Gestão Educacional: Uma nova visão

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Este livro oferece uma visão abrangente e sistêmica sobre a arte de gerir um dos negócios mais nobres do mercado: a educação

15 capítulos

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1 - Planejamento Estratégico

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Capítulo

1

Planejamento Estratégico

Sonia Simões Colombo

O

planejamento estratégico é um importante instrumento de gestão que auxilia, consideravelmente, o administrador educacional em seu processo decisório na busca de resultados mais efetivos e competitivos para a instituição de ensino.

A proposta deste capítulo é apresentar os conceitos básicos, analisar cada etapa do planejamento e expor uma metodologia eficiente para que o gestor educacional possa incorporar e posicionar a atividade estratégica no cotidiano de sua escola.

Antes de abordar o processo de planejamento estratégico, é necessário que se definam os conceitos de planejamento, de estratégia e de competitividade.

PLANEJAMENTO

O planejamento consiste na identificação, na análise e na estruturação dos propósitos da instituição rumo ao que se pretende alcançar, levando em consideração suas políticas e recursos disponíveis. Contempla indagações no âmbito do que fazer, como, por que, quando, por quem e onde. Não é previsão ou plano, pois:

 

2 - Avaliação Institucional

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Capítulo

2

Avaliação Institucional

Uma Ferramenta para o

Sucesso da Instituição Educacional

Terezinha Otaviana Dantas da Costa

INTRODUÇÃO

Este capítulo tem como objetivo demonstrar a Avaliação Institucional como ferramenta de auxílio à administração das instituições educacionais que buscam a melhoria da qualidade de ensino. Além do convite à reflexão, aborda pautas históricas de avaliações institucionais, ao mesmo tempo em que situa a nossa avaliação no contexto educacional e político das novas diretrizes que conduzem à educação nacional.

PANORAMA HISTÓRICO

Falar sobre Avaliação Institucional – avaliação da instituição educacional – significa falar de algo do qual muito nos orgulhamos. Significa estar engajado em um processo de qualidade, no qual os maiores beneficiados são os alunos, a comunidade e o país.

De certa forma, a história da avaliação dista de muito longe. Desde a implantação das primeiras escolas isoladas de ensino superior no Brasil, alguns princípios de avaliação podiam ser observados. As escolas deveriam atender aos interesses das elites dominantes, idealizadas, portanto, a partir do modelo português de universidade (Amorim, l992, p.20). Mesmo com a independência, o império e a república, houve pouco avanço em relação aos critérios que norteavam a criação de cursos superiores.

 

3 - Gestão da Qualidade no Sistema Instituição de Ensino

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Capítulo

3

Gestão da Qualidade no

Sistema Instituição de Ensino

Paulo Heitor Colombo

A

s instituições de ensino, ao contrário do que acontecia anos atrás, já estão mudando seus paradigmas e passando a olhar para si mesmas como empresas inseridas em um cenário de negócios. É evidente que, para permanecerem vivas, terão de se adaptar às regras do jogo, com respostas cada vez mais rápidas e eficazes.

E a regra do jogo é: identificar e atender as necessidades e as expectativas de seus clientes e de outras partes interessadas (proprietários, mantenedores, acionistas, fornecedores, comunidade acadêmica em geral) na busca de melhores posições competitivas, através da conquista de excelentes padrões de qualidade. A melhoria nos padrões de qualidade depende basicamente da eficiência interna e da flexibilidade para a mudança.

O nosso objetivo, neste capítulo, é apresentar uma “proposta” para esta conquista por meio da implantação de um Sistema de Gestão da Qualidade voltado para as instituições de ensino. Não é nossa intenção apresentar novas propostas pedagógicas e nem interferir nas existentes, mas sim melhorar a qualidade do trabalho.

 

4 - Planejamento e Ações de Marketing

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Capítulo

4

Planejamento e Ações de Marketing

Ana Célia Ariza

O QUE É MARKETING

Marketing é uma palavra de origem inglesa, derivada de market, que significa mercado. É utilizada para expressar a ação voltada para o mercado.

O “guru” do marketing é o americano Philip Kotler, que afirma: “marketing é análise, planejamento, implementação e controle de planos cuidadosamente formulados para causar trocas voluntárias de valores com mercados-alvo e alavancar os objetivos institucionais, isto é, marketing envolve programar as ofertas da instituição para atender às necessidades e aos desejos de mercados-alvo, usando preço, comunicação e distribuição eficazes para informar, motivar e atender a esses mercados”.

O conceito do marketing surgiu na década de 1950, no pós-guerra, quando, com o início da industrialização mundial, se acirrou a competição pelo mercado e o cliente passou a ter mais alternativas no ato da compra.

As empresas da época conscientizaram-se de que os clientes precisavam de mais atrativos para efetivar a compra, já não bastavam mais produtos de qualidade a custo competitivo, precisava-se persuadir da compra. Foi aí que essas empresas adotaram as pesquisas e a análise de mercado, bem como a comunicação e a promoção para incrementar as vendas. Assim nasceu o marketing.

 

5 - Implementando Portais Corporativos nas Instituições de Ensino

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Capítulo

5

Implementando Portais Corporativos nas Instituições de Ensino

Maria de Lourdes Oliveira Martins

POR QUE USAR AMBIENTES INTERATIVOS

QUE A INTERNET OFERECE?

Uma das principais características do mercado dos negócios, neste novo século, é estar baseado na tecnologia, sendo a inovação o segredo para a sobrevivência das organizações. Concorrer apenas em função de qualidade e preço não garante uma vantagem significativa. É certo que boa vontade e uma base suficiente de tecnologia significam muito, mas não garantem o aumento da competitividade.

A função primordial dos recursos tecnológicos é ajudar na administração da empresa (gestão). Deve-se procurar a eficácia (realização de objetivos) e a eficiência (utilização racional de recursos), antes de qualquer investimento em tecnologia da informação (hardware, software, redes, etc.). As organizações da era “pós-informação” precisam que o uso das tecnologias seja eficiente, que o ambiente seja flexível e favorável à inovação e o acesso ao melhor talento seja amplamente facilitado, onde quer que ele esteja. Se a condição cultural da empresa for hostil, nada feito.

O uso de sistemas e tecnologia da informação (TI), foco de atuais pesquisas acadêmicas e de interesse na área corporativa, tem uma importância vital para empresas, já que facilita o gerenciamento, o atendimento a clientes e fornecedores – pessoalmente ou por meio de disponibilização de ambientes on-line –, proporcionando ótimos resultados. Portanto, dificilmente se pode competir sem que a tecnologia da informação exerça um papel preponderante e fundamental.

 

6 - Contrato de Prestação de Serviços Educacionais

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Capítulo

6

Contrato de Prestação de

Serviços Educacionais

Celso Carlos Fernandes

INTRODUÇÃO

Foi-se o tempo de glamour das relações dos mantenedores, pais, professores e alunos, em que a base do relacionamento era a confiança, o respeito e a plena consciência de que o aluno estava sob o manto de educadores que tudo fariam para educá-lo da melhor forma possível.

Os tempos mudaram e toda a base do relacionamento tem de estar fundamentada no papel escrito denominado contrato: vontade entre as partes, produzindo direitos e obrigações e, no caso específico das escolas, sob a égide de lei específica e do código do consumidor.

É como se houvesse a transição abrupta do casamento religioso, em que a fonte da relação é simplesmente o amor, para o casamento civil, em que as partes se unem através do contrato por escrito.

Fizemos essa singela comparação com o fito único e exclusivo de dizer com toda a certeza: felizmente ou infelizmente, o contrato de prestação de serviços, na atualidade, constitui-se em um dos mais importantes documentos de uma instituição de ensino, devendo ser elaborado com todo cuidado, dentro da realidade dos serviços prestados e observando-se atentamente a legislação, senão...

 

7 - Direitos dos Professores: Visão Histórica e Ótica Gerencial

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Capítulo

7

Direitos dos Professores:

Visão Histórica e Ótica Gerencial

Fernando Barão

VISÃO GERAL DA QUESTÃO

A Convenção Coletiva dos professores no Estado de São Paulo garante aos profissionais uma série de direitos adicionais à legislação trabalhista. Se comparada com a realidade de outros estados, o texto de São Paulo é, de longe, o mais concessivo de todos.

Essa situação é o resultado de muitos anos de negociações entre os sindicatos, permeadas por momentos históricos bem variados e marcadas pela combatividade do Sindicato dos Professores.

Tendo em vista que o momento vivido pelo mercado do ensino privado é de crise, e que o principal custo está na mão de obra, multiplicam-se as consultas acerca da aplicação e do impacto desses direitos adicionais.

O presente estudo tem a intenção de analisar as seguintes questões:

• Quais são os direitos dos professores que transcendem a legislação trabalhista?

• Quais as realidades históricas que conduziram à conquista desses direitos?

 

8 - A Educação como Negócio

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Capítulo

8

A Educação como Negócio

Oliver Mizne

GLOBALMENTE, A EDUCAÇÃO TORNA-SE UM SETOR

DA ECONOMIA

Há apenas 13 anos, em 1991, uma faculdade americana chamada DeVry tornouse a primeira instituição de ensino no mundo a abrir seu capital em bolsa de valores. Era o primeiro passo de um processo, agora visivelmente inevitável, de atração mútua entre dois improváveis parceiros: o setor de educação e o mercado financeiro.

Em praticamente todo o mundo, o setor de serviços vem ganhando importância crescente, ao mesmo tempo em que as habilidades necessárias para o mercado de trabalho vêm tornando-se cada vez mais complexas. Em outras palavras, as vantagens competitivas de empresas estão cada vez mais ligadas à qualidade de seu quadro de funcionários-colaboradores e cada vez menos a equipamentos, ou mesmo à disponibilidade de capital.

Neste cenário, um número crescente de postos de trabalho exigem qualificação específica, o que vem aumentando a demanda por ensino superior globalmente. Além disso, pelo mesmo motivo, o ciclo tradicional de estudo, que se estendia da educação básica até a pós-graduação, normalmente dos 7 aos 25 anos de idade, vem sendo complementado por um ciclo contínuo de aprendizado, que acompanha um número crescente de jovens e adultos durante toda a sua vida profissional.

 

9 - Administração Econômico-Financeira

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Capítulo

9

Administração Econômico-Financeira

Donizete Fernandes

INTRODUÇÃO

Nos últimos anos, mais precisamente desde a criação do Plano Real, temos observado que, embora convivendo com uma moeda teoricamente estabilizada e com inflação controlada em níveis suportáveis, houve uma quebradeira geral de empresas, e o Brasil vem despontando como um dos primeiros nesta categoria. Neste universo, padeceram também muitas instituições particulares de ensino. De duas uma: ou elas não deram a ênfase necessária, a importância precisa às questões administrativas, econômicas, financeiras e pedagógicas em seus negócios, ou simplesmente fecharam os olhos para todas as coisas que ocorriam a sua volta.

Notadamente, ao mesmo tempo em que muitos agravantes econômicos apontavam para uma redução do poder aquisitivo de toda a sociedade, o número de instituições de ensino privado crescia no país, motivado precisamente por duas situações específicas. A primeira delas foi a demonstração da única eficiência administrativa de seus gestores – uma vez que a maioria emergiu de salas de aulas ou de sociedades empresariais familiares ao invés de provirem de outros modelos de estruturas empresariais – e que foi provocada pela valorização do atributo principal de seu produto, a educação propriamente dita. Já a segunda situação foi a tão provada deficiência do governo em não conseguir atender a demanda do setor educacional no país qualitativa e quantitativamente. Daí o crescimento do mercado educacional privado.

 

10 - A Formação Permanente do Educador e o Processo Ensino-Aprendizagem

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Capítulo

10

A Formação Permanente do

Educador e o Processo

Ensino-Aprendizagem

Maria Carmem Tavares Christóvam

UMA VISÃO DA CORRELAÇÃO EXISTENTE ENTRE O PROCESSO

DE REFORMULAÇÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA E EMPRESARIAL

E A FORMAÇÃO DE EDUCADORES

Do futurólogo ao presentólogo

Nos anos 1960 e, até certo ponto, nos anos 1970, o futuro era amanhã. Tínhamos todo o tempo do mundo para pensar, planejar, errar e consertar. Nos anos 1980, a História dava mais uma volta no torniquete cercando o espaço de manobra para todos aqueles que tinham de sair em busca do tempo perdido. Mesmo assim, com boa vontade, podia-se alegar que o desafio então era o de construir o futuro no presente. Portanto, para quem não queria, não podia ou não sabia mudar, convinha viver entre os anos 1960 e 1980. Apesar de todas as mudanças ocorridas nesse período, para aqueles que preferiam não fazer nada além das rotinas do dia a dia, sempre havia uma boa desculpa ao alcance das mãos. Só que... hoje, em 2004, o futuro foi ontem. E é justamente aqui que reside o drama dos retardatários, sejam eles países, organizações, profissões ou indivíduos:

 

11 - Do Giz ao Mouse – A Informática no Processo Ensino-Aprendizagem

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Capítulo

11

Do Giz ao Mouse – A Informática no

Processo Ensino-Aprendizagem

Jânia do Valle Barbosa

Os homens criam as ferramentas e as ferramentas recriam os homens.

(Marshall Mcluhan)

EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA

As pipas foram trocadas pelo Counter Strike em que garotos de 13 anos programam jogos. A televisão, em muitos casos, foi substituída pelas lan houses em que adolescentes passam horas concentrados em frente a uma tela de computador. E a escola? Como pode conviver com esta nova realidade?

A encruzilhada para os educadores de hoje é como utilizar os novos meios tecnológicos de modo a atender às expectativas de mudança. A discussão entre os profissionais de ensino de que a informática irá robotizar os alunos e a máquina substituirá os professores está ultrapassada. Deve-se reconhecer que existe um descompasso entre a velocidade da evolução das diferentes tecnologias e o ritmo das mudanças na escola.

A preocupação dos educadores concentra-se agora na busca do melhor aproveitamento do computador no processo ensino-aprendizagem. Como utilizar o fácil acesso às informações, a autonomia na busca do conhecimento e a racionalização do tempo em prol da qualidade educacional?

 

12 - Implantando e Gerindo uma Instituição de Ensino Superior Virtual: Case UVB

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Capítulo

12

Implantando e Gerindo uma Instituição de Ensino

Superior Virtual: Case UVB

René Birocchi

INTRODUÇÃO

Uma instituição de ensino superior virtual ou “universidade virtual” (como muitas vezes é denominada) é responsável pela gestão de recursos de aprendizagem baseados em tecnologia web. Isso significa dizer que a instituição virtual deve dominar o ciclo completo da relação de ensino e aprendizagem que se estrutura nas novas tecnologias da informação e da comunicação: os processos de produção de conteúdos, a aplicação de cursos, o relacionamento com comunidades virtuais, etc.

Existem diversas formas de uma instituição de ensino regular dar início a essa

área nova, que, sem dúvida, poderá impactar positivamente no seu posicionamento estratégico, em pelo menos dois aspectos: redução de custos em relação ao ensino presencial e diferenciação da instituição, que poderá ver sua imagem associada à inovação tecnológica propiciada por esse novo meio.

 

13 - Gestão Universitária em Tempos de Mudança

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Capítulo

13

Gestão Universitária em

Tempos de Mudança

Paulo Antonio Gomes Cardim

INTRODUÇÃO

A questão de como gerenciar uma instituição de ensino superior na fase atual do conhecimento tem preocupado todos os dirigentes em escalas diferenciadas, segundo o ambiente em que se encontram, o grau de complexidade de sua organização e o próprio nível de comprometimento com o futuro.

A questão da organização universitária e seu processo de gestão e decisão é assunto constante na pauta das discussões que vem preocupando os mantenedores e administradores de instituições de ensino superior e demais participantes que interagem nesse processo frente aos desafios presentes na sociedade de hoje. Esses desafios são fruto da conjuntura econômica, social, política e educacional.

Os cenários que fizeram aflorar os novos desafios começaram a ser desenhados a partir da nova constituição de 1988; continuaram com a Lei 9.131/95, que criou o Conselho Nacional de Educação e o Exame Nacional de Cursos; com o

 

14 - Discutindo a Gestão de Ensino Básico

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Capítulo

14

Discutindo a Gestão de Ensino Básico

Mirza Laranja

NOVO CENÁRIO, NOVA ESCOLA

A concepção de gestão entrou para o universo escolar muito recentemente. Por certo, se esta publicação tivesse sido idealizada na década de 1980, já no final do século XX, teria enfoque totalmente diverso. Se muito, poderíamos nos deparar com uma obra voltada para administração escolar, abordando princípios e normas de ordenação e controle. Nos últimos anos, houve, no entanto, uma grande evolução que trouxe benefícios para o setor. Ao desatar as amarras do lado operacional, o gestor escolar percebeu-se inserido em um contexto muito maior, cujo dinamismo precisava ser incorporado pelas instituições de ensino. E não foi o setor educacional que naturalmente identificou a necessidade de mudança e se preparou para esse processo. Ao contrário, a dificuldade de sobreviver em um novo contexto social e econômico impeliu as escolas a buscarem novos caminhos. Fez-se clara uma certeza: o modelo tradicional de administração escolar não estava mais atendendo às necessidades atuais.

 

15 - A Gestão da Educação Infantil – Particularidades

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15

A Gestão da Educação

Infantil – Particularidades

Márcia Rosiello Zenker

CONVITE

Chega mais perto e contempla as palavras.

Cada uma tem mil faces secretas sob a face negra e te pergunta, sem interesse pela resposta, pobre ou terrível, que lhe deres:

Trouxeste a chave?

Carlos Drummond de Andrade

Esse é um convite que lhe fazemos. Aproximar-se das palavras que estão emergindo destas folhas e estabelecer um diálogo com elas. Seja você um diretor ou mantenedor escolar, professor ou auxiliar administrativo, não se esqueça de trazer a sua chave. Como diz o nosso poeta maior, cada palavra tem mil faces e só a chave da sua consciência e da sua subjetividade é que terá o poder de abrir um novo horizonte para a gestão da educação infantil.

Abordaremos o tema com base na crença profunda de que o trabalho de educar sustenta a evolução da idéia de democracia; de que a educação escolar, seja ela qual for, envolve toda a comunidade (diretores, crianças, pais, professores, etc.) em uma participação responsável por sua construção. Neste sentido, acreditamos que as escolas de educação infantil ainda busquem uma identidade que, muitas vezes, aparece depreciada por si própria (como “escolinha” na qual as “tias” brincam com as crianças) mas, ao mesmo tempo, desejosa de uma valorização. Frente a isso, seu gestor tem uma responsabilidade delicada. Cremos que cabe a ele conduzir mudanças significativas.

 

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