A Gestão da Escola

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Essa obra aborda as competências e as atribuições do novo diretor, gestor e líder, que precisa também estudar para se atualizar e conhecer as mais recentes contribuições dos educadores sobre processos de capacitação de lideranças educacionais.

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Introdução: Gestão da Escola

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Introdução:

Gestão da Escola

Rosamaria Calaes de Andrade

DIRETOR DE ESCOLA: ADMINISTRADOR OU GESTOR?

Há bem pouco tempo, dirigir uma escola era considerada uma tarefa rotineira. Cabia ao diretor zelar pelo bom funcionamento da escola, centralizando em si todas as decisões, e administrar com prudência os eventuais imprevistos.

Atualmente, essa situação mudou muito. As grandes e contínuas transformações sociais, científicas e tecnológicas passaram a exigir um novo modelo de escola e, conseqüentemente, um novo perfil de dirigente, com formação e conhecimentos específicos para o cargo e a função de diretor-gestor.

A expressão gestão escolar, em substituição à “administração escolar”, não é apenas uma questão semântica. Ela representa uma mudança radical de postura, um novo enfoque de organização, um novo paradigma de encaminhamento das questões escolares, ancorado nos princípios de participação, de autonomia, de autocontrole e de responsabilidade. Segundo Heloísa Lück, “a gestão não deprecia a administração, mas supera as suas limitações de enfoque dicotomizado, simplificado e reduzido, para atender às exigências de uma realidade cada vez mais complexa e dinâmica”.

 

1. Gestão Escolar: Guia do Diretor em Dez Lições

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Coleção Escola em Ação

Gestão Escolar: Guia do

Diretor em Dez Lições

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Pedro Faria Borges

FUNDAMENTOS

Lição 1: A Escola como Sistema

Eu era um bom professor de língua portuguesa. Tal fato teve como conseqüência o convite para coordenar o departamento de língua portuguesa do sistema no qual trabalhava. Como coordenador, também me saí bem, e me tornei vice-diretor de uma das unidades da instituição. Na vice-diretoria, tive também um bom desempenho, e a conseqüência foi tornar-me diretor de uma escola da instituição.

Acredito que esse caminho foi trilhado por muitos daqueles que estão na direção de escolas brasileiras. Basta mudar o nome da disciplina. Tenho colegas de matemática, história, educação física, química, biologia, inglês, geografia que são ou foram diretores de escola. Sabe-se, no entanto, que dirigir uma instituição educacional é muito diferente de ser professor, e que, embora haja algumas coincidências, ser diretor exige competências e habilidades distintas daquelas que são necessárias para o exercício do magistério. Acontece, com certa freqüência, de um ótimo professor tornar-se um diretor medíocre. Há excelentes vice-diretores que, ao se tornarem diretores, “metem os pés pelas mãos”. E também ocorre, embora menos freqüentemente, de professores medianos se tornarem ótimos diretores.

 

2. Lei de Diretrizes e Bases no Cotidiano Escolar

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Coleção Escola em Ação

Lei de Diretrizes e Bases no Cotidiano Escolar

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Albertina Maria Rocha Salazar

INTRODUÇÃO

“De nada vale ao homem a pura compreensão de todas as coisas, se ele tem algemas que o impedem de levantar os braços para o alto.” (Vinícius de Moraes)

Este trabalho nasceu da sistematização, da reflexão e da organização de atividades desenvolvidas ao longo dos

últimos anos em escolas públicas e privadas, em Secretarias Municipais de Educação, em debates e análises sobre a educação brasileira e a lei que estabeleceu suas diretrizes e bases em 1996, a Lei Federal no 9394/96. É também o resultado de vivências, de experiências de sala de aula, do contato com profissionais da educação, de direção de escolas, de convivências em órgãos administrativos e normativos do sistema estadual de educação.

A sistematização e a reunião de experiências podem ser consideradas uma conseqüência de debates e estudos em seminários, encontros pedagógicos, programas, aberturas de anos letivos, atividades voltadas para a formação continuada de educadores, na implementação da LDB – Lei Federal no 9394, aprovada em 20 de dezembro de 1996 e das normas que se seguiram com vistas à sua regulamentação.

 

3. Qualidade e Produtividade no Sistema Educacional

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Qualidade e Produtividade no Sistema Educacional

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Lúcio de Andrade Fonseca

INTRODUÇÃO

Em que medida escola e sociedade precisam estar afinadas?

A função do sistema educacional é fornecer à sociedade cidadãos educados e competentes para cuidarem de si mesmos e contribuírem para a sobrevivência e melhoria da sociedade. Assim, o sistema educacional anda – ou deveria andar – sempre afinado com as características e as exigências correntes da sociedade que o abriga.

Na sociedade agrária, a terra era o grande gerador de riqueza. Para explorá-la, não era imprescindível ter uma formação acadêmica. A missão de educar ficava a cargo praticamente da família, que tinha obrigação de ensinar ao jovem apenas as habilidades necessárias para lidar com a terra.

Na sociedade industrial, em que vivemos até bem recentemente, o dinheiro e o trabalho passam a ser os geradores de riqueza. Um diploma e, se possível, um sobrenome de peso abrem todas as portas. Como as habilidades requeridas dos trabalhadores eram de natureza extremamente repetitiva (por anos a fio iriam exercer a mesma função), era natural bombardear o estudante com uma profusão de informações e cobrar dele, nas provas, a reprodução ipsis literis dessas informações. A habilidade de decorar – para posteriormente saber de cor as etapas do trabalho – era mais necessária que a de aprender. (Como ninguém é de ferro, tome cola, pois “quem não cola não sai da escola”.)

 

4. Eventos Escolares: Como Organizá-los

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Coleção Escola em Ação

Eventos Escolares:

Como Organizá-los

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Aída Linhares Barboza

INTRODUÇÃO

A escola, preocupada com o cidadão que está formando e em oferecer a seus alunos um projeto educativo global, vem propondo atividades que levem educadores e educandos a ultrapassarem os muros da escola, para lançar desafios na busca do conhecimento.

Essa atitude evita que a educação se reduza apenas às atividades do dia-a-dia da sala de aula, embora importantes na função educativa, para formar o indivíduo multidimensional.

A proposta deste capítulo é sugerir uma série de atividades escolares que possibilitem o desenvolvimento do trabalho coletivo, da autonomia moral, dos valores referenciados no princípio ético do ser humano e da integração do cidadão.

Por meio de algumas atividades escolares, aqui denominadas eventos, pretende-se sensibilizar os envolvidos no processo, já que o ser humano não é só um corpo em sua dimensão físico-biológica, mas que transcende para o afetivo, o social, o cultural, fazendo com que o homem se complete em sua totalidade.

 

5. O Contador de História

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A gestão da escola

Então, nós educadores, temos que ousar e deixar fluir a imaginação, enfeitiçar com as histórias e mostrar a sua maneira de encantar.

Soltem o bruxo, a fada, a princesa que está aí dormindo dentro de você.

Após várias observações, percebendo a dificuldade dos professores para contar histórias, resolvi pesquisar e criar algo que pudesse ajudá-los.

Que importância tem as histórias na escola?

Que mistério é esse que seduz a todos?

Por que ainda se utiliza um meio de comunicação tão “primitivo”?

Ouvir e contar histórias é muito gostoso. Para a criança e para o adolescente estimula a criatividade, desperta a imaginação, ajuda a resolver angústias e conflitos, incentiva a construção de textos e exercita a linguagem oral.

É preciso resgatar o grande valor das histórias, incentivando os alunos a contarem casos, anedotas, fatos, notícias e reportagens. Eles demonstrarão mais interesse pela leitura, pois terão a oportunidade de relatar e, com isso, participarão mais ativamente das interpretações de texto.

 

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