Fisiologia do Exercício

Visualizações: 454
Classificação: (0)

Uma nova referência em fisiologia do exercício! Fundamentado nas mais recentes pesquisas sobre o tema, Fisiologia do Exercício apresenta conceitos essenciais para o estudo e a aplicação prática desta disciplina. Os capítulos foram escritos por renomados professores, que, além do conhecimento teórico, contaram com sua vasta experiência profissional para enriquecer o texto. Além disso, as ilustrações coloridas, cuidadosamente preparadas, e os boxes Fisiologia na Prática, tornam este livro ainda mais claro e didático. Distribuído de modo agradável e atraente, o conteúdo de Fisiologia do Exercício é ideal para os estudantes e profissionais da área da saúde, especialmente os de biologia, educação física, fisioterapia, medicina, nutrição, psicologia e terapia ocupacional.

29 capítulos

Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Capítulo 1 - Das Células aos Sistemas

PDF Criptografado

Capítulo 1

Das Células aos Sistemas

Rui Curi e Tania Cristina Pithon-Curi

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Organismo humano | Introdução, 4

Células, 4

Tecidos, 8

Órgãos, 8

Sistemas, 8

Resumo, 9

Bibliografia, 9

Pithon-Curi 01 novo.indd 3

20.03.13 20:38:22

4

CC

Fisiologia do Exercício

Organismo humano | Introdução

O organismo é constituí­do de células, tecidos, órgãos e sistemas. Para exercer todas as suas atividades, inclusive aquelas que envolvem movimentos, o organismo apresenta uma coordenação complexa de eventos e interações entre moléculas que começa no interior das células. As células interagem entre si e modulam a função dos tecidos e órgãos como conse­quência da atividade dos sistemas, que agem de modo integrado para garantir a execução de atividades complexas, como os movimentos de um atleta e a condução de uma orquestra por um maestro.

CC

Células

 

Capítulo 2 - Nutrição na Atividade Física

PDF Criptografado

Capítulo 2

Nutrição na

Atividade Física

Maria Fernanda Cury-Boaventura

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 02.indd 11

Importância da alimentação, 12

Macronutrientes, 12

Micronutrientes, 16

Água, 17

Metabolismo energético e gasto calórico, 18

Recomendações nutricionais, 20

Resumo, 22

Bibliografia, 22

20.03.13 20:41:04

12

CC

Importância da alimentação

A promoção de saú­de e redução do risco de doen­ças crônicas se dá por meio de uma nutrição adequada e atividade física. As principais causas de morbidade e mortalidade estão relacionadas com uma dieta desbalanceada e um estilo de vida sedentário. Doen­ças cardiovasculares, hipertensão, obesidade, diabetes melito tipo 2, osteo­porose e certos tipos de câncer estão associadas a esses hábitos.

CC

Macronutrientes

Os macronutrientes podem ser divididos em quatro classes: carboidratos, proteí­nas, lipídios e álcoois. Cada um deles tem características específicas quanto à produção de energia e metabolismo. Neste capítulo serão abordados mais profundamente os carboidratos, as proteí­nas e os lipídios.

 

Capítulo 3 - Vias Metabólicas de Produção de ATP

PDF Criptografado

Capítulo 3

Vias Metabólicas de

Produção de ATP

Sandro Massao Hirabara,

Tania Cristina Pithon-Curi e Rui Curi

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 03.indd 23

Conceitos sobre metabolismo, 24

Vias metabólicas de produção de ATP, 25

Substratos utilizados no metabolismo energético, 27

Requerimento metabólico das células, 31

Transporte dos substratos energéticos para o interior das células, 32

Resumo, 33

Bibliografia, 34

20.03.13 20:59:49

24

CC

Fisiologia do Exercício

Conceitos sobre metabolismo

O metabolismo celular envolve várias vias metabólicas.

Muitas delas visam à produção de trifosfato de adenosina

(ATP), uma vez que essa molécula é fundamental para a função de todas as células do organismo e seus estoques intracelulares são limitados. Três vias metabólicas geradoras de ATP são importantes para a fibra ­muscular: (1) o sistema ATP-creatinafosfato (ATP-CP), (2) a via glicolítica e (3) o sistema oxidativo.

 

Capítulo 4 - Contração Muscular

PDF Criptografado

Capítulo 4

Contração Muscular

Flavia de Oliveira

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 04.indd 35

Tipos de m

­ úsculos, 36

Funções do m

­ úsculo estriado esquelético, 36

Terminologia da fibra ­muscular, 36

Fixações ­muscula­res, 36

Ação m

­ uscular, 36

Envoltórios m

­ usculares de tecido conjuntivo, 38

Miofibrilas, 38

Elementos do sarcômero, 39

Teoria da contração pelo filamento deslizante, 39

Unidade motora, 40

Propagação do potencial de ação na fibra ­muscular, 40

Etapas da secreção da acetilcolina, 40

Desencadeamento da contração |

Mecanismo das pontes cruzadas, 41

Etapas da excitação e contração ­muscular, 41

Etapas do relaxamento ­muscular, 42

 

Capítulo 5 - Fontes de ATP no Exercício Físico

PDF Criptografado

Capítulo 5

Fontes de ATP no

Exercício Físico

Claudio Teodoro de Souza, Ricardo Aurino de Pinho e José Rodrigo Pauli

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 05.indd 49

Requerimento de ATP das células, 50

Integração dos sistemas de produção de energia, 54

Fatores que controlam a seleção de substratos no exercício físico, 54

Resumo, 56

Bibliografia, 56

20.03.13 21:04:45

50

CC

Fisiologia do Exercício

Requerimento de ATP das células

Durante o exercício físico, os ­músculos esqueléticos apre­ sentam aumento da demanda de energia em dezenas a cente­ nas de vezes, dependendo da intensidade e duração do esforço físico. A concentração de ATP armazenado no ­músculo esque­ lético é suficiente para fornecer energia por alguns segundos de trabalho máximo. Portanto, para não comprometer a eficiên­ cia mecânica da contração ­muscular, vias metabólicas devem ser ativadas para a produção do ATP. Essas vias ou sistemas são: ATP-fosfocreatina (ATP-CF), via glicolítica e cadeia de fosforilação oxidativa (ver Capítulo 3).

 

Capítulo 6 - Sistema Neuromuscular

PDF Criptografado

Capítulo 6

Sistema Neuro­muscular

Jofre Jacob da Silva Freitas e Kátia Simone Kietzer

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 06.indd 59

Movimentos dos ­músculos, 60

Neurônio motor alfa, 61

Unidade motora, 61

Junção neuro­muscular, 62

Gradação da força ­muscular, 64

Fadiga ­muscular, 65

Propriocepção, 66

Adaptações neuro­musculares ao exercício físico, 68

Resumo, 69

Bibliografia, 69

17.04.13 15:41:04

60

CC

Fisiologia do Exercício

Movimentos dos ­músculos

Os movimentos voluntários do ser humano são provocados por contrações dos músculos estriados esqueléticos que são inteiramente dependentes de comandos advindos dos neurônios. Os neurônios, assim como as fibras ­muscula­res, são células ditas excitáveis, ou seja, são capazes de produzir potenciais elétricos em resposta a estímulos. O neurônio é uma célula dotada de um corpo, ou pericário, e de prolongamentos chamados dendritos e axônios (Figura 6.1). No corpo, está a maior parte da sua maquinaria celular, como o núcleo e as organelas, e vários prolongamentos que partem dele. Esses prolongamentos são chamados de dendritos e correspondem essencialmente à parte receptora de estímulos, funcionando como “antenas” receptoras, que normalmente se ramificam.

 

Capítulo 7 - Hipertrofia Muscular

PDF Criptografado

Capítulo 7

Hipertrofia Muscular

Anselmo Sigari Moriscot

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 07.indd 71

Introdução, 72

Tipos de hipertrofia ­muscular e esquelética, 72

Treinamento de força e hiperplasia ­muscular esquelética em adultos, 74

Bases celulares e moleculares da hipertrofia radial esquelética, 74

Hipertrofia cardía­ca, 77

Resumo, 77

Bibliografia, 78

20.03.13 21:09:50

72

CC

Introdução

O ­músculo esquelético é capaz, dentre outras habilidades, de ajustar seu volume em resposta a um aumento da demanda funcional, por exemplo, uma atividade com levantamento de pesos ou alongamento. Essa resposta visa a aumentar a capacidade funcional do ­músculo que, no caso do levantamento de pesos, leva a uma elevação do diâ­me­tro da fibra ­muscular com consequente ganho de força (hipertrofia radial). No caso da resposta ao alongamento ocorre elevação do comprimento

 

Capítulo 8 - Controle Motor / Dos Programas à Visão Dinâmica

PDF Criptografado

Capítulo 8

Controle Motor | Dos

Programas à Visão

Dinâmica

José Angelo Barela e Ana Maria Forti Barela

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 08.indd 79

Coordenação e controle da atividade m

­ uscular, 80

Circuitos aberto e fechado, 80

Visão centralista de controle motor, 81

Visão dinâmica de controle motor, 82

Coordenação e controle, 82

Controle motor | Ação e percepção, 84

Resumo, 86

Bibliografia, 87

20.03.13 21:11:58

80

CC

Coordenação e controle da atividade ­muscular

Para a rea­li­zação de qualquer ação motora, é preciso coor­ denar e controlar, entre vários elementos, uma grande quan­ tidade de ­músculos e ar­ticulações para que funcionem apro­ priadamente e em conjunto. Assim, diferentes combinações

­muscula­res são necessárias para rea­li­zar diferentes tarefas motoras. Além das diferentes combinações ­muscula­res, a função dos ­músculos envolvidos na rea­li­zação de determi­ nada tarefa motora depende também do contexto em que o movimento é rea­li­zado. Essas afirmações indicam a comple­ xidade inerente ao controle das ações motoras. O controle de um sistema altamente complexo e dependente do contexto em que as ações motoras são rea­li­zadas somente é possível com flexibilidade e atuação do sistema nervoso, e até o momento não é totalmente entendido. Logo, a questão a ser respondida

 

Capítulo 9 - Sistema Nervoso Autônomo e Exercício Físico

PDF Criptografado

Capítulo 9

Sistema Nervoso Autônomo e Exercício Físico

Kátia de Angelis Lobo d’Avila

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 09.indd 89

Introdução, 90

Sistema nervoso autônomo, 90

Resumo, 99

Bibliografia, 100

20.03.13 21:14:28

90

CC

Introdução

O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central e sistema nervoso periférico, sendo este último subdividido em sistema nervoso somático (somat = corpo) e sistema nervoso autônomo (auto = o próprio; nomic = lei).

O sistema nervoso central (SNC), por intermédio do sistema nervoso autônomo (SNA), mantém a homeostasia do organismo em repouso e durante o exercício físico. Essa regulação homeostática é alcançada com ajustes cardiorrespiratórios, metabólicos e termorregulatórios produzidos pela atividade das duas subdivisões do SNA, o parassimpático e o simpático. Os efeitos do SNA durante o exercício físico dependem da atividade dos nervos autônomos e das respostas dos tecidos a essa estimulação. Neste capítulo, serão abordados aspectos morfofuncionais do SNA, ajustes desse sistema em resposta a uma sessão de exercício físico, além de suas adaptações ao treinamento físico.

 

Capítulo 10 - Sistema Cardiovascular

PDF Criptografado

Capítulo 10

Sistema Cardiovascular

Camila de Moraes e Angelina Zanesco

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 10.indd 101

Introdução, 102

Coração, 102

Vasos, 105

Pressão arterial, 106

Sistema endotelial | Óxido nítrico, prostaciclina,

EDHF e endotelina, 109

Ajustes cardiovasculares durante o exercício, 111

Resumo, 114

Bibliografia, 114

20.03.13 21:16:16

102

CC

Introdução

O sistema cardiovascular tem por função fornecer oxigênio e substratos energéticos a todos os tecidos e órgãos do organismo. Para isso, o coração bombeia o sangue oxigenado por uma rede de vasos até os capilares te­ci­duais, nos quais ocorre a transferência de nutrientes e metabólitos. O sangue retorna ao coração pelo sistema venoso e é impulsionado aos pulmões para nova oxigenação.

CC

Fisiologia do Exercício

Veia cava superior

Aorta ascendente

Válvula aórtica

 

Capítulo 11 - Sistema Respiratório

PDF Criptografado

Capítulo 11

Sistema Respiratório

Tania Cristina Pithon-Curi e Talita Romanatto

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 11.indd 115

Estrutura e função, 116

Mecânica ventilatória, 116

Ventilação pulmonar, 120

Transporte de oxigênio e dió­xido de carbono, 124

Hemoglobina, 127

Resumo, 133

Bibliografia, 134

20.03.13 21:19:58

116

CC

Fisiologia do Exercício

Estrutura e função

Os animais que respiram pela pele necessitam viver em ambientes úmidos para mantê-la constantemente umedecida e para facilitar as trocas gasosas. Em outros animais, os pulmões e a traqueia estão interiorizados, como uma maneira de proteção contra o ressecamento no meio aé­reo, o que possibilita viver independentemente do meio aquá­tico.

Os seres humanos são aeróbios, portanto o oxigênio é um elemento fundamental para a sobrevivência; necessitam de nutrientes orgânicos para o metabolismo celular. Nas células, a oxidação desses nutrientes ocorre quase sempre na presença de oxigênio. Portanto, é imprescindível a obtenção desse gás presente na atmosfera e sua condução para as células na utilização no metabolismo aeróbio. Essa troca de oxigênio (O2) e dió­xido de carbono (CO2) entre o meio ambiente e o organismo humano ocorre por meio do sistema respiratório.

 

Capítulo 12 - Função Renal

PDF Criptografado

Capítulo 12

Função Renal

Alcione Lescano de Souza Junior

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 12.indd 135

Introdução | Sistema renal, 136

Fundamentos anatômicos do sistema renal, 136

Histologia do rim, 138

Processos produtores de urina, 139

Regulação do volume de líquidos orgânicos pelos rins, 144

Regulação da osmolaridade dos líquidos orgânicos pelos rins, 145

Controle renal do pH, 148

Exercício físico e função renal, 150

Resumo, 152

Bibliografia, 152

20.03.13 21:25:56

136

CC

Fisiologia do Exercício

Introdução | Sistema renal

CC

O sistema renal é fundamental para a manutenção do equilíbrio do meio interno. Os animais superiores não existiriam se não houvesse um sistema especializado em manter os líquidos internos em condições adequadas para a vida. Esse líquido, denominado líquido extracelular (LEC), tem uma composição de eletrólitos, nutrientes e água em concentrações precisas para a sobrevivência das células. É por meio da função renal que as substâncias do LEC são mantidas constantes, eliminando-as quando estão em excesso e poupando-as quando estão escassas. Além de regular a quantidade de água e eletrólitos dos líquidos orgânicos, os rins desempenham várias outras funções, como: regulação da osmolaridade; controle do pH; controle da pressão arterial; regulação da produção de hemácias; participação no metabolismo da vitamina D, além de ser a principal via de excreção de substâncias e produtos do metabolismo celular. As funções que o sistema renal desempenha explicam a magnitude das alterações orgânicas observadas no in­di­ví­duo com insuficiên­cia renal. Com essa patologia, o paciente apresenta hipertensão, anemia, perda de proteí­nas na urina (proteinúria), edema

 

Capítulo 13 - Equilíbrio Acido básico durante o Exercício Físico

PDF Criptografado

Capítulo 13

Equilíbrio Acidobásico durante o Exercício Físico

Marcelo Paes de Barros

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 13.indd 153

Teoria ácido-base, 154

Sistemas fisiológicos de tamponamento, 156

Balanço acidobásico durante atividade física, 158

Resumo, 161

Bibliografia, 161

20.03.13 21:33:35

154

CC

Fisiologia do Exercício

Teoria ácido-base

O primeiro passo para a caracterização das funções e propriedades biológicas de ácidos e bases durante o exercício físico é a compreensão da natureza quí­mica dessas substâncias em solução aquosa. Na verdade, existem três grandes teorias

ácido-bases: (1) a teoria de Arrhenius; (2) a teoria de Brönsted; e (3) a teoria de Lewis. Por motivos de simplificação, será aplicada a teoria de Arrhenius (mais compreensível). Segundo o quí­mico sueco Svante Arrhenius (Figura 13.1), laureado com o Prêmio Nobel de Quí­mica em 1903: “Ácido é toda substância que, em solução aquosa, dissocia-se produzindo ío­ns H+.

 

Capítulo 14 - Digestão e Absorção

PDF Criptografado

Capítulo 14

Digestão e Absorção

Carol Gói­s Leandro e José Antônio dos Santos

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 14.indd 163

Trato gastrintestinal, 164

Secreções do sistema digestório, 164

Digestão e absorção | Introdução, 167

Digestão e absorção de carboidratos, 168

Digestão e absorção de lipídios, 170

Digestão e absorção de proteí­nas, 172

Absorção de vitaminas, 175

Absorção de eletrólitos e minerais, 176

Absorção de água, 178

Resumo, 178

Bibliografia, 179

20.03.13 21:36:38

164

CC

Fisiologia do Exercício

Trato gastrintestinal

■■

O trato gastrintestinal (GI) é responsável pela digestão e absorção de nutrientes. Carboidratos, lipídios e proteí­nas são fornecidos pelos alimentos ingeridos de maneira complexa, sendo então transformados em estruturas elementares para que possam ser absorvidos pelo intestino. Assim, a utilização dos nutrientes pelo organismo é possível por meio da digestão, ou seja, a transformação das substâncias complexas contidas nos alimentos em moléculas mais simples e adequadas à absorção.

 

Capítulo 15 - Sistema Endócrino e Exercício

PDF Criptografado

Capítulo 15

Sistema Endócrino e Exercício

Rosemari Otton e Douglas Popp Marin

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 15.indd 181

Homeostase, 182

Mensageiros quí­micos, 182

Receptores hormonais e sua ativação, 184

Hipófise e sua relação com o hipotálamo, 184

Hormônios da tireoide, 187

Glândula adrenal, 188

Pâncreas endócrino e diabetes melito, 190

Diabetes melito, 193

Exercício físico e hormônios, 193

Resumo, 199

Bibliografia, 200

20.03.13 21:50:55

182

CC

Homeostase

Homeostase (homeo = igual, stasia = estado) é o termo empregado para designar a tendência dos sistemas biológicos a resistirem a mudanças e permanecerem em estado constante de equilíbrio. Claude Bernard foi o primeiro fisiologista a empregar esse termo, por isso é considerado o pai da fisiologia. É sua a frase, “nos homens, os tecidos são protegidos das in­fluên­cias externas diretas por um ambiente interno constituí­do pelos fluidos que circulam no corpo”.

 

Capítulo 16 - Controle da Temperatura

PDF Criptografado

Capítulo 16

Controle da Temperatura

Cândido Celso Coimbra e Danusa Dias Soares

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 16.indd 201

Introdução | Ambientes e temperatura corporal, 202

Temperatura corporal, 202

Medidas da temperatura do ambiente, 203

Balanço e conforto térmico, 204

Termorregulação, 206

Ajustes fisiológicos durante o estresse térmico |

Conservação, perda ou produção de calor, 207

Regulação da temperatura corporal interna durante o exercício físico, 208

Exercício físico em ambiente frio, 213

Resumo, 214

Bibliografia, 214

21.03.13 23:12:17

202

CC

Fisiologia do Exercício

Introdução | Ambientes e temperatura corporal

A espécie humana dispõe de mecanismos fisiológicos e comportamentais eficazes para a manutenção da temperatura corporal interna em limites estreitos que possibilitem a sua sobrevivência em ambientes térmicos extremos e inóspitos como florestas tropicais, desertos e re­giões geladas. A temperatura corporal central normal está em torno de 37°C com uma variação circadiana de mais ou menos 1°C (Figura 16.1). Os menores valores de temperatura são observados pela manhã

 

Capítulo 17 - Integração do Metabolismo

PDF Criptografado

Capítulo 17

Integração do Metabolismo

Rui Curi

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 17.indd 215

Metabolismo | Introdução, 216

Importância da manutenção da glicemia, 216

Estado alimentado, 216

Jejum, 219

Regulação da gliconeogênese hepática, 220

Regulação da gliconeogênese renal, 221

Metabolização renal da glutamina e controle do equilíbrio acidobásico, 221

Glutamina e alanina | Aminoácidos produzidos e liberados pelo ­músculo esquelético, 222

Importância da glicose-6-fosfatase para produção de glicose, 223

Glicoquinase como sensor da concentração plasmática de glicose, 223

Interações entre tecidos e controle hormonal, 223

Resumo, 224

Bibliografia, 224

21.03.13 23:15:15

216

CC

Metabolismo | Introdução

O conjunto dos processos quí­micos que ocorrem no organismo é coletivamente chamado de metabolismo. As células apresentam metabolismo específico para a função que exercem. Assim, as células adiposas apresentam lipogênese intensa e acumu­lam triacilglicerói­s; as hemácias, por sua vez, apresentam glicólise intensa, com produção de lactato, pois não apresentam mitocôndria e, portanto, não podem oxidar glicose a CO2 e H2O no ciclo de Krebs. As reações quí­micas que ocorrem nas células são classificadas como catabólicas ou anabólicas. Reações catabólicas envolvem a quebra de moléculas grandes e mais complexas em pequenas e simples e resultam, em geral, na liberação de energia. O metabolismo oxidativo de glicose, produzindo dió­xido de carbono e água, é um exemplo.

 

Capítulo 18 - Reprodução

PDF Criptografado

Capítulo 18

Reprodução

Luiz Claudio Fernandes

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Pithon-Curi 18.indd 225

Controle da reprodução, 226

Diferenciação sexual, 226

Estruturas do sistema reprodutor masculi­no, 226

Estruturas do sistema reprodutor feminino, 227

Puberdade, 227

Regulação do eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, 228

Regulação da gametogênese, 229

Regulação da esteroidogênese, 231

Diferenças de gênero sobre o desempenho na atividade física, 234

Anabolizantes androgênicos e exercício, 234

Resumo, 235

Bibliografia, 235

21.03.13 23:26:12

226

CC

Fisiologia do Exercício

Controle da reprodução

Diferenciação, maturação, gametogênese e reprodução são as principais funções do trato reprodutor. O trato reprodutor está sob controle neuroendócrino, contudo in­fluên­cias parácrinas, neurais e fatores endócrinos também participam dessa complexa regulação exercida pelo eixo hipotálamo-hipófise-gônadas.

 

Carregar mais


Detalhes do Produto

Livro Impresso
eBook
Capítulos

Formato
PDF
Criptografado
Sim
SKU
BPPD000223489
ISBN
9788527722933
Tamanho do arquivo
86 MB
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
Formato
PDF
Criptografado
Sim
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
SKU
Em metadados
ISBN
Em metadados
Tamanho do arquivo
Em metadados