Dificuldades de aprendizagem moderadas, graves e profundas: guia do professor

Autor(es): Farrell, Michael
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6 capítulos

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1 O que são dificuldades de aprendizagem moderadas, graves e profundas?

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Capítulo 1

O que são dificuldades de aprendizagem moderadas, graves e profundas?

Introdução

Este capítulo situa o livro no contexto da série �Estratégias educacionais em necessidades especiais�, da qual faz parte. Ele apresenta os conteúdos do livro e descreve o público-alvo. Procuramos definir as dificuldades de aprendizagem moderadas, graves e profundas (às quais nos referiremos coletivamente como dificuldades de aprendizagem gerais, para distingui-las das dificuldades de aprendizagem específicas) e descrever os alunos que as apresentam. É feito com referência ao

Código das Necessidades Educacionais Específicas (DfES, 2001a), à orientação aos

Dados Coletados pelo Tipo de Necessidade Educacional Especial (DfES, 2003) e à definição legal de Necessidades Educacionais Especiais (NEE).

É mencionado o tipo de ajuda com a qual os alunos com dificuldades de aprendizagem parecem beneficiar-se. Capítulos posteriores consideram as possíveis causas das dificuldades de aprendizagem gerais e examinam os fatores a elas associados. É considerada a prevalência das dificuldades de aprendizagem gerais. A questão da inclusão

 

2 Dificuldades de aprendizagem moderadas

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Capítulo 2

Dificuldades de aprendizagem moderadas

Introdução

Este capítulo procura definir as dificuldades de aprendizagem moderadas

(DAM) de maneira mais precisa do que no capítulo anterior, no qual elas foram discutidas brevemente. São consideradas a prevalência e possíveis fatores causais a elas associados. O capítulo examina a identificação e avaliação das DAM. São apresentadas várias abordagens de atendimento ou provisão: intervenções de letramento e de matemática; intervenções mais gerais, utilizando recursos concretos e visuais, compreensão e uso do ensino multissensorial; estabelecimento para o aluno de conexões com outros objetos e situações de vida relevantes; oferta de oportunidades de investigação e aprendizagem explanatória; garantia de que as lições tenham um ritmo adequado. Finalmente, são apresentadas intervenções utilizadas com alunos que possuem dificuldades adicionais de comunicação e linguagem ou dificuldades comportamentais, emocionais e sociais.

Definições

Deve-se lembrar de que a orientação relacionada ao Censo Escolar Anual do

 

3 Dificuldades de aprendizagem graves

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Capítulo 3

Dificuldades de aprendizagem graves currículo e avaliação

Introdução

Neste capítulo, são examinadas definições de dificuldades de aprendizagem graves (DAG), sua prevalência e fatores causais associados a essas dificuldades. O capítulo considera a identificação e a avaliação das DAG; trata da provisão para alunos com DAG em termos de adaptação de currículo e avaliação. As primeiras seções do capítulo consideram as questões curriculares na adaptação do currículo nacional inglês e das estratégias de letramento e numeralização. São examinados o uso de vínculos curriculares cruzados para reforçar o entendimento dos temas e as habilidades, o desenvolvimento de metas intermediárias e, brevemente, uma abordagem sobre o planejamento das lições. O capítulo, então, volta-se para questões de avaliação: amplitude, qualidade, desafio, intensidade ou lateralidade; e avaliações utilizadas para realizações abaixo do esperado para o currículo nacional, a saber, Escalas P, Indicadores de Desempenho para o Estabelecimento de Metas com Valor Agregado (PIVATS) e B Squared. São discutidos outros aspectos da avaliação: registros de realizações, o envolvimento do aluno no estabelecimento e na revisão de metas individuais e outras maneiras de envolver os alunos nas avaliações.

 

4 Aspectos de ensino e aprendizagem para alunos com dificuldades de aprendizagem grave

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Capítulo 4

Aspectos de ensino e aprendizagem para alunos com dificuldades de aprendizagem graves

Introdução

Enquanto o capítulo anterior concentrou-se na educação de alunos com DAG em relação ao currículo e à avaliação, este capítulo trata principalmente do ensino e aprendizagem desses alunos, embora os dois claramente se inter-relacionem.

As abordagens de ensino e aprendizagem incluem abordagens multissensoriais, abordagens interativas, inputs visuais, comunicação aumentativa e alternativa e incentivo à comunicação por meio da música. Também é considerado o uso das

TIC (tecnologias de informação e comunicação) para melhorar o acesso ao currículo, o desenvolvimento e a utilização de rotinas regulares, começando com o que

é familiar e escolhendo e tomando decisões. Finalmente, o capítulo examina o uso e o desenvolvimento da compreensão de perguntas; aproveitamento máximo de atividades práticas; desenvolvimento de vocabulário; narração de histórias interativa; desenvolvimento de mobilidade e coordenação; agrupamento de alunos; uma abordagem de �gerenciamento de sala� e recursos.

 

5 Dificuldades de aprendizagem profundas e múltiplas

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Capítulo 5

Dificuldades de aprendizagem profundas e múltiplas

Introdução

Este capítulo examina definições de dificuldades de aprendizagem profundas e múltiplas (DAPM). Considera a prevalência dessas dificuldades e os fatores causais a elas associados. Trata da sua identificação e avaliação. A provisão para alunos com

DAPM é descrita com particular referência ao currículo, à avaliação, ao ensino e à aprendizagem. Este último aspecto tem a ver com abordagens multissensoriais, facilitação da comunicação, recursos, rotinas e alunos controlando seu entorno. O capítulo também discute o aproveitamento dos interesses, aptidões e realizações dos alunos, comportamento desafiador e os efeitos do comprometimento sensorial, da deficiência física e de condições médicas graves.

Definições

A orientação relacionada ao Censo Escolar Anual do Nível dos Alunos (DfES,

2003) sugere coletar informações sobre o tipo de NEE de alunos para os quais está sendo feita uma provisão educacional especial, com um acompanhamento escolar específico ou com um registro de NEE (p. 2). Com relação aos alunos que apresentam DAPM, a orientação afirma:

 

6 Conclusão

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Capítulo 6

Conclusão

Neste breve capítulo de encerramento, são considerados princípios que se aplicam às dificuldades de aprendizagem gerais e como adequá-los aos casos em que as dificuldades são mais graves ou profundas. Em outras palavras, o capítulo examinará por que o termo dificuldades de aprendizagem gerais é usado e por que ele é útil.

A expressão dificuldades de aprendizagem gerais visa a distinguir essas dificuldades das dificuldades de aprendizagem específicas, como dislexia, dispraxia e discalculia, em que uma área de aprendizagem tende a ser afetada (letramento, organização do movimento ou habilidades e entendimentos matemáticos). Isso não significa que existe uma sobreposição nas indicações de algumas dificuldades de aprendizagem específicas, mas que elas não afetam da mesma maneira geral todos ou a maioria dos aspectos da aprendizagem, como acontece nas dificuldades de aprendizagem moderadas, graves e profundas.

A diferença de grau nas dificuldades de aprendizagem gerais é indicada na orientação relacionada ao censo escolar anual (DfES, 2003). A orientação sugere coletar informações sobre o tipo de NEE dos alunos para os quais está sendo feita uma provisão educacional especial, com um acompanhamento escolar específico ou com um registro de NEE (p. 2).

 

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