Planejamento de Espaços Internos

Autor(es): Mark Karlen
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Esta obra, ricamente ilustrada e com uma abordagem passo a passo, oferece todas as ferramentas e as informações especializadas para a configuração e organização de espaços internos. O livro contempla inúmeras questões relacionadas e importantes, como ergonomia, acessibilidade universal, isolamento acústico e térmico, iluminação natural e artificial, códigos de obras e materiais de construção, auxiliando o projetista a lidar com vários condicionantes. Explica também o uso de tabelas, organogramas, plantas baixas esquemáticas, etc.

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Capítulo 1: A metodologia de planejamento

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Capítulo 1 A METODOLOGIA DE PLANEJAMENTO

O processo de planejamento espacial de um interior tem início quando uma pessoa, ou um grupo de pessoas, decide sujeitar uma edificação, ou parte dela, a um uso novo, o que inclui desde espaços habitacionais ou profissionais pequenos até equipamentos profissionais ou institucionais enormes e complexos. Com exceção dos espaços mais simples, como apartamentos ou escritórios pequenos, utilizar um espaço de maneira eficiente e funcional é uma tarefa complexa que está muito além das capacidades da maioria de seus usuários. Nesse momento e por essa razão, o especialista em planejamento espacial, o arquiteto de interiores ou o arquiteto é chamado para resolver o problema.

Os arquitetos se deparam com situações distintas. A maioria dos usuários ou clientes não tem experiência em trabalhar com profissionais da área de planejamento e apresentam seus problemas dessa ordem sem dados preparados de maneira significativa. Não raro, um proprietário ou gerente de uma empresa procura um arquiteto de interiores e diz: “O número de funcionários aumentou em 60% nos

 

Capítulo 2: Os primeiros passos do planejamento de espaços

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Capítulo 2 OS PRIMEIROS PASSOS DO

PLANEJAMENTO DE ESPAÇOS

Organogramas e Plantas Baixas Esquemáticas

Até o momento, os esforços para solucionar problemas de planejamento espacial se concentraram em métodos de coleta de dados, na análise das necessidades dos usuários e nas tentativas iniciais de se estabelecer um conceito ou abordagem geral para o projeto. Embora tenhamos feito um pouco de planejamento físico – ao desenhar os esboços de planta baixa para funções ou compartimentos específicos e os diagramas de relações abstratos da organização como um todo –, a planta do conjunto ainda não foi abordada a partir de uma perspectiva realista de planejamento.

O pulo inicial desde os estudos preliminares até o desenvolvimento mais criativo de uma planta baixa que resolva os problemas práticos e estéticos dos usuários é o elemento mais complexo e crítico do processo de planejamento espacial. A elaboração do programa de necessidades é, essencialmente, um processo analítico; já o planejamento (e o projeto) é, em essência, um processo de síntese. Nunca é fácil passar do modo analítico do programa de necessidades para o modo criativo da atividade de projetar propriamente dita – sempre há uma distância considerável entre os dois processos. O ideal é fazer com que essa distância seja a menor e mais contornável possível. Ela será pequena na medida em que os resultados do programa de necessidades forem completos e detalhados.

 

Capítulo 3: Os espaços pequenos e com dimensões mínimas

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Capítulo 3 OS ESPAÇOS PEQUENOS E COM

DIMENSÕES MÍNIMAS

Antes de tentar solucionar os problemas convencionais de projeto de interiores,

é importante dominar o planejamento de espaços típicos pequenos e com dimensões mínimas. Em especial, é preciso tornar-se competente no planejamento de espaços residenciais típicos (cozinhas, banheiros, lavabos e lavanderias) e de espaços não residenciais (banheiros públicos e copas pequenas). Em uma escala menor, também se deve considerar espaços não usuais, como salas de computadores, câmaras escuras e laboratórios científicos. Há um denominador comum entre todos esses espaços: eles têm muitos equipamentos e sua construção é dispendiosa; consequentemente, seu planejamento costuma visar ao máximo de economia e eficiência em termos de espaço utilizado.

O planejamento de tais espaços pequenos não é muito difícil, mas, quando o arquiteto não tem experiência com eles, a área reduzida se torna um grande entrave para a resolução eficiente e eficaz dos problemas de projeto de interiores em geral.

 

Capítulo 4: A vedação esterna e as principais instalções prediais

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Capítulo 4 A VEDAÇÃO EXTERNA E AS PRINCIPAIS

INSTALAÇÕES PREDIAIS

Os conhecimentos que um projetista experiente traz para o projeto de arquitetura são incrivelmente amplos e profundos. Trata-se de um conhecimento que raramente é obtido em sala de aula; na verdade, ele é construído por meio da experiência adquirida, ao longo de muito tempo, em projetos numerosos e variados. Os livros-texto e os processos em sala de aula são incapazes de simular a experiência de aprendizado que resulta de esforços repetitivos em termos de pesquisa e também das complexidades e peculiaridades das situações reais.

No decorrer de qualquer projeto, o projetista pode buscar a ajuda de consultores e/ou pesquisar informações e técnicas de aplicação relacionadas a códigos de edificações, acústica, iluminação, instalações mecânicas e elétricas, normas de preservação histórica, considerações estruturais ou técnicas de construção interna, além de muitos outros fatores.

Este capítulo e o Capítulo 5 foram elaborados para oferecer uma ideia geral de todas as áreas do planejamento e da base de projeto essenciais para o processo de planejamento espacial. Em cada panorama, fornecemos uma indicação do nível ou da profundidade de conhecimento necessário para a área em questão. Além disso, leituras complementares voltadas ao desenvolvimento de tal conhecimento são sugeridas ao final do capítulo. Todas as áreas discutidas são

 

Capítulo 5: Os princiais fatores de influência

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Capítulo 5 OS PRINCIPAIS FATORES

DE INFLUÊNCIA

Além da vedação externa e das principais questões de sistemas de climatização discutidas no Capítulo 4, vários outros fatores influenciam o planejamento de espaços internos de maneira significativa. As ideias levantadas no início do Capítulo

4 – sobre a profundidade dos conhecimentos do projetista e a complexidade dos fatores que afetam as decisões de arquitetura de interiores – se aplicam quase que do mesmo modo a todos os fatores de influência tratados a seguir. Todas as áreas aqui discutidas merecem livros ou disciplinas universitárias exclusivas, mas esse tipo de aprofundamento extrapola o objetivo deste livro. Nosso foco é o planejamento de espaços, sendo que os leitores devem buscar conhecimentos adicionais em cada área à medida que as necessidades e as circunstâncias exigirem.

OS CÓDIGOS DE EDIFICAÇÕES

Os códigos de edificações abrangem praticamente todas as áreas de planejamento, projeto e construção de edificações; consequentemente, eles são muito complexos. Para complicar ainda mais, a linguagem utilizada neles é bastante técnica,

 

Capítulo 6: O desenvolvimento de esboço de planta baixa

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Capítulo 6 O DESENVOLVIMENTO DO ESBOÇO

DE PLANTA BAIXA

Depois que os estudos preliminares chegam ao fim e após os organogramas produzirem uma organização espacial básica, é hora de passar para o âmago da questão e desenvolver um esboço de planta baixa que atenda às necessidades do cliente ou do usuário. É preciso ratificar, logo no início, que o processo de planejamento envolve uma série de meios-termos entre questões antagônicas. Em geral, o processo inclui a ponderação de prós e contras de várias configurações diferentes, nas quais as necessidades dos usuários raramente – ou nunca – serão totalmente atendidas. Em resumo, o projetista jamais encontrará uma solução perfeita para atender a todas as exigências do programa de necessidades.

Até os problemas relativamente simples de projeto de interiores apresentam inúmeras exigências complexas e, com frequência, conflitantes, levando o projetista a tomar várias decisões de projeto que requerem sutileza e sensibilidade. Consequentemente, o ideal é desenvolver as habilidades de planejamento espacial de maneira progressiva, passando de problemas relativamente pequenos e simples e chegando, gradualmente, a outros maiores e mais complexos. Este capítulo apresenta um processo passo a passo para o desenvolvimento de um esboço de planta baixa. A abordagem utilizada aqui estabelece uma separação entre o esboço de planta baixa e o desenvolvimento subsequente de uma planta baixa preliminar, descrito em detalhes no Capítulo 7. A distinção entre as duas etapas identifica o

 

Capítulo 7: Como aperfeiçoar a solução encontrada

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Capítulo 7 COMO APERFEIÇOAR

A SOLUÇÃO ENCONTRADA

No Capítulo 6, o esboço de planta baixa ficou quase completo, embora não em um formato adequado para apresentação. Em termos de apresentabilidade, até as situações mais informais – como críticas iniciais em sala de aula ou uma discussão entre os próprios projetistas no escritório – esperariam uma planta baixa preliminar mais bem acabada. (A apresentação e a crítica dos esboços de planta baixa em painéis, sugeridas no Capítulo 6, raramente aconteceriam fora da sala de aula; esboços dessa natureza dificilmente, ou nunca, são mostrados em discussões entre projetistas ou para um cliente de um escritório profissional.) As plantas baixas preliminares podem ser finalizadas de maneira simples e despretensiosa ou em um estilo vistoso e complexo, sendo que as possibilidades variam de um extremo ao outro, conforme as exigências do ambiente ou da situação.

O estilo da finalização costuma ser determinado pela natureza do projeto. Em sala de aula, os exercícios de projeto geralmente incluem uma variedade de tipos, desde a solução rápida de um problema até o projeto de arquitetura completo, que exige várias técnicas de apresentação; essas técnicas, por sua vez, vão de dese-

 

Capítulo 8: o desenvolvimento de habilidades além do nível básico

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Capítulo 8 O DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES

ALÉM DO NÍVEL BÁSICO

De um ponto de vista didático, os exercícios de planejamento de espaços de 400 m² caracterizam um marco importante. Embora os problemas de planejamento de espaços internos de maior porte sejam mais difíceis e levem mais tempo para serem solucionados, os métodos e as técnicas para sua resolução, apresentados neste livro, são fundamentais e se mostrarão úteis à medida que as exigências de projeto se tornam maiores em escala e mais complexas dentro do programa de necessidades. Depois de dominar uma abordagem básica para a resolução desse tipo de problema, a experiência prática será a melhor maneira de desenvolver suas habilidades para que você se sinta à vontade ao lidar com espaços maiores e mais complexos. Este capítulo final visa a fornecer ideias e diretrizes básicas para aprimorar as habilidades além do nível básico exigido pelos exercícios com os programas de necessidades e as plantas baixas de edificações propostos aqui.

 

Fundamentos de projetos de escadas

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FUNDAMENTOS DE PROJETO DE ESCADAS

SEÇÃO 1

cujo projeto é particularmente bom, sentimos que o projetista proporcionou um momento de grande prazer para os usuários.

Ao utilizar este guia, é preciso considerar as três questões a seguir:

O PROJETO DE ESCADAS

Fazer um bom projeto de escada não é uma tarefa simples e, para aprendê-la, não basta usar livros de consulta. Para a maioria dos projetistas experientes, o processo de aprendizado se deu com a supervisão de outro colega, seja um professor ou um profissional com experiência na área, que os ajudou a corrigir erros ou equívocos de julgamento. Este capítulo orientará o projetista inexperiente durante as fases iniciais do projeto de escadas.

O principal objetivo de uma escada é conectar áreas de passagem de pedestres localizadas em níveis diferentes. Dependendo das circunstâncias, essa tarefa pode ser muito simples ou bastante complexa. A dificuldade aumenta quando a escada cobre mais de dois níveis, sendo que a tarefa fica ainda mais difícil no caso de escadas “monumentais” ou “escultóricas”, ou escadas de inserção em edificações com configuração irregular e/ou complexa. Para a maior parte das pessoas, usar escadas faz parte do cotidiano; na maioria dos casos, a escada é considerada algo banal e não recebe atenção. Contudo, quando nos deparamos com escadas cujo projeto é inadequado, a experiência é no mínimo desconfortável e, na pior das hipóteses, perigosa. Por outro lado, sempre que encontramos uma escada

 

Apêndice: Programas de necessidades e espaços de intervenção

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Apêndice

PROGRAMAS DE NECESSIDADES e ESPAÇOS DE INTERVENÇÃO

180 | Apêndice

Programas de Necessidades

PROGRAMAS DE

NECESSIDADES

1A, 1B, 1C: 150 m2

2A, 2B, 2C, 2S: 250 m2

3A, 3B, 3C: 400 m2

• Os Programas de Necessidades 1A, 1B e 1C devem ser utilizados com os Espaços de

Intervenção 1A, 1B e 1C, que têm cerca de 150 m2; mas eles podem ser usados em qualquer combinação (trocados entre si), o que nos oferece nove exercícios de projeto com espaços de tamanho similar.

• Os Programas de Necessidades 2A, 2B, 2C e 2S devem ser utilizados com os Espaços de Intervenção 2A, 2B, 2C e 2S, cada um com cerca de 250 m2. Estes também podem ser usados em qualquer combinação, possibilitando 16 exercícios de projeto com área similar. O “S” se refere à sample, amostra em inglês, pois o programa de necessidades

2S e o espaço de intervenção 2S são as amostras ou demonstrações mencionadas ao longo do texto.

• Os Programas de Necessidades 3A, 3B e 3C devem ser utilizados com os Espaços de

 

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