Radiologia Básica

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Amplamente ilustrado, baseado nos sistemas orgânicos e essencial no aprendizado de imagens radiológicas. Incomparável em sua capacidade de ensinar como escolher e solicitar a modalidade de imagem mais adequada para os sintomas apresentados pelo paciente, Radiologia básica será útil a estudantes de medicina, residentes e profissionais de saúde não especializados em radiologia.

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13 capítulos

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1. Escopo da imagem diagnóstica

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Parte I. Introdução

Escopo da imagem diagnóstica

Michael Y. M. Chen, MD

Christopher T. Whitlow, MD, PhD

Radiografia convencional

Estudos de contraste

Tomografia computadorizada

Por quase meio século após o raio X ter sido descoberto por Roentgen, em 1895, a imagem radiológica se baseava principalmente na radiografia simples e na contrastada. Essas imagens foram criadas por exposição de filme a um feixe de raios

X atenuado após a penetração no corpo. A produção dos raios X e das imagens radiográficas será descrita no próximo capítulo. Nesta última metade de século, a radiologia diagnóstica passou por grandes alterações e avanços. A medicina nuclear, a ultrassonografia, a tomografia computadorizada (TC) e a angiografia convencional foram criadas entre 1950 e 1970. A ressonância magnética

(RM), a radiologia intervencionista e a tomografia por emissão de pósitrons (PET) foram desenvolvidas posteriormente. A radiologia convencional, na qual estão incluídas a TC e a radiografia contrastada, utiliza radiação ionizante criada pelo equipamento de raio X. A medicina nuclear usa radiação ionizante emitida por substâncias radioativas ingeridas ou injetadas em diversas partes do corpo. As modalidades de ultrassonografia e RM utilizam ondas sonoras e magnetismo, respectivamente, em vez de radiação ionizante.

 

2. A base física da imagem diagnóstica

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A base física da imagem diagnóstica

Robert L. Dixon, PhD

Christopher T. Whitlow, MD, PhD

Imagem com raios X

O que é um raio X?

Produção dos raios X

Interação dos raios X com a matéria

A imagem radiográfica

Fluoroscopia

Registro das imagens fluoroscópicas

Dispositivos de spot film

Tomografia computadorizada

IMAGEM COM RAIOS X

᭤ O que é um raio X?

Um raio X consiste em um feixe discreto de energia eletromagnética, chamado fóton. Nesse sentido, é similar a outras formas de energia eletromagnética como luz, infravermelho, ultravioleta, ondas de rádio e raios gama. A energia eletromagnética associada pode ser considerada campos magnéticos e elétricos oscilantes que se propagam pelo espaço na velocidade da luz. As várias formas de energia eletromagnética diferem apenas na frequência (ou comprimento de onda). No entanto, uma vez que a energia transportada por cada fóton

é proporcional à frequência (a constante de proporcionalidade é chamada de constante de Planck), os fótons de raios X ou gama de maior frequência são muito mais energéticos do que, por exemplo, os fótons da luz, podendo ionizar prontamente os átomos nos materiais com os quais colidem. A energia de um fóton de luz está na ordem de um elétron-volt (eV), enquanto a energia média de um fóton

 

3. Imagem do coração e grandes vasos

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Parte II. Tórax

Imagem do coração e grandes vasos

James G. Ravenel, MD

Técnicas e anatomia normal

Radiografias convencionais

Ecocardiografia

Cintilografia (medicina nuclear)

Tomografia computadorizada

Ressonância magnética

Angiografia

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Exercícios

3.1 Aumento do tamanho do coração

3.2 Alterações no contorno cardíaco

3.3 Vascularização pulmonar

3.4 Anormalidades vasculares

3.5 Calcificações do coração e grandes vasos

3.6 Dispositivos de monitoramento

Seleção da técnica

Equipamentos de monitoração

Muitas vezes, o coração é a estrutura “esquecida” nos estudos de imagens torácicas. Mesmo assim, é possível extrair muitas informações a respeito da função e estrutura cardíaca a partir da análise cuidadosa das imagens, mesmo que não sejam dedicadas à imagem cardíaca. Este capítulo descreve a aparência radiográfica normal do coração, do pericárdio e dos grandes vasos (aorta e vasos pulmonares) e expõe brevemente algumas das mais comuns entidades patológicas desse sistema orgânico.

A avaliação crítica dos achados nos exames de imagem dessa região não é possível sem prestar atenção aos pulmões, já que esses dois sistemas orgânicos refletem as alterações um no outro. As anormalidades mais frequentes encontradas no sistema cardiovascular são hipertensão, hipertensão arterial pulmonar (normalmente secundária à doença pulmonar crônica), insuficiência cardíaca congestiva, doença aterosclerótica e doença valvular. Doenças do coração e dos grandes vasos menos encontradas como doença cardíaca congênita, neoplasias e doenças do pericárdio são descritas com menos

 

4. Radiologia do tórax

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4

Radiologia do tórax

Caroline Chiles, MD

Shannon M. Gulla, MD

Introdução

Técnicas

Radiografia convencional

Tomografia computadoriza do tórax

Cintilografia de perfusão do tórax

Tomografia por emissão de pósitron/Tomografia computadorizada do tórax

Ressonância magnética do tórax

Ultrassonografia do tórax

Seleção da técnica

Exercícios

4.1 Hemitórax opaco

4.2 Atelectasia lobar

INTRODUÇÃO

A radiografia torácica é o estudo radiográfico realizado com mais frequência nos Estados Unidos. Na maioria dos casos, é o primeiro estudo radiológico solicitado para a avaliação de doenças do tórax. O contraste natural dos pulmões aerados fornece uma janela para o corpo, que permite a avaliação do paciente quanto a doenças que envolvem o coração, os pulmões, as pleuras, a árvore traqueobrônquica, o esôfago, os linfonodos do tórax, o esqueleto torácico, a parede torácica e o abdome superior. Tanto nas doenças agudas quanto nas crônicas, a radiografia do tórax permite a detecção de doença e a monitoração da resposta

à terapia. Em muitos processos de doença (p. ex.,

 

5. Radiologia da mama

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Radiologia da mama

Rita I. Freimanis, MD

Joseph S. Ayoub, MD

Técnica e anatomia normal

Radiografia convencional e digital (mamografia)

Ultrassonografia

Ressonância magnética

Ductografia

Biópsia e aspiração por agulha orientada por imagem

Localização da agulha orientada por imagem

Radiografia do espécime da biópsia

Exercícios

Paciente sintomática

5.1 A massa palpável

5.2 Nodularidade, secreção mamilar e dor

Paciente assintomática

5.3 A primeira mamografia

5.4 Distorção da arquitetura e densidade assimétrica

5.5 Mamografia de acompanhamento

Seleção da técnica

Preparação da paciente

Conflitos com outros procedimentos

A imagem da mama é realizada como parte da avaliação extensa do órgão, a qual integra a história da paciente, os sintomas e os sinais clínicos. A radiografia da mama é conhecida como mamografia. Quando usada periodicamente em pacientes assintomáticas, é chamada de mamografia de rastreamento. Quando solicitada para pacientes com sinais e sintomas de câncer, é referida como imagem diagnóstica da mama e, em geral, é uma avaliação adaptada que consiste em alguma combinação da mamografia com outras técnicas, conforme será descrito mais à frente. Utilizando a abordagem integrada, muitas vezes é possível chegar ao diagnóstico preciso sem cirurgia e oferecer tratamento individualizado de acordo com as necessidades de cada paciente. O principal propósito da imagem da mama é detectar o carcinoma mamário; o segundo objetivo é avaliar a doença

 

6. Imagem musculoesquelética

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Parte III. Ossos e articulações

Imagem musculoesquelética

Tamara Miner Haygood, MD, PhD

Mohamed M. H. Sayyouh, MD

Técnicas

Radiografia convencional

Técnicas de mamografia

Fluoroscopia

Tomografia computadorizada

Ressonância magnética

Medicina nuclear

Biópsia

Quando Wilhelm Conrad Roentgen descobriu o raio X, em novembro de 1895, ele o investigou minuciosamente, testando sua capacidade de penetração em vários objetos inanimados e observando seus efeitos em telas fluorescentes e filmes fotográficos. Roentgen ficou pasmo com a imagem dos ossos de sua própria mão conforme permitia que novos raios X penetrassem em seu corpo. Fez uma imagem fotográfica de raio X de uma mão

(dizem que de sua esposa) e enviou cópias dela juntamente com seu trabalho que descrevia o novo fenômeno para uma seleta lista de colegas do mundo científico.

Por volta da metade de fevereiro de 1896, o relato de Roentgen não apenas foi publicado como também reimpresso em outros jornais científicos, inclusive o americano Science. Cientistas de todo o mundo repetiram o experimento e confirmaram a verdade da descoberta. Em um ano, os raios X

 

7. Imagem das articulações

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Imagem das articulações

Paul L. Wasserman, DO

Thomas L. Pope, MD

Técnicas e anatomia normal

Radiografia

Tomografia convencional

Artrografia

Tomografia computadorizada

Ressonância magnética

Ultrassonografia

Imagem com radionuclídeo (cintilografia óssea)

Anatomia da articulação normal

Doença articular

TÉCNICAS E ANATOMIA NORMAL

᭤ Radiografia

A radiografia convencional é a técnica de imagem mais usada para avaliar as articulações do sistema musculoesquelético. Essa técnica deve sempre ser o primeiro exame de imagem realizado em um paciente com suspeita de problemas articulares. A radiografia apresenta as seguintes vantagens: sua disponibilidade é quase universal, é relativamente de baixo custo em comparação com outros exames de imagem e fornece apenas uma pequena dose de radiação ao paciente. Quando possível, projeções ortogonais devem ser obtidas, o que quer dizer que duas imagens da articulação são perpendiculares uma em relação à outra (de modo geral, uma incidência frontal no sentido anteroposterior [AP] ou posteroanterior [PA] e uma em perfil). Em algumas situa-

 

8. Radiografia simples do abdome

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Parte IV. Abdome

Radiografia simples do abdome

Michael Y. M. Chen, MD

Técnica e imagem normal

Técnica

Imagem normal

Seleção da técnica

Exercícios

8.1 Calcificações na região abdominal superior

Nos últimos anos, novas técnicas, como ultrassonografia, tomografia computadorizada (TC) e ressonância magnética (RM), têm sido amplamente utilizadas, alterando o uso dos filmes simples do abdome na avaliação das doenças abdominais.

Radiografias simples do abdome ainda são usadas primariamente para avaliar perfuração no intestino (ar intraperitoneal) e obstrução intestinal, bem como para verificar a colocação de cateter. A radiografia simples é geralmente usada como radiografia preliminar antes de outros exames como TC e enema de bário. A produção das radiografias simples

é mais elevada em pacientes com sinais e sintomas abdominais moderados a graves do que naqueles com sintomatologia mínima.

TÉCNICA E IMAGEM NORMAL

᭤ Técnica

A radiografia simples mais comum do abdome é a incidência anteroposterior (AP) com o paciente em decúbito dorsal. A incidência AP do abdome também é chamada pelo acrônimo KUB,

 

9. Radiologia do trato urinário

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9

Radiologia do trato urinário

Jud R. Gash, MD

Jacob Noe, MD

Técnicas e anatomia normal

Radiografia abdominal

Tomografia computadorizada

Ultrassonografia

Ressonância magnética

Medicina nuclear

Pielografia retrógrada/Cistografia/Uretrografia

Angiografia

Em radiologia, cinco anos é bastante tempo, e desde a primeira edição deste texto, o ritmo das mudanças que ocorreram nas imagens foi ainda maior. A crescente disponibilidade e capacidade técnica das modalidades de corte transversal, como a tomografia computadorizada (TC), a ressonância magnética (RM) e a ultrassonografia (US), dominam hoje as imagens do sistema urinário, sendo a

TC multidetectora (espiral) a que causou maior impacto. No nosso departamento, TC é chamada de

“templo da verdade”, por uma boa razão. As modalidades de corte transversal vêm essencialmente eliminando a pielografia intravenosa (PIV), que após

70 anos sendo o pilar da imagem do trato urinário, teve sua epígrafe escrita e possui pequeno papel, se

é que ainda tem algum, na imagem do trato urinário moderna. O resultado desses avanços progressivos permite o diagnóstico mais preciso e mais precoce da doença do trato geniturinário.

 

10. Trato gastrintestinal

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10

Trato gastrintestinal

David J. Ott, MD

Técnicas de exame

Estudos com contraste luminal

Tomografia computadorizada

Ressonância magnética

Ultrassonografia abdominal

Endoscopia

Imagem normal

Trato gastrintestinal superior

Intestino delgado

Intestino grosso

A obtenção de imagens dos órgãos ocos do trato gastrintestinal começou há mais de um século com o uso de sais de metais pesados. As suspensões de sulfato de bário emergiram como agente de contraste de escolha para o exame do trato gastrintestinal. Por volta de 1970, outras modalidades de imagem, inclusive a endoscopia e a tomografia computadorizada, apareceram e se transformaram em alternativas de obtenção da imagem dos órgãos gastrintestinais ocos.

O surgimento e os avanços dessas novas tecnologias afetaram de forma significativa o uso dos exames com contraste luminal do trato gastrintestinal.

Primeiramente neste capítulo, são descritas as técnicas de avaliação do trato gastrintestinal disponíveis hoje em dia. A imagem normal dos órgãos ocos, conforme observado nas diversas modalidades, é discutida e ilustrada. A seleção da técnica é revista, juntamente com os efeitos na preparação do paciente e as indicações clínicas. Por fim, uma série de exercícios baseados nas apresentações clínicas mais

 

11. Fígado, trato biliar e pâncreas

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Fígado, trato biliar e pâncreas

Melanie P. Caserta, MD

Fakhra Chaudhry, MD

Robert E. Bechtold, MD

Técnicas e anatomia normal

Seleção da técnica

Doença hepatocelular difusa

Doenças hepáticas focais

Trauma abdominal

Neoplasia ou inflamação pancreática

Preparação do paciente para as técnicas radiográficas

Conflitos entre os exames

O diagnóstico das doenças do fígado, do trato biliar e do pâncreas depende dos dados clínicos e radiográficos. Para que o diagnóstico seja feito de maneira mais eficiente, entender o uso adequado desses dados e solicitar os estudos radiográficos na sequência ideal é muito importante. Com frequência, a apresentação clínica e os exames laboratoriais associados fornecem grande parte das pistas para o diagnóstico. O exame físico, a história e os valores laboratoriais pertinentes são muitas vezes úteis na conclusão do diagnóstico ou, pelo menos, na produção de indicações para a seleção dos estudos radiográficos ideais. Se as informações clínicas não forem suficientes ou se houver necessidade de confirmação radiográfica, as radiografias simples e os exames com contraste podem ser realizados. Radiografias em posição ortostática e em decúbito dorsal são válidas para a detecção de ar livre, de calcificações e de outras anormalidades. Os estudos com contraste como colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE), colangiopancreatografia por

 

12. Cérebro e seusenvoltórios

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Parte V. Cabeça e coluna

Cérebro e seus envoltórios

Michael E. Zapadka, DO

Michelle S. Bradbury, MD, PhD

Daniel W. Williams III, MD

Técnicas

Radiografia simples

Tomografia computadorizada

Ressonância magnética

Arteriografia cerebral

Ultrassonografia

Tomografia computadorizada por emissão de fóton único (SPECT)

Tomografia por emissão de pósitrons (PET)

Seleção da técnica

Anomalias congênitas

Trauma cranioencefálico

Hemorragia intracraniana

Aneurismas

Malformações vasculares

Os avanços tecnológicos em radiologia ao longo dos últimos 30 anos aumentaram muito a habilidade de diagnosticar doenças neurológicas.

Antes da introdução da tomografia computadorizada (TC), em 1974, os exames neurorradiológicos do cérebro consistiam principalmente de radiografias simples do cérebro, arteriografia cerebral, pneumoencefalografia e exames da medicina nuclear convencional. Infelizmente, na maior parte das vezes, essas técnicas forneciam apenas informações indiretas sobre a suspeita de processos intracranianos, eram insensíveis para a detecção de lesões cerebrais sutis ou em fase inicial ou eram potencialmente nocivos ao paciente. A tomografia computadorizada revolucionou a marcha diagnóstica radiológica das anormalidades do

 

13. Imagem da coluna vertebral

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13

Imagem da coluna vertebral

Nandita Guha-Thakurta, MD

Lawrence E. Ginsberg, MD

Técnicas

Radiografia simples

Mielografia

Tomografia computadorizada

Mielotomografia

Ressonância magnética

Seleção da técnica

Trauma

A coluna vertebral é fundamental para a função humana normal, fornecendo estrutura, suporte e proteção da medula espinal e dos nervos espinais.

Em virtude da ampla variedade de condições patológicas que podem afetar a coluna, o objetivo da imagem da coluna vertebral é reconhecer a anatomia normal e suas variantes, diferenciar a anatomia anormal e diagnosticar diferentes condições patológicas.

Supõe-se que o leitor já esteja familiarizado com a anatomia básica da coluna vertebral aprendida no início do curso de medicina. Com essa base, este capítulo sobre a imagem da coluna vertebral servirá para solidificar e talvez aumentar essa base de conhecimento.

O propósito deste capítulo é revisar as diferentes técnicas empregadas na imagem da coluna, enfatizar a anatomia normal de acordo com o que foi mostrado pelas técnicas e destacar a aparência de certas lesões comuns. Vantagens e desvantagens relativas de várias modalidades de imagem são revisadas no contexto da estratégia para obtenção de imagem geral. A intenção não é transformar o leitor em um

 

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