Análise de custos e preços de venda

Autor(es): Rodney Wernke
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Esta obra apresenta os principais conceitos e ferramentas gerenciais aplicáveis à gestão de custos e formação de preços de venda em empresas brasileiras. A segunda edição traz novos capítulos sobre Custeio Baseado em Atividade e Tempo (TDABC) e Custo Financeiro da Estocagem, abrangendo, assim, todos os métodos de custeio atualmente relevantes na gestão empresarial (ABC, TDABC, UEP, Absorção e Custeio Direto), além de ampliar a abordagem para a área de compras das organizações.

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SUMÁRIO

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SUMÁRIO

Parte I – Conceitos e classificações

Capítulo 1  Conceitos e classificações de custos...........................................................................................3

1.1  Introdução..........................................................................................................................................3

1.2  Principais classificações de custos..............................................................................................7

1.3  Distinção dos conceitos lucro e pró-labore.................................................................................9

Exercícios de fixação............................................................................................................................10

Parte II – Métodos de custeio

Capítulo 2  Principais métodos de custeio.....................................................................................................15

2.1  Introdução........................................................................................................................................15

 

SUMÁRIO

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SUMÁRIO

Parte I – Conceitos e classificações

Capítulo 1  Conceitos e classificações de custos...........................................................................................3

1.1  Introdução..........................................................................................................................................3

1.2  Principais classificações de custos..............................................................................................7

1.3  Distinção dos conceitos lucro e pró-labore.................................................................................9

Exercícios de fixação............................................................................................................................10

Parte II – Métodos de custeio

Capítulo 2  Principais métodos de custeio.....................................................................................................15

2.1  Introdução........................................................................................................................................15

 

Parte I - Conceitos e classificações

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Parte I

Conceitos e classificações

Capítulo 1 Conceitos e classificações de custos

Livro Analise de custos.indb 1

06/12/2018 10:41:43

Livro Analise de custos.indb 2

06/12/2018 10:41:43

CONCEITOS E CLASSIFICAÇÕES

DE CUSTOS

1

Capítulo

1.1 INTRODUÇÃO

Para gerenciar custos e preços é imprescindível compreender corretamente os concei­ tos relacionados. A interpretação inadequada das várias definições encontradas na li­ teratura contábil ou administrativa pode levar o administrador a equivocar-se quanto aos fatores classificáveis como gastos, investimentos, despesas, perdas, desperdícios e custos. Por isso, com a finalidade de empregar tais conceitos de forma exclusivamente gerencial, foram adotadas nesta obra as concepções mencionadas a seguir.

O termo Gasto é utilizado para descrever as ocorrências nas quais a empresa despende de recursos ou contrai uma obrigação (dívida) perante terceiros (fornecedores, bancos etc.) para obter algum bem ou serviço de que necessite para suas operações cotidianas. É um conceito abrangente e pode englobar outros termos comuns na área de custos, ou seja, um gasto pode ser relacionado a algum investimento (como a compra de máquinas e equipamentos) ou a alguma forma de consumo de recursos (custos fabris ou despesas administrativas).

 

Parte I - Conceitos e classificações

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Parte I

Conceitos e classificações

Capítulo 1 Conceitos e classificações de custos

Livro Analise de custos.indb 1

06/12/2018 10:41:43

Livro Analise de custos.indb 2

06/12/2018 10:41:43

CONCEITOS E CLASSIFICAÇÕES

DE CUSTOS

1

Capítulo

1.1 INTRODUÇÃO

Para gerenciar custos e preços é imprescindível compreender corretamente os concei­ tos relacionados. A interpretação inadequada das várias definições encontradas na li­ teratura contábil ou administrativa pode levar o administrador a equivocar-se quanto aos fatores classificáveis como gastos, investimentos, despesas, perdas, desperdícios e custos. Por isso, com a finalidade de empregar tais conceitos de forma exclusivamente gerencial, foram adotadas nesta obra as concepções mencionadas a seguir.

O termo Gasto é utilizado para descrever as ocorrências nas quais a empresa despende de recursos ou contrai uma obrigação (dívida) perante terceiros (fornecedores, bancos etc.) para obter algum bem ou serviço de que necessite para suas operações cotidianas. É um conceito abrangente e pode englobar outros termos comuns na área de custos, ou seja, um gasto pode ser relacionado a algum investimento (como a compra de máquinas e equipamentos) ou a alguma forma de consumo de recursos (custos fabris ou despesas administrativas).

 

Capítulo 2 - PRINCIPAIS MÉTODOS DE CUSTEIO

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PRINCIPAIS MÉTODOS

DE CUSTEIO

2

Capítulo

2.1 INTRODUÇÃO

A inserção em ambientes de acirrada competição, principalmente em consequência da abertura dos mercados, faz os administradores buscarem constantemente mecanismos, sistemas e procedimentos que contribuam para otimizar a gestão das empresas.

A maior competitividade obriga, em muitos casos, a prática de preços inferiores aos dos concorrentes e, consequentemente, acarreta na obtenção de margens de lucros menores. Nesse ambiente há a necessidade de informações relevantes no que tange a custos e rentabilidade de produtos, linhas, serviços e clientes, entre outras formas de segmentação.

Com tal exigência de informes gerenciais, as empresas têm dificuldades em desen­ volver eficazmente suas atividades sem manter acompanhamento e controle eficientes de seus processos por meio de sistemas que proporcionem informações tecnicamente consistentes sobre os custos e a rentabilidade do seu mix de comercialização. Ou seja, a contabilidade gerencial deve tentar informar os custos dos produtos com a maior acu­ rácia possível, possibilitando decisões adequadas à fixação de preços, à introdução de novos produtos, ao abandono de linhas ou produtos obsoletos e à resposta a produtos rivais, entre outras questões do cotidiano empresarial.

 

Capítulo 2 - PRINCIPAIS MÉTODOS DE CUSTEIO

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PRINCIPAIS MÉTODOS

DE CUSTEIO

2

Capítulo

2.1 INTRODUÇÃO

A inserção em ambientes de acirrada competição, principalmente em consequência da abertura dos mercados, faz os administradores buscarem constantemente mecanismos, sistemas e procedimentos que contribuam para otimizar a gestão das empresas.

A maior competitividade obriga, em muitos casos, a prática de preços inferiores aos dos concorrentes e, consequentemente, acarreta na obtenção de margens de lucros menores. Nesse ambiente há a necessidade de informações relevantes no que tange a custos e rentabilidade de produtos, linhas, serviços e clientes, entre outras formas de segmentação.

Com tal exigência de informes gerenciais, as empresas têm dificuldades em desen­ volver eficazmente suas atividades sem manter acompanhamento e controle eficientes de seus processos por meio de sistemas que proporcionem informações tecnicamente consistentes sobre os custos e a rentabilidade do seu mix de comercialização. Ou seja, a contabilidade gerencial deve tentar informar os custos dos produtos com a maior acu­ rácia possível, possibilitando decisões adequadas à fixação de preços, à introdução de novos produtos, ao abandono de linhas ou produtos obsoletos e à resposta a produtos rivais, entre outras questões do cotidiano empresarial.

 

Capítulo 3 - CUSTEIO POR ABSORÇÃO (TRADICIONAL)

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CUSTEIO POR ABSORÇÃO

(TRADICIONAL)

3

Capítulo

3.1 INTRODUÇÃO

O Custeio por Absorção designa o conjunto de procedimentos realizados para atribuir todos os custos fabris, quer fixos ou variáveis, diretos ou indiretos, aos produtos fabricados em um período. Com isso, os produtos “absorvem” todos os gastos classificáveis como custos – matérias-primas, salários e encargos sociais, depreciação das máquinas, aluguel do prédio industrial etc. –, independentemente de sua natureza, se custos fixos ou não, se custos diretos ou não.

Esse método é mais adequado para finalidades contábeis, como avaliar estoques e determinar valor total de custo dos produtos vendidos a ser registrado na Demons­ tração do Resultado do Exercício (DRE). Sua utilização tem sido exigida pela legisla­

ção brasileira, e, por determinação legal, devem compor o custo dos bens ou serviços vendidos:

os valores gastos com matérias-primas e quaisquer outros bens ou serviços aplicados ou consumidos na produção;

 

Capítulo 3 - CUSTEIO POR ABSORÇÃO (TRADICIONAL)

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CUSTEIO POR ABSORÇÃO

(TRADICIONAL)

3

Capítulo

3.1 INTRODUÇÃO

O Custeio por Absorção designa o conjunto de procedimentos realizados para atribuir todos os custos fabris, quer fixos ou variáveis, diretos ou indiretos, aos produtos fabricados em um período. Com isso, os produtos “absorvem” todos os gastos classificáveis como custos – matérias-primas, salários e encargos sociais, depreciação das máquinas, aluguel do prédio industrial etc. –, independentemente de sua natureza, se custos fixos ou não, se custos diretos ou não.

Esse método é mais adequado para finalidades contábeis, como avaliar estoques e determinar valor total de custo dos produtos vendidos a ser registrado na Demons­ tração do Resultado do Exercício (DRE). Sua utilização tem sido exigida pela legisla­

ção brasileira, e, por determinação legal, devem compor o custo dos bens ou serviços vendidos:

os valores gastos com matérias-primas e quaisquer outros bens ou serviços aplicados ou consumidos na produção;

 

Capítulo 4 - CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES (ABC)

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CUSTEIO BASEADO EM

ATIVIDADES (ABC)

4

Capítulo

4.1 INTRODUÇÃO

Até a década de 1970, pela pequena participação dos custos indiretos no montante dos custos totais das empresas, seu papel era de pouca relevância. O crescimento dos valores relativos aos custos indiretos nos anos seguintes, porém, implicou que esses passaram a representar uma significativa parcela dos gastos totais das organizações.

Nessa realidade, os critérios de rateio até então utilizados no Custeio por Absorção

(em geral baseados em medições volumétricas, como número de horas trabalhadas ou quantidade de peças produzidas) começaram a ser considerados inadequados. Isso ocorreu porque distorções importantes foram detectadas nos números apresentados pela Contabilidade de Custos em relação aos custos unitários dos produtos fabricados.

Essas distorções foram ocasionadas principalmente pelos rateios de custos efetuados na metodologia tradicional (conforme exposto no capítulo anterior, que tratou do Custeio por Absorção).

 

Capítulo 4 - CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES (ABC)

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CUSTEIO BASEADO EM

ATIVIDADES (ABC)

4

Capítulo

4.1 INTRODUÇÃO

Até a década de 1970, pela pequena participação dos custos indiretos no montante dos custos totais das empresas, seu papel era de pouca relevância. O crescimento dos valores relativos aos custos indiretos nos anos seguintes, porém, implicou que esses passaram a representar uma significativa parcela dos gastos totais das organizações.

Nessa realidade, os critérios de rateio até então utilizados no Custeio por Absorção

(em geral baseados em medições volumétricas, como número de horas trabalhadas ou quantidade de peças produzidas) começaram a ser considerados inadequados. Isso ocorreu porque distorções importantes foram detectadas nos números apresentados pela Contabilidade de Custos em relação aos custos unitários dos produtos fabricados.

Essas distorções foram ocasionadas principalmente pelos rateios de custos efetuados na metodologia tradicional (conforme exposto no capítulo anterior, que tratou do Custeio por Absorção).

 

Capítulo 5 - MÉTODO UNIDADES DE ESFORÇODE PRODUÇÃO (UEP)

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MÉTODO UNIDADES DE ESFORÇO

DE PRODUÇÃO (UEP)

5

Capítulo

5.1 INTRODUÇÃO

O método Unidades de Esforço de Produção (UEP) é uma forma de custeamento espe­ cífica para empresas industriais. Foi idealizado por Georges Perrin, à época da Segunda

Guerra Mundial, e depois aprimorado por Franz Allora, que começou a utilizá-lo em empresas catarinenses no final da década de 1970. Posteriormente, professores da Uni­ versidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) contribuíram para desenvolver o método e passaram a disseminá-lo por diversas empresas da Região Sul do Brasil.

Na concepção desse método, os custos unitários dos produtos são formados pelos (i) custos das matérias-primas consumidas e pelos (ii) custos de transformação, conforme a Figura 5.1.

Figura 5.1  Custo dos produtos pelo método UEP

Custos das matérias-primas

Custos de transformação

(Ficha técnica)

(Calculado pelo UEP)

 

Capítulo 5 - MÉTODO UNIDADES DE ESFORÇODE PRODUÇÃO (UEP)

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MÉTODO UNIDADES DE ESFORÇO

DE PRODUÇÃO (UEP)

5

Capítulo

5.1 INTRODUÇÃO

O método Unidades de Esforço de Produção (UEP) é uma forma de custeamento espe­ cífica para empresas industriais. Foi idealizado por Georges Perrin, à época da Segunda

Guerra Mundial, e depois aprimorado por Franz Allora, que começou a utilizá-lo em empresas catarinenses no final da década de 1970. Posteriormente, professores da Uni­ versidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) contribuíram para desenvolver o método e passaram a disseminá-lo por diversas empresas da Região Sul do Brasil.

Na concepção desse método, os custos unitários dos produtos são formados pelos (i) custos das matérias-primas consumidas e pelos (ii) custos de transformação, conforme a Figura 5.1.

Figura 5.1  Custo dos produtos pelo método UEP

Custos das matérias-primas

Custos de transformação

(Ficha técnica)

(Calculado pelo UEP)

 

Capítulo 6 - CUSTEIO DIRETO/VARIÁVEL

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6

Capítulo

CUSTEIO DIRETO/VARIÁVEL

6.1 INTRODUÇÃO

Pela concepção do Custeio Direto/Variável, somente devem ser apropriados aos pro­ dutos ou serviços os gastos a eles associados (normalmente classificáveis como custos diretos ou custos variáveis e despesas variáveis). Assim, os demais gastos necessários para manter a estrutura produtiva (em geral considerados custos indiretos, custos fixos ou despesas fixas) não devem ser considerados quanto ao custeamento dos produtos fabricados ou dos serviços prestados.

Esse método considera que somente os gastos variáveis de produção e de comer­ cialização do produto ou serviço (como matérias-primas utilizadas, serviços de tercei­ ros aplicados ao produto, tributos sobre vendas, comissões de venda etc.) devem ser considerados no custeamento da produção. Todos os demais gastos, que não são fa­ cilmente associáveis a determinado produto ou serviço, devem ser transferidos para a

Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) como despesas do período, sem serem apropriados aos produtos fabricados (ou serviços prestados).

 

Capítulo 6 - CUSTEIO DIRETO/VARIÁVEL

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6

Capítulo

CUSTEIO DIRETO/VARIÁVEL

6.1 INTRODUÇÃO

Pela concepção do Custeio Direto/Variável, somente devem ser apropriados aos pro­ dutos ou serviços os gastos a eles associados (normalmente classificáveis como custos diretos ou custos variáveis e despesas variáveis). Assim, os demais gastos necessários para manter a estrutura produtiva (em geral considerados custos indiretos, custos fixos ou despesas fixas) não devem ser considerados quanto ao custeamento dos produtos fabricados ou dos serviços prestados.

Esse método considera que somente os gastos variáveis de produção e de comer­ cialização do produto ou serviço (como matérias-primas utilizadas, serviços de tercei­ ros aplicados ao produto, tributos sobre vendas, comissões de venda etc.) devem ser considerados no custeamento da produção. Todos os demais gastos, que não são fa­ cilmente associáveis a determinado produto ou serviço, devem ser transferidos para a

Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) como despesas do período, sem serem apropriados aos produtos fabricados (ou serviços prestados).

 

Capítulo 7 - CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADE E TEMPO (TDABC)

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CUSTEIO BASEADO EM

ATIVIDADE E TEMPO (TDABC)

7

Capítulo

7.1 INTRODUÇÃO

A concepção teórica do Custeio Baseado em Atividade e Tempo (mais conhecido como

Time-driven Activity-based Costing – TDABC) foi delineada por Robert S. Kaplan e Steven

R. Anderson, que passaram a divulgar academicamente este método a partir de artigo publicado na Harvard Business Review.1 Nessa publicação defenderam que o TDABC pode ser considerado uma metodologia de custeamento diferenciada do Custeio

Baseado em Atividades (ou Activity-based Costing – ABC), da qual Kaplan também foi um dos precursores.

Essa opinião está assentada no fato de que o TDABC prioriza estimar o consumo de recursos (folha de pagamentos, energia elétrica, depreciações etc.) pelos objetos de custeio em proporção ao tempo consumido da capacidade instalada de um setor (ou processo) da empresa, enquanto o ABC está centrado na alocação dos custos (recursos)

às atividades.

Com isso, aduzem que o TDABC propiciaria definições mais confiáveis de direcio­ nadores de custos que aquelas conseguidas pelo ABC, principalmente por possibilitar estimativas de tempos unitários para atividades com graus de complexidade distintos.

 

Capítulo 7 - CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADE E TEMPO (TDABC)

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CUSTEIO BASEADO EM

ATIVIDADE E TEMPO (TDABC)

7

Capítulo

7.1 INTRODUÇÃO

A concepção teórica do Custeio Baseado em Atividade e Tempo (mais conhecido como

Time-driven Activity-based Costing – TDABC) foi delineada por Robert S. Kaplan e Steven

R. Anderson, que passaram a divulgar academicamente este método a partir de artigo publicado na Harvard Business Review.1 Nessa publicação defenderam que o TDABC pode ser considerado uma metodologia de custeamento diferenciada do Custeio

Baseado em Atividades (ou Activity-based Costing – ABC), da qual Kaplan também foi um dos precursores.

Essa opinião está assentada no fato de que o TDABC prioriza estimar o consumo de recursos (folha de pagamentos, energia elétrica, depreciações etc.) pelos objetos de custeio em proporção ao tempo consumido da capacidade instalada de um setor (ou processo) da empresa, enquanto o ABC está centrado na alocação dos custos (recursos)

às atividades.

Com isso, aduzem que o TDABC propiciaria definições mais confiáveis de direcio­ nadores de custos que aquelas conseguidas pelo ABC, principalmente por possibilitar estimativas de tempos unitários para atividades com graus de complexidade distintos.

 

Capítulo 8 - ANÁLISECUSTO-VOLUME-LUCRO

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ANÁLISE

CUSTO-VOLUME-LUCRO

8

Capítulo

8.1 INTRODUÇÃO

Entre as várias ferramentas gerenciais da área de custos aplicáveis ao cotidiano dos administradores que lidam com preços e custos, talvez a de maior importância seja a Análise Custo-Volume-Lucro, também conhecida como Análise CVL. Por isso, a compreensão aprofundada desse instrumento (cujos principais componentes1 estão representados na Figura 8.1) é indispensável aos gestores das empresas que atuam em mercados de concorrência acirrada, principalmente se consideradas as diversas informações gerenciais que proporciona.

Figura 8.1  Principais componentes da Análise Custo-Volume-Lucro

Análise Custo-Volume-Lucro

Margem de

Contribuição (MC)

(MC unitária em $,

MC unitária em % e

MC total do período em $)

Ponto de

Equilíbrio (PE)

(PE Contábil,

PE Econômico e

PE Financeiro, em unidades e em $)

Margem de

Segurança (MS)

(MS em unidades e MS em $)

 

Capítulo 8 - ANÁLISECUSTO-VOLUME-LUCRO

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ANÁLISE

CUSTO-VOLUME-LUCRO

8

Capítulo

8.1 INTRODUÇÃO

Entre as várias ferramentas gerenciais da área de custos aplicáveis ao cotidiano dos administradores que lidam com preços e custos, talvez a de maior importância seja a Análise Custo-Volume-Lucro, também conhecida como Análise CVL. Por isso, a compreensão aprofundada desse instrumento (cujos principais componentes1 estão representados na Figura 8.1) é indispensável aos gestores das empresas que atuam em mercados de concorrência acirrada, principalmente se consideradas as diversas informações gerenciais que proporciona.

Figura 8.1  Principais componentes da Análise Custo-Volume-Lucro

Análise Custo-Volume-Lucro

Margem de

Contribuição (MC)

(MC unitária em $,

MC unitária em % e

MC total do período em $)

Ponto de

Equilíbrio (PE)

(PE Contábil,

PE Econômico e

PE Financeiro, em unidades e em $)

Margem de

Segurança (MS)

(MS em unidades e MS em $)

 

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