Dependência de Internet: manual e guia de avaliação e tratamento

Autor(es): Young, Kimberly S.
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Reúne grandes nomes mundiais e baseado em evidências científicas. Discute o impacto cultural e global desse tema, apresentando aos terapeutas as implicações clínicas, métodos de avaliação e abordagens de tratamento mais recentes no trabalho com clientes que sofrem desse transtorno de dependência cada vez mais disseminado.

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1. Estimativas de prevalência e modelos etiológicos da dependência de internet

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Estimativas de prevalência e modelos etiológicos da dependência de internet

Kimberly S. Young, Xiao Dong Yue e Li Ying

A dependência de internet foi pesquisada pela primeira vez em 1996, e os achados foram apresentados à Associação Psicológica Americana. O estudo examinou mais de 600 casos de usuários pesados de internet que apresentavam sinais clínicos de dependência conforme medida por uma versão adaptada dos critérios do DSM­‑IV para o jogo de azar patológico (Young, 1996).

Desde então, estudos subsequentes na última década examinaram vários aspectos do transtorno. Os primeiros estudos procuraram definir a dependência de internet e examinaram padrões de comportamento que diferenciavam o uso compulsivo de internet do uso normal. Estudos mais recentes exploraram a prevalência dessa dependência e investigaram os fatores etiológicos ou as causas associadas ao transtorno. Muitos deles examinaram o impacto da comunicação via computador na maneira pela qual as pessoas se adaptam às características interativas de internet, e estudos iniciais dos Estados Unidos se disseminaram para o Reino Unido e países como Rússia, China e Taiwan.

 

2. Avaliação clínica de clientes dependentes de internet

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Avaliação clínica de clientes dependentes de internet

Kimberly S. Young

O diagnóstico de dependência de internet geralmente é complexo. Diferentemente da dependência química, a internet oferece diversos benefícios, pois consiste em um avanço tecnológico da nossa sociedade e não num dispositivo a ser criticado como adictivo. Com ela podemos realizar pesquisas, transações comerciais, acessar bibliotecas, nos comunicar e planejar viagens.

Existem livros descrevendo os benefícios psicológicos, assim como funcionais, de internet na nossa vida. Em comparação, o álcool ou as drogas não são uma parte integral ou necessária da nossa vida pessoal e profissional, nem nos oferecem qualquer benefício direto. Com tantos usos práticos de internet, os sinais de dependência podem ser facilmente mascarados ou justificados.

Além disso, as avaliações clínicas frequentemente são muito abrangentes e cobrem transtornos relevantes para condições psiquiátricas ou transtornos de dependência. E, dado seu caráter recente, os sintomas de dependência de internet nem sempre se revelam em uma entrevista clínica inicial. Embora os autoencaminhamentos por dependência de internet estejam se tornando mais comuns, o cliente em geral não se apresenta com queixas de dependência do computador. As pessoas inicialmente se apresentam com sinais de depressão clínica, transtorno bipolar, ansiedade ou tendências obsessivo­‑compulsivas, e só mais tarde, num exame posterior, o profissional que as está tratando descobre sinais de abuso de internet (Shapiro, Goldsmith, Keck, Khosla e McElroy,

 

3. Interação social na internet, bem‑estar psicossocial e uso problemático de internet

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Kimberly S. Young, Cristiano Nabuco de Abreu & cols.

Este capítulo examina a relação entre o UPI e as funções interpessoais de internet. A interação social na internet é diferente das conversas face a face e essa diferença pode ser extremamente tentadora para as pessoas com

UPI (Caplan, 2003; McKenna e Bargh, 2000; Morahan­‑Martin e Schumacher,

2000). Conforme o capítulo explica, comparada a contextos das conversas face a face, a comunicação interpessoal mediada pelo computador envolve maior anonimato, mais tempo criando e editando mensagens verbais e maior controle sobre a autoapresentação, bem como o manejo da impressão causada (Walther, 1996). Não surpreende, então, que as pesquisas indiquem uma associação positiva entre o UPI e o comportamento social na web, e também entre o UPI e problemas interpessoais como deficiência de habilidades sociais, solidão e ansiedade social (Caplan, 2005, 2007; Morahan­‑Martin e

Schumacher, 2000, 2003). Valkenburg e Peter (2007) afirmaram que “se a internet influencia o bem­‑estar, é por seu potencial de alterar a natureza da comunicação e da interação social” (p. 44). Em uma revisão da literatura,

 

4. Usos e gratificações da dependência de internet

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Usos e gratificações da dependência de internet

Robert LaRose

Por que atividades virtuais que começam como uma simples diversão e se transformam em atividades favoritas e hábitos prazerosos podem progredir para formas problemáticas de uso excessivo de internet? E, dada a pronta disponibilidade de tantos passatempos online interessantes, por que as formas problemáticas de uso não são ainda mais prevalentes? Este capítulo examina o desenvolvimento de hábitos virtuais da perspectiva da pesquisa comunicacional sobre os usos e as gratificações (UGs) que os indivíduos buscam na internet. Ele desenvolve um modelo de uso de internet em populações normais que combina processos conscientes e não conscientes para explicar os estágios iniciais da progressão do uso normal de internet para formas mais problemáticas. São discutidos os mecanismos autorreguladores que moderam o uso excessivo e estratégias de prevenção para controlar o desenvolvimento de hábitos de uso potencialmente prejudiciais.

USOS E GRATIFICAÇÕES DA DEPENDÊNCIA DE INTERNET

 

5. Dependência virtual de role‑playing games

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Dependência virtual de role­‑playing games

Lukas Blinka e David Smahel

Os aplicativos do tipo role­‑playing games com múltiplos jogadores online simultâneos (a sigla em inglês é MMORPGs, massive multiplayer online role­

‑playing games) são um exemplo de um aplicativo de internet cada vez mais popular. Esses jogos acontecem em realidades virtuais, onde a pessoa atua através de uma personalidade virtual criada, chamada avatar. A popularidade desses jogos pode ser constatada a partir de dados sobre o mais popular dos MMORPGs, o World of Warcraft, com mais de 11,5 milhões de usuários oficialmente inscritos. Com base em dados da Entertainment Software Association (2007), o número de jogadores online dobrou entre 2006 e 2007. Os

MMORPGs são um tipo de jogo online para múltiplos jogadores (MMO); os

MMOs incluem, por exemplo, o conhecido jogo Second Life. Os MMOs nem sempre são jogos no sentido estrito da palavra; por exemplo, muitos usuários do Second Life afirmam que “o Second Life não é um jogo, mas uma segunda vida”. De acordo com algumas estatísticas, em abril de 2008 (Voig, Inc.,

 

6. Dependência de jogos de azar na internet

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Dependência de jogos de azar na internet

Mark Griffiths

Os jogos de azar são uma atividade popular em muitas culturas. Pesquisas em nível nacional tendem à conclusão de que há mais jogadores que não jogadores, mas que a maioria deles joga raramente (por exemplo, Wardle et al., 2007). Estimativas baseadas em dados de levantamento de países do mundo todo indicam que a maioria das pessoas já jogou em algum momento da vida (Meyer, Hayer e Griffiths, 2009; Orford, Sproston, Erens e Mitchell,

2003). A introdução dos jogos à distância (por exemplo, jogos de azar pela internet, por telefone celular, por televisão interativa) aumentou muito o potencial de acessibilidade a esses jogos no mundo inteiro. Estudos de comissões governamentais em vários países, incluindo Estados Unidos, Reino Unido,

Austrália e Nova Zelândia, concluíram que em geral a maior disponibilidade dos jogos levou a um aumento do jogo patológico de azar, embora essa relação seja complexa e não linear (Abbott, 2007).

As estimativas do número de jogadores­‑problema variam: por exemplo,

 

7. Compulsividade e dependência de sexo virtual (cibersexo)

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Compulsividade e dependência de sexo virtual (cibersexo)

David L. Delmonico e Elizabeth J. Griffin

A população mundial que acessa a internet aumentou 380% de 2008 para 2009. Estima­‑se que quase 75% de todo o continente norte americano tenha acesso à internet. A internet é uma representação microcósmica do mundo real, tanto sexualmente quanto não. Quase tudo o que encontramos em termos sexuais no mundo real se traduz de alguma maneira para a internet. Com um público tão grande, os produtores comerciais de atividades de sexo virtual percebem o potencial de lucro com esse segmento sem praticamente nenhum aumento nos custos. De fato, em 2006 a pornografia virtual foi responsável por quase $3 bilhões (23%) do lucro total do mercado de pornografia nos Estados Unidos (Family Safe Media, 2010). Como resultado do crescente número de pessoas que acessam a internet, e também da disponibilidade de material sexual na internet, pesquisadores e terapeutas relatam um aumento significativo de indivíduos buscando ajuda para sua dependência de sexo virtual e de compulsividade sexual na internet.

 

8. As propriedades de dependência do uso de internet

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As propriedades de dependência do uso de internet

David Greenfield

Muitos estudos confirmaram a existência de um uso compulsivo ou dependente de internet (Aboujaoude, Koran, Gamel, Large e Serpe, 2006;

Chou, Condron e Belland, 2005; Greenfield, 1999a; Shaw e Black, 2008;

Young, 2007). Young (1998a) foi a primeira a descobrir que o uso excessivo de internet por razões não acadêmicas e não profissionais estava associado a efeitos prejudiciais sobre o desempenho acadêmico e profissional. Greenfield (1999b) descobriu que aproximadamente 6% das pessoas que usam a internet parecem fazê­‑lo compulsivamente, muitas vezes com consequências negativas sérias. Entretanto, ainda há muitas perguntas a serem respondidas antes de chegarmos a uma nosologia apropriada para rotularmos os efeitos do abuso de internet. Embora o termo da mídia mais popular atualmente pareça ser dependência de internet, outros termos utilizados incluem transtorno de dependência de internet, uso patológico de internet, abuso de internet, comportamento possibilitado pela internet, uso compulsivo de internet, compulsão de mídia digital e dependência virtual (Greenfield, 1999c). Essa lista não inclui todos os termos empregados, mas serve para ilustrar a complexidade que enfrentamos atualmente de dar um nome a esse fenômeno clínico.

 

9. Psicoterapia para a dependência de internet

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Psicoterapia para a dependência de internet

Cristiano Nabuco de Abreu e Dora Sampaio Góes

Introdução

As abordagens em psicoterapia disponíveis para o tratamento da dependência da internet ainda são raras e pouco conhecidas na literatura. Como a referida dependência ainda não conta com sua inclusão nos manuais oficiais de medicina e de psicologia, seu estudo e conhecimento ainda são de pouca amplitude. Entretanto, muito embora seu aparecimento seja recente, se nota de forma progressiva a sua manifestação nos consultórios, escolas e em ambulatórios de saúde mental. Dessa forma, no presente capítulo, foram pesquisados nas bases de dados PUBMED, LILACS, SCIELO, Google Acadêmico e na literatura em geral descrições de intervenções em psicoterapia que são apontadas na literatura. Não tivemos como objetivo abordar as intervenções realizadas em centros de desintoxicação, por exemplo, e que não são descritas na literatura. Assim sendo, será nosso objetivo apresentar ao leitor os estudos existentes, bem como a descrição da dimensão terapêuticas dessas aplicações.

 

10. Trabalhando com adolescentes dependentes de internet

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Trabalhando com adolescentes dependentes de internet

Keith W. Beard

Os adolescentes, de modo especial, são atraídos para a internet. Este capítulo revisa as atuais pesquisas sobre uso de internet pelos adolescentes.

Ele inclui uma discussão dos comportamentos na internet típicos dessa faixa etária, os benefícios do uso de internet e os problemas que podem resultar das atividades virtuais dos adolescentes. São examinados os sinais de alerta e sintomas que podem indicar um problema significativo de uso de internet nesse grupo. O capítulo também considera questões desenvolvimentais, dinâmica social (isto é, fatores familiares e interações com os pares) e componentes culturais que têm sido associados à dependência de internet na adolescência.

Finalmente, há uma revisão de como tratar adolescentes dependentes de internet, incluindo maneiras de avaliar os problemas e estratégias específicas de intervenção. Destacamos possíveis intervenções de terapia familiar que podem ser utilizadas.

INTRODUÇÃO

 

11. Infidelidade virtual: um problema real

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Infidelidade virtual: um problema real

Monica T. Whitty

Atualmente já está bem estabelecido que a infidelidade virtual é um problema real. Este capítulo examina as características singulares da infidelidade virtual e como essas características se alteraram conforme a internet evoluiu.

Primeiramente, examinamos como a intimidade é estabelecida virtualmente e os aspectos específicos dos casos amorosos na internet. Depois, analisamos os componentes sexuais e emocionais da infidelidade e procuramos dar uma definição genérica da infidelidade virtual. São destacadas diferentes formas de infidelidade virtual, incluindo sites de namoro extraconjugal e sites de redes sociais. Também questionamos se todas as atividades virtuais que imitam a infidelidade deveriam ser consideradas traição. Talvez algumas delas sejam simplesmente um jogo, e não pertençam à esfera da realidade. O capítulo também salienta que a tecnologia digital pode ser utilizada para se estabelecer um caso amoroso virtual e examina como essa tecnologia ajuda a manter casos extraconjugais. Finalmente, é proposto um tratamento, a partir do que já sabemos sobre a infidelidade virtual e do que nos informam as pesquisas mais tradicionais sobre o tema. Acreditamos que todo o nosso entendimento da natureza da infidelidade (tanto nas formas novas como nas mais tradicionais) precisa ser completamente reexaminado, considerando­‑se a importância das tecnologias digitais na vida de tantas pessoas.

 

12. Recuperação de 12 passos no tratamento de internação para a dependência de internet

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Recuperação de 12 passos no tratamento de internação para a dependência de internet*

Shannon Chrismore, Ed Betzelberger, Libby Bier e Tonya Camacho

A doença da dependência química (i.e., sinais e sintomas, consequências, tratamento, etc.) está bem documentada. Já com referência ao uso problemático de internet e, especificamente, ao tratamento de internação para essa dependência, há bem menos informações. O propósito deste capítulo é examinar um modelo de tratamento de internação empregado em um centro para dependência química e para dependências comportamentais (incluindo jogo, internet, jogos eletrônicos, compras/gastos, sexo e comida, além da dor crônica com dependência). O capítulo também analisa o uso de um formato de grupo, não apenas em ambientes profissionais, mas também em comunidades de 12 passos. Para uma maior compreensão do tratamento e da terapia de grupo com pessoas dependentes de internet, apresentaremos inicialmente uma visão geral dessa dependência, da comunidade de Emoções Anônimas

 

13. Rumo à prevenção da dependência adolescente de internet

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Kimberly S. Young, Cristiano Nabuco de Abreu & cols.

Os dependentes de internet são identificados por esses estudos anteriores como, em sua maioria, adultos e estudantes universitários. Recentemente, na medida em que a internet passou a ser uma parte integral do cotidiano dos adolescentes tanto por razões acadêmicas como recreativas, o seu uso excessivo passou a ser uma preocupação crescente para pais, profissionais de saúde mental, educadores e legisladores. As características clínicas da dependência adolescente são muito semelhantes às apresentadas pelos adultos. Segue­‑se o caso de um adolescente de 16 anos, aluno de ensino médio, que procurou aconselhamento virtual voluntariamente:

Desde que me tornei dependente [de StarC], estudar perdeu a importância para mim e, naturalmente, minhas notas pioraram rapidamente.

Embora meus amigos e família estejam preocupados, parece que eu não consigo me livrar dessa obsessão pelo jogo e continuo jogando a noite toda na maioria das noites... Mesmo quando durmo eu penso sobre o jogo e, às vezes, sonho que sou uma unidade de combate no jogo... Eu quero me livrar dessa obsessão, mas simplesmente não consigo (habitualmente fico no computador nove horas por dia e, em numerosas ocasiões, até

 

14. Dinâmica sistêmica com adolescentes dependentes de internet

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Dependência de internet

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DEPENDÊNCIA E TERAPIA SISTÊMICA

As pesquisas sobre dependência mostram que as influências familiares desempenham um papel significativo na adolescência como fatores de risco para transtornos de abuso de substâncias e dependência (Andrews, Hops, Ary,

Tildesley e Harris, 1993; Barker e Hung, 2006; Brook et al., 1998; Loeber,

1990; Sajida, Hamid e Syed, 2008; Yen, Yen, Chen, Chen e Ko, 2007).

O abuso de substâncias em pessoas jovens está associado a conflitos familiares, especialmente à falta de comunicação e à incapacidade da família de resolver problemas e conflitos. Problemas psicológicos e uma família que não funciona bem são fatores de risco cruciais para promover o comportamento de dependência em adultos jovens (Sajida, Hamid e Syed, 2008). Kuperman e colaboradores (2001) descreveram e examinaram em seu estudo os seguintes fatores de risco para o desenvolvimento da dependência de álcool em jovens: interação pais­‑filho negativa, dificuldades na escola e nas interações humanas, e experiências precoces com diferentes substâncias (Kuperman et al., 2001).

 

15. Pensamentos finais e futuras implicações

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Pensamentos finais e futuras implicações

Kimberly S. Young e Cristiano Nabuco de Abreu

Como vivemos em mundo em que dependemos cada vez mais da tecnologia, é difícil determinar a diferença entre necessidade e dependência.

Há momentos em que é necessário usar a tecnologia de forma significativa e produtiva. Além disso, vivemos em uma fase da história em que o conhecimento já não é passivamente absorvido pelo indivíduo; isto é, hoje em dia podemos agir e interagir com a informação, de modo a estabelecê­‑la como uma nova expressão da nossa realidade pessoal e social. Isso nos transforma em testemunhas de uma das maiores mudanças na história da ciência: a possibilidade de interagir em tempo real com pessoas e informações. Embora sejam muitas as descrições do impacto de internet na vida moderna, um dos maiores impactos que podem ser citados é a progressiva mudança dos mores

(do latim, costumes) que regulam e governam o comportamento humano. Há menos de duas décadas, nenhum adolescente consideraria a possibilidade de compartilhar com alguém a experiência de seu mais recente encontro sexual, mas hoje detalhes dessas experiências são blogados de forma a permitir que milhões de pessoas tenham acesso a eles. Em vez de aproximar as pessoas da informação, a internet está contribuindo para a criação de novas formas de relacionamento (e existência), para dar apenas um exemplo. O conceito de intimidade, portanto, está ganhando novas dimensões. Mais do que nunca, então, as regras que governam os relacionamentos humanos estão sendo diretamente influenciadas pela vida virtual. A boa notícia é que avançamos a passos gigantescos rumo ao futuro. A má notícia é que talvez não estejamos bem preparados para lidar com isso.

 

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