Série Gestão Estratégica - Inovação Tecnológica - Como Garantir a Modernidade do Negócio

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A revolução tecnológica vem influindo na vida das empresas não apenas em função de inovações, mas também pela rápida divulgação e assimilação de seu uso. Poder compartilhar seus conhecimentos gera a possibilidade do estabelecimento de alianças e parcerias com outras empresas, atuantes ou não, no mesmo setor de atividades. A inovação tecnológica constitui-se em um instrumento eficaz e essencial para as empresas sobreviverem nesse contexto de elevada competição, bem como se caracteriza como motor que impulsiona o desenvolvimento econômico das nações.

 

15 capítulos

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CAPÍTULO 1 - Introdução

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CAPÍTULO

1

Introdução

A inovação é um desafio de alta complexidade que as empresas estão sendo forçadas a enfrentar, com o objetivo de obter diferenciais competitivos e atender exigências dos consumidores, visando à sobrevivência sustentada do empreendimento.

É muito comum definir-se a inovação apenas para novos produtos e serviços, não se considerando, também, a pesquisa e o desenvolvimento.

Gestão hoje é mais inovação que supervisão. A inovação deve ser estendida por toda a cadeia produtiva e por todo o ambiente organizacional, uma vez que a crescente necessidade de agilização de todos os processos, função das transformações, exigiu nas empresas pessoas trabalhando em equipes, na criação de soluções e benefícios para os clientes. Dessa forma, vivencia-se um ambiente externo de hipercompetitividade, com lançamentos contínuos de produtos inovadores, em sintonia com as necessidades dos consumidores.

Além de inovar, as empresas passaram a estabelecer uma nova relação com os fornecedores, empregados e acionistas, e com as comunidades próximas das suas unidades de negócios.

 

CAPÍTULO 2 - Inovação

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CAPÍTULO

2

Inovação

2.1 CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES

Experimenta-se uma era de mudanças tecnológicas rápidas, em escala global. Empresas baseadas em alta tecnologia tendem a expandir seus mercados. Por essa razão, os gestores de empresas necessitam se familiarizar com as forças que impulsionam as transformações tecnológicas nos mercados internacionalizados e nas economias contemporâneas.

Nas décadas de 1960 e 1970, registraram-se intenso avanço e expansão de novas tecnologias e a maturação de outras, forçando governos, pessoas, empresas e nações à introdução de novos padrões de comportamento.

Na década de 1980, com a formação de consórcios de pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias emergentes, surgiram novas indústrias e novas oportunidades de mercado. Essas mudanças nos processos de produção e na administração das empresas trouxeram como conseqüência para as sociedades a necessidade da requalificação do trabalhador e a revisão dos currículos de formação profissional nas escolas e nas universidades, praticamente em todo o mundo.

 

CAPÍTULO 3 - Sistema Nacional de Inovação

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CAPÍTULO

3

Sistema Nacional de Inovação

O Sistema Nacional de Inovação, Ciência e Tecnologia – SNI situa-se como uma rede inteligente de entidades públicas e privadas que têm em comum o interesse contínuo pela inovação e que formulam de forma integrada as atividades de ciência, tecnologia e inovação, caracterizando-se como a base institucional de promoção da C&T e Inovação.

Estamos saindo do paradigma do sistema técnico, definido pela matéria e pela energia, que prevaleceu desde a Revolução Industrial, para um sistema que adiciona uma nova dimensão, o da informação. O novo paradigma integra a ciência e a tecnologia com três atores: a universidade, o setor produtivo e o governo. O eixo da ciência pura está sendo deslocado pela pesquisa científica para a formulação e a implantação de políticas de tecnologia, voltadas para a inovação e a sustentabilidade das organizações e a geração de receitas e impostos para as nações.

Os acadêmicos Pari Patel e Keith Pavitt, em 1994, estabeleceram a primeira classificação dos SNI:

 

CAPÍTULO 4 - Inovação Tecnológica

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CAPÍTULO

4

Inovação Tecnológica

4.1 CONCEITOS BÁSICOS

Chama-se de invenção o ato de criar uma nova tecnologia, processo ou um objeto, ou um aperfeiçoamento de tecnologias, processos e objetos preexistentes. O termo distingue-se de descoberta, que é a aquisição de um conhecimento novo “por acaso” ou sem um esforço determinado; a invenção é fruto de um trabalho árduo e focado em desenvolver soluções para um problema.

As invenções podem ser práticas e contribuir para o desenvolvimento de várias tecnologias ou podem aplicar-se somente a um campo específico. Algumas invenções interessantes: o extintor de incêndio, o BandAid, a bola, o fax, o fogão, a moeda, a geladeira, entre inúmeras outras.

Algumas invenções podem ser contabilizadas como notáveis: a bomba atômica, o motor elétrico, o parafuso, o avião, o rádio, o radar, o raio laser, o telefone, a lâmpada, entre outras.

O responsável por invenções é chamado inventor. Quando o inventor deseja guardar exclusividade acerca do mecanismo ou processo do novo invento deve patentear, ou seja, registrar uma patente do produto.

 

CAPÍTULO 5 - Economia Empreendedora

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CAPÍTULO

5

Economia Empreendedora

A estratégia do empreendedor e do gestor de inovação e tecnologia é identificar onde acontecerão os resultados sustentados da empresa, e, para esse objetivo ser alcançado, compreende a análise do seguinte roteiro de informações: a. Análise interna da organização; b. Análise de contexto em que a organização opera; c. Análise da linha de produtos; d. Análise da atividade comercial; e. Análise contábil e do desempenho no mercado; f.

Análise do controle de custos.

A análise da organização inicia-se pelo diagnóstico organizacional, conforme já foi mencionado anteriormente, e todo o seu histórico de ações, tomada de decisões, investimentos e resultados alcançados. Já a análise de contexto estabelece uma fotografia da evolução do macroambiente e as perspectivas e tendências para o futuro que dizem respeito ao negócio.

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Capítulo Cinco

A análise dos produtos e/ou serviços busca detalhar a contribuição de cada produto nos resultados globais, procurando compreender o estágio do ciclo de vida de cada produto.

 

CAPÍTULO 6 - Os Setores de Inovação para a Geração de Resultados

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CAPÍTULO

6

Os Setores de Inovação para a

Geração de Resultados

6.1 INTRODUÇÃO

A gestão e a condução dos esforços que em nosso país objetivaram o desenvolvimento científico e tecnológico têm sido, até esta data, de iniciativa governamental, e, conseqüentemente, ocorreram em um contexto de administração pública e com a presença maciça do Estado. A breve história da ciência e da tecnologia no Brasil que indica atividades mais sistemáticas e organizadas aconteceu a partir do início do século XX.

O período posterior ao final da Segunda Guerra Mundial assistiu ao desenvolvimento de um sistema universitário no país, institucionalizando-se a pós-graduação para formar pesquisadores e recursos humanos qualificados, época em que foi criado o regime de tempo integral para que os professores pudessem se dedicar apenas às universidades e às pesquisas.

A criação de um ministério encarregado de ciência e tecnologia, em

1985, incorporou em sua estrutura o CNPq e a Finep. Posteriormente, o

 

CAPÍTULO 7 - A Evolução do Sistema de Inovação Tecnológica no Brasil

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CAPÍTULO

7

A Evolução do Sistema de

Inovação Tecnológica no Brasil

7.1 INTRODUÇÃO

Segundo Castro (1996), as empresas brasileiras, por um longo período, puderam contar com benefícios de políticas públicas e de um aparelho regulatório favorável; o Estado brasileiro disponibilizou uma proteção contra produtos internacionais e favores fiscais, quando não promovia esquemas de fomento setorial. Entretanto, a instabilidade econômica devido ao processo inflacionário e endividamento do Estado acabou por desmontar as instituições públicas encarregadas de executar a política econômica do país. As políticas de intervenção ativa, de indução de fomento, como as do comércio exterior, tributária, de infra-estrutura, industrial e tecnológica, foram vítimas da falta de recursos, como conseqüência dessa conjuntura.

O mesmo ocorreu nas áreas científica e tecnológica, o que acentuou a defasagem tecnológica em função de que, no mesmo período, se intensificaram os esforços dos países desenvolvidos, promovendo-se uma ampliação do hiato tecnológico do setor produtivo brasileiro.

 

CAPÍTULO 8 - A Importância da Diferenciação

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CAPÍTULO

8

A Importância da Diferenciação

A diferenciação é um dos tipos de vantagem competitiva de que uma empresa pode dispor. O estágio em que os concorrentes em um segmento industrial conseguem diferenciar-se entre si constitui um elemento importante como fonte em potencial. De um modo geral, as organizações vêem a diferenciação em termos das práticas de marketing ou características do produto, em vez de considerarem que elas podem se originar em qualquer parte na cadeia de valores. É óbvio que as organizações se apresentam diferentes, mas não diferenciadas, porque estas são as que buscam formas de singularidade para que os consumidores possam valorizá-las e distingui-las.

8.1 FONTES DE DIFERENCIAÇÃO

Uma empresa se diferencia quando oferece alguma coisa singular e valiosa para os consumidores, além de preço baixo. A diferenciação permite que a organização possa vender um maior volume do seu produto por determinado preço ou obtenha benefícios equivalentes. A diferenciação resulta em desempenho superior ao que o consumidor espera obter.

 

CAPÍTULO 9 - Como Estruturar as Funções P&D e Inovação na Governança Corporativa

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CAPÍTULO

9

Como Estruturar as Funções

P&D e Inovação na

Governança Corporativa

9.1 INTRODUÇÃO

Governança descreve o processo de tomada de decisão e de implementação ou não-implementação das decisões tomadas.

Estruturar significa agrupar recursos materiais e humanos, determinando as responsabilidades e integrando-as com os objetivos empresariais da organização.

As principais características da governança corporativa que condicionam para uma estruturação adequada são: participação, estrutura organizacional, transparência, responsabilidade, orientação por consenso, inclusividade, efetividade e eficiência.

• Participação

Participação significa que pessoas devem participar, igualmente, das atividades de tomada de decisão da organização, implicando a existência de liberdade de expressão.

• Estrutura Organizacional

A boa governança determina uma estrutura organizacional adequada, voltada para as condições internas e externas.

 

CAPÍTULO 10 - Organizando a Inovação e a Tecnologia para Gerar Resultados

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CAPÍTULO

10

Organizando a Inovação e a Tecnologia para Gerar

Resultados

Mudar é difícil para qualquer pessoa, mas não para o empreendedor, que vê a mudança como uma oportunidade de inovar, criar e melhorar. A atividade empreendedora em qualquer parte do mundo necessita da integração de determinados elementos: talento e capacidade de trabalho, conhecimento e tecnologia na forma de produtos/serviços ou processos e capital para a promoção do negócio.

A mudança implica riscos diante do desconhecido. A falta de preparo e de qualificação faz com que as pessoas pensem que não vai dar certo.

Hoje, com a rapidez com que as transformações ocorrem, o que valia para o passado recente vem sofrendo reformulações de conceitos, planos e diretrizes, na busca de soluções novas que coloquem a empresa no cenário competitivo.

A questão chave é entender que não basta às organizações contemporâneas a utilização de modernas técnicas gerenciais e sistemas sofisticados de gestão para assegurar a sua sobrevivência. É vital que os empresários brasileiros compreendam que as conseqüências ditadas pela globalização afetam e impactam os negócios e que passam a ser estratégicos o conhecimento, o desenvolvimento científico e tecnológico e os recursos humanos.

 

CAPÍTULO 11 - A Ambiência Competitiva e o Ambiente Inovador

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CAPÍTULO

11

A Ambiência Competitiva e o

Ambiente Inovador

As revoluções gerenciais e tecnológicas têm impactado de forma inimaginável o ambiente de negócios, tornando dramática a luta pela postura estratégica de sobrevivência das instituições em todo o mundo.

Os avanços da teleinformática, as pesquisas tecnológicas e a demanda por qualidade estão pulverizando paradigmas herdados de períodos de estabilidade tecnológica. No novo ambiente de negócios, a inovação e a capacidade de adaptação às novas regras do jogo empresarial tornamse requisitos imperativos para qualquer empresa, independentemente de seu porte, participar do cenário competitivo. Surge nesse cenário a figura do empreendedor como aquele que inova e cria um novo empreendimento, bem como aquele que desenvolve o atendimento das necessidades dos consumidores, de uma forma personalizada.

11.1 AS FORÇAS QUE ESTÃO MOLDANDO OS

AMBIENTES DE NEGÓCIOS

O mundo está sendo mudado por forças incontroláveis, ocasionadas principalmente pela transformação provocada pela telemática, que não mais permite atitudes passivas, conduzindo o contexto empresarial para

 

CAPÍTULO 12 - A Organização Inovadora e a Economia Empreendedora

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CAPÍTULO

12

A Organização Inovadora e a

Economia Empreendedora

12.1 A ORGANIZAÇÃO INOVADORA

O local onde a inovação tecnológica nasce deve ser também nas organizações empresariais e não somente nas universidades. A grande estratégia de atratividade de negócios está na redução do risco empresarial, em função das incertezas. E o Brasil tem muito poucos instrumentos de redução de risco e de incertezas, principalmente quando comparado com países desenvolvidos e emergentes, que apóiam a pesquisa e o desenvolvimento nas empresas, por meio de mecanismos fiscais e das compras governamentais.

Uma organização inovadora possui características que a distinguem daquelas que “dizem” ser inovadoras, pois sempre estão com foco em alto desempenho empresarial. Geralmente essas características independem do volume de recursos e do porte das organizações.

As características, basicamente, são as seguintes: a. A vontade de vencer, ter sucesso, superar os concorrentes e não se nivelar a eles. b. A busca permanente de idéias. c. O atendimento das necessidades dos clientes.

 

CAPÍTULO 13 - A Dinâmica da Inovação

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CAPÍTULO

13

A Dinâmica da Inovação

13.1 O PROCESSO DE INOVAÇÃO

Cada etapa do processo de inovação possui suas motivações. Os institutos de pesquisa e as universidades possuem objetivos similares, como aumento do conhecimento e da capacitação técnica dos seus recursos humanos, aquisição de equipamentos, instalações e obtenção de recursos financeiros. As universidades dedicam-se mais à pesquisa básica, voltam-se para resultados de longo prazo, enquanto os centros de pesquisa voltam-se para a natureza aplicada da ciência, procurando resultados de mais curto prazo. Portanto, tem sido prática que os centros de P&D se alinhem às empresas na geração de inovações.

Quatro aspectos estão aqui apresentados para caracterizar as diferenças entre os ambientes de inovação: a relevância dos fatores sociopolíticos e econômicos; os executores e financiadores das atividades de pesquisa; o sistema de reconhecimento e de avaliação; e os consumidores e a utilização dos resultados gerados.

 

CAPÍTULO 14 - A Gestão da Inovação e da Tecnologia

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CAPÍTULO

14

A Gestão da Inovação e da Tecnologia

14.1 INTRODUÇÃO

O principal objetivo de gestão da tecnologia e inovação é propiciar à organização inovadora desempenho financeiro através de produtos, processos, serviços adequados ao mercado e atendimento de elevado nível, com valor agregado superior ao de seus concorrentes.

As informações, o domínio do conhecimento, os recursos humanos e a tecnologia são elementos basilares para que uma gestão empresarial direcione esforços integrados visando alcançar os objetivos empresariais sustentados. É evidente que cabem à alta gerência da empresa a seleção das estratégias e o estabelecimento de um planejamento estratégico direcionando os rumos e objetivos empresariais.

O gestor de inovação e tecnologia possui uma série de responsabilidades e um conjunto de valores, bem como o papel de acompanhamento da evolução e do desenvolvimento do conhecimento aplicado ao negócio e da avaliação dos trabalhos que estão sendo conduzidos.

 

CAPÍTULO 15 - Recursos para a Inovação e a Tecnologia

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CAPÍTULO

15

Recursos para a Inovação e a Tecnologia

Os recursos privados investidos em pesquisa e desenvolvimento já são significativos no país, conforme se depreende da análise do relatório Pintec 2003. As informações obtidas do referido relatório dão conta de que grande parte dos recursos das empresas privadas utilizados em desenvolvimento tecnológico é própria e sem financiamento governamental.

É notório que o esforço exportador de um país tem influência direta com a capacidade inovadora das empresas, e, portanto, o desafio brasileiro é aumentar o esforço inovador do setor produtivo. Para que isso aconteça, e de forma rápida, faz-se necessário um conjunto de diretrizes de estímulo ao setor produtivo ao esforço inovador e tecnológico, por meio de incentivos fiscais e não-fiscais.

Quanto aos estímulos não-fiscais, entenda-se a base institucional responsável pela promoção do desenvolvimento tecnológico, que tem no

MCT o principal executor, através da Finep e do CNPq, com diversos programas de apoio ao uso da infra-estrutura de C&T para o setor produtivo.

 

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