Fisioterapia Ortopédica

Autor(es): Mark Dutton
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Este livro apresenta uma ampla e acessível cobertura da fisioterapia ortopédica, trazendo toda a informação necessária para fornecer um cuidado de alto nível aos pacientes, constituindo-se em fonte única para a avaliação biomecânica e a elaboração de planos de tratamento específicos.

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Capítulo 1 - Sistema Musculoesquelético

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CAPÍTULO 1

SISTEMA MUSCULOESQUELÉTICO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever os vários tipos de tecidos biológicos do sistema musculoesquelético.

2. Descrever os tipos de tecido conjuntivo.

3. Resumir a função do colágeno e da elastina.

4. Descrever as semelhanças e as diferenças estruturais entre fáscia, tendões e ligamentos.

5. Descrever a estrutura e a função dos ossos.

6. Classificar os diferentes tipos de tecido cartilagíneo.

7. Enumerar os componentes sinoviais.

8. Descrever os componentes celulares do músculo esquelético.

9. Resumir a sequência de fatos envolvidos nas contrações musculares.

10. Descrever os vários processos de produção de energia usados pelo corpo.

11. Listar os vários tipos de fibras musculares e indicar o papel que desempenham na função muscular.

12. Descrever algumas das patologias comuns envolvendo os vários tipos de tecido conjuntivo.

 

Capítulo 2 - Sistema Nervoso

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CAPÍTULO 2

SISTEMA NERVOSO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever os vários componentes dos sistemas nervosos central e periférico.

2. Descrever a organização anatômica e funcional do sistema nervoso.

3. Descrever os vários componentes e distribuições dos plexos cervical, braquial e lombossacral.

4. Descrever as diferenças entre equilíbrio e propriocepção.

5. Definir propriocepção e o papel que ela desempenha na função.

6. Descrever e fazer a diferenciação entre os vários mecanorreceptores articulares.

7. Reconhecer as características de uma lesão no sistema nervoso central.

8. Listar os achados e os danos associados às lesões nervosas periféricas mais comuns.

9. Executar um exame minucioso do sistema neurológico.

10. Descrever algumas das patologias comuns do sistema nervoso.

VISÃO GERAL

O sistema nervoso humano pode ser subdividido em duas divisões anatômicas: o sistema nervoso central, compreendendo o cérebro e a medula espinal, e o sistema nervoso periférico, formado pelos nervos craniano e espinal. O sistema nervoso periférico é ainda subdivido em somático e autônomo.

 

Capítulo 3 - Cinesiologia do Sistema Musculoesquelético

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CAPÍTULO 3

CINESIOLOGIA DO SISTEMA

MUSCULOESQUELÉTICO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Definir os termos mais comuns usados em biomecânica.

2. Descrever os diferentes planos do corpo humano.

3. Descrever os diferentes eixos do corpo e os movimentos que ocorrem ao seu redor.

4. Definir os termos osteocinemático e artrocinemático.

5. Diferenciar os tipos de movimento que ocorrem nas superfícies articulares.

6. Descrever a biomecânica básica dos movimentos articulares em termos de relações côncavo-convexas.

7. Descrever os componentes dos movimentos normais e anormais.

8. Definir os termos posição com espaço articular e posição de atrito articular.

VISÃO GERAL

A cinesiologia envolve a aplicação de princípios mecânicos no estudo da estrutura e da função do movimento. A palavra cinesiologia é derivada do grego kinesia, mover-se, e logia, estudar. A cinemática é uma ramificação da mecânica que descreve o movimento de um corpo. As interações das estruturas musculoesqueléticas são um bom exemplo de sistema mecânico. As funções primárias do sistema musculoesquelético são transmitir forças de uma parte do corpo para outra e proteger determinados órgãos

 

Capítulo 4 - Resposta dos Tecidos Biológicos aos Efeitos da Tensão

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CAPÍTULO 4

RESPOSTA DOS TECIDOS

BIOLÓGICOS AOS EFEITOS

DA TENSÃO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever os vários tipos de carga que atuam sobre o sistema musculoesquelético.

2. Descrever as respostas dos vários tecidos a diferentes tipos de tensão.

3. Descrever a etiologia e a fisiopatologia das diversas lesões musculoesqueléticas associadas aos diferentes tipos de tecidos do corpo humano.

4. Listar os efeitos nocivos que a imobilização pode ter sobre os tecidos do sistema musculoesquelético.

VISÃO GERAL

Postura e movimento são ambos governados pelo controle das forças. As mesmas forças que movem e estabilizam o corpo têm, também, o potencial de deformá-lo e lesioná-lo.1 Uma ampla variedade de forças externas e internas é gerada ou absorvida pelo corpo humano durante o curso das atividades diárias. Exemplos de forças externas incluem força de reação ao solo, ao atrito, à gravidade e à força aplicada por meio do contato. Exemplos de forças internas incluem contrações musculares, contato articular e forças de cisalhamento articular.

 

Capítulo 5 - Processo de Cicatrização

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CAPÍTULO 5

PROCESSO DE CICATRIZAÇÃO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever os vários tipos de lesões nos tecidos.

2. Descrever a etiologia e a fisiopatologia das lesões musculoesqueléticas associadas aos diferentes tipos de tecidos do corpo humano.

3. Descrever a fisiologia e a fisiopatologia no processo de cicatrização.

4. Identificar fatores que podem impedir o processo de cicatrização.

5. Descrever os estágios da cicatrização para os diversos tecidos musculoesqueléticos.

VISÃO GERAL

O processo de cicatrização é um fenômeno complexo que ocorre após uma lesão ou doença. As lesões no sistema musculoesquelético resultam de uma ampla variedade de causas.1-4

Este capítulo descreve a fisiologia da cicatrização para cada um dos principais componentes do sistema musculoesquelético. O Capítulo 10 apresenta as implicações desses processos de cicatrização nas intervenções em lesões musculoesqueléticas.

 

Capítulo 6 - Controle do Desempenho de Músculos Deficientes

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CAPÍTULO 6

CONTROLE DO DESEMPENHO

DE MÚSCULOS DEFICIENTES

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever as propriedades biomecânicas do músculo esquelético humano.

2. Definir a insuficiência ativa e a insuficiência passiva de um músculo.

3. Descrever os fatores que influenciam a quantidade de tensão desenvolvida no músculo.

4. Fazer a diferenciação entre força, resistência e potência muscular.

5. Descrever estratégias para aumentar a força muscular.

6. Enumerar os diferentes tipos de resistência que podem ser utilizados para fortalecer os músculos.

7. Enumerar os diferentes tipos de contrações musculares e as suas respectivas vantagens e desvantagens.

8. Descrever os vários tipos de progressão de exercício e os seus componentes.

9. Descrever estratégias para aumentar a resistência muscular.

10. Descrever estratégias para aumentar a potência muscular.

11. Explicar os princípios básicos da pliometria.

 

Capítulo 7 - Conceito de Função

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CAPÍTULO 7

CONCEITO DE FUNÇÃO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Listar os vários componentes do processo de incapacidade e discutir cada um deles.

2. Diferenciar dano, limitações funcionais e incapacitação.

3. Descrever alguns modelos do processo de incapacitação.

4. Discutir as variáveis que influenciam o processo patologia-incapacitação.

5. Descrever os propósitos de ferramentas específicas para medições de doenças.

6. Demonstrar conhecimento acerca dos vários métodos de medição de dano, limitações funcionais e incapacitação.

VISÃO GERAL

Você não precisa ser incapacitado para ser diferente – todos são diferentes.

Kim Peek (1951–)

Talvez um dos mais importantes desenvolvimentos na assistência médica na última década seja o reconhecimento da importância da percepção do paciente sobre a saúde e os resultados funcionais.1 Esse reconhecimento mudou o foco de exames, avaliações e diagnósticos subsequentes da fisioterapia para o reconhecimento dos danos e sua relação com quaisquer limitações ou incapacitações funcionais.

 

Capítulo 8 - Exame e Avaliação

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CAPÍTULO 8

EXAME E AVALIAÇÃO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Entender os princípios dos exames completos.

2. Descrever as diferenças entre exame e avaliação.

3. Entender o valor da observação completa de um paciente e das informações obtidas nessa avaliação.

4. Obter histórias completas.

5. Descrever a importância da revisão de sistemas.

6. Elaborar uma lista de componentes de um teste e mensurar um exame.

7. Descrever os diferentes tipos de estudos de imagem e seu valor relativo nos processos de exames.

8. Descrever os diferentes tipos de modelos diagnósticos.

Rotina do fisioterapeuta

O processo de um exame envolve a relação complexa entre o fisioterapeuta e seu paciente. Os principais objetivos dos processos de exame são fornecer trocas efetivas e eficientes e desenvolver a comunicação saudável entre ambos. O sucesso dessa interação envolve um sem número de habilidades. Os fisioterapeutas bem-sucedidos são aqueles que demonstram habilidades efetivas de comunicação, raciocínio clínico, senso crítico, decisões criativas e competência.

 

Capítulo 9 - Diagnóstico Diferencial

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CAPÍTULO 9

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Entender a importância do diagnóstico diferencial.

2. Fazer a distinção entre um diagnóstico de fisioterapia e um diagnóstico médico.

3. Reconhecer sinais e sintomas que exigem encaminhamento médico (bandeiras vermelhas).

4. Elaborar uma lista contendo as principais patologias médicas ou sistêmicas que podem imitar patologias musculoesqueléticas.

VISÃO GERAL

Um importante componente da lei Vision 2020 estabelecida pela American Physical Therapy Association (APTA)1 é obter o acesso direto por meio de ações e julgamentos independentes, autodeterminados e profissionais.1 Com a maioria dos estados permitindo acesso direto aos fisioterapeutas, muitos profissionais têm agora a responsabilidade primária de serem os guardiões do cuidado com a saúde e de fazer encaminhamentos médicos. Na percepção da “Vision 2020” a definição operacional da prática autônoma e em relação ao profissional de fisioterapia é definido pela APTA da seguinte maneira:

 

Capítulo 10 - Princípios de Intervenção

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C A P Í T U L O 10

PRINCÍPIOS DE INTERVENÇÃO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Compreender e descrever os princípios dos programas de reabilitação.

2. Discutir os vários componentes de uma intervenção e sua importância.

3. Elaborar uma lista das ferramentas clínicas usadas para controlar dores, inflamações e edemas, bem como suas respectivas lógicas.

4. Discutir os estímulos intrínsecos e extrínsecos empregados para promover e desenvolver a cicatrização.

5. Descrever os benefícios de cada modalidade eletroterapêutica.

6. Descrever os benefícios de cada agente físico e de cada modalidade mecânica.

7. Compreender a lógica das técnicas terapêuticas nos três estágios de cicatrização.

8. Descrever cada um dos cinco tipos de transferência de calor, bem como as modalidades envolvidas em cada um deles.

9. Relatar os efeitos fisiológicos das aplicações locais de calor e de crioterapia.

 

Capítulo 11 - Técnicas Manuais

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C A P Í T U L O 11

TÉCNICAS MANUAIS

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Resumir os vários tipos de terapia manual.

2. Aplicar o conhecimento dos vários tipos de terapia manual ao planejamento de um amplo programa de reabilitação.

3. Reconhecer as manifestações anormais dos tecidos e desenvolver estratégias empregando técnicas manuais para tratar as anormalidades.

4. Classificar as influências da terapia manual nos tecidos moles.

5. Julgar com acuidade a recomendação de técnicas de terapia manual para melhorar a função articular ou a muscular.

6. Avaliar a eficácia das técnicas manuais quando forem usadas como intervenção direta.

VISÃO GERAL

O toque sempre foi e continua sendo uma modalidade primária de cura. Os primeiros documentos sobre massagem foram encontrados na China Antiga, e também em escritos que constam nas paredes do Egito, que têm cerca de 15 mil anos.1 Essa técnica milenar de utilização das mãos serviu de base para o desenvolvimento da grande maioria das técnicas atuais.

 

Capítulo 12 - Mobilizações Neurodinâmicas

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C A P Í T U L O 12

MOBILIZAÇÕES

NEURODINÂMICAS

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Resumir os vários tipos de exames neurodinâmicos e técnicas de mobilização.

2. Descrever os mecanismos propostos para os exames neurodinâmicos e as técnicas de mobilização.

3. Aplicar o conhecimento das várias técnicas de mobilização neurodinâmica no planejamento de programas amplos de reabilitação.

4. Reconhecer as manifestações de tensões nos tecidos nervosos anormais e desenvolver estratégias usando as técnicas de mobilização neurodinâmica para o tratamento das anormalidades.

5. Avaliar a eficácia das técnicas de mobilização neurodinâmica quando usadas como intervenções diretas.

VISÃO GERAL

O sistema nervoso é uma estrutura elétrica, química e mecânica com sequência lógica entre suas duas subdivisões: o sistema nervoso central e o sistema nervoso periférico (ver Cap.

2). Além de possibilitar a comunicação inter e intraneural através de toda a rede, o sistema nervoso é capaz de suportar tensões mecânicas, como resultado de suas características mecânicas únicas. O tecido nervoso, que é um tipo de tecido conjuntivo, é viscoelástico. A viscoelasticidade permite a transferência de tensões mecânicas para todo o sistema nervoso durante os movimentos do tronco ou dos membros. Essa adaptação resulta de mudanças no comprimento da medula espinal1 e da capacidade de adaptação dos nervos periféricos a diferentes posições. Os nervos periféricos adaptam-se por meio de movimentos passivos em relação ao tecido circundante, por intermédio de um dispositivo deslizante em torno do tronco nervoso.2,3 Três mecanismos desempenham papéis fundamentais nesse processo de adaptabilidade:3

 

Capítulo 13 - Análise da Marcha e Postura

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C A P Í T U L O 13

ANÁLISE DA MARCHA

E POSTURA

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Resumir os vários componentes do ciclo da marcha.

2. Aplicar os conhecimentos dos componentes da marcha para a sua análise.

3. Reconhecer as manifestações anormais da marcha e desenvolver estratégias para neutralizá-las.

4. Classificar as diversas compensações do corpo e suas influências sobre a marcha.

5. Realizar análises abrangentes da marcha.

6. Descrever e demonstrar algumas síndromes de marchas anormais.

7. Fazer avaliação adequada quando recomendar dispositivos auxiliares para aperfeiçoar a marcha e suas funções.

8. Descrever e demonstrar os vários padrões de marcha usados com dispositivos auxiliares.

9. Avaliar a eficácia das intervenções para disfunções na marcha.

10. Resumir os componentes da avaliação postural.

11. Realizar avaliações abrangentes da postura.

12. Reconhecer as manifestações mais comuns da postura anormal.

 

Capítulo 14 - O Complexo do Ombro

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C A P Í T U L O 14

O COMPLEXO DO OMBRO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia das articulações, dos ligamentos, dos músculos e dos suprimentos sanguíneo e nervoso que compõem o complexo do ombro.

2. Descrever a biomecânica do complexo do ombro, incluindo as posições com atrito articular e com espaço articular, a força muscular acoplada e os estabilizadores estáticos e dinâmicos.

3. Descrever a relação entre desequilíbrio muscular e desempenho funcional do ombro.

4. Descrever o propósito e os componentes dos testes e das medidas para o complexo do ombro.

5. Realizar um exame pormenorizado do complexo do ombro, incluindo história, revisão de sistemas, palpação das estruturas articulares e moles, testes de mobilidade passiva específica, testes de mobilidade articular passiva e testes especiais.

6. Avaliar os achados principais provenientes dos dados do exame para estabelecer o diagnóstico e o prognóstico.

 

Capítulo 15 - O Complexo do Cotovelo

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C A P Í T U L O 15

O COMPLEXO DO COTOVELO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia das articulações, ligamentos, músculos e suprimento sanguíneo e nervoso que formam o complexo do cotovelo.

2. Descrever a biomecânica do complexo do cotovelo, incluindo as posições com espaço e com atrito articular, as barreiras articulares normais e anormais, as forças acopladas e os estabilizadores.

3. Descrever o objetivo e os componentes dos testes e das medidas para o complexo do cotovelo.

4. Executar um exame abrangente do complexo do cotovelo, incluindo palpação das estruturas articulares e do tecido mole, testes de mobilidade passiva específica e articular passiva e testes de estabilidade.

5. Avaliar os dados totais de exame para estabelecer um prognóstico.

6. Descrever a relação entre desequilíbrio muscular e desempenho funcional do cotovelo.

7. Descrever o significado dos achados-chave dos testes e das medidas e estabelecer um diagnóstico.

 

Capítulo 16 - O Antebraço, O Punho e a Mão

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C A P Í T U L O 16

O ANTEBRAÇO, O PUNHO E A MÃO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia das articulações, dos ligamentos, dos músculos, do suprimento sanguíneo e nervoso que compreendem o antebraço, o punho e a mão.

2. Descrever a biomecânica do antebraço, do punho e da mão, incluindo posições com espaço e com atrito articular, barreiras articulares normais e anormais e estabilizadores.

3. Descrever o propósito e os componentes dos testes e medidas para o antebraço, o punho e a mão.

4. Executar um exame pormenorizado do antebraço, do punho e da mão, incluindo palpação das estruturas articulares e de tecido mole, testes de mobilidade passiva específica e de mobilidade articular passiva e testes de estabilidade.

5. Avaliar os dados totais do exame para estabelecer um diagnóstico.

6. Descrever a relação entre desequilíbrio muscular e desempenho funcional do antebraço, do punho e da mão.

 

Capítulo 17 - A Articulação do Quadril

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C A P Í T U L O 17

A ARTICULAÇÃO DO QUADRIL

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia da articulação, dos ligamentos, dos músculos e dos suprimentos nervoso e sanguíneo que compreendem o complexo da articulação do quadril.

2. Descrever a biomecânica da articulação do quadril, incluindo posições de espaço e atrito articular, barreiras articulares normais e anormais, pares de força e estabilizadores da articulação.

3. Descrever o propósito e os componentes do exame da articulação do quadril.

4. Realizar um exame abrangente da articulação do quadril incluindo palpação das estruturas articulares e do tecido mole, testes de mobilidade passiva específica, de mobilidade articular passiva e testes de estresse de estabilidade.

5. Avaliar os dados totais do exame para estabelecer um diagnóstico.

6. Descrever a relação entre desequilíbrio muscular e desempenho funcional do quadril.

7. Resumir as várias causas da disfunção do quadril.

 

Capítulo 18 - O Complexo da Articulação do Joelho

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C A P Í T U L O 18

O COMPLEXO DA ARTICULAÇÃO DO JOELHO

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

� Ao concluir o capítulo, o leitor será capaz de:

1. Descrever a anatomia da articulação, dos ligamentos, dos músculos e do suprimento sanguíneo e nervoso que compreendem o complexo da articulação do joelho.

2. Descrever a biomecânica das articulações tibiofemoral e patelofemoral, incluindo as forças envolvidas com as atividades de cadeias fechada e aberta, as posições com espaço e com atrito articulares, as barreiras articulares normal e anormal, os pares de força e os estabilizadores articulares.

3. Descrever o propósito e os componentes de um exame para o complexo da articulação do joelho.

4. Executar um exame detalhado do complexo da articulação do joelho, incluindo palpação das estruturas articulares e do tecido mole, testes de mobilidade ativa e passiva específicos, testes de estabilidade e testes especiais.

5. Entender o propósito do teste da função muscular e ir além da informação dos achados.

 

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