Manual de Sociologia - Dos Clássicos à Sociedade da Informação, 2ª edição

Autor(es): FERREIRA, Delson
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Este livro oferece ao professor e ao aluno um instrumental teórico básico que permite a ambos lidar com os paradigmas centrais da Sociologia e discuti-la para além da mera reprodução de seus conteúdos conceituais.nstiga o trabalho reflexivo - tanto em sala de aula quanto na atividade de leitura complementar - e abre possibilidades para o exercício da crítica social, a ser realizada à luz dos problemas da realidade atual.

Este é o diferencial da proposta de estudo desta obra: apresentar conteúdo conceitual do conjunto da reflexão sociológica - dos clássicos aos nossos dias - e, ao mesmo tempo, ir além dele, propiciando a possibilidade de, por meio da leitura e do estudo sistemático, problematizar a sociedade em que vivemos.ara isso, ele demonstra o caminho do desenvolvimento teórico da Sociologia no século XX, passando pelos problemas e processos sociais fundamentais - estratificação social, mobilidade e desigualdade - e estabelecendo o significado atual dos novos movimentos sociais nos processos políticos brasileiro e mundial.

Ao introduzir, em sua parte final, a comunicação e a informação, duas das questões mais relevantes para o entendimento sociológico da teia de complexidade que permeia a sociedade contemporânea, o texto cumpre sua função e evidencia os problemas gerados pela sociedade da informação nas diversas áreas da ação coletiva humana, que se refletem nas relações entre a mídia, a opinião pública, o poder e a política.

Livro-texto para a disciplina de SOCIOLOGIA ou INTRODUÇÃO À SOCIOLOGIA dos cursos de graduação em Direito, Administração, Ciências Contábeis, Economia, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Letras, Psicologia, Ciências Sociais, História, Geografia, Filosofia, Pedagogia e Serviço Social.eitura relevante para atualização e reciclagem teórica dos profissionais que trabalham com questões pertinentes às relações sociais.

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Introdução

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Introdução

O objetivo principal deste livro é oferecer ao professor e ao aluno um instrumental teórico básico de sociologia que permita a ambos lidar com os paradigmas centrais dessa ciência e discuti-la para além da mera reprodução dos conteúdos conceituais. É notória, nos dias de hoje, em todas as áreas do saber,.uma tendência

à reprodução mecanizada do conhecimento científico com a qual não é possível compactuar. Essa reprodução acrítica tolhe a curiosidade e a criatividade, recursos imprescindíveis para que a racionalidade humana aprofunde, coletiva e analiticamente, o conhecimento sobre nós mesmos e os processos sociais que articulamos para o exercício de nosso viver.

No intuito de romper com essa tendência, este livro didático procura instigar o trabalho reflexivo, tanto em sala de aula quanto na atividade de leitura complementar. Para que isso aconteça, é fundamental que professores e alunos indaguem acerca do conhecimento produzido pelas diversas escolas de pensamento sociológico que serão apresentadas em seu decorrer, abrindo a possibilidade do exercício da crítica, a ser realizada à luz das questões postas pela realidade social atual.

 

Parte I - 1 Homem e Sociedade

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Homem e Sociedade

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1.1 O CONHECIMENTO: CARACfERÍSTICA FUNDAMENTAL

DA HUMANIDADE

Não há o que caracterize mais a condição humana do que a capacidade de conhecer, de construir compreensão sobre os meios e os processos necessários para a organização e a facilitação do ato de viver. O conhecimento, produto da atividade consciente do pensamento, estabelece a natureza social do ser humano e o condiciona a sua história e a sua cultura.

Compreender como se dá o conhecimento é necessidade humana das mais relevantes, uma vez que, por meio dessa compreensão, a humanidade tem a possibilidade de avançar em seu processo de civilização. Para que essa compreensão seja possível, faz-se necessário o questionamento permanente sobre a natureza das forças cognitivas humanas, sobre o próprio conhecimento e o processo pelo qual o ser humano constrói o pensar. No intuito desse questionamento, será proposto abaixo um exercício de reflexão que abordará o próprio caminho da construção do conhecimento enquanto processo.

 

Parte I - 2 Sociologia: História e Desenvolvimento

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Sociologia; História e

Desenvolvimento

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2.1 A SOCIOLOGIA E O DIA-A-DIA: AS RELAÇÕES SOCIAIS

Os indivíduos, dos primeiros momentos da História aos dias de hoje, estabelecem relações entre si que fazem parte de suas rotinas cotidianas. Voltadas para a resolução de problemas práticos ou abstratos, que vão da satisfação das necessidades vitais básicas à solução de intrincadas questões científicas ou filosóficas, essas relações fundam-se em interações que ora começam por impulsos originados no indivíduo, ora iniciam por influências oriundas do grupo ou da sociedade.

Constituindo um dos parâmetros fundamentais que definem a vida social, há uma tensão permanente entre os impulsos que partem das necessidades do indivíduo e as demandas que provêm da sociedade. Não é difícil confirmar essa afirmação. Nas conversas do dia-a-dia entre as pessoas, é comum o seguinte diálogo:

- ''Você agiu por impulso pessoal ou por pressão do grupo?"

- "Eu agi por minha conta e risco, não dou importância ao que os outros pensam!" Ou,

 

Parte II - 3 O Positivismo Sociológico

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O Positivismo Sociológico

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3.1 A SOCIOLOGIA POSITIVISTA

O positivismo adotou parâmetros teóricos que pressupunham que os códigos reguladores dos âmbitos físico e social diferiam quanto a seu caráter: os primeiros seriam relativos a acontecimentos do mundo dos fenômenos exteriores aos homens; os segundos, aos fatos pertinentes à problemática das questões humanas ligadas à interação e à convivência social. A profissão de fé de que esses âmbitos possuíam urna origem comum, ou seja, natural, levou os pensadores positivistas a aproximá-los, apesar do reconhecimento de suas diferenças características. A evolução acelerada dos métodos de pesquisa das ciências naturais - Física, Química e Biologia- , que ocorria no século XIX, atraiu os cientistas sociais positivistas para a lógica dos procedimentos de investigação dessas ciências. Desse modo, a sociedade veio a ser concebida por eles como um organismo combinado de partes integradas e coesas que funcionavam harmoniosamente, conforme um modelo físico ou mecânico de organização. Devido à adoção desse paradigma, o positivismo foi denominado ainda de organicismo.

 

Parte II - 4 O Pensamento Marxista

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O Pensamento Marxista

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4.1 O PENSAMENTO DIALÉTICO: O MATERIALISMO

HISTÓRICO

Karl Marx (Trier, 1818- Londres, 1883) foi filósofo, historiador, sociólogo e economista. Sua formação intelectual se deu na Alemanha, seu país natal, tendo estudado Direito nas universidades de Bonn e Berlim. Defendeu seu doutorado no ano de 1841, na cidade de lena, com uma tese de filosofia sobre As diferenças da filosofia da natureza em Demócrito e Epicuro, versando sobre o materialismo na antigüidade grega. Antes de dedicar-se ao que ele mesmo chamou de "estudos de gabinete", foi redator-chefe de umjornalliberalde Colônia. Deixando a Gazeta Renana, estabeleceu intenso ritmo de estudos e de militância política e intelectual, que aconteceu no eixo Paris-Bruxelas-Londres, locais onde realizou a parcela mais importante de sua produção escrita. Ao lado de

Friedrich Engels (1820-1903), foi responsável pela construção de uma obra monumental voltada para a análise, a crítica e a luta para a transformação radical da sociedade capitalista.

 

Parte II - 5 O Pensamento Weberiano

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O Pensamento Weberiano

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5.1 A VISÃO WEBERIANA E A RELAÇÃO INDIVÍDUOSOCIEDADE

Max Weber, filósofo, historiador e sociólogo alemão (Erfurt, 1864- Munique,

1920), era filho de uma família que lhe transmitiu o conteúdo dos ideais liberais, somados ao rigor da formação protestante. Seu pai era advogado e político, e era tido como um homem pragmático. Sua mãe era mulher culta, ligada aos valores liberais e religiosos. O ambiente familiar que viveu, pautado pelo cotidiano intelectual, fez de Weber um homem de pensamento precocemente e teve importância capital em sua formação. Seus estudos universitários foram na área jurídica, com incursões pela Economia, Filosofia e pela História. Concluiu seu doutorado em 1889, e sua tese foi sobre a história das companhias comerciais do período medieval.

Esteve, desde muito cedo, ligado às questões pertinentes à ação prática na política, sempre preocupado com o destino de seu pais. Nessa área, desempenhou papéis importantes: foi consellieiro da delegação alemã na série de conferências que conduziram ao Tratado de Versalhes, em 1919, e fez parte de uma comissão de especialistas que escreveu a Constituição daRepúbl.ica de Weimar, no mesmo ano. Weber foi nacionalista por convicção, mas nunca compactuou com as idéias racistas e imperialistas que nortearam a Alemanha anos mais tarde. Nesse sentido, suas posições políticas sempre foram pautadas pelos princípios liberais e parlamentaristas.

 

Parte III - 6 O Desenvolvimento da Sociologia no Século XX

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O Desenvolvimento da

Sociologia no Século XX

6.1 A SOCIOLOGIA NA EUROPAl

As Sociologias francesa e alemã, de mestres e temáticas distintas e reconhecidas, constituíram o primeiro cerne dessa ciência. Existem, no entanto, outros modos de análise sociológica que não partiram dos mesmos modelos de referência e análise. Na Europa, organizaram-se outras escolas nacionais, menos voltadas para os aprofundamentos teóricos e mais centradas na descoberta de métodos de investigação que levassem a aplicações sociais. Entre essas escolas nacionais européias, podem ser citadas a belga, a britânica, a italiana e a russa/soviética. Nos Estados

Unidos, por outra via, abriram-se perspectivas para o desenvolvimento de uma ciência social pragmática, que não se tomou apenas uma seqüência teórica dos paradigmas fundadores da Sociologia européia.

Na Bélgica, o primeiro impulso veio por meio de Quételet, estudioso da análise matemática dos fatos sociais. Guillaume de Greef, sindicalista e sociólogo, colocou seu trabalho a serviço da classe trabalhadora, num país em que a Revolução

 

Parte III - 7 A Construção do Pensamento Sociológico no Brasil

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A Construção do

Pensamento Sociológico no Brasil

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7.1 ORIGENS DO PENSAMENTO SOCIAL BRASILEIRO

Iniciando o caminho que levou ao encerramento do período do Segundo Reinado, o Brasil, após 1870, começou a sentir as pressões e os efeitos do processo sociopolítico e econômico da Segunda Revolução Industrial, que começava seu curso na Europa. Esse processo, além de alterar fundamentalmente o rumo tomado pelo capitalismo desde o seu advento, apressou mudanças importantes em algumas das regiões do mundo que haviam sido colônias européias entre os séculos XVI e XIX. O

Brasil, sensível em todos os sentidos a tudo o que sucedia na Europa, estava diretamente inserido nesse contexto: estruturava-se aceleradamente uma vida urbana, decorrente do crescimento populacional, que começava a ensaiar um aumento da demanda por inclusão e participação política; no âmbito econômico, a expansão do cultivo do café gerava um acúmulo de capitais, que seriam gradativamente investidos nas áreas financeira, de transporte e industrial, ainda carentes de volumes maiores de recursos.

 

Parte III - 8 A Sociologia Brasileira

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A Sociologia Brasileira

8.1 A TEORIA DA DEPENDÊNCIA: FERNANDO HENRIQUE

CARDOSO

O recurso ao autoritarismo militar foi voltado para dar seguimento ao processo de modernização capitalista que, a partir daquele momento, devia ser implementado sob qualquer custo. O populismo havia esgotado, na visão dos mentores políticos, militares e empresariais do golpe, suas possibilidades de encaminhar tal modernização. Para essa concepção, desenvolvimento e insegurança eram incompatíveis; daí a imposição do novo lema ao país, que vinha sendo elaborado pela Escola

Superior de Guerra desde 1949, desenvolvimento e segurança. Como já disse Fernando Henrique Cardoso, 1

"os militares, apesar do autoritarismo e da truculência, modernizaram o país e instauraram em definitivo o capitalismo, inaugurando uma nova ordem capitalista que gerou transformações agudas na sociedade brasileira, integrando o país ao sistema de produção internacional, produzindo, para o bem e para o maL conseqüências sociais profundas".

 

Parte IV - 9 Estratificação e Mobilidade Social

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Estratificação e

Mobilidade Social

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9 . 1 ESTRATIFICAÇÃO SOCIAL

A Sociologia deve a seus diversos tipos de concepções funcionalistas e estruturalistas a definição da maior parte de seus conceitos de estratificação social, destatus e papéis e de mobilidade social. Fazem parte do conteúdo clássico do pensamento sociológico os estudos sobre as diversas formas de estratificação pelas quais as sociedades vêm-se organizando e dividindo-se ao longo da História, bem como a elucidação da existência ou não de mobi.lidade social nessas mesmas sociedades.

Essas definições, em geral, descrevem e delimitam com precisão o conteúdo de seus conceitos, faltando-lhes, no entanto, o passo seguinte: explicar, à luz de uma compreensão crítica dos processos sociais, históricos e políticos, os motivos ou as determinações que levaram a tal ou qual tipo de estratificação social e a possibilidade ou não de real mobilidade no interior dessas estruturas.

No sentido sociológico do termo, o conceito de estratificação define-se com base na existência, nas sociedades, de diferenças, de desigualdades concretas entre pessoas e grupos, partindo-se do pressuposto da existência de segmentos organizados de indivíduos que ocupam posições sociais diferentes dentro da estrutura social, indicando também diferenças no tocante aos status que essas pessoas possuem. Estratificação, dessa maneira, refere-se a uma forma de organização que se dá por meio da divisão da sociedade em estratos ou camadas sociais distintas, de acordo com algum tipo de critério estabelecido.

 

Parte IV - 10 Desigualdade Social

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Desigualdade Social

10.1 ORIGEM E FUNDAMENTO DA DESIGUALDADE:

POBREZA E RIQUEZA

A pobreza e a riqueza existem nas sociedades as quais pressupõem que os bens oriundos da natureza e gerados pelo esforço do trabalho não são suficientes para satisfazer às necessidades vitais e sociais de todos os seus membros. A pobreza é, portanto, um conceito complexo: cruel para os que a têm vivenciado ao longo da história humana e relativa para os que a têm visto com parâmetros meramente econômicos ou politicas.

Indicador fundamental da desigualdade social, origina-se na distribuição desigual dos frutos da natureza e do trabalho e fundamenta-se na compreensão de que esse fato seja normal ou natural. Visto dessa forma, o problema da pobreza adquire dimensões históricas de longa duração: as sociedades da Antigilidade e da

Idade Média não a consideravam um problema social, vendo-a apenas como o resultado de uma condição naturalmente imposta pelo nascimento nas camadas da base da pirâmide social. As reflexões sobre as origens e os fundamentos da desigualdade surgiram no bojo do nascimento do mundo moderno e foram postas em pauta pelos primeiros pensadores burgueses, que buscaram compreender, explicar e justificar a continuidade de sua existência sob novas formas, fato que perdura até os dias atuais.

 

Parte IV - 11 Movimentos Sociais

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Movimentos Sociais

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ll.l MOVIMENTOS SOCIAIS: CONCEITOS

Os conceitos definidores de movimento social referem-se à esfera das ações de grupos organizados para a conquista de determinados fins estabelecidos coletivamente, que partem de necessidades e visões específicas de mundo e de sociedade e objetivam mudar ou manter as relações sociais. Esses movimentos constituem parte integrante fundamental das sociedades, e são sufocados nas que são autoritárias e reconhecidos nas democráticas, devendo ser vistos e analisados como fenômenos internos aos constantes processos de mudança e conservação dos sistemas e estruturas sociais.

Lakatos (1990:294), ao sintetizar as definições de diversos autores, afirma que os movimentos sociais podem ser considerados com base em sua

"origem em uma parcela da sociedade global, com características de maior ou menor organização, certo grau de continuidade e derivando da insatisfação e/ou das contradições existentes na ordem estabelecida, de caráter predominantemente urbano, vinculados a determinado contexto histórico e sendo de transformação ou de manutenção do status quo".

 

Parte V - 12 Os Processos de Comunicação de Massa e a Sociedade Contemporânea

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Os Processos de Comunicação de Massa e a Sociedade

Contemporânea

1 2.1 QUE É COMUNICAÇÃO: ORIGEM E

DESENVOLVIMENTO DO CONCEITO

Já não existem controvérsias teóricas quanto ao fato de a comunicação e a informação constituírem uma das bases fundamentais de todos os contatos sociais.

Desde o tempo das inscrições rupestres pré-históricas até o das redes computacionais virtuais, os seres humanos comunicam seus sentidos, anseios e necessidades, construindo, assim, a teia relacional que sustenta os processos sociais. Não é novidade nenhuma, portanto, dizer que vivemos em uma sociedade da comunicação e da informação e que, devido a isso, a comunicação é crucial para o estabelecimento e continuidade da vida social. A questão que se coloca para os primeiros dias do século XXI, por meio desse título, vai além dessas constatações e é mais ampla: dada a profusão no século XX, sem precedentes na história humana, de meios para secomunicar, estes dois elementos, comunicação e informação, tornaram-se imprescindíveis para a compreensão dos problemas relativos à rede de complexidade, que boje envolve todos os âmbitos das relações sociais.

 

Parte V - 13 A Sociedade de Consumo

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Parte V - 14 As Instituições Sociais e os Meios de Comunicação de Massa

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Parte V - 15 Mídia, Opinião Pública e Política

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