Sistemas de produção: conceitos e práticas para projeto e gestão da produção enxuta

Autor(es): Antunes, Junico
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9 capítulos

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1 A Produção Industrial no Ambiente Competitivo Globalizado

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A Produção Industrial no Ambiente

Competitivo Globalizado

Visão geral

Este capítulo traz ao leitor uma discussão conceitual acerca das lógicas de competição entre empresas manufatureiras no cenário econômico contemporâneo.

Para isso consideram-se as diferentes dimensões competitivas sobre as quais as firmas formulam suas estratégias, com ênfase nos custos. Este debate inicial é feito à luz da evolução histórica dos mercados no âmbito mundial e nacional. No traçado deste pano de fundo, levam-se em conta os contrastes entre países em desenvolvimento (como Brasil e China, por exemplo) e aqueles ditos de Primeiro Mundo (EUA, Japão e países da Europa), particularmente no que se refere aos custos dos diferentes fatores de produção (com destaque para capital e trabalho) e os custos financeiros. Esses contrastes são ilustrados através de um exemplo didático que compara as condições para implantação de uma célula de manufatura em três países: Brasil, EUA e Japão. Por fim, discute-se o papel do desempenho na manufatura como aspecto relevante da sustentação da posição de empresas nacionais, no cenário institucional e competitivo contemporâneo.

 

2 Os Paradigmas na Engenharia de Produção

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“O mais importante não é o sistema, mas a criatividade dos seres humanos que selecionam e interpretam a informação. Tais aperfeiçoamentos são feitos diariamente graças ao vasto número de sugestões recebidas de seus funcionários”.

(Taiichi Ohno, 1996)

C A P Í T U L O

2

Resumo do capítulo | 57

( 2.1 )

Introdução | 57

( 2.2 )

O conceito de sistema | 58

( 2.2.1 )

Considerações iniciais | 58

( 2.2.2 )

Conceitos básicos de sistemas | 59

( 2.2.3 )

O sistema empresa de manufatura | 61

( 2.2.4 )

Os sistemas de manufatura e de produção | 61

( 2.3 )

A evolução dos sistemas de produção: uma visão histórica a partir das revoluções industriais propostas por Shigeo Shingo | 64

( 2.4 )

O período pré-paradigmático | 65

( 2.5 )

O paradigma das melhorias dos sistemas produtivos baseado nas operações | 67

( 2.6 )

O paradigma dos sistemas de produção voltados à melhoria nos processos | 70

( 2.7 )

Considerações finais: no sentido da adoção do paradigma das melhorias nos processos em sistemas empresariais | 75

Atualização na internet | 77

 

3 Os Sistemas de Produção do Ponto de Vista do Mecanismo da Função Produção

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Os Sistemas de

Produção do Ponto de

Vista do Mecanismo da

Função Produção

Resumo do capítulo

O presente capítulo desenvolve os aspectos conceituais e práticos da ferramenta analítica central do Sistema Toyota de Produção – o mecanismo da função produção (MFP). O MFP, desenvolvido por Shigeo Shingo, ajuda os teóricos e praticantes do Sistema Toyota de Produção a compreender qualquer sistema de produção como uma rede de processos e operações. Além disso, o capítulo desenvolve as diversas categorias de análise que constituem a função processo (processamento/fabricação, inspeção, transporte e as esperas) e a função operação (preparação, operação principal, folgas não ligadas ao pessoal e folgas ligadas ao pessoal). Especial atenção é dada ao estudo das esperas, pois este é um tópico muito relevante para o desenvolvimento processual do Sistema Toyota de Produção e suas derivações. Finalmente, o capítulo apresenta exemplos visando estabelecer as prioridades e os focos de melhorias propugnados pelo mecanismo da função produção.

 

4 Teoria das Restrições: Aprofundando a Compreensão do Mecanismo da Função Produção

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Teoria das Restrições:

Aprofundando a

Compreensão do

Mecanismo da Função

Produção

Resumo do capítulo

Uma das questões relevantes que se coloca em termos de teoria da Engenharia de

Produção é: “como mensurar se determinada atividade de melhoria realizada na empresa está alinhada à sua meta global?” No Capítulo 3, foram estabelecidas as bases analíticas que permitem encaminhar a resposta à questão formulada acima.

No entanto, no âmbito do mecanismo da função produção, não existe um conjunto sistêmico de indicadores que permita avaliar explicitamente se as ações locais empreendidas estão alinhadas aos objetivos maiores da organização.

A compreensão dos conceitos básicos da Teoria das Restrições pode preencher esta lacuna conceitual e prática. Adicionalmente, a Teoria das Restrições pode fornecer uma base conceitual relevante para melhorar o entendimento da função-processo, fundamentalmente através dos conceitos de restrições aos sistemas produtivos. Assim, este capítulo trata dos conceitos básicos apresentados por Goldratt na chamada Teoria das Restrições (Theory Of Constraints) –

 

5 Mecanismo da Função Produção – Auxiliando a Compreensão dos Conceitos em Engenharia da Produção

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“Sem teoria não há conhecimento.”

(Edward Deming)

C A P Í T U L O

5

Resumo do Capítulo | 129

( 5.1 )

A compreensão dos índices de eficiência nos sistemas produtivos a partir dos conceitos do mecanismo da função de produção | 129

( 5.1.1 )

O índice de rendimento operacional global dos equipamentos – IROG | 130

( 5.1.2 )

Mensuração do índice de multifuncionalidade – uma medida do grau de autonomação das células de produção, das fábricas focalizadas e das unidades produtivas | 132

( 5.1.3 )

Mensuração da eficiência de utilização da mão-de-obra | 134

( 5.2 )

Takt-time e tempo de ciclo: conceitos e contextualização dentro do Sistema Toyota de Produção | 142

( 5.2.1 )

Considerações iniciais | 142

( 5.2.2 )

Compreendendo a prática dos fluxos no Sistema Toyota de Produção | 143

( 5.2.3 )

Tempo de ciclo e takt-time: esclarecendo e propondo conceitos | 146

( 5.2.4 )

Takt-time | 147

( 5.2.5 )

Tempo de ciclo | 149

( 5.2.6 )

Takt-Time e tempo de ciclo: o contraste dos conceitos e as lógicas de melhorias | 152

( 5.2.7 )

Considerações sobre o funcionamento de sistemas produtivos baseados no conceito de takt-time | 155

 

6 Mecanismo da Função Produção – Potencialidades de Aplicações Práticas nos Sistemas Produtivos

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168

Sistemas de Produção

( 6.1.2 ) Modelo teórico para análise da capacidade × demanda em

sistemas produtivos

De acordo com a discussão teórica feita no Capítulo 5, a capacidade grosseira de um recurso é obtida pela multiplicação de sua capacidade nominal (medida em tempo – t) pelo índice de eficiência global calculado para este recurso.

Através da construção da planilha apresentada na Figura 6.1, as capacidades reais dos recursos dos processos produtivos podem ser determinadas em unidade de tempo, levando-se em consideração a eficiência global de cada recurso.

Já as demandas dos produtos nos recursos produtivos podem ser calculadas através da multiplicação das taxas de processamento unitárias (tempos de ciclo, para os recursos que produzem peça a peça) pelas quantidades obtidas a partir das informações provenientes das previsões da vendas e/ou dos pedidos efetuados pelos clientes – geralmente chamados de “pedidos firmes”.

A utilização da planilha mostrada na Figura 6.1 possibilita identificar os recursos que não poderão atender às demandas previstas.

 

7 As Perdas e o Conceito de Trabalho nos Sistemas Produtivos

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As Perdas e o Conceito de Trabalho nos

Sistemas Produtivos

Resumo do capítulo

Este capítulo trata das perdas nos sistemas produtivos. O Sistema Toyota de

Produção – STP – (ou produção enxuta) tem como base para sua construção a compreensão e desdobramento em ferramentas práticas dos conceitos de atividade, custo, perda e trabalho, e das suas múltiplas inter-relações. De início, apresentamos ao leitor uma conceituação rigorosa sobre perdas, aprofundando-se o assunto na análise das sete perdas conceituadas por Taiichi Ohno, um dos principais artífices da construção técnico-econômica do STP.

A partir desses conceitos básicos, desenvolve-se o argumento no sentido de identificar outros tipos perdas que ocorrem nos sistemas produtivos (por exemplo: perdas ergonômicas, energéticas e ambientais). De posse dessa visão ampliada, o leitor passa a dispor de um ferramental intelectual que pode ser aplicado em diferentes ambientes de produção.

Por fim, tratamos de relacionar os conceitos de perdas e o mecanismo da função de produção. Como síntese das idéias, apresentamos um conceito alternativo de identificação das perdas (o modelo 5MQS).

 

8 Construindo Sistemas de Produção Competitivos a Partir do Sistema Toyota de Produção

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Construindo Sistemas de Produção Competitivos a Partir do Sistema Toyota de Produção

Resumo do capítulo

Os principais componentes do Sistema Toyota de Produção são:

Princípios básicos de construção de Sistema Toyota de Produção, que definem o conteúdo das mudanças propostas nos sistemas produtivos: i) mecanismo da função produção; ii) o princípio do não custo; iii) as perdas nos sistemas produtivos.

Conjunto de subsistemas e técnicas que suportam a construção do

Sistema Toyota de Produção, entre os quais é possível incluir: i) subsistema de defeito zero (autonomação/CQZD/poka-yoke); ii) subsistema de quebra zero (MPT); iii) subsistema de pré-requisitos básicos de Engenharia de

Produção (troca rápida de ferramentas, leiaute celular, operação padrão); iv) subsistema de estoque zero (Kanban).

Logística de melhorias no Sistema Toyota de Produção que definem o processo da mudança. Os aspectos ligados ao processo de mudança envolvem: i) a lógica do Kanban amplo (subsistema de sincronização e melhorias); ii) utilização conjunta de todos os subsistemas e técnicas discutidas no item anterior.

 

9 Casos de Aplicação do Sistema Toyota de Produção/Produção Enxuta

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“O que você pensa que é a essência do just-in-time?

A resposta do iniciante é que o JIT é bom simplesmente porque ele reduz o inventário. Uma resposta de nível intermediário é que o JIT permite a descoberta dos problemas e promove a sua solução através do Kaizen.

A terceira resposta, a mais madura, é que o JIT infunde uma consciência de custos em todos os empregados da empresa.”

(Michikazu Tanaka, Gestor da Planta da Toyota de Daihatsu, 1984)

C A P Í T U L O

9

Resumo do capítulo | 287

( 9.1 )

O caso da mina de fluorita | 287

( 9.1.1 )

Introdução | 287

( 9.1.2 )

Base conceitual: o mecanismo da função produção e as sete perdas nos sistemas produtivos | 287

( 9.1.3 )

Aplicação prática de conceitos do STP em uma mina de fluorita | 289

( 9.1.4 )

Considerações finais | 297

( 9.2 )

O caso da empresa de utensílios domésticos termoplásticos | 299

( 9.2.1 )

Introdução | 299

( 9.2.2 )

Descrição sucinta dos produtos e processos de transformação de termoplásticos | 299

( 9.2.3 )

A implantação de um sistema de produção com princípios e técnicas do STP | 300

 

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