Enfermagem em ginecologia e saúde da mulher

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Este livro aborda a história da saúde da mulher e temas relacionados ao recém-nascido, à criança, ao adolescente e à mulher adulta, bem como os aspectos biológicos da Ginecologia.
Os assuntos correlacionados ao dia a dia das mulheres são tratados com base em diretrizes atuais definidas em âmbito nacional.
Apresenta capítulos dedicados à violência contra a mulher, ao planejamento familiar e ao ciclo reprodutivo, incluindo a menopausa e os diversos tipos de cânceres ginecológicos.
Ressalta, ainda, a questão das Infecções Sexualmente Transmitidas (IST).
A obra conta com proposta pedagógica, com ilustrações que apresentam desde uma breve revisão anatômica até conteúdos de alertas educativos, em todos os capítulos, o que facilita o aprendizado.

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13 capítulos

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Apresentação

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8.1.1 Aspecto nutricional...................................................................................................................130

8.1.2 Libido e humor...........................................................................................................................130

8.1.3 Álcool e violência contra a mulher......................................................................................131

8.1.4 Outras consequências............................................................................................................ 132

8.1.5 Câncer de mama associado ao álcool.............................................................................. 132

8.1.6 Álcool e gestação...................................................................................................................... 132

8.2 Drogas..................................................................................................................................................... 133

 

Capítulo 1: Evolução histórica na saúde da mulher

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Capítulo

1

Evolução histórica na saúde da mulher

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Neste capítulo veremos:

• a história da saúde da mulher dentro da Política

Nacional de Atenção à Saúde da Mulher;

• o surgimento da preocupação com a saúde da mulher e a evolução do programa de saúde ao longo dos anos;

• a evolução histórica da mulher e sua situação sociodemográfica no Brasil;

• a criação do programa Pacto pela Saúde.

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31/10/18 14:02

Rawpixel/Thinkstock.com

O contexto histórico da mulher é amplo e agrega vários conceitos sobre a saúde da mulher como um todo, passando desde conceitos mais restritos, ligados diretamente à anatomia e fisiologia do corpo da mulher, a conceitos mais amplos, relacionados aos diretos humanos e à cidadania.

Figura 1.1 • A evolução da mulher.

1.1 Evolução histórica das Políticas de

Atenção à Saúde da Mulher

Everett Collection/Shutterstock.com

 

Capítulo 2: Aspectos do desenvolvimento da mulher. Fases: recém-nascido, criança e adolescente

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Capítulo

2

Aspectos do desenvolvimento da mulher

Fases: recém-nascido, criança e adolescente

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Neste capítulo veremos:

• os aspectos biológicos da mulher, desde a fase de recém-nascido até a idade adulta;

• a influência dessas fases na estrutura da saúde da mulher;

• breve revisão da anatomia humana do corpo da mulher e as características de cada fase;

• os aspectos psicossociais que envolvem cada fase da vida da mulher.

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31/10/18 14:02

2.1 Revisão anatômica

Tigatelu/Thinkstock.com

Do ponto de vista biológico, entendemos por mulher o ser humano do sexo feminino, produto da fertilização do óvulo por parte da célula espermatozoide que possui os cromossomos XX. À categoria “mulher” incluem-se: menina, adolescente e adulta.(4)(5)

Sob o ponto de vista anatômico, a mulher conta com um sistema reprodutivo, composto pelos seguintes órgãos sexuais (Figuras 2.1 e 2.2):

 

Capítulo 3: Ciclo reprodutivo e climatério

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Capítulo

3

Ciclo reprodutivo e climatério

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Neste capítulo estudaremos:

• o ciclo reprodutivo da mulher;

• as características que envolvem cada fase do ciclo reprodutivo;

• o climatério.

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31/10/18 14:03

O principal objetivo da atenção voltada à saúde reprodutiva da mulher está diretamente ligado à humanização no atendimento e à qualificação nas etapas que envolvem o planejamento familiar. Para isso, a avaliação e a assistência devem ser priorizadas no ciclo reprodutivo da mulher, no qual tudo se inicia, visando, dessa forma, reduzir a morbimortalidade materna e neonatal, a gravidez precoce e as gestações indesejadas.(15) Essa conduta em assistência deve ter por base os princípios de respeito aos direitos sexuais e reprodutivos da mulher.

3.1 Ciclo reprodutivo feminino

Kinwun/Getty Images

O ciclo reprodutivo feminino ocorre no ovário e no útero, com a respectiva regulação hormonal. Seu objetivo é preparar o corpo da mulher para a possível ocorrência de uma gravidez. Ele é dividido em três etapas:

 

Capítulo 4: Planejamento familiar

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Capítulo

4

Planejamento familiar

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Nesse capítulo estudaremos:

• a importância do planejamento familiar;

• a concepção e as diversas formas de anticoncepção;

• ações educativas, de aconselhamento e clínicas para o planejamento familiar.

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31/10/18 14:03

O planejamento familiar teve seu contexto validado por meio da Constituição Federal

(Lei nº 9.263/1996) aprovada pelo Congresso Nacional, em 1996, que regulamentou que as instâncias do SUS, em todos os seus níveis, são obrigadas a garantir à mulher, ao homem ou ao casal, em toda sua rede de serviços, assistência à concepção e contracepção como parte das demais ações que compõem a assistência integral à saúde.

Uma questão fundamental da referida lei é a inserção das práticas da laqueadura de trompas e da vasectomia dentro das alternativas de anticoncepção, definindo critérios para sua utilização e punições para os profissionais de saúde que as realizarem de maneira inadequada e/ou insegura.(30)

 

Capítulo 5: Afecções ginecológicas

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Capítulo

5

Afecções ginecológicas

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Neste capítulo vamos abordar:

• as principais afecções ginecológicas que ocorrem no corpo da mulher, desde a fase da adolescência até a fase adulta;

• os principais sintomas, a forma de transmissão e o tratamento dessas afecções.

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31/10/18 14:04

Como apresentado anteriormente, as mulheres constituem grande parte da população brasileira, e sua condição de saúde em diversas áreas do seu desenvolvimento envolve uma série de aspectos de vida, como alimentação, lazer, ambiente em que vive, condições de trabalho, moradia e situação financeira.

As mulheres vivem mais que os homens, mas adoecem com maior frequência que eles.

Isso se deve à vulnerabilidade do gênero feminino frente a algumas doenças e a determinados fatores biológicos que determinam certas causas de morte.(16)

5.1 Introdução à Ginecologia

A saúde da mulher é um tema abrangente, que engloba todas as fases de sua vida, desde a infância até a senilidade. A área da saúde que dá assistência à mulher não gravida é denominada Ginecologia.(8)

 

Capítulo 6: Carcinomas ginecológicos

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Capítulo

6

Carcinomas ginecológicos

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Nesse capítulo vamos abordar:

• tipos de câncer ginecológico;

• a abordagem do Ministério da Saúde para encaminhamento e tratamento do câncer.

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31/10/18 14:05

O câncer é um dos problemas mais complexos da saúde pública no Brasil. Isso ocorre em razão de diversos problemas que a população enfrenta ao ter diagnosticado um caso de câncer na família, além dos problemas socioculturais e econômicos.(19)

Segundo o Ministério da Saúde, a mortalidade entre as mulheres em decorrência dos diversos tipos de câncer ginecológicos, mais especificamente o câncer de mama, é alto e, embora atinja a população mais jovem, sua maior incidência é em mulheres com mais de 35 anos.(8) Para o MS, a prevenção e o controle da doença são prioridades, e esse tipo de abordagem vem crescendo na rede pública.

6.1 Evolução celular do tumor

man_at_mouse/Getty Images

 

Capítulo 7: Outros agravos à saúde da mulher

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Capítulo

7

Outros agravos à saúde da mulher

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Neste capítulo estudaremos:

• outras doenças que acometem a saúde da mulher, como HIV, hepatites e HTLV.

_ENFERMAGEM_GINECOLOGIA.indb 114

31/10/18 14:06

Como estudamos anteriormente, a saúde da mulher deve ser vista de forma ampla, incluindo desde os aspectos biológicos aos aspectos socioeconômicos da comunidade em que vivem. Esses aspectos variam de acordo com a faixa etária da mulher e sofrem influência da condição de saúde que ela se encontra.

Além do câncer, abordado no Capítulo 6, existem outras doenças que também são consideradas de alto impacto para a saúde da mulher. Algumas se encaixam como IST, outras como manifestação viral; porém, ambas podem causar sérios danos à saúde da mulher.

Entre essas doenças, destacamos o HIV/Aids, as hepatites – especificamente as do tipo B e

C – e o vírus HTLV.

7.1 Síndrome da Imunodeficiência Adquirida

 

Capítulo 8: Álcool e drogas

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Capítulo

8

Álcool e drogas

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Este capítulo abordará:

• a influência e as consequências do uso de álcool e drogas na saúde da mulher;

• os impactos que esse uso acarreta na vida da mulher e na sociedade.

_ENFERMAGEM_GINECOLOGIA.indb 128

31/10/18 14:07

Red KoalaDesign/Getty Images

Para compreendermos melhor sobre álcool e drogas, primeiramente definiremos o que são drogas. As drogas podem ser lícitas, isto é, permitidas, e ilícitas, ou seja, que são proibidas.(11) O álcool e o fumo são considerados drogas lícitas, permitidas aos maiores de 18 anos conforme a legislação vigente. Porém, o uso dessas drogas muitas vezes começa bem antes, ainda na infância ou na adolescência, dentro do próprio lar do menor, e por vezes com consentimento e aceite por parte da família.

Esse também é um dos grandes problemas de saúde pública no Brasil.

O tipo de droga utilizada depende de alguns fatores, como:

 

Capítulo 9: Violência doméstica

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Capítulo

9

Violência doméstica

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Neste capitulo estudaremos:

• a violência doméstica e suas consequências;

• outras formas de violência contra a mulher.

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31/10/18 14:07

A violência doméstica é um problema não apenas de saúde pública, mas de todos os órgãos públicos que prestam serviço à comunidade. Essa forma de violência não está relacionada apenas à agressão física; existem outros fatores que determinam esse tipo de comportamento.

De acordo com a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a

Violência contra a Mulher – Convenção de Belém do Pará, da ONU,(18) a violência contra a mulher é “todo ato baseado no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto na esfera pública, quanto privada”. Trata-se de um

FIQUE ATENTO! fenômeno complexo, recorrente, considerado

No Brasil, a violência um problema relevante de Saúde Pública em desexual atinge 12 milhões corrência da alta incidência. É um mal silencioso de pessoas cada ano, e sem visibilidade social, que na maioria das vezes sendo 23% as mulheres. vem como uma demonstração de força, poder e

 

Capítulo 10 - Políticas e recursos da rede pública

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Capítulo

10

Políticas e recursos da rede pública

OBJETIVOS DO APRENDIZADO

Este capítulo aborda:

• os recursos e as diretrizes para a saúde da mulher;

• a atuação governamental em relação às diretrizes e aos recursos existentes na rede pública.

_ENFERMAGEM_GINECOLOGIA.indb 144

31/10/18 14:07

A partir do ano 2000, o Ministério da Saúde vem instituindo leis e diretrizes por meio de programas de saúde para atender à população de modo geral. Algumas

áreas, como o atendimento materno-infantil e aos adolescentes, foram incluídas em projetos de nível nacional, assegurando a saúde dessa população.(11) Neste capítulo veremos as ações mais detalhadas sobre essas diretrizes.

10.1 Humanização e acolhimento à mulher

Dentro do conceito de saúde, podemos denominar humanização como a valorização da qualidade técnica e ética do cuidado, aliada ao reconhecimento dos direitos do usuário, de sua subjetividade e referências culturais, de modo a garantir respeito às questões de gênero, etnia, raça, situação econômica, orientação sexual e a grupos populacionais, como indígenas, trabalhadores, quilombolas, ribeirinhos, assentados e população em situação de rua.(20)

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

(01) �GARCIA, P. T. (Org.); Universidade Federal do Maranhão; Universidade da Aberta do SUS. Saúde da Mulher: geral. São Luís, MA: 2013. Disponível em:

Modulo11_Introducao.pdf?sequence=1>. Acesso em: 15 abr. 2018.

(02) �INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICAS (IBGE). Disponível em:

. Acesso em: 21 jun. 2018.

(03) �BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Disponível em:

. Acesso em: 21 jun. 2018.

(04) �D’ANGELO, J. G.; FATTINI, C. A. Anatomia humana básica. 2. ed. São Paulo:

Atheneu, 2002.

(05) �

ABC DA SAÚDE. Sexologia. Disponível em: . Acesso em: 26 jul. 2018.

(06) SANTOS, N. C. M. Anatomia e Fisiologia Humana. São Paulo: Érica, 2014.

(07) �BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria do Estado de Saúde. Governo do Estado do Mato Grosso do Sul. Protocolo de atendimento à gestante, puérpera e recém-nascido. 2. ed., 2017. Disponível em: . Acesso em: 26 jul. 2018.

 

Gabarito

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(29) �BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de

Ações Programáticas Estratégicas. Manual de Atenção à Mulher no Climatério/

Menopausa – Série A. Normas e Manuais Técnicos, Série Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos – Caderno, n. 9. Brasília, 2008.

(30) �BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Política de Saúde. Área Técnica da

Saúde da Mulher. Assistência em Planejamento Familiar: manual técnico. 4. ed.

Série A. Normas e Manuais Técnicos, nº 40. Brasília, 2002.

(31) �

ABC DA SAÚDE. Ginecologia e Obstetrícia. Disponível em: . Acesso: abr. 2018.

(32) �FRANÇA, R. V. Sistematização da assistência de enfermagem em saúde do trabalhador. Revista Eletrônica de Enfermagem do Centro de Estudos de Enfermagem e Nutrição, n. 2, v. 2, p. 1-15, 2011.

(33) �BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Protocolo para a prevenção de transmissão vertical de

 

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