Treinamento, desenvolvimento e educação em organizações e trabalho: fundamentos para a gestão de pessoas

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Capítulo 1 - Trabalho e qualificação: questões conceituais e desafios postos pelo cenário de reestruturação produtiva

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1

Trabalho e qualificação: questões conceituais e desafios postos pelo cenário de reestruturação produtiva

Antonio Virgílio Bittencourt Bastos

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

• Descrever o processo de reestruturação produtiva, problematizando os desafios postos às organizações e trabalhadores na contemporaneidade.

• Identificar os principais marcos na trajetória de construção da vertente de estudo sobre qualificação do trabalhador.

• Discutir o conceito de qualificação no trabalho, identificando as suas dimensões constituintes e as principais perspectivas teóricas que contribuíram para as definições desse conceito.

• Comparar as diferentes teses sobre a qualificação no capitalismo contemporâneo, considerando o processo de reestruturação produtiva.

• Analisar a realidade brasileira em termos do processo de reestruturação produtiva e qualificação no trabalho.

• Refletir sobre as implicações dos debates sobre qualificação no trabalho para as ações de TD&E em contextos organizacionais.

 

Capítulo 2 - Formação profissional

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TREINAMENTO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES E TRABALHO

41

Formação profissional

Luciana Mourão e Katia E. Puente-Palacios

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

Identificar os principais fatores que influenciam a formação profissional.

Discutir sobre o papel dos cursos técnicos e dos cursos universitários na formação profissional.

Apontar os principais avanços e as principais defasagens da formação profissional no Brasil.

Identificar os principais programas públicos relativos à formação profissional.

Apontar diferenças e semelhanças entre os programas públicos e os privados.

Apontar os maiores desafios para a realização de programas públicos concernentes à formação profissional no Brasil.

Discutir as principais questões envolvidas no processo de monitoramento e avaliação de programas relativos à formação e à qualificação profissional.

INTRODUÇÃO

O mundo do trabalho está em mutação. Fenômenos como a globalização, a terceirização, os novos modelos de gestão, os avanços tecnológicos, o crescimento do desemprego e a automação têm provocado significativas mudanças nas organizações e nas formas de trabalho. Os profissionais que trabalham com a gestão de pessoas nas organizações buscam novos pilares que possibilitem a reestruturação das relações de trabalho e da própria concepção do mesmo diante dessas transformações.

 

Capítulo 3 - Práticas inovadoras em gestão de produção e de pessoas e TD&E

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TREINAMENTO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES E TRABALHO

65

Práticas inovadoras em gestão de produção e de pessoas e TD&E*

Sônia Maria Guedes Gondim, Antonio Virgílio Bittencourt Bastos,

Jairo E. Borges-Andrade e Lívia Cruz Tourinho de Melo

Objetivos

AO final deste capítulo, o leitor deverá:

Conceituar mudança e inovação organizacionais.

Estabelecer inter-relações entre mudança, inovação e práticas de gestão, de produção e de pessoas nas organizações.

Descrever práticas de inovação de gestão de produção e de pessoas.

Analisar as relações entre essas práticas e treinamento formal no conjunto de ações de TD&E.

Apresentar insumos para a reflexão, sobre ações de TD&E, entre profissionais desta área.

INTRODUÇÃO

É curioso o que tem ocorrido em relação à mudança organizacional. De um lado, encontramos defensores fervorosos, talvez a grande maioria dos acadêmicos e gestores, que a vêem como desejável e inevitável em um mundo globalizado, cuja competitividade é a mola mestra. De outro, no entanto, há uns poucos que a observam com desconfiança, entre os quais se destaca Grey (2004), para quem a mudança sem precedentes no cenário mundial e organizacional

 

Capítulo 4 - Modernidade organizacional, políticas de gestão de pessoas e competências profissionais

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TREINAMENTO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES E TRABALHO

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Modernidade organizacional, políticas de gestão de pessoas e competências profissionais

Zélia Miranda Kilimnik e Anderson de Souza Sant’Anna

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

Identificar os diversos fatores e indicadores de modernidade organizacional.

Conceituar competências individuais.

Identificar as principais abordagens acerca das competências individuais, destacando seus pontos de consenso e dissenso.

Identificar as características de modernidade organizacional fundamentais ao suporte e desenvolvimento das competências individuais requeridas ao enfrentamento do atual contexto dos negócios.

• Reconhecer a necessidade de inovações nas políticas e práticas de gestão de pessoas, com vistas a se estabelecer uma ambiência organizacional favorável à atração, ao desenvolvimento e à retenção dos talentos dotados das novas competências individuais requeridas.

INTRODUÇÃO

Conforme salientam Marquardt e Engel (1993), em nenhuma outra época na história das organizações as pessoas com suas competências e talentos foram tão valorizadas como atualmente. De fato, se há um ponto em relação ao qual poucos se opõem é que, com o intuito de fazer frente às atuais transformações do mundo dos negócios, as organizações têm necessitado de indivíduos cada vez mais talentosos e competentes.

 

Capítulo 5 - Trilhas de aprendizagem como estratégia de TD&E

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TREINAMENTO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES E TRABALHO

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Trilhas de aprendizagem como estratégia de TD&E

Isa Aparecida de Freitas e Hugo Pena Brandão

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

• Descrever conceitos, proposições e aplicações práticas relativas à gestão de competências.

• Associar a noção de “trilhas de aprendizagem” à abordagem das competências.

• Descrever trilhas de aprendizagem como resultado da integração de diferentes recursos de aprendizagem disponíveis no ambiente social.

• Discutir as possibilidades de utilização de trilhas de aprendizagem na formulação de estratégias de desenvolvimento de competências em ambientes organizacionais.

INTRODUÇÃO

A dinâmica organizacional tem sido um tema bastante explorado nos últimos anos. Pesquisas e ensaios teóricos com freqüência abordam as mudanças no ambiente empresarial e a utilização de tecnologias gerenciais para fazer frente a uma conjuntura cada vez menos estável. São comuns as tentativas de identificar modelos de gestão mais eficazes, fontes de vantagem competitiva e mecanismos para promover o desenvolvimento organizacional.

 

Capítulo 6 - Aprendizagem em organizações: mecanismos que articulam processos individuais e coletivos

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BORGES-ANDRADE, ABBAD, MOURÃO & COLS.

Aprendizagem em organizações: mecanismos que articulam processos individuais e coletivos

Elizabeth Loiola, Jorge Santos Néris e Antonio Virgílio Bittencourt Bastos

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

• Discorrer sobre diferentes abordagens da aprendizagem organizacional e analisar múltiplas tensões presentes nesse campo de conhecimento.

• Analisar e avaliar diferentes mecanismos e fontes de aprendizagem de indivíduos nas organizações.

• Identificar fatores condicionantes da aprendizagem de indivíduos nas organizações.

• Descrever formas de conversão de conhecimentos dos indivíduos em conhecimento organizacional.

• Associar abordagens do campo de aprendizagem organizacional com abordagens no campo de gestão do conhecimento.

• Descrever os diferentes tipos de conhecimento, estabelecendo nexos entre eles e os mecanismos de aprendizagem e de conversão de conhecimentos dos indivíduos em conhecimento organizacional.

INTRODUÇÃO

A instabilidade do cenário mundial atual, que desencadeia mudanças contínuas nos sistemas sociais, repercute na configuração de novos formatos organizacionais e na adoção de modelos gerenciais alternativos aos tradicionais. Esses modelos gerenciais, por sua vez, demandam trabalhadores e gestores dotados de novos conhecimentos, habilidades e atitudes, isso é, de novas competências, e dispostos a renová-las. É a capacidade de aprender que permite desenvolver competências, gerando impactos positivos sobre a sustentabilidade de condições de competitividade e de sobrevivência das organizações.

 

Capítulo 7 - Bases conceituais em treinamento, desenvolvimento e educação – TD&E

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TREINAMENTO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES E TRABALHO

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137

Bases conceituais em treinamento, desenvolvimento e educação – TD&E

Miramar Ramos Maia Vargas e Gardênia da Silva Abbad

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

• Descrever a origem da expressão treinamento e desenvolvimento (T&D).

• Diferenciar o uso da expressão treinamento e desenvolvimento (T&D) com relação à expressão treinamento, desenvolvimento e educação (TD&E).

• Diferenciar ações de indução de aprendizagem: informação, instrução, treinamento, desenvolvimento e educação.

• Analisar o uso dos conceitos e princípios de educação aberta, educação continuada ou educação ao longo da vida, educação a distância e educação corporativa.

• Analisar o conceito e principais características das universidades corporativas.

• Analisar o conceito e principais características do e-learning.

• Explicar o uso da expressão treinamento, desenvolvimento e educação (TD&E) em substituição a treinamento e desenvolvimento (T&D), analisando suas diferenças.

 

Capítulo 8 - História e importância de TD&E

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TREINAMENTO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES E TRABALHO

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História e importância de TD&E

Ronaldo Pilati

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

Sintetizar o desenvolvimento das práticas de TD&E, ressaltando seu avanço tecnológico.

Descrever a influência histórica das abordagens administrativas nas ações de TD&E.

Descrever o desenvolvimento tecnológico da área.

Identificar o atual papel estratégico das ações de TD&E.

Descrever a relação entre ações de TD&E e o comportamento organizacional.

INTRODUÇÃO

O estudo do processo de aprendizagem dentro do ambiente organizacional sempre foi necessário para as organizações. Há muito tempo, desde que se estruturaram formalmente, como as conhecemos hoje, a aprendizagem é fundamental para que as organizações possam atingir seus objetivos. Nesse aspecto, torna-se essencial que o leitor tenha uma visão histórica dos processos de treinamento, desenvolvimento e educação (TD&E) nas organizações de trabalho, bem como suas características atuais e de relações com o comportamento organizacional. Em última instância, as ações de capacitação nas organizações pretendem influenciar o comportamento humano no ambiente de trabalho. O presente capítulo tem como objetivos: a) Descrever historicamente a influência dos modelos administrativos sobre as ações de TD&E nas organizações. b) Descrever a produção de tecnologias em TD&E nas suas três principais áreas (avaliação de necessidades, planejamento e avaliação de treinamento). c) Analisar suas relações com o comportamento organizacional. d) Descrever suas funções estratégicas.

 

Capítulo 9 - Competência técnica e política do profissional de TD&E

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TREINAMENTO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES E TRABALHO

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Competência técnica e política do profissional de TD&E

Jairo E. Borges-Andrade

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

Analisar criticamente as competências esperadas do profissional de TD&E.

Analisar criticamente as práticas usuais de TD&E.

Descrever a tecnologia instrucional de TD&E com base em sistemas.

Descrever as competências técnicas e políticas esperadas desse profissional.

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem como função despertar o leitor para alguns aspectos críticos relativos àquilo que é feito e o que deveria ser feito pelos profissionais de treinamento, desenvolvimento e educação (TD&E) nas organizações. O que deveria ser feito é sintetizado na penúltima seção do capítulo, que vai ao mesmo tempo remetendo o leitor para as Partes II e III deste livro, cujos capítulos detalham como isso deveria ser realizado. Antes, porém, o capítulo analisa, muitas vezes de forma contundente, os problemas que freqüentemente são observados na forma como TD&E são operacionalizados nas organizações e discute a relação entre esses problemas e questões concernentes às competências que deveriam possuir os profissionais de

 

Capítulo 10 - Bases conceituais e teóricas de avaliação de necessidades em TD&E

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10

Bases conceituais e teóricas de avaliação de necessidades em TD&E

Suzana M. Valle Lima e Jairo E. Borges-Andrade

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

Formular conceitos de competências nos níveis individual e organizacional.

Descrever as principais abordagens que contribuíram para as definições desses conceitos.

Descrever esforços realizados para medir competências e necessidades em contextos de TD&E e organizacionais.

Identificar similaridades e diferenças entre esses conceitos e formas de mensuração.

INTRODUÇÃO

O conceito de competência é central em inúmeras abordagens utilizadas na psicologia organizacional e do trabalho, desde as que focalizam fenômenos como inteligência (uma forma de competência geral) em seleção de pessoal, passando pelas que se preocupam com a motivação humana (com conceitos como o de auto-eficácia) no trabalho, até as que procuram compreender como se dá a aprendizagem (geralmente associada a processos instrucionais) em treinamento, desenvolvimento e educação (TD&E) e, mais recentemente, com a aprendizagem não induzida por processos organizacionais sistematizados (por exemplo, estratégias de aprendizagem e metacognição).

 

Capítulo 11 - Aspectos metodológicos do diagnóstico de competências em organizações

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BORGES-ANDRADE, ABBAD, MOURÃO & COLS.

Aspectos metodológicos do diagnóstico de competências em organizações

Tomás de Aquino Guimarães, Maria de Fátima Bruno-Faria e Hugo Pena Brandão

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

• Discutir a importância do diagnóstico de competências nos processos de gestão organizacional e no planejamento e desenvolvimento de ações de TD&E.

• Descrever semelhanças e diferenças entre diagnóstico de competências e levantamento de necessidades de TD&E em organizações.

• Descrever técnicas de coleta de dados adequadas à gestão de competências.

• Identificar a importância da opção metodológica no processo de pesquisa.

• Discutir a importância da conduta ética do pesquisador no processo de diagnóstico de competências.

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem como objetivo principal descrever metodologias de diagnóstico de competências em organizações. Para isso, discute-se o conceito de competência, seus pressupostos e aplicações no campo da gestão, em geral, e na área de treinamento, desenvolvimento e educação (TD&E), em particular. Neste capítulo, são descritas técnicas de diagnóstico de competências, destacada a importância do rigor científico e metodológico, bem como da conduta ética do pesquisador, seja este um acadêmico ou um prático da gestão de organizações, que devem estar presentes no processo de investigação. Além de garantir melhor qualidade aos resultados, esses princípios científicos podem evitar procedimentos ou condutas que comprometam os resultados da pesquisa ou que gerem algum constrangimento às pessoas que fazem parte do contexto estudado. Além disso, são descritas experiências de diagnóstico de competências em organizações brasileiras. Espera-se que, a partir da leitura deste capítulo e da consulta às referências que serviram de base à sua elaboração, o leitor seja capaz de identificar que metodologias são mais adequadas às suas necessidades e possa, assim, adotar ações para identificar e descrever competências relevantes a contextos e estratégias organizacionais.

 

Capítulo 12 - Contexto de trabalho, desempenho competente e necessidades em TD&E

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TREINAMENTO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES E TRABALHO

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Contexto de trabalho, desempenho competente e necessidades em TD&E

Gardênia da Silva Abbad, Isa Aparecida de Freitas e Ronaldo Pilati

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

• Justificar a inclusão de variáveis do contexto em avaliação de necessidades de TD&E.

• Relacionar conceitos de desempenho competente, aos de motivação (querer fazer), condições de trabalho (poder fazer) e necessidades de TD&E.

• Caracterizar problemas de desempenho solucionáveis por meio de ações de TD&E, distinguindo-os de outros relacionados à falta de condições apropriadas de trabalho ou de motivação.

• Descrever implicações práticas da utilização de avaliações de necessidades que considerem conjuntamente condições do ambiente, conhecimento, habilidades, atitudes e motivação.

• Definir os constructos de suporte organizacional, suporte à aprendizagem contínua no trabalho e suporte à transferência de treinamento, diferenciando-os em termos de focos e perspectivas.

 

Capítulo 13 - Abordagens instrucionais em planejamento de TD&E

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TREINAMENTO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES E TRABALHO

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Abordagens instrucionais em planejamento de TD&E

Gardênia da Silva Abbad, Rommel Nogueira e Amanda Moura Walter

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

Discutir os princípios da psicologia instrucional que fundamentam o planejamento instrucional.

Descrever o conceito de aprendizagem e distinguir entre aprendizagem natural e induzida em organizações e trabalho.

Distinguir teorias de aprendizagem, teoria instrucional e teorias de desenho instrucional.

Analisar abordagens teóricas cognitivistas e behavioristas que fundamentam o planejamento instrucional.

Comparar abordagens de desenho instrucional e discutir suas aplicações.

Avaliar as principais contribuições das teorias instrucionais e de desenho instrucional para o planejamento de ações de treinamento.

INTRODUÇÃO

COMPREENDENDO CONCEITOS IMPORTANTES

Neste capítulo do livro, o leitor encontrará uma descrição das abordagens teóricas que fundamentam o planejamento instrucional. Considera-se que o domínio delas embasa e diferencia a prática do profissional de treinamento, desenvolvimento e educação

 

Capítulo 14 - Taxonomias de objetivos em TD&E

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282

BORGES-ANDRADE, ABBAD, MOURÃO & COLS.

Taxonomias de objetivos em TD&E

José Florêncio Rodrigues Jr.

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

• Explicitar os parâmetros que definem uma taxonomia.

• Distinguir domínios da aprendizagem aos quais se aplicam as taxonomias, assim como as categorias que os integram.

• Selecionar a(s) taxonomia(s) adequada(s) para o delineamento e/ou avaliação de um treinamento.

INTRODUÇÃO

Por que ocupar tempo com taxonomias de objetivos educacionais? Ou melhor, Por que deveria o profissional de treinamento, desenvolvimento e educação

(TD&E) ter em conta taxonomias de objetivos educacionais no planejamento, no desenvolvimento e na avaliação de um treinamento? Essa é a pergunta que serve de pano de fundo para o presente texto. Nele, examina-se a etimologia do termo taxonomia, assim como os critérios que devem balizar uma taxonomia. Em seguida, passam-se em revista algumas taxonomias empregadas em educação e treinamento, em particular a

Taxonomia de Objetivos Educacionais proposta por

 

Capítulo 15 - Planejamento instrucional em TD&E

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15

Planejamento instrucional em TD&E

Gardênia da Silva Abbad, Thaís Zerbini,

Renata Silveira Carvalho e Pedro Paulo Murce Meneses

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

Redigir objetivos instrucionais.

Escolher a modalidade de entrega da instrução.

Estabelecer a seqüência do ensino.

Criar ou escolher procedimentos instrucionais.

Definir critérios de avaliação de aprendizagem.

Testar o plano ou desenho instrucional.

INTRODUÇÃO

ETAPA 1 – REDIGIR OBJETIVOS INSTRUCIONAIS

Este capítulo visa descrever as principais etapas do processo de criação de um planejamento instrucional. A Figura 15.1 mostra a seqüência de atividades de elaboração de um desenho ou plano instrucional que corresponde a uma síntese deste capítulo.

Acompanhe as explicações sobre essas atividades, observando e tentando memorizar os passos apresentados na Figura 15.1.

A primeira etapa do planejamento instrucional se compõe das quatro seguintes atividades:

• Transformação das necessidades de treinamento em objetivos instrucionais, descritos em termos de descrições objetivas e precisas dos conhecimentos, habilidades e atitudes (CHAs) que se deseja observar no comportamento do aprendiz durante e após o treinamento.

 

Capítulo 16 - TD&E a distância: múltiplas mídias e clientelas

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BORGES-ANDRADE, ABBAD, MOURÃO & COLS.

TD&E a distância: múltiplas mídias e clientelas

Márcia Nardelli Monteiro de Castro e Luciana Dias Vieira Ferreira

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

Conceituar educação a distância.

Identificar as características da EAD.

Classificar as mídias usadas em EAD sob o ponto de vista do processo de comunicação.

Identificar a classificação das mídias.

Relacionar mídias, níveis de aprendizagem pretendidos e abordagens pedagógicas.

Identificar os estilos cognitivos individuais.

Determinar seu estilo de aprendizagem predominante.

Identificar as estratégias e meios mais adequados a cada estilo de aprendizagem.

Distinguir os níveis de profundidade propostos para estruturar conteúdos didáticos.

Reconhecer as vantagens de oferecer a mesma estratégia instrucional em formatos diversos.

Elaborar o planejamento instrucional de curso a distância que permita a utilização de diferentes mídias, a partir de um mesmo objetivo e estratégia instrucional.

INTRODUÇÃO

 

Capítulo 17 - Avaliação integrada e somativa em TD&E

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Avaliação integrada e somativa em TD&E

Jairo E. Borges-Andrade

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

Definir avaliação de TD&E.

Descrever os pressupostos do Modelo de Avaliação Integrado e Somativo.

Descrever os componentes e subcomponentes deste Modelo.

Estabelecer relações entre esses componentes e subcomponentes.

Identificar variáveis de avaliação relativas a esses componentes e sub-componentes.

Adotar estratégias para selecionar ou desenvolver instrumentos de avaliação de TD&E.

INTRODUÇÃO

Mudanças políticas e sociais recentes no Brasil têm provocado uma crescente e generalizada demanda por avaliação nos setores público e privado. Avaliações da educação formal em seus distintos níveis, de qualidade de produtos industrializados, da satisfação do consumidor e de clima organizacional são alguns exemplos dessa demanda. Da mesma forma, houve crescente demanda por avaliação em treinamento, desenvolvimento e educação (TD&E), nas organizações que tradicionalmente fizeram altos investimentos nessas atividades, bem como naquelas organizações que descobriram os valores estratégicos do conhecimento e do esforço na contínua qualificação de seu pessoal.

 

Capítulo 18 - Construção de medidas e delineamentos em avaliação de TD&E

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18

TREINAMENTO, DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO EM ORGANIZAÇÕES E TRABALHO

359

Construção de medidas e delineamentos em avaliação de TD&E

Ronaldo Pilati e Jairo E. Borges-Andrade

Objetivos

Ao final deste capítulo, o leitor deverá:

Identificar os principais problemas relativos às medidas de variáveis nos modelos de avaliação de TD&E.

Descrever os princípios de construção de medidas nas ciências sociais e comportamentais.

Descrever os tipos de medidas utilizadas em avaliação de TD&E e as questões relativas à validade e à fidedignidade.

Identificar características de algumas medidas já desenvolvidas em avaliação de TD&E.

Definir fontes de informação para as medidas de avaliação.

Descrever o método experimental aplicado à avaliação de TD&E, ressaltando suas vantagens e desvantagens.

Descrever o método correlacional aplicado à avaliação de TD&E, ressaltando suas vantagens e desvantagens.

INTRODUÇÃO

O processo de mensuração é básico em ciências e de especial importância para as ações de treinamento, desenvolvimento e educação (TD&E). Avaliar demanda o estabelecimento de um juízo sobre uma ação ou evento, e o ato de medir embasa esse juízo. Por esse motivo, um livro sobre ações de TD&E em organizações deve versar sobre processos de mensuração de resultados, discutindo e debatendo sobre aspectos de construção de medidas e delineamento de pesquisa sobre avaliação de ações de capacitação. É nesse contexto que este capítulo se situa, pois seu objetivo principal é apresentar e discutir os principais fundamentos da construção de medidas e dos delineamentos metodológicos em avaliação de TD&E.

 

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