Introdução à Engenharia de Sistemas Térmicos

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Escrito pelos quatro principais autores do ramo, Introdução à Engenharia de Sistemas Térmicos oferece uma apresentação integrada da termodinâmica, mecânica dos fluidos e transferência de calor em um texto conciso. Michael Moran, Howard Shapiro, Bruce Munson e David DeWitt pesquisaram e identificaram os temas críticos de cada área, necessários para analisar sistemas térmicos. O texto contém todo o material referente ao núcleo de conhecimentos de que o leitor precisa nos sistemas térmicos de engenharia. Já os materiais suplementares - disponíveis no GEN-IO (repositório de materiais suplementares do Grupo GEN) oferecem conteúdo adicional e uma gama razoável de recursos destinados a ampliar o entendimento desse núcleo e ajudá-lo a aprimorar suas habilidades de resolução dos problemas. O objetivo deste livro é apresentar um curso introdutório que integre termodinâmica, mecânica dos fluidos e transferência de calor. A obra foi planejada para cursos de engenharia, tendo como pré-requisito a física e o cálculo elementares.

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CAPÍTULO 1 - O QUE É A ENGENHARIA DOS SISTEMAS TÉRMICOS?

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Capítulo 1

O QUE É A ENGENHARIA DOS SISTEMAS

TÉRMICOS?

Introdução…

O objetivo deste capítulo é introduzir a engenharia dos sistemas térmicos utilizando diversas aplicações modernas. Nossas discussões utilizam certos termos que consideramos familiares no seu conhecimento de física e química. Os papéis da termodinâmica, da mecânica dos fluidos e da transferência de calor na engenharia dos sistemas térmicos e suas relações também são descritos. A apresentação se conclui com dicas sobre o uso eficaz do livro.

1.1 INICIANDO

A engenharia de sistemas térmicos está relacionada com a forma pela qual a energia é utilizada em benefício da indústria, do transporte e das residências e também com o papel da energia no estudo das vidas humana, animal e vegetal. Na indústria, os sistemas térmicos são encontrados em usinas de energia elétrica, indústrias de processamento químico e em processos de fabricação. Nossas necessidades de transporte são atendidas com vários tipos de motores, conversores de potência e equipamento de refrigeração. Em residências, aparelhos elétricos e a gás como fornos, refrigeradores e aquecedores representam sistemas térmicos. Máquinas de fazer nevar, pistas de patinação no gelo e outros usos de recreação envolvem sistemas térmicos. Em todos os seres vivos, os sistemas respiratório e circulatório são sistemas térmicos, assim como o são os equipamentos para manter a vida e os utilizados nos procedimentos cirúrgicos.

 

CAPÍTULO 2 - INICIANDO EM TERMODINÂMICA: CONCEITOS INICIAIS E DEFINIÇÕES

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Capítulo 2

termodinâmica

INICIANDO EM TERMODINÂMICA:

CONCEITOS INICIAIS E DEFINIÇÕES

Introdução…

A palavra termodinâmica origina-se das palavras gregas termo (calor) e dinâmica (força). Embora vários aspectos do que é agora conhecido como termodinâmica tenham sido de interesse desde a Antigüidade, o estudo formal da termodinâmica começou nos primórdios do século XIX através de considerações sobre a força motriz do calor: a capacidade de os corpos quentes produzirem trabalho. Hoje o escopo é mais abrangente, tratando basicamente da energia e das relações entre as propriedades da matéria.

O objetivo deste capítulo é o de apresentar alguns conceitos fundamentais e definições que são usadas em nosso estudo de termodinâmica. Na maior parte das vezes, a apresentação será resumida, e elaborações adicionais serão fornecidas nos capítulos subseqüentes.

objetivo do capítulo

2.1 DEFINIÇÃO DE SISTEMAS

Um passo importante em qualquer análise de engenharia é descrever precisamente o que está sendo estudado. Em mecânica, se a trajetória de um corpo deve ser determinada, normalmente o primeiro passo é definir um corpo livre e identificar todas as forças exercidas sobre ele por outros corpos. A segunda lei de Newton do movimento é então aplicada. Em engenharia de sistemas térmicos, o termo sistema é utilizado para identificar o objetivo da análise. Uma vez que o sistema seja definido e as interações relevantes com outros sistemas sejam identificadas, uma ou mais leis ou relações físicas são aplicadas.

 

CAPÍTULO 3 - UTILIZANDO ENERGIA E A PRIMEIRA LEI DA TERMODINÂMICA

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Capítulo 3

termodinâmica

UTILIZANDO ENERGIA E A PRIMEIRA LEI

DA TERMODINÂMICA

Introdução…

Energia é um conceito fundamental da Termodinâmica e um dos aspectos mais significativos de análise em engenharia. Neste capítulo discutiremos a energia e e desenvolveremos equações para a aplicação do princípio da conservação de energia. Esta apresentação é limitada a sistemas fechados. No Cap. 5 a discussão é estendida a volumes de controle.

Energia é uma noção familiar, e você já lida há muito com ela. Desenvolvemos neste capítulo diversos aspectos importantes do conceito de energia. Alguns deles são encontrados no Cap. 1. Uma idéia básica é a de que a energia pode ser armazenada nos sistemas sob várias formas. A energia também pode ser convertida de uma forma à outra e transferida entre os sistemas. Para sistemas fechados, a energia pode ser transferida por trabalho e transferência de calor. A quantidade total de energia é conservada em todas as transformações e transferências.

 

CAPÍTULO 4 - AVALIANDO PROPRIEDADES

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Capítulo 4

termodinâmica

AVALIANDO PROPRIEDADES

Introdução…

A aplicação do balanço de energia a um sistema de interesse requer o conhecimento das propriedades deste sistema e de como as propriedades estão relacionadas. O objetivo deste capítulo é apresentar as relações das propriedades relevantes à engenharia termodinâmica. Como parte da apresentação, são dados diversos exemplos para ilustrar o uso do balanço de energia para o sistema fechado introduzido no Cap. 3 juntamente com as relações das propriedades consideradas neste capítulo.

objetivo do capítulo

4.1 DEFININDO O ESTADO

O estado de um sistema fechado em equilíbrio é a sua condição conforme descrita pelos valores de suas propriedades termodinâmicas. Observando muitos sistemas, sabe-se que nem todas as suas propriedades são independentes umas das outras, e o estado pode ser determinado univocamente pelos valores de suas propriedades independentes. Os valores para todas as outras propriedades podem ser determinados se esse subconjunto independente for especificado. Uma regra geral conhecida como princípio dos estados equivalentes foi desenvolvida como um guia na determinação do número de propriedades independentes necessárias para se determinar o estado de um sistema.

 

CAPÍTULO 5 - ANÁLISE DO VOLUME DE CONTROLE UTILIZANDO ENERGIA

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Capítulo 5

termodinâmica

ANÁLISE DO VOLUME DE CONTROLE

UTILIZANDO ENERGIA

Introdução… objetivo do capítulo

O objetivo deste capítulo é desenvolver e ilustrar o uso dos princípios da conservação de massa e conservação de energia nos volumes de controle. Os balanços de massa e energia para os volumes de controle são introduzidos nas Seções 5.1 e 5.2, respectivamente. Esses balanços são aplicados na Seção 5.3 a volumes de controle em estado estacionário.

Embora os equipamentos como turbinas, bombas e compressores, através dos quais a massa escoa, possam ser analisados inicialmente pelo estudo de uma dada quantidade de matéria (um sistema fechado) conforme ela passa pelo equipamento, prefere-se normalmente pensar em uma região do espaço através da qual a massa escoa (um volume de controle). Assim, como no caso de um sistema fechado, a transferência de energia através da fronteira de um volume de controle pode ocorrer por meio de trabalho e calor. Além disso, um outro tipo de transferência de energia deve ser levado em conta — a energia relacionada com a massa à medida que ela entra ou sai.

 

CAPÍTULO 6 - SEGUNDA LEI DA TERMODINÂMICA

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Capítulo 6

termodinâmica

SEGUNDA LEI DA TERMODINÂMICA

Introdução…

objetivo do capítulo

Na apresentação até este momento foi considerada a análise termodinâmica utilizando os princípios da conservação de massa e da conservação da energia juntamente com as relações entre as propriedades. Nos

Caps. 3 a 5 esses fundamentos foram aplicados a situações de complexidade crescente. Contudo os princípios de conservação nem sempre são suficientes, e freqüentemente a segunda lei da termodinâmica faz-se também necessária para a análise termodinâmica. O objetivo deste capítulo é apresentar a segunda lei da termodinâmica. Uma série de deduções que podem ser denominadas corolários da segunda lei da termodinâmica também será considerada, incluindo limites de desempenho de ciclos termodinâmicos. A apresentação corrente fornece a base para desenvolvimentos subseqüentes envolvendo a segunda lei no Cap. 7.

6.1 INTRODUZINDO A SEGUNDA LEI

Os objetivos da presente seção são (1) motivar a necessidade e a utilidade da segunda lei e (2) introduzir enunciados da segunda lei que sirvam como ponto de partida para sua aplicação.

 

CAPÍTULO 7 - UTILIZANDO A ENTROPIA

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Capítulo 7

termodinâmica

UTILIZANDO A ENTROPIA

Introdução…

objetivo do capítulo

Até agora, nosso estudo da segunda lei tem se concentrado principalmente no que ela diz sobre sistemas submetidos a ciclos termodinâmicos. Neste capítulo são apresentados os meios para a análise de sistemas segundo a perspectiva da segunda lei à medida que estes são submetidos a processos que não são necessariamente ciclos. A propriedade entropia desempenha um papel proeminente nessas considerações. O objetivo deste capítulo é apresentar a entropia e mostrar seu uso na análise termodinâmica.

A palavra energia é de tal forma parte de nossa linguagem cotidiana que você com certeza já estava familiarizado com o termo mesmo antes de encontrá-lo em cursos básicos de ciência. Essa familiarização facilitou provavelmente o estudo de energia nesses cursos e no curso atual. Você verá neste capítulo que a análise de sistemas a partir da perspectiva da segunda lei é realizada convenientemente em termos da propriedade entropia. Energia e entropia são conceitos abstratos. Entretanto, ao contrário da energia, a palavra entropia é raramente utilizada em conversas do dia-a-dia e você pode nunca ter lidado antes com ela quantitativamente. A energia e a entropia desempenham papéis importantes na engenharia de sistemas térmicos.

 

CAPÍTULO 8 - SISTEMAS DE POTÊNCIA A VAPOR E DE REFRIGERAÇÃO

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Capítulo 8

termodinâmica

SISTEMAS DE POTÊNCIA A VAPOR

E DE REFRIGERAÇÃO

Introdução…

Uma meta importante em engenharia é conceber sistemas que efetuem tipos de conversão de energia desejados. O objetivo do presente capítulo é estudar sistemas de potência e de refrigeração a vapor, nos quais o fluido de trabalho é vaporizado e condensado alternativamente. Na primeira parte do capítulo serão considerados os sistemas de potência a vapor. Os sistemas de refrigeração a vapor, incluindo as bombas de calor, serão discutidos na segunda parte do capítulo.

SISTEMAS DE POTÊNCIA A VAPOR

Esta parte do capítulo é dedicada a sistemas de potência a vapor que produzem uma saída de potência líquida resultante da queima de um combustível fóssil ou nuclear, ou proveniente do aproveitamento da energia solar. Descreveremos alguns dos esquemas práticos empregados na produção de potência e ilustraremos como essas instalações de potência podem ser modeladas como sistemas térmicos. No Cap. 9, estudaremos os motores de combustão interna e as turbinas a gás nos quais o fluido de trabalho permanece um gás.

 

CAPÍTULO 9 - SISTEMAS DE POTÊNCIA A GÁS

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Capítulo 9

termodinâmica

SISTEMAS DE POTÊNCIA A GÁS

Introdução…

Os sistemas de potência a vapor estudados no Cap. 8 utilizam fluidos de trabalho que são alternadamente vaporizados e condensados. O objetivo do presente capítulo é estudar os sistemas de potência que utilizam fluidos de trabalho que são sempre um gás. Estão incluídos nesse grupo as turbinas a gás e os motores de combustão interna dos tipos ignição por centelha e ignição por compressão. Na primeira parte deste capítulo, os motores de combustão interna serão considerados. Instalações de potência movidas a turbina a gás serão discutidas na segunda parte do capítulo.

objetivo do capítulo

MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA

Esta parte do capítulo lida com os motores de combustão interna. Embora a maioria das turbinas a gás sejam também motores de combustão interna, o nome é normalmente empregado para motores alternativos de combustão interna do tipo comumente utilizado em automóveis, caminhões e ônibus. Esses motores também diferem daqueles de instalações de potência considerados anteriormente, porque o processo ocorre no interior de um arranjo cilindro-pistão alternativo e não em uma série de componentes diferentes interconectados.

 

CAPÍTULO 10 - APLICAÇÕES PSICROMÉTRICAS

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Capítulo 10

termodinâmica

APLICAÇÕES PSICROMÉTRICAS

Introdução… objetivo do capítulo

psicrometria

O objetivo deste capítulo é estudar sistemas que envolvem misturas de ar seco e de vapor d’água. Uma fase líquida de água também pode estar presente. O conhecimento do comportamento desses sistemas é essencial para a análise e o projeto de sistemas de ar condicionado, torres de arrefecimento e processos industriais que necessitem de um controle rigoroso do conteúdo de vapor no ar. O estudo de sistemas envolvendo ar seco e água é conhecido como psicrometria.

10.1 INTRODUÇÃO AOS PRINCÍPIOS PSICROMÉTRICOS

O objetivo desta seção é apresentar algumas definições e princípios importantes utilizados nos sistemas envolvendo ar seco e água.

10.1.1 AR ÚMIDO ar úmido

O termo ar úmido refere-se a uma mistura de ar seco e vapor d’água na qual o ar seco é tratado como se fosse um componente puro. Como pode ser verificado pela consulta a dados de propriedades apropriados, a mistura total e cada componente da mistura se comportam como gases ideais nos estados aqui considerados.

 

CAPÍTULO 11 - INTRODUÇÃO À MECÂNICA DOS FLUIDOS: ESTÁTICA DOS FLUIDOS

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Capítulo 11

fluidos

INTRODUÇÃO À MECÂNICA DOS FLUIDOS:

ESTÁTICA DOS FLUIDOS

Introdução…

A mecânica dos fluidos é a disciplina que pertence ao vasto campo da mecânica aplicada cujo foco é o comportamento de fluidos em repouso ou em movimento. Tanto líquidos como gases são fluidos. (Uma definição mais completa de fluido é dada na Seção 12.1.) Esse campo da mecânica engloba obviamente uma vasta gama de problemas que podem variar desde o estudo do escoamento do sangue nos capilares

(que têm apenas poucos mícrons de diâmetro) até o escoamento de óleo bruto através de oleodutos com

800 milhas de comprimento (cerca de 13000 km) e 4 pés de diâmetro (aproximadamente 1,2 m), no Alasca.

Os princípios da mecânica dos fluidos explicam por que as aeronaves são construídas com superfícies aerodinâmicas lisas, ao passo que as bolas de golfe são feitas com superfícies rugosas (dotadas de ranhuras).

Além disso, como discutido no Cap. 1, os princípios e os conceitos da mecânica dos fluidos estão freqüentemente envolvidos no estudo e na análise de sistemas térmicos. Portanto, é altamente provável que durante a sua carreira de engenheiro você seja envolvido na análise e no projeto de sistemas que requerem um bom conhecimento de mecânica dos fluidos. Esta introdução fornecerá uma base sólida sobre aspectos fundamentais da mecânica dos fluidos.

 

CAPÍTULO 12 - EQUAÇÕES DE MOMENTO E DE ENERGIA MECÂNICA

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Capítulo 12

fluidos

EQUAÇÕES DE MOMENTO E DE

ENERGIA MECÂNICA

Introdução…

objetivo do capítulo

O comportamento de um fluido é determinado por um conjunto de leis físicas fundamentais expressas por um conjunto apropriado de equações. A aplicação das leis, como a conservação de massa, a lei de Newton do movimento e as leis da termodinâmica, constitui a base da análise da mecânica dos fluidos. Consideramos neste capítulo três equações que são as representações matemáticas dessas leis — a equação de momento, a equação de Bernoulli e a equação de energia mecânica. Essas equações lidam com um fluido em escoamento, diferentemente das equações do capítulo anterior que envolviam fluidos estacionários. Por conseguinte, o objetivo deste capítulo é mostrar o uso dessas equações em sistemas térmicos de engenharia. Uma discussão do escoamento compressível também é fornecida nas Seções 12.8 a 12.10.

12.1 PRELIMINARES SOBRE ESCOAMENTO DE FLUIDOS

Apresentamos nesta seção alguns conceitos importantes relativos ao escoamento de fluidos que sustentam não só as discussões deste capítulo, mas também as dos Caps. 13 e 14. Esses conceitos incluem forças de corpo e de superfície, viscosidade e o modelo de escoamento incompressível.

 

CAPÍTULO 13 - SEMELHANÇA, ANÁLISE DIMENSIONAL E MODELAGEM

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Capítulo 13

fluidos

SEMELHANÇA, ANÁLISE DIMENSIONAL E

MODELAGEM

Introdução…

Há um grande número de problemas práticos de engenharia envolvendo mecânica dos fluidos cuja solução depende de dados obtidos experimentalmente. Uma meta óbvia de qualquer experimento é fazer com que os resultados sejam aplicáveis do modo mais amplo possível. Para alcançar essa finalidade, o conceito de semelhança é freqüentemente utilizado de modo que as medições feitas em um sistema (por exemplo, no laboratório) possam ser usadas para descrever o comportamento de outros sistemas semelhantes (fora do laboratório). Os sistemas de laboratório são geralmente vistos como modelos e são utilizados para estudar o fenômeno de interesse sob condições controladas cuidadosamente. A partir desses estudos de modelo, podem ser desenvolvidas formulações empíricas, ou podem ser feitas predições específicas de uma ou mais características de qualquer outro sistema semelhante. Para isso, é necessário estabelecer a relação entre o modelo de laboratório e o “outro sistema”. O objetivo deste capítulo é determinar como utilizar a semelhança, a análise dimensional e a modelagem para simplificar a investigação experimental dos problemas de mecânica dos fluidos.

 

CAPÍTULO 14 - ESCOAMENTO INTERNO E EXTERNO

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Capítulo 14

fluidos

ESCOAMENTO INTERNO E EXTERNO

Introdução… escoamento interno e externo

objetivo do capítulo

Os problemas de mecânica dos fluidos relativos ao escoamento de fluidos podem ser classificados de modo geral como problemas de escoamento interno ou externo. Os escoamentos limitados por fronteiras são considerados escoamentos internos. Exemplos de escoamentos internos incluem escoamentos através de tubos, dutos, válvulas e diversos dispositivos de conexão de tubos. Escoamentos em torno de corpos completamente envolvidos por um fluido são considerados escoamentos externos. Exemplos de escoamentos externos incluem escoamentos em torno de aeronaves, automóveis, prédios e submarinos. O objetivo deste capítulo é estudar o escoamento interno de um fluido viscoso através de sistemas de tubos e o escoamento externo em torno de formas geométricas conhecidas.

ESCOAMENTO INTERNO sistema de tubos

Esta parte do capítulo lida com o escoamento interno de um fluido viscoso em uma tubulação. Alguns dos componentes básicos de um sistema típico de tubos são mostrados na Fig. 14.1. Eles incluem os próprios tubos (talvez de mais de um diâmetro), as várias conexões utilizadas para unir os tubos individuais formando o sistema desejado, os dispositivos de controle do escoamento (válvulas) e as bombas ou turbinas que adicionam ou retiram energia mecânica do fluido.

 

CAPÍTULO 15 - INTRODUÇÃO À TRANSFERÊNCIA DE CALOR: MODOS, EQUAÇÕES DE TAXAS E BALANÇOS DE ENERGIA

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Capítulo 15

transferência de calor

INTRODUÇÃO À TRANSFERÊNCIA DE CALOR: MODOS,

EQUAÇÕES DE TAXAS E BALANÇOS DE ENERGIA

Introdução…

objetivo do capítulo

A partir do estudo da termodinâmica, você aprende que energia pode ser transferida através de interações entre um sistema e sua vizinhança. Essas interações incluem a transferência de energia por calor e trabalho, assim como a transferência de energia associada com escoamento de massa. A termodinâmica lida com os estados inicial e final que delimitam processos durante os quais as interações ocorrem e também com as quantidades líquidas de transferência de energia por calor e trabalho para os processos. A mecânica dos fluidos lida com a natureza do escoamento de fluidos e com as forças que existem no interior de fluidos e nas fronteiras entre fluidos e sólidos. Nos capítulos seguintes, estendemos as análises termodinâmicas e de mecânica dos fluidos ao estudo dos modos de transferência de calor e ao desenvolvimento das relações para calcular as taxas de transferência de calor.

 

CAPÍTULO 16 - TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR CONDUÇÃO

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Capítulo 16

transferência de calor

TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR CONDUÇÃO

Introdução…

No Cap. 15, aprendemos que a transferência de calor por condução é regida pela lei de Fourier. Aprendemos também que, com base no conhecimento de como a temperatura varia em um meio, ou seja, a distribuição de temperatura, a lei pode ser utilizada para determinar o fluxo térmico. O objetivo em uma análise de condução

é determinar a distribuição de temperatura em um meio resultante das condições impostas em suas fronteiras.

O primeiro objetivo deste capítulo é compreender como a equação de calor, baseada na lei de Fourier e no requisito da conservação de energia, pode ser utilizada para obtenção da distribuição de temperatura em um meio para condições de regimes permanente e transiente. O segundo objetivo é mostrar como os circuitos térmicos podem ser utilizados para modelar o fluxo de calor em regime permanente em formas geométricas usuais, como em uma parede plana, um cilindro, uma esfera e em superfícies estendidas (aletas).

 

CAPÍTULO 17 - TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR CONVECÇÃO

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Capítulo 17

Transferência de calor

TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR CONVECÇÃO

Introdução…

objetivos do capítulo

Até agora focalizamos nossa atenção na transferência de calor por condução e consideramos a convecção apenas como uma possível condição de contorno para os problemas de condução. Na Seção 15.2, utilizamos o termo convecção para descrever a transferência de calor entre uma superfície e um fluido adjacente quando estão a diferentes temperaturas. Embora o movimento molecular (condução) contribua para esse tipo de transferência, a contribuição dominante é geralmente dada pela movimentação global das partículas do fluido. Aprendemos também que o conhecimento do coeficiente de transferência de calor por convecção é necessário para utilizarmos a lei de Newton do resfriamento na determinação do fluxo térmico convectivo. Além da dependência das propriedades do fluido, o coeficiente de transferência de calor por convecção depende da geometria da superfície e das condições de escoamento. A multiplicidade das variáveis independentes resulta do fato de que a transferência de calor por convecção é determinada pelas camadas limites que se desenvolvem na superfície. A determinação do coeficiente de transferência de calor por convecção pelo tratamento desses efeitos é vista como o problema de convecção.

 

CAPÍTULO 18 - TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR RADIAÇÃO

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Capítulo 18

transferência de calor

TRANSFERÊNCIA DE CALOR POR RADIAÇÃO

Introdução…

Quando existe uma diferença de temperatura entre duas superfícies, pode ocorrer transferência líquida de calor por radiação mesmo na ausência de um meio material interveniente. Na Seção 15.1.3, introduzimos os processos de radiação (emissão, irradiação, absorção e reflexão), as propriedades relativas (emissividade, absortividade e refletividade) e a equação da taxa (lei de Stefan Boltzmann).

Vamos expandir neste capítulo esses conceitos introdutórios e apresentar novos métodos para lidar com a transferência de calor por radiação das superfícies espectralmente seletivas e a troca de calor por radiação entre superfícies em cavidades. O termo espectralmente seletivo se refere a propriedades preferenciais de emissão e absorção associadas aos diferentes comprimentos de onda da radiação. Exemplos desse comportamento incluem as características de absorção e reflexão de superfícies com neve e dos coletores solares.

 

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