Gestão da Aprendizagem - Casos Práticos

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Aprendizagem centrada no estudante. Gestão da Aprendizagem – Casos Práticos proporciona aos estudantes uma experiência de conhecimento eficiente, com propostas inovadoras na área da educação, casos práticos, videoaulas e indicações de conteúdos externos. Por meio da abordagem do Assurance of Learning (AoL) e definição dos objetivos de aprendizagem pela Taxonomia de Bloom, este livro oferece exemplos, insights, links úteis e questões para discussão, além de abordar temas como: • modelo de gestão da aprendizagem; • objetivos de aprendizagem; • avaliação: coleta, análise e feedback; • casos práticos relacionados à aprendizagem em instituições de ensino; e • casos práticos para aprendizagem de profissionais de mercado. Por que ler Gestão da Aprendizagem? Hong Yuh Ching, Amanda Gross e Lígia Vasconcellos apresentam metodologias ativas que maximizam o potencial de aprendizagem do estudante e garantem o sucesso do processo de ensino, como também o monitoramento e aperfeiçoamento contínuos.

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CAPÍTULO 1 Processo da Gestão da Aprendizagem | HONG Y. CHING

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A expressão em inglês Assurance of Learning (AoL) refere-se ao processo sistemático de coleta de dados sobre os resultados de aprendizagem do aluno, revisão e seu uso para continuamente desenvolver e melhorar o curso ou um programa em referência. É um meio de nos tornarmos responsáveis por entregar aquilo que afirmamos.

São cinco passos que compõem o AoL de acordo com o AACSB International white paper on assurance of learning standards: an interpretation (2013):

• (O) Definir os objetivos de aprendizagem do aluno e resultados do programa.

• (Al) Alinhar os objetivos e resultados com o currículo ou programa de um curso.

• (R) Identificar os instrumentos e medidas para avaliar a aprendizagem.

• (Av) Coletar e analisar as informações da avaliação dos resultados.

• (F) Usar essas informações para melhoria contínua.

No caso deste livro, usamos a expressão Gestão da aprendizagem como tradução do inglês Assurance of learning process. À semelhança dos cinco passos da Association to Advance Collegiate Schools of Business (AACSB), nosso processo de gestão da aprendizagem conta com cinco etapas.

 

CAPÍTULO 2 Objetivos de Aprendizagem: determinantes do processo ensino-aprendizagem | MARIANA LUCAS DA ROCHA CUNHA

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O processo de planejamento em educação está diretamente relacionado à definição do conteúdo a ser abordado, à decisão por procedimentos ou de metodologias a serem utilizados, aos recursos disponíveis e aos instrumentos/processo de avaliação escolhidos. Todo esse processo deve estar alinhado, sobretudo, com os objetivos de aprendizagem destacados para a atividade de ensino determinada.

Ao iniciar a elaboração de um curso/aula/treinamento, é importante conhecer quem são os alunos para quem se destina esse projeto, além de definir os resultados que se pretende atingir ao realizá-lo. Definir os objetivos do curso ou aula envolve também refletir sobre como facilitar ou desenvolver o pensamento do aluno e, fundamentalmente, compreender o que é importante para os seus alunos. A importância pode ser pautada em aquisição de conhecimento necessária a esta etapa de formação ou aprimoramento e, ainda, algo a ser atingido no futuro, seja como profissional ou na profissão escolhida.

Os objetivos de aprendizagem devem ser definições claras e estruturadas com foco na aquisição de conhecimento e de competências adequadas ao perfil do aluno ou do profissional que se quer formar ou treinar. Os objetivos de aprendizagem direcionam o processo de ensino na escolha de estratégias, métodos, delimitação do conteúdo e de processos de avaliação, de modo específico e adequado.

 

CAPÍTULO 3 A avaliação na Gestão da Aprendizagem: Coleta, Análise e Feedback | DOLORES MARIA SERENO GALVÃO VILAÇA

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A avaliação é o processo de coleta e análise de dados, que pode ser realizado em momentos diversos do processo de ensino-aprendizagem, tendo como finalidade verificar se os objetivos de aprendizagem foram alcançados de acordo com o planejamento e destinam-se ao contínuo desenvolvimento do processo educacional. Esse processo compõe o terceiro, o quarto e o quinto passos do Assurance of Learning (AoL), de acordo com o AACSB International White Paper on Assurance of Learning Standards: an Interpretation 2013), debatido no Capítulo 1. Ele responde às seguintes questões:

• Como e quando os alunos atingirão os objetivos?

• Como os alunos irão demonstrar essa realização?

Figura 3.1 Utilização de processo sistemático e contínuo de avaliação para monitoramento e melhoria contínua dos programas educacionais.

1. Definir: defina os objetivos de aprendizagem do programa.

• Quais são as coisas mais importantes que nossos alunos devem alcançar em nosso programa?

 

CAPÍTULO 4 Preparação de docentes e alunos para um novo Projeto Pedagógico de curso | HONG Y. CHING

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São essas preocupações que este capítulo irá abordar. Tendo como referencial a Gestão da Aprendizagem, iremos mostrar a aplicação das cinco etapas desse processo na abordagem das questões já aresentadas. Importante ressaltar que essa experiência prática não se aplica apenas à situação descrita, mas a qualquer situação em que seja necessário capacitar os docentes e alunos a diferentes variáveis de um projeto pedagógico. Na situação descrita neste capítulo, as variáveis são competências, o mundo volátil e as mudanças tecnológicas e de mercado.

Para contextualizar os leitores acerca desse novo projeto pedagógico, este começa com a definição da vocação do curso em questão, seguido do perfil do ingressante no curso. Os eixos temáticos (um para cada ano do curso) representam o caminho a ser percorrido pelos alunos e dão uma visão clara do itinerário formativo. Os eixos devem abrigar os grandes projetos que serão desenvolvidos em cada ciclo ou semestre do curso. Uma vez definidos os eixos temáticos e os grandes projetos em cada ciclo, a próxima etapa da estrutura do desenho da aprendizagem é o desenvolvimento das competências necessárias que os alunos deverão possuir para o exercício da sua profissão no ambiente citado. Veja a Figura 4.1.

 

CAPÍTULO 5 Desenvolvimento de Professores do Ensino Superior para o uso de Metodologias Ativas de Ensino | MARIANA LUCAS DA ROCHA CUNHA

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O cenário da educação atual exige mudanças quanto aos paradigmas no processo de ensino--aprendizagem, alterando o modelo tradicional de ensino, denominado por Paulo Freire (2005) como “educação bancária”, para um processo ativo de aprendizagem. A educação bancária coloca o professor no centro do processo de aprendizagem, sem considerar o conhecimento ou experiências prévias do aluno como ponto de partida.

O modo de aprendizagem dos indivíduos na sociedade contemporânea vem se transformando de modo progressivo e drástico, seja pelos avanços sociais das mudanças “na direção da personalização, colaboração e autonomia” dos estudantes e professores (Moran, 2015), seja pelos avanços nos recursos tecnológicos. As grades curriculares universitárias tentam acompanhar essas mudanças, propondo o uso híbrido de metodologias ativas de ensino e aulas formais. Não é incomum que, em algum momento da sua vida, você seja confrontado com esse tipo de desafio: ter que alavancar o desenvolvimento de sua equipe de professores para modificar as estratégias de ensino deles, mesmo em face de se ter resultados positivos.

 

CAPÍTULO 6 Projeto Pedagógico nas Instituições de Ensino Superior: desafios e o papel do Diretor Acadêmico para garantia da gestão democrática | DOLORES MARIA SERENO GALVÃO VILAÇA

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Ao tomarmos o século XIX como o século da Educação, especificamente a segunda metade desse período, acompanhamos a consolidação dos Estados-nação e consequentemente o surgimento dos sistemas nacionais de ensino em diversos países, como forma e objetivo de universalizar a instrução pública e garantir o direito à educação a suas populações. É nesse século que se inicia o movimento de transformação da educação, que passa do ensino individual realizado em espaços domésticos para o ensino coletivo ministrado em espaço público, como forma de política pública.

Em contraste ao cenário mundial, em nosso país a implantação de um sistema nacional de educação permaneceu no plano das ideias e debates políticos que não se materializaram. Hoje, no século XXI, encontramos entre nossas metas educacionais a universalização do ensino fundamental e a erradicação do analfabetismo.

Nessa perspectiva, a grande problemática é que tais metas, concluídas por grande parte das nações, continuam como projeto a longo prazo, o que nos apresenta algumas características das nossas políticas públicas educacionais, entre elas a descontinuidade e a ausência de um trato sistêmico da educação.

 

CAPÍTULO 7 Aprender e experimentar: Gestão da Aprendizagem para um curso de Teoria Social | AMANDA ALBUQUERQUE GROSS

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A Teoria Ator-Rede (TAR) é uma corrente em teoria social com origem na década de 1980 na área de estudos de ciência, tecnologia e sociedade. Seus principais autores são Michel Callon, Bruno Latour e John Law (Cavalcanti; Alcadipani, 2013; Andrade, 2010). Essa abordagem parte de pressupostos pós-estruturalistas, mas propondo radical simetria entre atores humanos e não humanos e um olhar processual para as associações entre esses atores e seus interesses.

Os trabalhos em TAR já transitam pelos mais diversos campos do conhecimento e das disciplinas de humanidades, impactando as ciências sociais de maneira geral e, sobretudo, os estudos de ciência e tecnologia (Czarniawska, 2009; Woolgar, Coopmans; Neyland, 2009). A TAR também tem sido aplicada em estudos baseados na prática (Nicolini, 2009; Feldman; Orlikowski, 2011; Gherardi, 2009; 2017) e abordagens em sociomaterialidade (Orlikowski, 2010; Frers, 2009).

Suas principais características são:

• Olhar processual para a agência (atuação) dos atores e redes sociotécnicas envolvidas na produção de conhecimento e do mundo no qual vivemos.

 

CAPÍTULO 8 Capacitação de gestores: o caso de um curso sobre avaliação de impacto social | LÍGIA VASCONCELLOS

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Faz parte do dia a dia dos profissionais que ocupam cargos de gestão a interação com outros profissionais das mais diferentes áreas e especializações. Esses gestores têm muitas vezes a responsabilidade do planejamento e realização das atividades de colegas e contratados de outras áreas de formação. Mas não se pode exigir que os gestores se tornem especialistas a cada assunto que precisar de seu acompanhamento e gestão.

Por isso, há a necessidade de cursos (ou disciplinas) que apresentem temas especializados, mas sob o ponto de vista de quem vai gerir o assunto, não necessariamente do especialista que executará a atividade. Portanto, o gestor tem a necessidade de dialogar com especialistas, mas não precisa se tornar um. Isso vale para diferentes campos do conhecimento. O gestor, dependendo de seu campo de atuação, precisará dialogar com o trabalho de engenheiros, médicos, estatísticos, advogados etc. e, às vezes, gerir diretamente esse trabalho.

O curso apresentado neste capítulo propõe-se a apresentar a gestores de projetos sociais os conceitos de avaliação de impacto social, de forma a capacitá-los a planejar ou contratar uma avaliação. A avaliação em si exige, na maioria dos casos, conhecimento específico de técnicas estatísticas e econométricas, que demandam uma pessoa especializada para sua mensuração. O gestor deve ser capaz de planejar a avaliação e dialogar com tal especialista.

 

CAPÍTULO 9 Modelo de Estrutura de Processos Sucessórios | LISIE LUCCHESE

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O ambiente das organizações e suas lideranças de Gestão de Pessoas têm a emergente necessidade de agregar melhores condições e êxito no desenvolvimento da sucessão de lideranças e talentos. Acompanhando esses desafios ao longo de 20 anos, desenvolvemos o Modelo de Estrutura de Processos Sucessórios (MEPS).

Esse Modelo é aplicável como disciplina de Gestão de Pessoas, para o professor atuar em uma proposta de aprendizagem ativa com os alunos que atuam ou se desenvolvem para atuar em estruturas corporativas de Gestão de Pessoas e com professores.

O Capítulo 4 apresentou a relevância da formação dos professores e alunos para aprendizagens das novas competências e conhecimentos conectados no mundo volátil e de rupturas, com aceleradas mudanças tecnológicas e de mercado. No presente capítulo você identificará a correlação na cadeia de valor Educação – Empresas – Mercados, ampliando o olhar para os profissionais que chegam às organizações com uma nova formação, posicionamentos pessoais e de carreira, dispostos a rupturas, na forma e nos motivos de se vincular a essas empresas e seus mercados.

 

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