Fundamentos de Enfermagem, 3ª edição

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Fundamentos de Enfermagem apresenta os princípios, os conceitos e as técnicas que constituem os pilares da prática da Enfermagem.
A nova edição desta já consagrada obra foi ampliada e atualizada, e o projeto gráfico, completamente reestruturado. Além disso, foram incluídas, nas margens, notas que definem termos fundamentais destacados no texto - este recurso facilita a apreensão do conteúdo e auxilia o leitor em pesquisas e consultas rápidas.

19 capítulos

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1. Saúde

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1

Saúde

Emilia Emi Kawamoto

Definição, 2

᭤ Doença, 2

᭤ Práticas de saúde, 2

᭤ Profissionais da saúde, 3

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2

Fundamentos de Enfermagem

d

Saúde segundo a OMS

“Saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não a mera ausência de moléstia ou enfermidade”

d

Saúde segundo Perkins

“Um estado de relativo equilíbrio de forma e função do organismo que resulta de seu ajustamento dinâmico satisfatório às forças que tendem a perturbá-lo. Não é um inter-relacionamento passivo entre a matéria orgânica e as forças que agem sobre ela, mas uma resposta ativa do organismo no sentido de reajustamento”

Definição

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), “saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não a mera ausência de moléstia ou enfermidade”. Nessa concepção, medir o nível de saúde da população é um processo complexo e vai além da ausência da doença porque as pessoas não permanecem constantemente em completo bem-estar, a satisfação das necessidades se modificam, a influência do meio externo é constante e as relações entre os seres e o ambiente se alteram de modo imprevisível.

 

2. O Ser Humano

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O Ser Humano

Julia Ikeda Fortes

Necessidades humanas básicas, 6

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6

Fundamentos de Enfermagem

d

Necessidades humanas básicas

Comuns a qualquer ser humano e intimamente interligadas, são consideradas em estado de equilíbrio dinâmico, permanecem em estado de latência e surgem com maior ou menor intensidade, dependendo do desequilíbrio instalado

d

Necessidades humanas básicas segundo Horta

“Estado de tensões, conscientes ou inconscientes, resultante dos desequilíbrios hemodinâmicos dos fenômenos vitais”

Necessidades humanas básicas

As necessidades humanas básicas são comuns a qualquer ser humano. Horta

(1979) conceitua as necessidades humanas básicas como “estado de tensões, conscientes ou inconscientes, resultante dos desequilíbrios hemodinâmicos dos fenômenos vitais”. Consideradas em estado de equilíbrio dinâmico, as necessidades humanas permanecem em estado de latência e surgem com maior ou menor intensidade, dependendo do desequilíbrio instalado. Maslow, em teoria da motivação humana, afirma que todo o ser humano tem necessidades comuns que motivam o seu comportamento organizadas em cinco níveis distintos e hierarquizados:

 

3. O Atendimentode Saúde

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3

O Atendimento de Saúde

Julia Ikeda Fortes

Introdução, 22

᭤ Serviços de atendimento de saúde, 22

᭤ Características do atendimento de saúde, 23

᭤ Hospital, 24

᭤ O paciente e o ambiente terapêutico, 27

᭤ A equipe de saúde e as relações interpessoais no exercício da profissão, 27

᭤ Direitos do paciente, 28

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22

Fundamentos de Enfermagem

d

Binômio saúde-doença

Processo dinâmico e dependente das relações estabelecidas no

âmbito da sociedade

Introdução

Considerando que o binômio saúde-doença é um processo dinâmico e dependente das relações estabelecidas no âmbito da sociedade, é inquestionável a existência de limitações do setor de saúde na solução dos problemas da população. Influenciada pelas condições de alimentação, habitação, educação, renda, ecossistema estável, justiça social e equidade, paz, resultante de fatores determinantes e condicionantes sociais, políticos, econômicos, culturais, ambientais, comportamentais e biológicos que demandam medidas abrangentes de promoção

 

4. Enfermagem

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4

Enfermagem

Emilia Emi Kawamoto

Conceito, 33

᭤ Histórico, 33

᭤ Equipe de enfermagem, 35

᭤ Entidades de classe, 36

᭤ Instrumentos básicos de enfermagem, 36

᭤ Método de trabalho, 37

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33

Capítulo 4 | Enfermagem

Conceito d

Enfermagem

Segundo Horta “a ciência e a arte de assistir ao ser humano (indivíduo, família e comunidade), no atendimento de suas necessidades básicas; de torná-lo independente desta assistência, quando possível, pelo ensino do autocuidado, de recuperar, manter e promover sua saúde em colaboração com outros profissionais”

Segundo a Dra. Wanda de Aguiar Horta, Enfermagem é “a ciência e a arte de assistir ao ser humano (indivíduo, família e comunidade), no atendimento de suas necessidades básicas; de torná-lo independente desta assistência, quando possível, pelo ensino do autocuidado, de recuperar, manter e promover sua saúde em colaboração com outros profissionais”.

 

5. Princípios de Biossegurança

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5

Princípios de

Biossegurança

Emilia Emi Kawamoto

Introdução, 41

᭤ Conceitos básicos, 42

᭤ Precauções-padrão, 44

᭤ Técnica de higienização das mãos, 45

᭤ Manuseio de material esterilizado, 46

᭤ Técnica de calçar luvas estéreis, 48

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Capítulo 5 | Princípios de Biossegurança

41

Introdução d

Infecções relacionadas com a assistência à saúde

Decorrentes de incontáveis microrganismos no ambiente, justificam a aplicação de técnicas que reduzem a quantidade desses microrganismos, propiciando maior segurança ao paciente e à equipe de saúde

d

Medidas de prevenção de disseminação de microrganismos

Para evitar ou diminuir a disseminação de organismos patogênicos de um indivíduo para outro, no cotidiano, durante as atividades no trabalho e no cuidado ao paciente e ao meio ambiente, são adotadas medidas individuais, coletivas ou hospitalares

 

6. Sistema de Registro e Informação

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6

Sistema de Registro e

Informação

Julia Ikeda Fortes

Prontuário do paciente, 50

᭤ Anotação de enfermagem, 51

᭤ Admissão, 53

᭤ Alta, 54

᭤ Transferência, 55

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50

Fundamentos de Enfermagem

Prontuário do paciente d

Prontuário

Acervo documental, padronizado e organizado, constituído de um conjunto de informações e imagens registradas referentes ao estado de saúde do paciente e à assistência prestada pelos elementos da equipe multiprofissional

d

Prontuário eletrônico

Sistema de arquivos computadorizados que facilita a tomada de decisão nas condutas de maneira mais embasada, com menor risco ao paciente e menor custo para o serviço de saúde

A gestão em informação na saúde é essencial para integrar os dados do paciente, a evolução no tratamento, as ações assistenciais realizadas, bem como as ações clínicas, administrativas utilizadas no delineamento das decisões e condutas da equipe multiprofissional.

 

7. Ambiente e Unidade do Paciente

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7

Ambiente e Unidade do Paciente

Emilia Emi Kawamoto

Ação do meio ambiente sobre o paciente, 57

᭤ Organização e higiene da unidade, 58

᭤ Limpeza da unidade do paciente, 59

᭤ Limpeza terminal, 59

᭤ Limpeza concorrente, 61

᭤ Arrumação da cama , 61

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Capítulo 7 | Ambiente e Unidade do Paciente

57

Ação do meio ambiente sobre o paciente

d

Ambiente

Espaços que atendem às necessidades dos pacientes.

Os detalhes arquitetônicos da

área física devem respeitar

às exigências das normas estabelecidas pela Anvisa e pela ABNT. Deve ser seguro e confortável

d

Medidas de segurança

São medidas utilizadas para evitar os riscos de agressões mecânica, térmica, química e radioativa, e assegurar condições ambientais e de segurança psicológica

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Cada vez mais os estabelecimentos assistenciais de saúde se preocupam em adequar seus espaços para atender às necessidades dos pacientes. Os detalhes arquitetônicos da área física devem respeitar às exigências das normas estabelecidas pela Anvisa e pela ABNT, observando os itens associados aos aspectos de funcionalidade, segurança e humanização relacionados com a acessibilidade, conforto ambiental, tipos de mobiliários e instalações gerais.

 

8. Cuidados Higiênicos com o Paciente

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8

Cuidados Higiênicos com o Paciente

Julia Ikeda Fortes

Introdução, 66

᭤ Higiene oral, 66

᭤ Higiene dos cabelos e do couro cabeludo, 67

᭤ Banho no leito, 69

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66

Fundamentos de Enfermagem

Introdução d

Hábitos de higiene

Prática pessoal de higiene que pode ser de diferentes tipos: oral, dos cabelos, íntima, corporal, incluindo banho de aspersão, de ablução, de imersão e banho no leito

Os hábitos de higiene pessoal variam bastante conforme cada indivíduo, por isso é preciso ter muito cuidado na abordagem ao paciente e respeitar a privacidade. Muitas vezes é necessário orientar os pacientes quanto aos bons hábitos de higiene, de modo cauteloso para não provocar constrangimentos.

Existem diferentes tipos de higienização: oral, dos cabelos, íntima, corporal, incluindo banho de aspersão, de ablução, de imersão e banho no leito.

O horário da higienização é variável conforme a rotina da instituição e os hábitos do cliente, na humanização do cuidado. Ao executar o procedimento, lembre-se de orientar o paciente e preparar o ambiente previamente utilizando os EPI preconizados nos protocolos instituídos. Essa ocasião é favorável para realizar o exame físico, identificar lesões e outras alterações. Entretanto, preste atenção nas extensões dos dispositivos de infusão, sondas e drenos para evitar desconexão acidental.

 

9. Medidas de Conforto e Segurança do Paciente

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Medidas de Conforto e

Segurança do Paciente

Julia Ikeda Fortes

Introdução, 72

᭤ Prevenção de úlceras por pressão e deformidades, 73

᭤ Movimentação e transporte de paciente, 76

᭤ Medidas de contenção corporal, 77

᭤ Uso da “comadre” ou do “papagaio”, 78

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72

Fundamentos de Enfermagem

d

Conforto e segurança

Abrangem aspectos físicos, psicossociais e espirituais das necessidades humanas básicas

Introdução

O conforto e a segurança abrangem aspectos físicos, psicossociais e espirituais das necessidades humanas básicas. Durante os cuidados, os procedimentos utilizados podem gerar medo e ansiedade e por vezes determinam sofrimento físico e insegurança, além de danos decorrentes de eventuais falhas, em diversas etapas do processo do cuidar em saúde. A importância da qualificação profissional, gestão dos serviços, dimensionamento de pessoal, comportamento ético, entre outros aspectos motivaram, em 2004, a formação da Aliança

 

10. Procedimentos parao Diagnóstico

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Procedimentos para o Diagnóstico

Julia Ikeda Fortes

Posições para exames, 81

᭤ Coleta de material para exames de laboratório, 84

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Capítulo 10 | Procedimentos para o Diagnóstico

d

Diagnóstico

O diagnóstico pode ser definido pela utilização dos dados fornecidos pela anamnese, pelo exame físico e pelos exames por imagem e de laboratório

d

Posições para exames

Com a finalidade de favorecer a realização de determinados exames e procedimentos e possibilitar a coleta de material, respeitando a privacidade, essas posições incluem: decúbitos dorsal e ventral e posições de

Sims, ginecológica, de litotomia, genupeitoral, de Trendelenburg, ereta e de Fowler

81

Diante da suspeita de determinado agravo, o médico pode definir o diagnóstico, utilizando-se dos dados fornecidos pela anamnese, pelo exame físico e pelos exames por imagem e de laboratório. Alguns exames necessitam de preparo específico do paciente e técnicas adequadas na coleta de material, por isso cabe à equipe de enfermagem atentar-se sobre aspectos importantes como orientar o paciente, manusear e identificar corretamente o frasco ou recipiente, respeitar o intervalo de tempo entre a coleta e o encaminhamento do material, para evitar alterações no resultado dos exames.

 

11. Sinais Vitais e Controles

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11

Sinais Vitais e

Controles

Julia Ikeda Fortes

Introdução, 88

᭤ Temperatura, 88

᭤ Locais para aferição da temperatura corporal, 89

᭤ Pulso, 91

᭤ Respiração, 93

᭤ Pressão arterial, 94

᭤ Dor, 96

᭤ Mensuração da altura e do peso, 99

᭤ Controle de eliminação intestinal, 100

᭤ Controle do débito urinário, 101

᭤ Controle hidreletrolítico, 101

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88

Fundamentos de Enfermagem

Introdução d

Sinais vitais

Medidas que fornecem dados fisiológicos, evidenciam o funcionamento e as alterações das funções vitais, indicando as condições de saúde do indivíduo e instrumentalizam o profissional na tomada de decisão e nas intervenções específicas

Sinais vitais são medidas que fornecem dados fisiológicos, evidenciam o funcionamento e as alterações das funções vitais, indicando as condições de saúde do indivíduo e instrumentalizam o profissional na tomada de decisão e nas intervenções específicas por meio da verificação da temperatura, do pulso, da respiração, da pressão arterial e da avaliação do grau de dor.

 

12. Noções de Farmacologia

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12

Noções de

Farmacologia

Julia Ikeda Fortes

Marcos A. da Eira Frias

Introdução, 104

᭤ Conceitos, 105

᭤ Origem dos medicamentos, 106

᭤ Ações dos medicamentos no organismo, 106

᭤ Apresentação dos medicamentos, 106

᭤ Classes terapêuticas, 107

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104

Fundamentos de Enfermagem

Introdução d

Farmacologia

Segundo Goodman, compreende o conhecimento da história, da origem, das propriedades físicas e químicas, da composição, dos efeitos bioquímicos e fisiológicos, da farmacodinâmica e da farmacocinética, além de propriedades terapêuticas e outros empregos de medicamentos

d

Seleção de medicamentos

Fundamentada em critérios relacionados com eficácia (melhor efeito), segurança (redução dos riscos e eventos adversos), aplicabilidade (facilidade técnica e adesão ao tratamento) e custo

(acessibilidade à terapia)

Segundo Goodman, a Farmacologia compreende o conhecimento da história, da origem, das propriedades físicas e químicas, da composição, dos efeitos bioquímicos e fisiológicos, da farmacodinâmica e da farmacocinética, além de propriedades terapêuticas e outros empregos de medicamentos.

 

13. Cálculo de Medicação

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13

Cálculo de

Medicação

Emilia Emi Kawamoto

Conceito, 161

᭤ Revisão de matemática, 161

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Capítulo 13 | Cálculo de Medicação

161

Conceito

Cálculo de medicação é o método pelo qual se calcula a quantidade de medicamento a ser administrada para que o paciente receba a medicação na dose prescrita.

Revisão de matemática

Operações matemáticas

Adição

Dispor os números da direita para a esquerda e iniciar a operação também da direita para a esquerda.

• Por exemplo: 248 + 4 = 252

248

+ 4

252

• Por exemplo: 1.001 + 100 = 1.101

1.001

+ 100

1.101

Subtração

Dispor os números da direita para a esquerda e iniciar a operação também da direita para a esquerda.

• Por exemplo: 212 – 2 = 210

212

– 2

210

• Por exemplo: 401 – 6 = 395

401

– 6

395

Multiplicação

 

14. Alimentação e Suporte Nutricional

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14

Alimentação e

Suporte Nutricional

Julia Ikeda Fortes

Introdução, 172

᭤ Alimentação do paciente, 172

᭤ Finalidades do suporte nutricional, 173

᭤ Fatores que afetam o apetite, 173

᭤ Classificação das dietas hospitalares, 173

᭤ Preparo do paciente e do ambiente para a refeição, 174

᭤ Cuidados de enfermagem quanto à hidratação, 175

᭤ Nutrição enteral, 175

᭤ Nutrição parenteral, 176

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172

Fundamentos de Enfermagem

Introdução d

Alimentação e nutrição

São requisitos básicos para a promoção e a proteção da saúde, reconhecidos pelo MS, em 1999, mediante PNAN

Alimentação e nutrição constituem requisitos básicos para a promoção e a proteção da saúde, reconhecidos pelo MS quando apresentou a

Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN), em 1999, configurando um marco importante no cenário brasileiro pelas situações extremas prevalentes encontradas, entre a desnutrição e as crescentes taxas de obesidade. Essa PNAN insere-se no contexto da segurança alimentar e nutricional, com o propósito de garantir a qualidade e o acesso universal ao alimento, promover práticas alimentares saudáveis, com o incentivo ao aleitamento materno e à adoção de estilos de vida saudáveis, prevenir e controlar distúrbios nutricionais.1

 

15. Procedimentos Terapêuticos

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15

Procedimentos

Terapêuticos

Emilia Emi Kawamoto

Cuidados gerais no preparo e na administração de medicamentos, 180

᭤ Vias enterais, 182

᭤ Vias parenterais, 186

᭤ Venóclise, 200

᭤ Suporte hemoterápico, 203

᭤ Medicação tópica, 207

᭤ Via inalatória, 210

᭤ Aspiração das vias respiratórias, 212

᭤ Sondagem gástrica, 214

᭤ Sondagem enteral, 217

᭤ Sondagem vesical, 218

᭤ Aplicação de calor, 223

᭤ Aplicação de frio, 224

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180

Fundamentos de Enfermagem

Cuidados gerais no preparo e na administração de medicamentos

Todo medicamento deve ser prescrito pelo médico, e a administração não é um ato simples. Exige responsabilidade, conhecimentos de microbiologia, farmacologia e de cuidados de enfermagem específicos para definir os critérios desde a escolha do medicamento, o preparo até a observação do paciente após a administração.

 

16. Tricotomia

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16

Tricotomia

Emilia Emi Kawamoto

Conceito, 226

᭤ Indicações, 226

᭤ Procedimentos de enfermagem, 226

᭤ Áreas de tricotomia, 227

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226

Fundamentos de Enfermagem

d

Tricotomia

Remoção de pelos ou cabelos

Conceito

Tricotomia consiste na remoção dos pelos ou do cabelo. Estudos diversos indicam que a realização da tricotomia no período pré-operatório para prevenir infecção é discutível e varia conforme o protocolo da instituição.

Indicações

• Preparo pré-operatório: nas operações programadas é realizada até cerca de 2 h antes da cirurgia, e nas emergências é feita momentos antes de encaminhar o paciente para a sala de cirurgia. Quando possível, evitar o procedimento na sala operatória pela dificuldade de controle desses resíduos

• Preparo para exames especializados

• Preparo pré-parto

• Antes de instalar a venóclise, colocação de eletrodos e adesivos, em

 

17. Curativo

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17

Curativo

Emilia Emi Kawamoto

Introdução, 229

᭤ Fisiologia da cicatrização, 230

᭤ Curativos, 231

᭤ Soluções e coberturas mais utilizadas, 233

᭤ Técnica do curativo, 233

᭤ Retirada de pontos, 237

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229

Capítulo 17 | Curativo

Introdução d

Ferida

Solução de continuidade na superfície externa que pode ou não atingir estruturas internas do organismo

Considera-se ferida a solução de continuidade na superfície externa que pode ou não atingir estruturas internas do organismo. Por diversos, a assistência aos pacientes com feridas requer a atuação de equipe multiprofissional, visando à integração das ações terapêuticas, em favor da recuperação do paciente, considerando as necessidades básicas individuais do ser humano no tratamento de modo integral.

Essa perda da integridade da pele pode ter repercussões permanentes na vida do paciente, pois, apesar da reparação da ferida, passa a ser a marca, o sinal, a lembrança da perda mesmo após a cicatrização.1

 

18. Assistência ao Paciente Grave e após a Morte

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18

Assistência ao Paciente

Grave e após a Morte

Julia Ikeda Fortes

Introdução, 239

᭤ A morte e o morrer, 240

᭤ Tipos de óbito, 242

᭤ Cuidados com o corpo após a morte, 242

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Capítulo 18 | Assistência ao Paciente Grave e após a Morte

239

Introdução

Quando um paciente é informado que o seu estado é grave e o seu fim está próximo, pode passar por diferentes estágios de transtorno emocional. A família, por sua vez, temerosa de mencionar a morte, pode sentir-se desorientada sobre como agir ou o que dizer ao paciente e, assim, também pode necessitar de apoio e orientação.

Não havendo duas vidas vividas de modo igual, também a morte constitui experiência individualizada. Esse enfrentamento depende de uma série de fatores; a maioria das pessoas mostra-se atemorizada, ao passo que alguns podem considerar a morte como uma forma de alívio, que os libertará do sofrimento e da dor terrena.

 

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