Terapia Cognitiva Contemporânea

Autor(es): Robert L. Leahy
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Unindo uma constelação de autores cujo trabalho foi diretamente influenciado por Aaron T. Beck, esta obra apresenta avanços contemporâneos na ciência e na prática da terapia cognitiva. Traz métodos novos e eficazes para compreender e tratar clientes que sofrem de transtornos afetivos, de ansiedade e de personalidade. O status dos princípios e modelos da terapia cognitiva básica é discutido, e são elaborados importantes conceitos teóricos e práticos. O livro apresenta ainda aplicações inovadoras para crianças, adolescentes, casais e famílias, além dos progressos alcançados na integração da terapia cognitiva com outros tratamentos, como a farmacoterapia.

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Parte I: Introdução

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Parte

Introdução

I

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1

Aaron T. Beck

A mente, o homem e o mentor

Christine A. Padesky

Aaron T. Beck ganhou mais de 25 prêmios prestigiosos de reconhecimento pela qualidade de seu trabalho profissional de toda uma vida. Ainda assim, quem trabalha com ele e o chama simplesmente de “Tim” (apelido pelo qual é conhecido entre seus amigos) talvez não perceba o quanto boa parte de sua obra é revolucionária e o quanto sua influência continua na vanguarda de nossa área. Muitas dessas pessoas estão neste livro, como autores de capítulos. Todas as pesquisas e as teorias apresentadas neste volume relacionam-se

às ideias seminais de Beck.

Este capítulo apresenta um quadro geral sobre o restante do livro, oferecendo ao leitor uma visão geral da carreira de Beck em três amplas áreas. A primeira parte deste capítulo, “Beck: a mente”, apresenta uma breve sinopse de suas principais contribuições conceituais, empíricas e psicoterápicas. A segunda parte,

 

Parte II: Questões teóricas e conceituais

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Parte

Questões teóricas e conceituais

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II

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2

A teoria da depressão de Beck

Origem, status empírico e direcionamentos futuros para a vulnerabilidade cognitiva

Christine D. Scher

Zindel V. Segal

Rick E. Ingram

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, quando se considera o

“fardo dos problemas de saúde” que temos de carregar e que é imposto pelas diferentes doenças existentes no mundo, não se pode deixar de considerar também que a depressão unipolar maior ocupa a quarta posição na composição de tal fardo (Murray e Lopez, 1996). Os mesmos investigadores projetaram que por volta do ano de 2020 essa carga aumentará, tanto em termos absolutos quanto relativos, de maneira que, ao mesmo tempo, a depressão será responsável pela segunda maior carga de má saúde, muito próxima da primeira causa, a doença isquêmica do coração. A maior razão para o tamanho da carga causada pelo transtorno depressivo maior (TDM) é que, além de ter um alto índice de incidência, é uma condição caracterizada pela reincidência, recorrência e cronicidade. As estimativas recentes projetam que as pessoas experimentarão em média quatro grandes episódios de depressão durante a vida, de cerca de 20 semanas de duração cada (Judd, 1997).

 

Parte III: Ansiedade, humor e outros transtornos do eixo 1

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Parte

Ansiedade, humor e outros TRANSTORNOS

do eixo 1

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III

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7

Transtorno do estresse pós-traumático

Da teoria cognitiva à terapia cognitiva

David M. Clark

Anke Ehlers

O transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) é uma reação bastante conhecida em eventos traumáticos, tais como agressões, desastres e acidentes severos. Os sintomas incluem a reexperiên­ cia involuntária de aspectos do evento, hiperex­citação, entorpecimento emocional e evi­tação de estímulos que podem servir como lembrança do evento. Uma grande proporção dos pacientes se recupera nos meses ou anos seguintes, mas, em um subgrupo significativo, os sintomas persistem, em geral por muitos anos (Ehlers, Mayou e Bryant, 1998; Rothbaum, Foa, Riggs,

Murdock e Walsh, 1992; Kessler, Sonnega,

Bromet, Hughes e Nelson, 1995). Isso faz com que surja a questão sobre o porquê de o TEPT persistir em alguns indivíduos e sobre como a condição pode ser tratada.

 

Parte IV: Transtornos da personalidade

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Parte

Transtornos da personalidade

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IV

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13

A terapia cognitiva do transtorno da personalidade borderline

Janet Klosko

Jeffrey Young

Ao desenvolver a terapia cognitiva,

Aaron Beck fez uma grande contribuição para a compreensão e o tratamento dos transtornos psiquiátricos. A terapia cognitiva foi revolucionária, no sentido de que mudou o foco da terapia para a vida do paciente fora das sessões (mais do que a transferência), para o presente (mais do que para a vida anterior do paciente) e para os conteúdos da consciência (mais do que para o inconsciente).

Beck originalmente criou a terapia cognitiva para trabalhar com a depressão.

Contudo, seu plano sempre foi o de que o modelo cognitivo fosse adaptado para outros transtornos. Os profissionais da terapia cognitiva construíram tratamentos psicológicos efetivos para muitos transtornos do Eixo I, incluindo os transtornos do humor, da ansiedade, os sexuais, de alimentação, somatoforme e de abuso de substâncias. Esses tratamentos têm tradicionalmente sido de curto prazo e enfocado a redução de sintomas, a construção de habilidades e a resolução de problemas na vida atual do paciente. Os estudos de resultado em geral relatam índices de sucesso maiores do que 60% (Barlow, 2001).

 

Parte V: Aplicações específicas

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Parte

Aplicações específicas

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V

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16 integraNDo a terapia cognitivo-comportamental e a farmacoterapia

Jesse H. Wright

A farmacoterapia e a terapia cognitivo-comportamental (TCC) são as duas formas de tratamento mais largamente pesquisadas no que diz respeito aos transtornos do Eixo I. Ambos os tratamentos estabeleceram-se bem como terapias eficazes para a depressão, para transtornos da ansiedade, para transtornos alimentares e para outras doenças não psicóticas (Marangell, Silver, Goff e Yudsofsky,

2002; Dobson, 1989; Robinson, Berman e Neimeyer, 1990; Wright, Beck e Thase,

2002). Embora a psicofarmacologia seja geralmente aceita como o tratamento-padrão para as psicoses, a TCC recentemente demonstrou ter efeitos significativos na redução dos sintomas da esquizofrenia (Drury, Birchwood, Cochrane e Macmillan, 1996; Kuipers et al., 1997; Tarrier et al., 1998; Pinto, La Pia, Mannella, Domenico e De Simone, 1999; Sensky et al.,

 

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