Série Radiologia e Diagnóstico por Imagem - Diagnóstico por Imagem das Doenças Torácicas

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Esta obra foi elaborada para servir não só aos residentes em Radiologia e aos profissionais da área, mas também aos de especialidades médicas afins – como pneumologia, cirurgia torácica, infectologia, cardiologia, hemodinâmica e cirurgia cardíaca, geriatria e clínica médica –, com as quais o radiologista tem trabalhado de maneira cada vez mais próxima, principalmente nos centros hospitalares.

Este abrangente tratado aborda os temas mais relevantes da radiologia torácica, incluindo as patologias vasculares e cardíacas, os métodos de imagem mais frequentemente utilizados na prática médica, as principais alterações torácicas e seus diagnósticos diferenciais, bem como as indicações e as principais técnicas de intervenção em patologia torácica.

Merece destaque a vastíssima quantidade de figuras, que torna a obra mais prática não só para estudo, mas também para consulta diante dos casos de tantos pacientes que dependem dos métodos de imagem para o tratamento efetivo e eficaz de suas patologias.

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Capítulo 1 - Métodos Diagnósticos por Imagem nas Doenças do Tórax

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Capítulo

1

Métodos Diagnósticos por

Imagem nas Doenças do Tórax

Marcelo Buarque de Gusmão Funari, Marcelo Tatit Sapienza e

Miguel José Francisco Neto

1 Introdução

2 Radiografia convencional

2.1 Incidências

2.2 Técnica

2.3 Radiografia de tórax no leito

2.4 Radiografia digital

2.4.1 CR

2.4.2 DR

3 Tomografia computadorizada

3.1 Técnica

3.1.1 Espessura de corte

3.1.2 Filtros ou algoritmos de reconstrução da imagem

3.1.3 Modos de apresentação da imagem: janela e nível

3.1.4 Contraste

3.2 Dose de radiação

1 INTRODUÇÃO

O bom conhecimento das modalidades de diagnóstico por imagem na avaliação do tórax, assim como de suas capacidades e limitações, é de fundamental importância para a boa indicação clínica destes exames e, assim, obter o diagnóstico com eficácia e eficiência. Isto implica não só apontar o diagnóstico correto, mas também obtê-lo com o uso de recursos estritamente necessários, para reduzir gastos inúteis e potenciais efeitos colaterais, permitindo o tratamento dentro de um prazo de tempo condizente com a urgência que este merece. Vários são os métodos de imagem empregados na investigação das doenças torácicas. Neste capítulo serão abordadas as técnicas e as indicações dos exames mais frequentemente empregados: radiografia convencional, tomografia computadorizada (TC), ressonância magnética (RM), medi-

 

Capítulo 2 - A Radiografia de Tórax

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Capítulo

2

A Radiografia de Tórax

Ricardo Mazzetti Guerrini

1 Radiografia de tórax posteroanterior ou frontal

1.1 Técnica de exame

2 Radiografia em perfil

2.1 Técnica de exame

3 Decúbito lateral com raios horizontais

4 Radiografias oblíquas

5 Outras incidências oblíquas

6 Fluoroscopia | “Arte perdida”

7 Radiografia expirada

8 Incidência lordótica ou apicolordótica

9 Ingestão de bário

10 Broncografia

11 Planigrafia ou estratigrafia

12 Pneumotórax diagnóstico

13 Pós-processamento da radiografia digital

13.1 Inversão de negativo para positivo

13.2 Técnicas para melhorar o contraste

13.3 Troca de posição da radiografia (flip)

14 Tórax normal

14.1 Análise do tórax normal

14.1.1 Partes moles

14.1.2 Mamas

14.1.3 Dobras axilares

14.1.4 Sombras companheiras das clavículas e da segunda costela

14.1.5 Sombras dos músculos esternocleidomastóideos

 

Capítulo 3 - Tomografia Computadorizada de Tórax Normal

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Capítulo

3

Tomografia Computadorizada de Tórax Normal

Paulo Savoia Dias da Silva, Hamilton Shoji e

Marcelo Buarque de Gusmão Funari

1 Anatomia do mediastino

1.1 Compartimentos mediastinais

1.2 Coração e grandes vasos

1.2.1 Coração

1.2.2 Aorta e seus ramos

1.2.3 Grandes veias

1.2.4 Sistema arterial pulmonar

1.3 Demais estruturas mediastinais

1.3.1 Cadeias linfonodais

1.3.2 Traqueia e brônquios principais

1.3.3 Esôfago

1.3.4 Timo normal

1.3.5 Cisterna do quilo e ducto torácico

2 Anatomia dos hilos pulmonares

3 Anatomia normal dos pulmões e das vias aéreas

3.1 Organização anatômica da árvore traqueobrônquica

3.2 Organização anatômica da vascularização pulmonar

1 ANATOMIA DO MEDIASTINO

1.1 Compartimentos mediastinais

Os anatomistas frequentemente dividem o mediastino em quatro compartimentos que ajudam a formular hipóteses e diagnósticos diferenciais: superior, anterior, médio e posterior.

 

Capítulo 4 - Ultrassonografia do Tórax

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Capítulo

4

Ultrassonografia do Tórax

Miguel José Francisco Neto

1

2

3

4

5

Introdução

Anatomia do espaço pleural

Fisiologia

Técnica ultrassonográfica

Anatomia ultrassonográfica do tórax e do espaço pleural

5.1 Parede torácica

5.2 Arcabouço ósseo

5.3 Interface pleuropulmonar (eco pleural)

5.4 Diafragma

5.5 Espaços paramediastinais

5.6 Recessos costodiafragmáticos

5.7 Vasos mediastinais

6 Ultrassonografia dos derrames pleurais

6.1 Estimativa do volume do derrame pleural

6.2 Importância clínica da classificação ultrassonográfica dos derrames pleurais

7 Ultrassonografia dos tumores pleurais

8 Ultrassonografia das opacidades pulmonares

8.1 Padrão alveolar

8.2 Neoplasias pulmonares

8.2.1 Papel da ultrassonografia no estadiamento dos tumores de pulmão

8.3 Embolia pulmonar

1 INTRODUÇÃO

A ultrassonografia na avaliação do tórax é útil no estudo da pleura, do pulmão periférico e das doenças da parede torácica, bem como na interpretação, na localização e na natureza de opacidades caracterizadas no exame radiológico e na tomografia computadorizada do tórax.1-4

 

Capítulo 5 - Terminologia Ilustrada Usada em Patologia Torácica e Princípios Diagnósticos em Tomografia Computadorizada de Alta Resolução dos Pulmões

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Capítulo

5

Terminologia Ilustrada Usada em

Patologia Torácica e Princípios

Diagnósticos em Tomografia

Computadorizada de Alta

Resolução dos Pulmões

Gustavo Borges da Silva Teles

1 Terminologia ilustrada usada em patologia torácica

1.1 Ácino

1.2 Aprisionamento aéreo

1.3 Atelectasia

1.3.1 Atelectasia laminar (discoide)

1.3.2 Atelectasia redonda

1.4 Banda parenquimatosa

1.5 Bola fúngica

1.6 Bolha

1.7 Broncocele

1.8 Broncograma aéreo

1.9 Broncolito

1.10 Bronquiectasia

1.11 Bronquiectasia e bronquiolectasia de tração

1.12 Bronquiolectasia

1.13 Bronquíolo

1.14 Cavidade

1.15 Centrolobular

1.16 Cisto

1.17 Colapso

1.18 Consolidação

1.19 Distorção arquitetural

1.20 Enfisema

1.21 Enfisema bolhoso

1.22 Enfisema centroacinar ou centrolobular

1.23 Enfisema panacinar ou panlobular

1.24 Enfisema parasseptal

 

Capítulo 6 - Padrões Básicos de Alteração Pulmonar

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Capítulo

6

Padrões Básicos de

Alteração Pulmonar

A Atelectasia

1 Atelectasia obstrutiva ou de reabsorção

2 Atelectasias não obstrutivas

3 Atelectasia do lobo superior direito (LSD)

4 Atelectasia do lobo superior esquerdo (LSE)

5 Atelectasia do lobo médio (LM)

6 Atelectasia dos lobos inferiores

7 Atelectasias combinadas

8 Atelectasia segmentar

9 Atelectasia linear

10 Atelectasia redonda

11 Referências bibliográficas

B Vidro Fosco e Consolidação Alveolar

1 Vidro fosco

2 Consolidação alveolar

3 Referências bibliográficas

C Nódulos e Micronódulos Pulmonares

1 Definição e nomenclatura

2 Classificação | Atenuação

3 Achados associados

3.1 Sinal do halo

3.2 Escavação

4 Padrão de distribuição

4.1 Distribuição perilinfática

4.2 Distribuição centrolobular

4.3 Distribuição randômica

5 Referências bibliográficas

D Opacidades Reticulares | Espessamento Intersticial

 

Capítulo 7 - Alterações das Vias Aéreas Traqueia e Brônquios

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Capítulo

7

Alterações das Vias Aéreas |

Traqueia e Brônquios

Rodrigo Caruso Chate

1 Doenças das vias aéreas centrais

1.1 Doenças focais das vias aéreas centrais

1.1.1 Estenose traqueal pós-intubação

1.1.1.1 Epidemiologia

1.1.1.2 Manifestações clínicas

1.1.1.3 Patologia

1.1.1.4 Achados radiológicos

1.1.1.5 Diagnóstico diferencial

1.1.2 Neoplasias traqueais

1.1.2.1 Epidemiologia

1.1.2.2 Manifestações clínicas

1.1.2.3 Patologia

1.1.2.4 Achados radiológicos

1.1.2.5 Diagnóstico diferencial

1.1.3 Granulomatose de Wegener

1.2 Doenças difusas das vias aéreas centrais

1.2.1 Policondrite recidivante

1.2.1.1 Epidemiologia

1.2.1.2 Manifestações clínicas

1.2.1.3 Patologia

1.2.1.4 Achados radiológicos

1.2.1.5 Diagnóstico diferencial

1.2.2 Traqueobroncopatia osteocondroplástica

1.2.2.1 Epidemiologia

1.2.2.2 Manifestações clínicas

 

Capítulo 8 - Doença Cardíaca, Repercussão Vascular Pulmonar e Hipertensão Pulmonar

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Capítulo

8

1

2

3

4

Doença Cardíaca,

Repercussão Vascular Pulmonar e

Hipertensão Pulmonar

Fernando Uliana Kay

Introdução

Contornos cardíacos normais na radiografia de tórax

Dimensões cardíacas

Calcificações

1 INTRODUÇÃO

A avaliação do sistema cardiovascular pelos métodos de imagem remonta a uma das primeiras aplicações da radiografia, desde a descoberta dos raios X por Wilhelm Roentgen em

1895.1 Como o sangue, o miocárdio e as demais estruturas cardíacas possuem radiodensidades similares, o coração se apresenta como uma sombra homogênea, sem detalhes internos.

Por isso, a detecção e a identificação de doença cardíaca na radiografia dependem principalmente de alterações nas dimensões e contornos da silhueta cardíaca, bem como dos grandes vasos.2 O surgimento de novos métodos de imagem, como a ultrassonografia, a tomografia computadorizada (TC) e a ressonância magnética (RM), propiciou um salto no entendimento da anatomia e da função cardíaca, sendo amplamente incorporados no arsenal diagnóstico cardiológico atual.

 

Capítulo 9 - Infecções Pulmonares Bacterianas e Virais

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Capítulo

9

Infecções Pulmonares

Bacterianas e Virais

Gustavo Borges da Silva Teles e

Rodrigo Caruso Chate

1 Infecções bacterianas

1.1 �Epidemiologia e classificação

1.2 �Apresentações clínicas e laboratoriais

1.3 �Papel dos métodos de imagem

1.3.1 �Detecção

1.3.2 �Diagnóstico etiológico

1.3.3 �Seguimento

1.4 �Padrões anatomorradiológicos das infecções bacterianas

1.4.1 �Pneumonia lobar

1.4.2 �Broncopneumonia

1.4.3 �Pneumonia intersticial

1.4.4 �Embolia séptica

1.5 �Complicações infecciosas pleuropulmonares

1.5.1 �Pneumonia necrosante e abscesso pulmonar

1.5.2 �Pneumatocele

1.5.3 �Derrame pleural e empiema

1.6 �Principais agentes bacterianos

1.6.1 �Bactérias gram-positivas

1.6.1.1 �Streptococcus pneumoniae

1.6.1.2 �Staphylococcus aureus

1.6.2 �Bactérias gram-negativas

1.6.2.1 �Haemophilus influenzae

1.6.2.2 �Klebsiella pneumoniae

 

Capítulo 10 - Tuberculose e Micobacterioses

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Capítulo

10

Tuberculose e Micobacterioses

Gustavo Borges da Silva Teles, Hamilton Shoji,

Marcelo Buarque de Gusmão Funari,

Paulo Savoia Dias da Silva e

Ricardo Mazzetti Guerrini

1 Introdução

2 Aspectos fisiopatológicos

3 Formas de apresentação

3.1 �Tuberculose primária

3.2 �Tuberculose pós-primária

3.3 �Tuberculose miliar

3.4 �Tuberculose nos pacientes HIV positivo

3.5 �Tuberculose multidrogarresistente

4 Rastreamento radiológico

5 Diagnósticos diferenciais

6 Sequelas e complicações pulmonares e extrapulmonares

6.1 �Lesões parenquimatosas

6.1.1 �Cicatrização e destruição pulmonar

6.1.2 �Aspergiloma

6.1.3 �Carcinoma broncogênico

6.2 �Lesões de vias aéreas

6.2.1 �Bronquiectasias

6.2.2 �Estenose traqueobrônquica

1  �Introdução

A tuberculose é uma doen­ça muito antiga, acometendo o homem desde a pré-história.1 Aristóteles, na Grécia antiga, foi o primeiro a reconhecer sua natureza infecciosa.2 Muito tempo se passou até que o agente fosse isolado por Robert Koch em

 

Capítulo 11 - Infecções Fúngicas Pulmonares

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Capítulo

11

Infecções Fúngicas Pulmonares

Marcelo Buarque de Gusmão Funari e

Rodrigo Caruso Chate

1 Paracoccidioidomicose

1.1 Manifestações clínicas e patologia

1.2 Achados radiológicos

1.2.1 Forma infantojuvenil

1.2.2 Forma do adulto

2 Histoplasmose

2.1 Manifestações clínicas

2.2 Achados radiológicos

3 Aspergilose

3.1 Aspergilose saprofítica (aspergiloma)

3.1.1 Manifestações clínicas

3.1.2 Achados radiológicos

3.2 Aspergilose broncopulmonar alérgica

3.2.1 Manifestações clínicas

3.2.2 Achados radiológicos

Com um intuito essencialmente didático, as infecções fúngicas pulmonares podem ser divididas em dois grupos principais: as causadas por fungos endêmicos e as provocadas por fungos oportunistas. As micoses endêmicas ocorrem com maior frequência em regiões nas quais fatores ambientais favorecem o crescimento dos organismos fúngicos no solo, assumindo posição de destaque nesse grupo a paracoccidioidomicose e a histoplasmose. As infecções oportunistas, por sua vez, são observadas tipicamente em indivíduos com determinadas condições de imunocomprometimento (p. ex., portadores da síndrome da imunodeficiência adquirida [AIDS], pacientes com neoplasias hematológicas e transplantados de

 

Capítulo 12 - Infecção Pulmonar em Imunocomprometidos

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Capítulo

12

Infecção Pulmonar em

Imunocomprometidos

Guillherme Bachion

1 Padrões de infecção pulmonar em pacientes imunocomprometidos

2 Transplante de medula óssea e de órgãos sólidos

2.1 Transplante de medula óssea

2.1.1 Fase neutropênica

2.1.1.1 Infecção fúngica

2.1.2 Fase precoce

2.1.2.1 Citomegalovírus

2.1.2.2 Outros vírus

2.1.2.3 Pneumocystis jiroveci

2.1.3 Fase tardia

2.2 Transplante de órgãos sólidos

O pulmão é um dos órgãos mais frequentemente acometidos em complicações de pacientes imunocomprometidos, sendo a infecção a mais comum delas.1 A infecção pulmonar nesses pacientes está associada a alta taxa de morbidade e mortalidade, sendo de extrema importância um diagnóstico rápido e preciso.

A radiografia de tórax é, em geral, a primeira forma de avaliação por imagem de pacientes com suspeita de infecção pulmonar;2 embora seus achados não sejam específicos, eles desempenham um importante papel de triagem1 e no monitoramento da resposta ao tratamento.

 

Capítulo 13 - Complicações Pulmonares Relacionadas ao Transplante de Células-tronco Hematopoiéticas e de Órgãos Sólidos

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Capítulo

13

Complicações Pulmonares

Relacionadas ao Transplante de

Células-tronco Hematopoiéticas e de Órgãos Sólidos

Rosângela Maciel

1 Complicações pulmonares relacionadas ao transplante de células-tronco hematopoiéticas

1.1 Princípios gerais

1.2 Fase pré-enxerto (0 a 30 dias)

1.2.1 Pneumonia fúngica

1.2.2 Edema pulmonar

1.2.3 Hemorragia alveolar difusa

1.2.4 Toxicidade induzida por medicamentos

1.2.5 Síndrome do enxerto

1.3 Fase precoce pós-transplante (31 a 100 dias)

1.3.1 Citomegalovírus

1.3.2 Pneumocistose

1.3.3 Síndrome da pneumonia idiopática

1.3.4 Doença do enxerto versus hospedeiro aguda

1.4 Fase tardia pós-transplante (depois de 100 dias)

1.4.1 Bronquiolite obliterante

1.4.2 Pneumonia criptogênica organizante

2 Complicações pulmonares relacionadas ao transplante de órgãos sólidos

2.1 Complicações infecciosas

2.1.1 Pneumonia bacteriana

 

Capítulo 14 - Nódulo Pulmonar Solitário

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Capítulo

14

1

2

3

4

Nódulo Pulmonar Solitário

Rosângela Maciel

Definição

Pseudolesões

Abordagem clínica

Caracterização

4.1 Tamanho

4.2 Localização

4.3 Calcificação

4.4 Gordura

4.5 Atenuação do nódulo

4.6 Contornos

A avaliação e o manejo do nódulo pulmonar solitário

(NPS) é um problema para radiologistas, pneumologistas e cirurgiões torácicos, uma vez que ele que pode ser maligno e que a mortalidade no câncer de pulmão é de cerca de 85%.

O objetivo comum é distinguir entre uma lesão benigna e uma potencialmente maligna.

Com a utilização crescente da tomografia computadorizada com multidetectores (TCMD) na pesquisa de patologias pulmonares e cardiovasculares, houve um significativo aumento na detecção dessas lesões. Um estudo realizado com

1.520 pacientes de alto risco submetidos a screening anual com tomografia computadorizada de baixa dose mostrou que

 

Capítulo 15 - Câncer do Pulmão

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Capítulo

15

Câncer do Pulmão

Rosângela Maciel e

Marcelo Buarque de Gusmão Funari

1 Tipos histológicos

1.2 Câncer de pulmão do tipo não pequenas células: adenocarcinoma

1.3 Câncer de pulmão do tipo não pequenas células: carcinoma espinocelular

1.4 Câncer de pulmão do tipo não pequenas células: carcinoma indiferenciado de grandes células

1.5 Câncer de pulmão do tipo pequenas células

1.6 Múltiplos carcinomas primários

1.7 Carcinoma neuroendócrino

1.8 Sarcoma do pulmão

1.9 Carcinoma adenoide cístico

No Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer

(INCA), desde 2003, as neoplasias malignas são a segunda causa de morte na população, representando quase 17% dos

óbitos de causa conhecida, notificados em 2007 no Sistema de Informações sobre Mortalidade.

O câncer de pulmão é o mais comum de todos os tumores malignos, apresentando aumento de 2% por ano em sua incidência mundial. Em 90% dos casos diagnosticados, o câncer de pulmão está associado ao consumo de derivados de tabaco. No Brasil, foi responsável por 18.715 mortes em

 

Capítulo 16 - Doenças Linfoproliferativas do Tórax

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Capítulo

16

Doenças Linfoproliferativas do Tórax

Rodrigo Bastos Duarte Passos

1 Linfomas

1.1 Epidemiologia

1.2 Apresentação clínica

2 Linfoma de Hodgkin

2.1 Acometimento torácico

2.1.1 Acometimento mediastinal

2.1.2 Acometimento pleuropulmonar

2.1.3 Acometimento da parede torácica e da coluna

3 Linfoma não Hodgkin

3.1 Acometimento torácico

3.1.1 Acometimento mediastinal

3.1.2 Acometimento pulmonar

1 LINFOMAS

Linfomas são um tipo de câncer que envolve as células linfocitárias do sistema imunológico humano. São representados por uma vasta variedade de diferentes neoplasias de linfócitos, com grande quantidade de subtipos histológicos.1

Os linfócitos são células constituintes do sistema de defesa do corpo humano e podem ser divididos basicamente em dois grupos: os linfócitos B e T. Os linfócitos B produzem anticorpos que circulam pelo organismo e se ligam diretamente a células ou a proteínas anômalas, permitindo a ação direta dos linfócitos T. Os linfócitos T, por sua vez, quando ativados, podem atacar diretamente agentes patógenos. O linfoma ocorre quando algumas destas células se multiplicam de maneira incontrolável e desordenada.

 

Capítulo 17 - Sarcoidose

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Capítulo

17

Sarcoidose

Fernando Uliana Kay

1 Epidemiologia

2 Manifestações clínicas

3 Patologia

A sarcoidose é uma doença caracterizada pela formação de granulomas não caseosos, que podem afetar praticamente qualquer órgão, em especial pulmões e órgãos linfáticos; a etiologia desta enfermidade ainda é desconhecida.1

1 EPIDEMIOLOGIA

A doença demonstra predomínio em adultos de até

40 anos, com pico na faixa etária dos 20 aos 29 anos de idade e ligeira predileção pelo sexo feminino (nos EUA, a incidência

é de 5,9 por 100.000 pessoas-ano para homens e de 6,3 por

100.000 pessoas-ano para mulheres).2 Escandinavos e afrodescendentes americanos parecem ter a maior prevalência de sarcoidose no mundo, enquanto no Brasil, há mais de vinte anos, estimou-se que este registro seja de menos de 10 casos por 100.000 habitantes.3 Curiosamente e de maneira diversa com relação a outras doenças pulmonares, a sarcoidose parece acometer com menor frequência os tabagistas.4-6

 

Capítulo 18 - Pneumonias Intersticiais Idiopáticas e Pneumonia de Hipersensibilidade

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Capítulo

18

Pneumonias Intersticiais

Idiopáticas e Pneumonia de Hipersensibilidade

Rodrigo Bastos Duarte Passos

1 Pneumonias intersticiais idiopáticas

1.1 Fibrose pulmonar idiopática

1.1.1 Características clínicas

1.1.2 Características histológicas

1.1.3 Características de imagem

1.2 Pneumonia intersticial não específica

1.2.1 Características clínicas

1.2.2 Características histológicas

1.2.3 Características de imagem

1.3 Pneumonia criptogênica em organização

1.3.1 Características clínicas

1.3.2 Características histológicas

1.3.3 Características de imagem

1.4 Bronquiolite respiratória com doença pulmonar intersticial associada

1.4.1 Características clínicas

1.4.2 Características histológicas

1.4.3 Características de imagem

1 PNEUMONIAS INTERSTICIAIS

IDIOPÁTICAS

Na sua forma idiopática, as pneumonias intersticiais são doenças raras. No entanto, doenças mais frequentes como colagenoses, reações medicamentosas, infecções, sarcoidose, vasculites, pneumonia de hipersensibilidade e broncoaspiração recorrente podem exibir padrões morfológicos idênticos, sendo as PII consideradas “protótipos” para aquelas alterações intersticiais.

 

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