêndices e índice alfabético

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A prática leva à perfeição

234

Algoritmos de SVCA (ACLS)

246

Exercícios de fixação

252

Desafios da interpretação do ECG

282

Guia de consulta rápida das arritmias

293

Glossário

298

Referências selecionadas

300

Índice alfabético

301

11/2/11 2:33:25 pM

234

A prática leva à perfeição

A prática leva à perfeição

  1. Você está cuidando de um paciente com história de prolapso da valva mitral. Com base em seus conhecimentos sobre anatomia do coração, você sabe que essa valva está localizada:

A. Entre o átrio e o ventrículo esquerdos.

B. Onde o ventrículo esquerdo encontra a aorta.

C. Entre o átrio e o ventrículo direitos.

D. Entre o ventrículo direito e a artéria pulmonar.

  2. Um paciente de 45 anos foi internado no seu andar para observação depois de submeter-se a cateterismo cardíaco. Os resultados dos seus exames mostram obstrução da artéria circunflexa. Essa artéria fornece sangue oxigenado a que parte do coração?

 

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