Instalações Hidráulicas e Sanitárias, 6ª edição

Autor(es): CREDER, Hélio
Visualizações: 674
Classificação: (0)

Instalações Hidráulicas e Sanitárias mantém-se rigorosamente atualizado com as normas brasileiras vigentes na área, destacando-se, por outro lado, pelo pioneirismo na introdução de padrões de qualidade adotados internacionalmente e que regulam a utilização de materiais e procedimentos específicos visando à segurança, à simplicidade e à facilidade de manutenção das instalações. Como exemplos dessa preocupação destacam-se o detalhamento de instalações especiais para deficientes físicos segundo normas internacionais (Suíça) e a incorporação de novos conceitos, como o Dry-Wall, visando à manutenção facilitada das instalações prediais, inovações trazidas por esta obra.
Durante essa jornada de publicações das edições anteriores, que culmina nesta sexta edição de Instalações Hidráulicas e Sanitárias, Hélio Creder demonstrou a preocupação em acompanhar a evolução arquitetônica e ocupacional de edifícios mais sofisticados, atendendo a novas necessidades como, por exemplo, a pressurização de água quente e fria de apartamentos de cobertura, sendo pioneiro na orientação de pregar a supressão das onerosas instalações de ferro fundido, viáveis apenas em casos muito especiais.
Dentro desse escopo, esta nova edição traz a atualização do capítulo sobre Tecnologia dos Materiais de Instalações Hidráulicas e Sanitárias, basicamente com a substituição de tubos e conexões de fibrocimento por PVC. Também foi ampliada a abrangência do tratamento de temas como as instalações de saunas e piscinas, cada dia mais comuns em edifícios residenciais e em áreas de lazer de condomínios. Importante, também, é a transcrição comentada com exemplos do Código de Segurança contra Incêndio e Pânico, com Esquemas de Pressurização em função da classe de riscos, voltada para a prevenção de sinistros e a proteção dos residentes e usuários dessas instalações.
Para comodidade do leitor, as figuras que representam detalhes e plantas de projeto foram ampliadas e inseridas como encarte no Capítulo 1 e em um folheto anexo, que acompanha o livro. Todas essas atualizações e modificações visaram sempre, em última análise, a oferecer aos estudantes e profissionais da área o que de melhor existe em termos de conhecimento técnico sobre instalações hidráulicas e sanitárias.

7 capítulos

Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

1. Instalações Prediais de água Potável

PDF Criptografado

1

Instalações Prediais de Água Potável

1.1 INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA (NBR-5626/1998)

1.1.1 Introdução

O abastecimento de água para o consumo humano foi sempre preocupação de todos os povos em todas as épocas.

As civilizações, desde a mais remota Antigüidade, sempre se desenvolveram próximas de cursos d’água;

é fato conhecido que, sem água, não pode existir vida humana, pois 70% do nosso corpo é constituído de

água, exigindo constante renovação através da ingestão oral.

Vários documentos históricos atestam a preocupação do homem em abastecer de água os agrupamentos humanos, desde a Antigüidade. No tempo da Roma dos Césares, foram construídas várias obras de hidráulica, com o objetivo de abastecimento d’água para o consumo humano e também para lazer, como por exemplo as famosas piscinas romanas.

Na cidade de Segóvia, na Espanha, ainda está em funcionamento um tradicional aqueduto com mais de

10 km de extensão e construído na época de Cristo.

 

2. Instalações Prediais de Gás

PDF Criptografado

2

Instalações Prediais de Gás

2.1 GÁS DE RUA

2.1.1 Generalidades

A utilização do fogo como fonte energética no preparo dos alimentos e para iluminação marca o início da civilização e de condições de vida mais humanas. Desde a época das cavernas o homem vem aperfeiçoando os meios de produção de calor para os diversos fins.

Em 1609, o médico químico belga Jean-Baptiste von Helmout chamou de Geist, ou “alma”, os produtos que se desprendiam dos corpos em combustão, tendo origem aí a palavra “gás”.

Em 1807, em Londres, pela primeira vez no mundo, é iluminada a gás uma via pública.

Em 1851, no Brasil, Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, fundou a Companhia de Iluminação a Gás, no local onde é hoje o Instituto de Seguridade Social da CEG (Companhia Estadual de Gás do Estado do Rio de

Janeiro) — GASIUS. Inicialmente, o gás era utilizado somente para iluminação, porém, no início do século XX, a então Societé Anonyme du Gas, atendendo ao progresso da cidade, construiu uma fábrica de gás de maior porte, a partir da destilação destrutiva de uma mistura de carvões nacional e estrangeiro em retortas especiais a 1.300°C, quando se libera todo o gás, deixando como subproduto o coque, que é utilizado na siderurgia. Foram construídos gasômetros, compressores e redes distribuidoras para a utilização do gás como combustível doméstico.

 

3. Instalações Prediais de Esgotos Sanitários e de águas Pluviais

PDF Criptografado

3

Instalações Prediais de

Esgotos Sanitários e de Águas Pluviais

3.1 INTRODUÇÃO

3.1.1 Objetivos

As presentes instruções são baseadas na revisão da NB-19 da ABNT* que rege as instalações prediais de esgotos sanitários. Essa Norma estabelece os requisitos mínimos a serem obedecidos na elaboração do Projeto, na execução e no recebimento das instalações prediais de esgotos sanitários, para que elas satisfaçam as condições necessárias de higiene, segurança, economia e conforto dos usuários.

Atualmente as Normas NBR-5688 de Jan/99 regulam os sistemas prediais de água pluvial, esgoto sanitário, ventilação, tubos e conexões em PVC tipo DN (diâmetro nominal).

3.1.2 Campo de Aplicação a) Essa Norma se aplica às Instalações Prediais de Esgotos Sanitários de qualquer tipo de edifício, seja ele construído em zona urbana ou rural. b) Para os edifícios situados em zona urbana, essa Norma se aplica indistintamente nos casos de a zona ser servida ou não por sistemas públicos de esgotos sanitários. c) Não se enquadram nessa Norma aqueles tipos de esgotos que, devido às suas características de qualidade e temperatura, têm sua ligação vedada ao coletor público, conforme disposto na Norma.

 

4. Tecnologia dos Materiais de Instalações hidráulicas e Sanitárias

PDF Criptografado

4

Tecnologia dos Materiais de Instalações

Hidráulicas e Sanitárias

4.1 MATERIAL PLÁSTICO

4.1.1 Generalidades

O uso do plástico como condutor de fluidos já está generalizado mundialmente pelas inúmeras vantagens oferecidas.

A publicação americana A Chemical Engineering Report já anunciava em março de 1959 as seguintes vantagens do uso do plástico:

— baixo peso;

— baixo custo relativo;

— boa resistência química;

— baixo coeficiente de atrito (pequenas perdas de carga);

— baixa tendência ao entupimento;

— baixa condutividade elétrica;

— baixa condutividade térmica;

— baixo custo de fretes;

— facilidade para instalação e manutenção;

— segurança, quando protegido externamente.

Por outro lado, a referida publicação apontava como desvantagens:

— baixa resistência à temperatura;

— baixa resistência à pressão;

— baixa resistência mecânica;

— baixa estabilidade dimensional;

 

5. Instalações Especiais

PDF Criptografado

5

Instalações Especiais

Há diversos tipos de instalações hidráulicas a que chamamos especiais por terem aplicações diferentes, ou seja, uso em outras finalidades. Por exemplo, sistema de pressurização de água, sistema hidráulico para uso de piscinas e saunas.

Vejamos, separadamente, cada um desses exemplos.

5.1 SISTEMA DE PRESSURIZAÇÃO DE ÁGUA

Há inúmeras instalações que, por terem pressões de abastecimento insuficientes, têm necessidade de um sistema que aumente a sua pressão dinâmica. Tal é o sistema Auto-Jet, indicado para as seguintes instalações:

1) Casas e coberturas: chuveiros com aquecedores elétricos ou a gás (solar ou boiler), duchas, saunas, cozinhas etc.

2) Hotéis ou motéis.

3) Clubes, academias ou salões de beleza.

O sistema Auto-Jet funciona pelo princípio da variação de fluxo de água e entra em funcionamento automático quando existe um fluxo mínimo de 0,2 litro por minuto. Para isso existe uma pequena bomba de potência de 1/8 até ½ cv, conforme o número de peças a serem pressurizadas.

 

6. Instalações para Deficientes Físicos

PDF Criptografado

6

Instalações para Deficientes Físicos

Em nosso País, os deficientes físicos sempre foram relegados a condições de abandono, até mesmo por parte de autoridades responsáveis. Basta vermos que não existem Códigos especializados que apresentem as exigências necessárias ao conforto do deficiente, quer sejam Códigos de Obras, quer de Trânsito, salvo raras exceções.

Após o Ano Internacional do Deficiente Físico (1981), porém, já se nota algum progresso nesse setor, em especial quanto ao estacionamento de veículos e instalações sanitárias em alguns edifícios públicos. Todavia, ainda nos resta muito a fazer para tornarmos mais humana a vida das pessoas deficientes, principalmente nos centros urbanos, onde ainda não há fiscalização adequada ao cumprimento da própria legislação existente.

Um dos grandes problemas a serem vencidos é o do estacionamento de carros em calçadas, prática muito comum em grandes metrópoles, tornando praticamente impossível o deslocamento de cadeiras de rodas ou mesmo de carrinhos de criança, sem o grave inconveniente do risco de transitar por ruas e avenidas destinadas ao tráfego de veículos.

 

Anexos, Tabelas e Respostas das Questões Propostas

PDF Criptografado

Anexos

A. PROJETO DE INSTALAÇÕES

A fim de tornar mais objetivo o que se expôs ao longo do livro, apresentaremos um projeto completo de instalações hidráulicas e sanitárias, tal como é exigido para aprovação nas repartições competentes no estado do Rio de Janeiro.

Trata-se de um prédio de quatro pavimentos, dos quais um térreo, dois pavimentos-tipo e um pavimento de cobertura.

Cada pavimento-tipo tem quatro apartamentos, e o pavimento de cobertura tem dois apartamentos, com o total de 10 apartamentos.

A-1 INSTALAÇÕES SANITÁRIAS

A-1.1 Planta de Situação (Fig. A-1: ver encarte)

Nesta planta o edifício é localizado na rua, com numeração, edifícios vizinhos, dimensões do prédio da calçada, etc.

Por não ser região com rede de esgotos, o tratamento será realizado em fossa séptica.

A-1.2 Esquema Vertical (Fig. A-2: ver encarte)

Neste desenho as instalações de esgotos são vistas em conjutno, sem escala. Foi usada a tubulação de

PVC para esgotos, ventilação e águas pluviais. O número de peças que descarregam nos tubos de queda consta do esquema.

 

Detalhes do Produto

Livro Impresso
eBook
Capítulos

Formato
PDF
Criptografado
Sim
SKU
BPPD000223246
ISBN
9788521618263
Tamanho do arquivo
20 MB
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
Formato
PDF
Criptografado
Sim
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
SKU
Em metadados
ISBN
Em metadados
Tamanho do arquivo
Em metadados