Contabilidade intermediária, 4ª edição

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Escrita de acordo com a realidade atual brasileira e a Lei das Sociedades por Ações, esta obra contempla as mais modernas metodologias de ensino da Contabilidade, bem como está adequada às exigências do currículo do curso de Ciências Contábeis.

O texto aborda, de forma clara e de fácil entendimento, os seguintes tópicos:
-análise crítica dos princípios fundamentais de contabilidade
-avaliaçãode investimentos societários
-demonstração dos fluxos de caixa
-demonstração do valor adicionado
-matriz e filiais – centralização versus descentralização

O livro abrange exposição teórica e resolução de exercícios programados para estudo.

Livro-texto para a disciplina Contabilidade Intermediária do curso de Ciências Contábeis. Também pode ser utilizado para atualização e aprimoramento de contadores, economistas, administradores, analistas financeiros, auditores e controladores.

 

7 capítulos

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1 Análise Crítica dos Princípios Fundamentais de Contabilidade

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Análise Crítica dos Princípios

Fundamentais de Contabilidade

1 Introdução

Os princípios fundamentais de contabilidade, formalizados pelo Conselho

Federal de Contabilidade – CFC, e principalmente no pronunciamento técnico do CPC denominado Estrutura Conceitual para a Elaboração e Apresentação das

Demonstrações Contábeis, são os seguintes:

• Entidade.

• Qualificação e quantificação dos bens patrimoniais.

• Expressão monetária.

• Competência.

• Oportunidade.

• Formalização dos registros contábeis.

• Terminologia contábil.

• Equidade.

• Continuidade.

• Periodicidade.

• Prudência.

• Uniformidade.

• Informação.

• Atos e fatos aleatórios.

• Integração.

• Outros princípios.

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Contabilidade Intermediária  • Almeida

2 Entidade

O CFC estabelece:

“O patrimônio da entidade não se confunde com o dos seus sócios ou acionistas, ou proprietário individual.”

 

2 Participações Societárias

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Participações Societárias

1 Natureza e classificação

As participações societárias em outras entidades, na forma de ações (sociedade anônima) ou na forma de quotas (sociedade limitada) são classificadas no balanço patrimonial nos grupos de contas do ativo circulante, do ativo realizável a longo prazo (ativo não circulante) e investimentos (ativo não circulante).

Essas participações são avaliadas pelo valor justo ou pelo método de equivalência patrimonial (MEP). As participações avaliadas pelo MEP são classificadas no grupo de investimentos do ativo não circulante do balanço patrimonial, e representam ações ou quotas de empresas controladas, coligadas e controladas em conjunto.

As demais participações são avaliadas pelo valor justo e classificadas no ativo circulante ou no ativo realizável a longo prazo (ativo não circulante) do balanço patrimonial, dependendo da expectativa de realização. Caso a expectativa de realização seja o exercício social seguinte, a participação é classificada no ativo circulante. Na hipótese da expectativa de realização seja após o término do exercício social seguinte, a participação é contabilizada no ativo realizável a longo prazo (ativo não circulante).

 

3 Demonstração do Valor Adicionado

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Demonstração do Valor Adicionado

1 Introdução

A nova norma da lei societária estabelece:

“Art. 176 [...]

V – se companhia aberta, valor adicionado.

Art. 188. As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art. 176 desta Lei indicarão, no mínimo:

II – demonstração do valor adicionado – o valor da riqueza gerada pela companhia, a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza, tais como empregados, financiadores, acionistas, governo e outros, bem como a parcela da riqueza não distribuída.”

A nova norma da lei societária (Lei nº 11.638/07) alterou os arts. 176 e 188 da Lei nº 6.404/76, incluindo a obrigatoriedade da apresentação da demonstração do valor adicionado (DVA), somente para as companhias abertas. Logo, a DVA faz parte do conjunto de demonstrações financeiras de uma companhia aberta, que contempla também o balanço patrimonial, a demonstração do resultado do exercício, a demonstração das mutações do patrimônio líquido, a demonstração dos fluxos de caixa e as notas explicativas. As companhias fechadas e as empresas limitadas poderão optar pela apresentação da DVA.

 

4 Demonstração dos Fluxos de Caixa

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Demonstração dos Fluxos de Caixa

1 Introdução

A Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) se tornou obrigatória no Brasil em 2008, em substituição à demonstração de origens e aplicações de recursos com modificação do art. 176 da Lei nº 6.404/76 e redação dada pela Lei nº

11.638/07.

De acordo com o § 6º do art. 176 da Lei nº 6.404/76, a companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a $ 2 milhões não é obrigada a elaborar e publicar a DFC.

O art. 188 da Lei nº 6.404/76 determina que a DFC deverá relatar as alterações nos saldos de caixa e equivalentes de caixa, durante o exercício, abordando no mínimo os fluxos das operações, dos financiamentos e dos investimentos.

2 Objetivo

A DFC foi regulamentada contabilmente através do Pronunciamento Técnico

CPC 03.

Segundo o CPC 03, as informações dos fluxos são úteis para proporcionar aos usuários das demonstrações financeiras uma base para avaliar a capacidade da sociedade de gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como suas necessidades de liquidez.

 

5 Matriz e Filiais: Centralização Versus Descentralização

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Matriz e Filiais: Centralização Versus

Descentralização

1 Introdução

A contabilidade de pessoa jurídica, abrangendo matriz e filiais, pode ser feita de forma centralizada ou de forma descentralizada.

A contabilidade centralizada resulta em apenas um conjunto de demonstrações financeiras para a matriz e filiais.

Por outro lado, a contabilidade descentralizada produz demonstrações financeiras individualizadas para matriz e para cada filial. Essas demonstrações financeiras individuais são posteriormente combinadas de forma a representar um

único conjunto de demonstrações financeiras da companhia.

2 Exemplo de transações que envolvem matriz e filiais

A Farmácia Moderna S.A. foi constituída em 10 de janeiro de 20X1, com sede na cidade de São Paulo. Os sócios integralizaram em espécie seu capital social em R$ 10.000, tendo sido o dinheiro depositado em conta-corrente no Banco do

Brasil. As seguintes transações ocorreram posteriormente:

 

6 Mensuração do Valor Justo (CPC 46)

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Mensuração do Valor Justo (CPC 46)

1 Introdução

O CPC 46 substitui as orientações da mensuração do valor justo existentes na literatura contábil dos CPCs por uma norma única. O CPC 46 define valor justo, fornece orientações de como deve se determinar o valor justo e estabelece os requerimentos de divulgações sobre a mensuração do valor justo. Todavia, o CPC

46 não altera as exigências relacionadas a quais itens devem ser mensurados ou divulgados ao valor justo.

Os principais pontos abordados pelo CPC 46 são os seguintes:

• Aplicável quando outro CPC exige ou permite a mensuração ao valor justo ou divulgações sobre a mensuração ao valor justo (e mensurações como valor justo menos custo de venda).

• Valor justo é definido com o preço que pode ser recebido para vender um ativo ou liquidar um passivo em uma transação ordenada entre participantes de mercado na data de mensuração.

• Exige, com algumas exceções, a classificação destes dentro da “hierarquia do valor justo” com base na natureza dos dados (inputs):

 

Resolução dos Exercícios

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Resolução dos Exercícios

EXERCÍCIO Nº 1

Os adiantamentos de clientes deveriam ser contabilizados no passivo de Máquinas Modernas S.A., e somente transferidos para receita na demonstração do resultado, por ocasião da passagem da propriedade do equipamento para o cliente.

EXERCÍCIO Nº 2 e, o, p, g, b, f, n, j, a, h, c, m, d, l, i

EXERCÍCIO Nº 3

O balanço não deve representar o valor corrente do patrimônio da empresa, mas sim quanto custaram nas datas das transações seus componentes. Portanto, não se podem registrar valores pelos quais não efetuamos um desembolso efetivo. As demonstrações financeiras não estão representadas por seu valor de

“venda” ou valor da saída, mas pelo valor de entrada. Note que o objetivo do sócio-gerente, ao pedir ao contador registrar na contabilidade o valor do ponto e da eficiência da equipe de vendas, foi o de apresentar um valor maior de ativo no balanço, o que daria um preço de venda melhor para a empresa.

O sócio-gerente da Companhia Modelar terá que conseguir convencer seus possíveis compradores dos valores do “ponto” e de sua “eficiente equipe de vendas” como um FUNDO DE COMÉRCIO a ser pago além do valor contábil do patrimônio líquido da empresa demonstrado no balanço.

 

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