Sol, vento e luz: estratégias para o projeto de arquitetura (2a. ed.)

Autor(es): Brown, G
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PARTE I - TÉCNICAS DE ANÁLISE

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PARTE I

TÉCNICAS DE ANÁLISE

O objetivo da Parte I é a apresentação das técnicas que permitem ao projetista entender, antes que a edificação seja projetada, como o prédio provavelmente usará a energia, de tal forma que as estratégias de projeto arquitetônico adequadas à iluminação natural, ao aquecimento solar e ao esfriamento passivo possam tornar-se parte fundamental e integrante da concepção inicial do projeto. Em alguns casos, elas também são usadas para fornecer os dados sobre o clima ou as cargas de energia necessárias às ferramentas apresentadas nas Partes II e III. Na elaboração destas técnicas de análise, foi feita uma distinção entre técnicas de análise, estratégias de projeto e técnicas de avaliação.

As técnicas de análise são usadas para entender o problema e seu contexto. Elas caracterizam as importantes variáveis e estabelecem suas importâncias relativas. As estratégias de projeto geram formas; elas prioritariamente revelam as relações entre a forma arquitetônica, o espaço e o consumo de energia. As técnicas de avaliação diferenciam-se das técnicas de análise por serem subseqüentes às propostas de projeto. Elas são usadas para avaliar o desempenho de um projeto. Embora de conteúdo bastante similar às técnicas de análise, seu uso é fundamentalmente diferente e seu impacto potencial nas propostas preliminares é muito inferior, pois não podem trazer informações a estas idéias iniciais. Naturalmen-

 

PARTE II ESTRATÉGIAS DE PROJETO

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Parte II

ESTRATÉGIAS DE PROJETO

O objetivo deste capítulo é identificar um conjunto amplo e, ao mesmo tempo, limitado de estratégias de projeto que possam ser usadas nas etapas preliminares do processo projetual. Elas devem ser abrangentes de forma que não se percam oportunidades, mas também têm que ser de número limitado para que possam ser lembradas e não sobrecarreguem o projetista com informações excessivas. Usamos cinco critérios para avaliar se uma estratégia de projeto deveria estar incluída neste livro. O primeiro, naturalmente, foi que estivesse relacionada com a energia. O segundo é que fosse, por natureza, essencialmente passiva. Aqui, o termo “passiva” foi usado de forma bastante ampla e muitas das ilustrações são de sistemas híbridos, usando algum tipo de energia para o acionamento de bombas, difusores e controles. Em terceiro lugar, as estratégias deveriam ter relacionamento com a forma e a organização das edificações. Este critério eliminou um grande número de estratégias muito boas de conservação de energia. Por exemplo, ele excluiu o uso de barreiras de vapor de plástico para a redução de infiltrações, o que é uma consideração extremamente importante no projeto de qualquer edificação com aquecimento solar, uma vez que as infiltrações são uma fonte primária de perdas térmicas. No entanto, como as barreiras de vapor são finas e geralmente embutidas nas paredes, podem facilmente ser deixadas para uma etapa

 

PARTE III - ESTRATÉGIAS PARA COMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMAS PASSIVOS

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Parte III

ESTRATÉGIAS PARA COMPLEMENTAÇÃO

DE SISTEMAS PASSIVOS

À medida que aumenta o tamanho das edificações, diminui a oportunidade de iluminação natural total ou de climatização passiva total. Como as grandes edificações são mais complexas, seu desempenho é mais difícil de prever e garantir e os critérios usados para julgar o desempenho tornam-se mais restritivos. Por exemplo, as grandes oscilações de temperatura que podem ser toleradas por algumas pessoas em uma pequena edificação residencial ou comercial talvez não possam ser toleradas por um grupo maior de pessoas ocupando um grande edifício de escritórios. Um sistema totalmente passivo não usa nenhuma energia auxiliar com ventiladores, bombas ou para climatização. Os sistemas passivos típicos usam elementos de arquitetura para modificar o clima, como foi tratado na Parte II, Estratégias de Projeto, enquanto os sistemas ativos típicos são, por natureza, mais mecânicos.

Sendo poucas edificações solares totalmente passivas, a maioria utiliza sistemas de apoio para cargas de pico. Isso ocorre até mesmo em pequenas edificações muito eficientes, em climas rela-

 

APÊNDICES

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APÊNDICE A

319

FONTES DOS DADOS DE ACORDO COM A TÉCNICA

DE ANÁLISE

*As remissões marcadas com um asterisco foram usadas como fontes para os dados climáticos apresentados no apêndice de dados por cidade específica.

Valores Normais, Médios e Extremos

International Station Meteorological Climate Summary, Version

4.0 (NCDC, 1996).

Canadian Climate Normals, 1961-1990 (Environment Canada,

1993).

Canadian Monthly Climate Data on CD-ROM (Environment

Canada, 1994).

Comparative Climatic Data for the United States Through 1994.

(NOAA, 1995).

Climates of the States (NOAA, 1985).

1 Quadrante Solar

Climate Consultant software (Milne, 1991).

2 Carta solar

Passive Solar Energy Book (Mazria, 1979).

Climate Consultant (Milne, 1991).

Manual of Tropical Housing and Building (Koenigberger et al.,

1973).

SUN-CHART software (Crawford, 1995).

SolrPath sotfware (TEES, 1999).

3 Radiação Solar

Radiação Solar Horária Média, por Cidade

*A Radiação Horizontal Global Horária Média das cidades do apêndice é derivada dos dados TMY2 (Marion & Urban, 1995).

 

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