Série Educação - Psicologia da Educação

Autor(es): L. Gamez
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Psicologia da Educação é Ideal para estudantes de graduação e professores em atividade no mercado de trabalho. Com o objetivo de conjugar, de forma equilibrada e articulada, o repertório teórico e a aplicação prática da psicologia no contexto educacional, esta obra proporciona recursos úteis por meio de uma linguagem clara e dialógica.Alternando entre os conceitos e classificações de grandes pensadores – como Piaget, Vygotsky, Freud, Pavlov e Wallon – e questões para discussão, exercícios e exemplos de aplicação na sala de aula, este livro promove a comunhão ideal entre psicologia e pedagogia para possibilitar uma prática docente fundamentada, pertinente, humana e sensível.

 

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Capítulo 1 - A Natureza da Psicologia da Educação

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Quando alguém comenta que um objeto ou uma pessoa é inteligente, a que exatamente está se referindo? Será que à sua capacidade de resposta e aprendizado? Ou será que se refere, no caso dos seres humanos, à existência de um elevado coeficiente intelectual, como se fosse possível medi-lo com precisão e confiabilidade? Será então que aprendizagem e inteligência caminham juntas?

Você já pensou?

O que exerce maior influência na aprendizagem humana, a capacidade cognitiva de processamento da informação ou o meio em que a pessoa está inserida? E este interfere diretamente no seu aprendizado e na formação da sua inteligência? Afinal, existe uma inteligência inata, que trazemos ao nascer, ou a mente é uma tábula rasa e tudo o que sabemos é derivado de um processo de aprendizagem e de interação com o meio? Você, no que acredita?

Howard Gardner, um conhecido psicólogo cognitivo e educacional que leciona Cognição e Educação na Universidade de Harvard, define inteligência como “a capacidade de resolver problemas ou de criar produtos que sejam valorizados dentro de um ou mais cenários culturais”.1

 

Capítulo 2 - As Raízes Filosóficas em Psicologia da Educação

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Se o estudo da Filosofia pode lhe parecer reservado aos teóricos e às conversas entre intelectuais, você pode estar enganado. Você já pensou de que forma a Filosofia pode ajudar a organizar seu pensamento e resolver algumas questões do dia a dia, ou ainda problemas mais complexos?

Antes de começar a refletir sobre esse assunto e entender a influência do pensamento filosófico nas diferentes abordagens em Psicologia da Educação, observe a tirinha do Franjuca.

De que forma a Filosofia auxilia o personagem Franjuca a viver? Por que ele busca uma nova realidade para alcançar sua felicidade? Afinal, a percepção, nesse caso, é influenciada pelos sentidos, ou a aparente razão é que dá o tom do cenário?

Neste capítulo, você conhecerá as origens do pensamento filosófico em Psicologia da Educação. Já que existe uma grande diversidade de abordagens teóricas nessa área de conhecimento, você verá que tais divergências são originadas por diferentes filosofias, isto é, diferentes maneiras de ver o mundo e encontrar explicações para ele, sobretudo na visão de homem e da sua relação com os demais. Para entender esses questionamentos, você estudará a origem da escola e as diferenças entre o pensamento empirista e racionalista, cuja dicotomia explica as grandes divergências entre as várias abordagens psicológicas aqui retratadas.

 

Capítulo 3 - O Ambientalismo e a Abordagem Behaviorista

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Observe a história em quadrinhos a seguir e repare na diferença de estímulos para cada personagem.

Embora ambos tenham observado os mesmos estímulos, podemos perceber que os processos de atenção variam de pessoa para pessoa e são sempre seletivos, ou seja, dependem das contingências de reforço, que pode ser positivo ou negativo. Em outras palavras, você percebe que um mesmo contexto pode ser percebido de forma diferente pelas pessoas e é totalmente dependente da subjetividade humana, mesmo diante da mesma situação?

Cenas como essa se repetem diariamente em nossos cotidianos, em diferentes contextos, com diferentes estímulos, proporcionando diferentes respostas. Pode-se dizer, então, que o comportamento humano, além de ser influenciado pelos estímulos provenientes do meio externo, é também resultado dos processos de privação ou saciação a que os indivíduos estão submetidos? Seria então o comportamento influenciado, sobretudo, pelas características provenientes do meio e resultante dos estímulos dele provenientes?

 

Capítulo 4 - A Abordagem Cognitivista e o Enfoque do Construtivismo

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O meio certamente é um fator preponderante na determinação do comportamento, das atitudes e valores no ser humano, mas também a natureza de cada pessoa e sua capacidade cognitiva interferem na forma como reage às ações do ambiente, visto que a maneira de olhar e sentir o mundo é diferente de pessoa para pessoa, sejam elas influenciáveis ou não.

Essas controvérsias estão na origem do surgimento da abordagem cognitivista, impulsionada pelas críticas ao Behaviorismo. Compreender de que forma se processam a cognição humana (ato de conhecer) e as faculdades mentais, tais como a memória, a atenção, a linguagem, o raciocínio, a organização do conhecimento, os modelos de reconhecimento e a capacidade para resolução de problemas, são apenas alguns dos tópicos estudados pelo enfoque cognitivista da Psicologia.

Quem convive com crianças frequentemente se questiona sobre algumas de suas atitudes e comportamentos, mas sobretudo sobre a forma como adquirem e constroem o conhecimento.

 

Capítulo 5 - A Abordagem Histórico-Cultural e o Aporte Sociointeracionista

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Você sabe por que a teoria histórico-cultural, ou como é conhecida no Brasil, a escola de Vygotsky, ou sociointeracionismo, tem esse nome? Seus autores partiam do pressuposto de que o homem é um ser de natureza eminentemente social.

O sociointeracionismo passou a ser conhecido e discutido no Brasil há relativamente pouco tempo, a partir dos estudos de Vygotsky, que foram amplamente divulgados por Luria e Leontiev, a chamada psicologia soviética, produzida após a Revolução soviética de 1917.

O período posterior à Revolução soviética foi de efervescência intelectual, abrindo espaço para as vanguardas artísticas, o pensamento científico e uma grande preocupação em promover novas políticas educacionais. Foi nesse período que Vygotsky intensificou seus estudos em Psicologia, visitando comunidades rurais a fim de pesquisar a relação entre o nível de escolaridade e o conhecimento e a influência das tradições no desenvolvimento cognitivo.

Porém, em 1924, quando Josef Stálin assumiu o poder, o ambiente cultural ficou cada vez mais limitado e a obra de Vygotsky foi censurada pela ditadura.

 

Capítulo 6 - Contribuições da Psicanálise à Educação

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Você já ouviu a expressão “Freud explica”? O que ela realmente quer dizer? Observando a charge acima, será que podemos facilmente identificar que papel exerce a família no desenvolvimento da personalidade? E na geração de conflitos psicológicos que resultam dessa relação familiar? Será que é possível termos uma consciência exata de quem somos? Como justificar determinados atos quando agimos por impulso, ou de forma aparentemente inconsciente? E será que as ações inconscientes não eram, no fundo no fundo, exatamente a maneira como gostaríamos de agir? Todas essas questões, e muitas outras, podem ser explicadas pela Psicanálise. Mas será que Freud explicava tudo mesmo?

O foco restrito deste capítulo-ensaio sobre Psicanálise e as suas contribuições na área da educação se dará através da ótica de seu fundador. Aqui você conhecerá os principais pressupostos da teoria psicanalítica postulada por Sigmund Freud (1856-1939), um médico que, em consequência do seu interesse pela Neurologia, desenvolveu várias formulações teóricas envolvendo a análise da consciência humana, que considerava limitada e inadequada. Para ele, a compreensão dos motivos fundamentais do comportamento humano deveria se dar à luz do inconsciente.

 

Capítulo 7 - Temas Transversais em Psicologia da Educação

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A concepção de ensino em muitas de nossas escolas ora é mais voltada para um ensino guiado, determinista, planejado, ora é mais voltada para um ensino que concebe a aprendizagem como um processo de descoberta, construção, interação, significação, a partir de um resgate sócio-histórico e cultural.

Por trás dessas diferentes formas de conceber a educação, e, claro, concepções intermediárias entre esses polos, você percebe a intencionalidade que permeia as diferentes abordagens pedagógicas? Se observar com atenção, verá na prática o que diferencia, muitas vezes, as orientações pedagógicas de corrente teórica aplicada.

É fato que a história da Educação em nosso país é repleta de ressignificações. O papel do professor tem sido frequentemente questionado e, felizmente, modificado com o passar do tempo. Na mesma proporção, também a escola tem encontrado espaço para se reinventar. Aquela imagem do professor de notório saber, detentor de um conhecimento a ser transmitido aos seus alunos, foi sendo substituída pelo conceito de professor mediador, que não apenas ensina, mas também aprende nessa relação, mediando a situação de ensino e aprendizagem. Você acha que é esse tipo de professor que está sendo formado pelas faculdades de Educação?

 

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