Habilidades Clínicas em Enfermagem

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Habilidades Clínicas em Enfermagem, elaborado com a colaboração de enfermeiros de todo o Brasil, atuantes nos segmentos de assistência, gestão, ensino e pesquisa, foi desenvolvido para auxiliar estudantes de Enfermagem e enfermeiros a executar procedimentos e técnicas com base nas mais recentes recomendações científicas, visando aos princípios de qualidade e segurança. Os capítulos, divididos em 13 seções temáticas, ilustrados com aproximadamente 400 imagens, abordam diversos assuntos, dos mais comuns aos mais complexos, atendendo aos variados públicos e situações clínicas. Cada um dos procedimentos vem acompanhado da descrição passo a passo para a sua execução, com a respectiva justificativa científica, além de exemplos para a realização dos registros de Enfermagem, considerações no ciclo vital com especificações para a população pediátrica, de gestantes e idosos, e os possíveis diagnósticos de Enfermagem relacionados. Ao final de cada capítulo, há questões para estudo com o objetivo de estimular o leitor a desenvolver seu raciocínio clínico e sedimentar os aspectos mais relevantes de cada técnica.

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13 capítulos

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1. Princípios Básicos dos Cuidadosde Enfermagem

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S E Ç Ã O

1

Princípios Básicos dos Cuidados de Enfermagem

Eduarda Ribeiro dos Santos

S U M Á R I O

1.1 Humanização no Cuidado de

Enfermagem

1

1.2 Aspectos Éticos e Legais do Cuidado de

Enfermagem

8

1.3 Comunicação com os Pacientes e Familiares

13

1.4 Processo de Enfermagem

20

1.5 Segurança do Paciente

25

1.1

Humanização no Cuidado de Enfermagem

Adriana da Silva Rodrigues, Tance Oliveira Botelho

1. INTRODUÇÃO

Nos últimos anos, a aplicação das palavras humanizar e humanização tem sido alvo de discussões e interesse no

âmbito da área da saúde. A enfermagem, especificamente, tem voltado a atenção sobre o tema cuidado humanizado, em razão da sua própria dinâmica de atuação, pois lida intimamente com o ser humano em várias dimensões, ultrapassando os limites da mera aplicação de técnicas com o objetivo de curar ou melhorar determinada condição patológica.

O significado de humanizar remete à condição de “tornar (-se) humano, dar ou adquirir condição humana; humanar (-se)”. Portanto, a humanização é a “ação ou efeito de humanizar, de tornar humano ou mais humano, tornar benévolo, tornar afável”.

 

2. Sinais Vitais e Outras Avaliações

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S E Ç Ã O

2

Sinais Vitais e Outras Avaliações

Camila Takao Lopes

S U M Á R I O

2.1 Pulso

31

2.5 Avaliação da Dor

58

2.2 Respiração

38

2.6 Oximetria de Pulso

65

2.3 Temperatura

42

2.7 Verificação de Glicemia Capilar

69

2.4 Pressão Arterial

49

2.1

Pulso

Agueda Maria Ruiz Zimmer Cavalcante, Evelise Helena Fadini Reis Brunori

1. INTRODUÇÃO

O pulso, decorrente de alterações da pressão intravascular arterial, é uma medida indireta do débito cardíaco, e caracteriza-se por um fluxo periódico, reflexo da frequência dos batimentos cardíacos, mensurado em batimentos por minuto (bpm). É perceptível à palpação de artérias superficiais, sobre superfícies ósseas, como ossos ou cartilagens, e sobre o ápice cardíaco.

A cada ejeção do volume sistólico, as paredes da artéria aorta se distendem e o sangue é ejetado para o interior do sistema arterial, gerando alterações no fluxo, na pressão e na dimensão dos vasos.

 

3. Prevenção de Infecções

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S E Ç Ã O

3

Prevenção de Infecções

Ellen Cristina Bergamasco

S U M Á R I O

3.1 Higiene das Mãos e Escovação Cirúrgica

75

3.2 Utilização de Material Estéril e Colocação de Luvas Estéreis

85

3.3 Descarte de Material Contaminado

92

3.4 Utilização de Equipamentos de Proteção

Individual

95

3.5 Precauções (Padrão, Gotículas, Aerossol e Contato)

107

3.6 Limpeza Concorrente da Unidade do Paciente

113

3.7 Limpeza de Utensílios do Paciente

(Comadre, Papagaio, Bacia e Balde)

119

3.1

Higiene das Mãos e Escovação Cirúrgica

Rachel de Carvalho

HIGIENE DAS MÃOS

1 Introdução

A higiene das mãos é a medida mais simples e acessível para prevenir a ocorrência das infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS). Evita a transmissão de microrganismos entre pacientes e entre um sítio contaminado e outro limpo, no mesmo paciente.

Consiste na fricção manual e vigorosa de toda a superfície das mãos e punhos, utilizando sabão, solução detergente ou antisséptico, seguida de enxágue em água corrente. Pode, também, ser realizada fricção com gel alcoólico a 70%, e neste caso dispensa o uso do sabão e o enxágue.

 

4. Administração de Medicamentos

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S E Ç Ã O

4

Administração de Medicamentos

Ellen Cristina Bergamasco

S U M Á R I O

4.1 Conceitos Básicos na Administração de

Medicamentos

125

4.2 Cálculo de Medicação

132

4.3 Administração de Medicamentos Tópicos

140

4.4 Administração de Medicamentos por Vias Oral e Sublingual

4.5 Administração de Medicamentos por Via Inalatória

4.6 Administração de Medicamentos por Via Oftálmica

4.7 Administração de Medicamentos por Via Otológica

146

151

156

162

4.8 Administração de Medicamentos

Subcutâneos

167

4.9 Administração de Medicamentos por Via Intramuscular

173

4.10 Administração de Medicamentos por Via Endovenosa

180

4.11 Administração de Medicamentos por Via Vaginal

185

4.12 Administração de Medicamentos por Via Retal

190

4.13 Administração de Medicamentos

Via Cateter Peridural

197

4.1

 

5. Cuidados de Higiene e Conforto

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S E Ç Ã O

5

Cuidados de Higiene e Conforto

Camila Takao Lopes

S U M Á R I O

5.1 Higiene Ocular

5.6 Banho no Leito

203

5.2 Higiene Oral e de Prótese Dentária

5.3 Higiene do Couro Cabeludo

206

5.5 Banho de Aspersão com Auxílio

231

5.8 Arrumação do Leito

212

5.4 Higiene Íntima e Troca de Fralda

5.7 Tricotomia

225

215

235

5.9 Preparo do Corpo Pós-morte

242

221

5.1

Higiene Ocular

César Augusto Guimarães Marcelino, Mara Nogueira de Araújo

1. INTRODUÇÃO

Os cuidados de higiene compreendem o emprego de práticas com o objetivo de evitar a disseminação de doenças, tais como lavagem adequada das mãos, do corpo e limpeza facial, além das denominadas “etiquetas de higiene”, que compreendem o ato de cobrir a boca e o nariz com lenço (ou, na ausência, utilizar a parte superior da manga) sempre que tossir ou espirrar.

Diversos fatores pessoais, culturais e sociais podem interferir no emprego de adequadas práticas de higiene, podendo afetar o conforto, a segurança e o bem-estar do indivíduo.

 

6. Oxigenação

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S E Ç Ã O

6

Oxigenação

Beatriz Murata Murakami

S U M Á R I O

6.1 Utilização de Suporte de Oxigênio

247

6.2 Ventilação Mecânica Não Invasiva:

Cuidados com CPAP e BiPAP

253

6.3 Ventilação Invasiva: Cuidados com o Tubo Orotraqueal e Fixação do Tubo

257

6.4 Cuidados com Traqueostomia

260

6.5 Aspiração de Vias Aéreas

262

6.6 Coleta de Secreção Traqueal

269

6.1

Utilização de Suporte de Oxigênio

Fernanda Murata Murakami, Amanda Serio, Beatriz Murata Murakami

1. INTRODUÇÃO

O oxigênio (O2) é transportado pelo sangue sob duas formas: dissolvido ou combinado reversivelmente à hemoglobina. A quantidade de O2 que pode ser combinada à hemoglobina pode ser estimada pela avaliação da saturação de O2.

A saturação de O2 do sangue arterial (SaO2) normal é de cerca de 97,5% (considerando indivíduos com pH, temperatura, pressão parcial de oxigênio [PaO2] de 100 mmHg e pressão parcial de gás carbônico [PaCO2] dentro da normalidade).

 

7. Nutrição

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S E Ç Ã O

7

Nutrição

Ellen Cristina Bergamasco

S U M Á R I O

7.1 Nutrição por Via Oral (Incluindo Alimentos com Espessante) 273

7.3 Nutrição por Gastrostomia

7.4 Nutrição Parenteral

287

292

7.2 Nutrição por Cateter Nasogástrico e Nasoenteral 278

7.1

Nutrição por Via Oral (Incluindo Alimentos com Espessante)

Flavia Fernanda Franco, Maria Clara Paoliello Barnack

1. INTRODUÇÃO

A alimentação é muito mais do que o aspecto de manutenção do aporte calórico necessário para sua sobrevivência.

Ela deve ser vista também como fonte de prazer, mediada por sabores, consistências e aparências diferentes.

O comprometimento do estado nutricional é bastante frequente em pacientes internados e pode ter influência sobre as taxas de morbidade e mortalidade. Segundo a American Public Health Association (APHA), o estado nutricional

é definido como a “condição de saúde de um indivíduo, influenciada pela ingestão e utilização de nutrientes e identificada pela correlação de informações obtidas por meio de estudos físicos, bioquímicos, clínicos e dietéticos”.

 

8. Posicionamento, Mobilização e Transferência do Paciente

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8

Posicionamento, Mobilização e

Transferência do Paciente

Beatriz Murata Murakami

S U M Á R I O

8.3 Uso de Compressão Pneumática Intermitente

8.1 Mudança de Decúbito e Transferência do Paciente 297

8.2 Tração Cutânea e Transesquelética

8.4 Contenção Mecânica

310

313

305

8.1

Mudança de Decúbito e Transferência do Paciente

Fernanda Murata Murakami, Beatriz Murata Murakami

1. INTRODUÇÃO

O repouso no leito foi considerado por muitos anos uma estratégia de tratamento para diversas disfunções orgânicas, sendo que, no século XIX, tratava-se da principal abordagem no cuidado dos enfermos.

Apesar de gerar alguns benefícios, como a redução do consumo de oxigênio dos tecidos periféricos e da demanda metabólica pelo miocárdio, o repouso no leito tem sido questionado e evitado à medida que evidências comprovam seus efeitos deletérios e as vantagens da mobilização precoce.

O conceito de mobilização se refere a intervenções com objetivo terapêutico de realizar atividade física em intensidade suficiente para promover efeitos fisiológicos agudos, como melhora na ventilação pulmonar, perfusão central e periférica, metabolismo muscular, redução de estase venosa e desmineralização óssea e redistribuição de fluidos corporais.

 

9. Cuidados com a Pele e Lesões

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9

Cuidados com a Pele e Lesões

Camila Takao Lopes

S U M Á R I O

9.3.4 Realização de Curativo de Estoma de

Traqueostomia 353

9.3.5 Realização de Curativo de Inserção de

Drenos 358

9.3.6 Realização de Curativo de Lesão por Pressão 365

9.1 Hidratação da Pele 321

9.2 Prevenção de Lesão por Pressão

327

9.3 Técnica de Curativo 333

9.3.1 Realização de Curativo de Ferida Operatória 333

9.3.2 Realização de Curativo de Ferida Aberta 339

9.3.3 Realização de Curativo de Inserção de Cateter

Venoso Central 346

9.4 Produtos Utilizados em Curativos

9.5 Retirada de Fios de Sutura

374

385

9.1

Hidratação da Pele

Ana Flávia dos Santos Amaral, Carolina Gallo Fernandes

1. INTRODUÇÃO

A pele é o maior órgão do corpo humano, responsável pelo revestimento e proteção das estruturas internas e por manter a integridade da forma corporal visível, representando de 8% a 16% do peso corporal total. É responsável por múltiplas funções, como proteção mecânica, comunicação visual, absorção da radiação ultravioleta, manutenção do equilíbrio hidroeletrolítico, termorregulação, hemorregulação, metabolismo, sensibilidade e percepção, controle de infecção e barreira contra perda de água e agressão a irritantes.

 

10. Eliminação

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10

Eliminação

Ellen Cristina Bergamasco

S U M Á R I O

10.1 Cateterismo Vesical de Alívio e de Demora

393

10.2 Dispositivo de Incontinência Urinária

Masculino

402

10.3 Cuidados com Irrigação Vesical

406

10.4 Cuidados e Habilidades de Enfermagem ao Indivíduo com Cistostomia

414

10.5 Coleta de Amostra de Urina

422

10.6 Cuidados na Diálise Peritoneal

432

10.7 Cuidados na Hemodiálise

439

10.8 Sondagem Retal

443

10.9 Enteroclisma e Enema

451

10.10 Cuidados com Ostomias Intestinais

456

10.1

Cateterismo Vesical de Alívio e de Demora

Fabiana Faleiros Santana Castro, Adriana Cordeiro Leandro da Silva Grillo

1. INTRODUÇÃO

A função principal do sistema urinário é manter o volume e a composição química dos líquidos do organismo dentro dos parâmetros que promovam a vida celular. Para que isso ocorra, os rins e os ureteres (trato urinário superior) são responsáveis pelo processo de filtração do plasma e posterior remoção de substâncias do filtrado, excretadas como urina pelo trato urinário inferior, composto pela uretra e bexiga.

 

11. Cuidados com Punções

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S E Ç Ã O

11

Cuidados com Punções

Beatriz Murata Murakami

S U M Á R I O

11.1 Punção Venosa Periférica

463

11.2 Cuidados com Acesso Venoso Periférico e

Prevenção de Flebite 469

11.3 Coleta de Amostra de Sangue Venoso

Periférico 472

11.5 Coleta de Amostra de Sangue Arterial em Sistema de Pressão Arterial Invasiva 485

11.6 Punção de Cateter Venoso Central Totalmente

Implantado 489

11.7 Hipodermóclise

11.4 Coleta de Amostra de Sangue Arterial por

Punção 480

494

11.8 Punção Intraóssea

498

11.9 Punção de Veia Jugular Externa

503

11.1

Punção Venosa Periférica

Ingrid Nathalie Ribeiro dos Santos Sarmento, Roberta Maria Savieto

1. INTRODUÇÃO

A punção venosa trata-se da colocação de um cateter em um vaso periférico, para a criação de um acesso à corrente sanguínea a fim de administrar medicamentos ou coletar amostras de sangue para exames.

 

12. Outros Cuidados

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S E Ç Ã O

12

Outros Cuidados

Camila Takao Lopes

S U M Á R I O

12.1 Cuidados com Transfusão de

Hemocomponentes

507

12.2 Compressas Frias e Quentes

515

12.3 Procedimentos Médicos com Auxílio da Equipe de Enfermagem

12.3.1 Paracentese

520

520

12.3.2

12.3.3

12.3.4

12.3.5

12.3.6

Inserção de Cateter Venoso Central

Drenagem de Tórax

Intubação Orotraqueal

Inserção de Cateter Arterial

Coleta de Liquor

526

531

538

544

550

12.1

Cuidados com Transfusão de Hemocomponentes

Camila Takao Lopes, Marcia Andreassa, Marina Mayumi Vendrame Takao

1. INTRODUÇÃO

O sangue é composto por células em uma porção líquida, o plasma. As células incluem os eritrócitos (glóbulos vermelhos ou hemácias), leucócitos (glóbulos brancos) e plasquetas, enquanto o plasma é constituído principalmente por água, proteínas, sais e lipídeos.

 

13. Casos Clínicos

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S E Ç Ã O

13

Casos Clínicos

Eduarda Ribeiro dos Santos, Adriana da Silva Rodrigues

CASO 1

JAA, 26 anos, sexo masculino, antecedentes clínicos: diabetes melito tipo I, hipertensão e asma. Está internado na clínica cirúrgica no 1° dia pós-operatório de apendicectomia. Apresenta-se consciente, eupneico em ar ambiente, sons respiratórios normais, ausculta cardíaca sem alterações, abdome globoso, ruídos hidroaéreos normoativos, timpânico

à percussão, doloroso à palpação escore 5; mantendo curativo oclusivo em flanco direito com discreto exsudato sanguinolento. Acesso venoso periférico em membro superior direito. Tem prescrito os seguintes medicamentos:

Medicação

®

Keflin + soro fisiológico (SF) a 0,9% 60 mL

Dipirona

Plasil®

Heparina

SF a 0,9%

Dose

Via

Intervalo

850 mg 60 mL

2.000 mg

50 gotas

5.000 UI

500 mL

EV

IM

VO

SC

EV

6/6h Infundir em 40 minutos

 

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