Normas, Rotinas e Técnicas de Enfermagem

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Com o intuito de auxiliar e orientar os enfermeiros para organizar os serviços nos quais atuam pela definição de sua cultura e filosofia institucional, pela elaboração de um regimento interno de trabalho, definição de normas e rotinas e descrição de técnicas de enfermagem para o treinamento da equipe, este livro foi elaborado.

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Sumário

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Sumário

Capítulo 1 - Estrutura Organizacional da Instituição Hospitalar:

Aspectos Culturais e Filosóficos .............................................................................. 19

1.1 Conceituações ..................................................................................................... 20

1.2 Direitos do Paciente ........................................................................................... 23

Exercícios para Fixação ............................................................................................ 24

Capítulo 2 - Regimento do Serviço de Enfermagem .......................................... 25

2.1 Modelo de Regimento do Serviço de Enfermagem.......................................... 27

Exercícios para Fixação ............................................................................................ 38

Capítulo 3 - Processo de Enfermagem: Sistematização da Assistência de

Enfermagem ................................................................................................................. 39

 

Prefácio

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Prefácio

A primeira edição desta obra surgiu ao constatar que existiam instituições hospitalares sem manuais de organização dos serviços de enfermagem contendo regimento, organograma, normas e rotinas, pois faltava desenvolver uma filosofia de trabalho e cultura institucional que enfatizasse esses modelos.

Hoje, com a facilidade de adquirir informações e moldar os conhecimentos individuais, acredito que esta realidade vem se modificando, mas embora os meios para isso acontecer estejam tão próximos, ainda encontramos instituições em fase inicial de implantação desses trabalhos. Também há aquelas que já introduziram esses modelos em seus departamentos, mas são desconhecidos pelos profissionais envolvidos, o que torna todo o projeto improdutivo e sem resultados.

Por este motivo, esta edição revisada apresenta as mesmas reflexões anteriores sobre os diversos aspectos da organização de um serviço de enfermagem, com a abordagem de questões filosóficas e culturais que determinam e caracterizam esses serviços, bem como a estrutura hospitalar e os direitos do paciente no atendimento.

 

Apresentação

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Apresentação

As atividades desenvolvidas pela equipe de enfermagem, enfermeiros, técnicos e auxiliares exprimem um conjunto de ações administrativas e técnicas que visam qualificar a assistência prestada ao cliente.

A fim de que se obtenham ótimos resultados em todo o processo que envolve o atendimento realizado pela equipe de enfermagem ao cliente, é necessário que haja um regime de trabalho, normas e rotinas, agilizando e facilitando o cumprimento das atividades de forma ordenada, além de ser necessário e fundamental a presença de uma equipe treinada e tecnicamente habilitada.

Esta obra foi dividida em duas partes. A primeira enfoca a administração das atividades de enfermagem embasada em aspectos filosóficos e estruturais das instituições hospitalares, processo de enfermagem, elaboração de regimento, normas e rotinas hospitalares, com o principal objetivo de fornecer aos leitores um modelo para auxiliá-los na organização das áreas de trabalho nas quais atuam.

 

Capítulo 1 - Estrutura Organizacional da Instituição Hospitalar: Aspectos Culturais e Filosóficos

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Estrutura Organizacional da Instituição Hospitalar:

Aspectos Culturais e Filosóficos

Os hospitais ao longo de sua história foram se tornando organizações complexas que, além das funções de acolhimento de pacientes para a prestação de cuidados simples, passaram a ser um local de trabalho profissionalizado. Os hospitais hoje são empresas que, como tantas outras, precisam se expandir para manter-se no mercado. Devem ser administrados por profissionais especializados, pois não se caracterizam somente por ser um local para o atendimento a pessoas enfermas que precisam de cuidados, mas sim destinado ao atendimento e assistência integral a seres humanos que merecem respeito e exigem ser atendidos com qualidade, pois hoje, mais do que nunca, conhecem seus direitos como clientes.

Para que a empresa hospitalar aumente a qualidade na prestação de serviços, seja eficiente e melhore sua produtividade efetivamente, é necessário que se organize. Os hospitais são empresas que, independente de sua classificação, precisam se organizar.

 

Capítulo 2 - Regimento do Serviço de Enfermagem

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Regimento do Serviço de Enfermagem

Atualmente sabemos que as instituições hospitalares públicas e privadas, de pequeno ou grande porte, de alta ou baixa complexidade, necessitam para seu bom funcionamento de regras para o gerenciamento de suas atividades. O regimento de qualquer tipo de serviço objetiva definir e estabelecer essas regras para todos os profissionais dessas organizações. A enfermagem tem representatividade dentro das instituições hospitalares, e é sua organização que irá garantir a qualidade no processo de trabalho por meio do gerenciamento do cuidado.

Para elaborar um regimento que determine as diretrizes dos serviços de enfermagem, é necessária a consolidação de uma filosofia institucional de trabalho.

O regimento do serviço de enfermagem deve ser elaborado conforme sua filosofia e cultura, como descritas no capítulo anterior. O apoio administrativo dos setores hospitalares, dentre eles a enfermagem, é o que garante a sustentação dos serviços.

 

Capítulo 3 - Processo de Enfermagem: Sistematização da Assistência de Enfermagem

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Processo de Enfermagem: Sistematização da Assistência de Enfermagem

Mudar é algo que vem acontecendo positivamente na enfermagem ao longo dos anos; basta olhar um pouco para trás para perceber o quanto evoluímos. O aspecto que caracteriza e diferencia hoje a enfermagem, e que faz parte de sua mudança, é a implantação do processo de enfermagem nas instituições hospitalares, sistematizando a assistência prestada. Esse processo surge para melhorar e aprimorar o trabalho da enfermagem e em consequência a assistência ao cliente, mas para sua implantação é necessária a mudança cultural e filosófica dos profissionais envolvidos.

A teorista Wanda Aguiar Horta descreveu as etapas deste processo e a chamada Teoria das Necessidades Humanas Básicas, que se fundamenta nos conceitos de que o homem é um ser biopsicossocial, parte integrante do universo dinâmico e que vive em um ambiente também dinâmico que age sobre ele causando mudanças que levam a estados de equilíbrio e desequilíbrio no tempo e espaço. Nesta teoria, a saúde está relacionada ao atendimento das necessidades humanas básicas. Wanda Aguiar Horta, 1979, foi a precursora destes conceitos, ditando tendências relacionadas a SAE, sendo as classificações de NANDA (North American Nursing Association); as propostas de intervenção de enfermagem por NIC (Nursing Interventions Classification) e o monitoramento de resultados por NOC (Nursing Outcomes Classification).

 

Capítulo 4 - Normas Gerais do Serviço de Enfermagem

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Normas Gerais do

Serviço de Enfermagem

As definições da palavra norma(13) são: “princípio que serve de regra; preceito; lei; exemplo; modelo; método; conjunto de regras de uso relativas às características de um produto ou de um método, compiladas com o objetivo de uniformizar e garantir o seu modo de funcionamento e sua segurança”.

Normas são condutas definidas de trabalho para o seu direcionamento, permitindo segurança em sua condução e organização de todos os processos que envolvem o funcionamento da instituição hospitalar. As normas são estabelecidas com o objetivo de ditar as regras para a realização de procedimentos, tomada de decisão e definição do sistema de trabalho.

As normas devem ser do conhecimento de todos, formalmente estabelecidas de modo que sejam cumpridas. Elas são descritas apontando os deveres dos profissionais de enfermagem para cumprimento de seu trabalho diário dentro do estabelecido pela instituição.

Este capítulo tem como objetivo não estabelecer normas para serviços de enfermagem e sim sugerir um modelo de sua elaboração para as enfermeiras responsáveis pelos serviços de enfermagem. As normas devem ser do conhecimento de técnicos e auxiliares de enfermagem, a fim de serem cumpridas por todos.

 

Capítulo 5 - Rotinas do Serviço de Enfermagem

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Rotinas do Serviço de Enfermagem

As rotinas se caracterizam por um conjunto de ações ordenadas que fazem parte de um processo a ser desenvolvido pela execução de ações repetidas, realizadas com frequência. A palavra rotina é definida (13) como: “caminho já trilhado e sabido; hábito de fazer as mesmas coisas ou sempre da mesma maneira; prática constante...”.

Neste capítulo são descritos modelos de rotinas de execução de ações e procedimentos de enfermagem em algumas unidades hospitalares, a fim de sugerir uma sequência no desenvolvimento das atividades realizadas pela enfermagem.

5.1 Rotinas das Unidades de Internação do

Paciente Clínico e Cirúrgico

5.1.1 Rotina de Admissão do Paciente Clínico

 Receber o paciente na unidade de internação e apresentar-se como enfermeiro responsável pela unidade de internação hospitalar.

 Conferir o prontuário quanto ao nome completo do paciente, número do leito, registro hospitalar.

 Conferir o preenchimento completo dos cabeçalhos dos impressos.

 

Capítulo 6 - Técnicas de Enfermagem

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Técnicas de Enfermagem

Todos os profissionais de enfermagem, no decorrer de sua profissão, objetivam o aprimoramento de suas habilidades técnicas associadas aos conceitos teóricos, assegurando a qualidade do atendimento prestado.

A destreza manual e a segurança são adquiridas ao longo do trabalho diário, pois quanto mais procedimentos forem realizados, mais habilidade e confiança o profissional vai adquirir.

As técnicas de enfermagem descritas devem ser desenvolvidas dentro de conceitos e princípios fundamentais que serão apresentados em seguida.

>>

Observação

 As descrições das técnicas foram baseadas no Manual de Técnicas de

Enfermagem (4).

6.1 Princípios Gerais para a Realização das

Técnicas de Enfermagem

Quanto à segurança:

 Evitar contaminação:

 Pessoal.

 Do paciente.

 Do material.

 Evitar acidentes.

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Capítulo 7 - Técnica para Verificação de Sinais Vitais

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Técnica para Verificação de Sinais Vitais

7.1 Temperatura

A temperatura indica o nível de calor a que chega o corpo. A temperatura normal do corpo é mantida pelo equilíbrio entre a produção e eliminação de calor. O calor é gerado por processo metabólico e é distribuído no organismo pelo sangue por meio dos vasos sanguíneos.

O organismo perde calor por radiação e condutibilidade da pele, por evaporação do suor, por evaporação pulmonar, pelo ar inspirado, pela urina, pelas fezes e pela saliva.

Há alguns fatores que alteram a temperatura:

7.1.1 Fatores Fisiológicos

Método de verificação:

 axilar

 bucal

 retal

Hora da verificação:

 mais baixa pela manhã

 mais alta ao anoitecer

 eleva-se mediante a atividade física e o processo digestivo

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Capítulo 8 - Técnicas de Higiene

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Técnicas de Higiene

8.1 Técnica para Higiene Oral - Pacientes

Dependentes da Enfermagem

Faz parte da promoção do conforto do paciente a remoção das sujidades dos dentes e cavidade oral por meio de escovas ou outros recursos. Esse cuidado também previne infecções. É preciso tomar cuidados quanto à sensibilidade das gengivas do paciente para evitar agressões locais.

::

Material

 10 cm de fita adesiva

 01 unidade de cuba rim

 01 unidade de espátula

 10 ml de solução antisséptica oral

 01 pacote de gaze

 01 copo com água

 01 par de luvas de procedimento

 01 saco plástico ou cuba rim forrada

 01 unidade de toalha

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>>

Observação

 Há locais que possuem higienizadores orais descartáveis.

.:

Procedimento

 

Capítulo 9 - Sondagens

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9

Sondagens

9.1 Técnica de Sondagem Vesical

Realizada com a finalidade de esvaziar a bexiga do paciente por meio da introdução de uma sonda no meato uretral.

9.1.1 Sondagem Vesical de Alívio

É a introdução da sonda no meato uretral para o esvaziamento da bexiga, sendo, logo após, retirada a sonda.

::

Material

 01 unidade de bandeja

 Pacote contendo 01 cuba rim, 01 cúpula, 01 pinça, gaze

 01 par de luvas estéreis

 01 unidade de sonda nelaton

 20 ml de solução para antissepsia

 Biombos, se necessário

 Material (01 jarro, 01 comadre, 10 ml de sabão líquido) para higiene

íntima

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.:

Procedimento

 Explicar ao paciente a finalidade do tratamento e como será realizado.

 Fazer higiene íntima antes do procedimento, se necessário.

 

Capítulo 10 - Dispositivo para Incontinência Urinária

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10

Dispositivo para

Incontinência Urinária

10.1 Técnica de Colocação de Dispositivo para

Incontinência Urinária Masculina

Quanto menor for o tempo de uso da sonda vesical melhor é para o paciente, pois são reduzidos os riscos de infecção. Por isso é sempre indicado nos casos em que, ao retirar a sonda, se o paciente apresentar incontinência urinária, deve ser colocado um dispositivo para incontinência que também pode ser usado em casos em que o paciente não tem controle sobre o ato de urinar, como, por exemplo, alguns idosos.

::

Material

 01 unidade de dispositivo para incontinência urinária (tem o formato de um preservativo conectado a um frasco de drenagem)

 20 cm de fita adesiva

 01 par de luvas de procedimento

Técnica

 Lavar as mãos.

 Colocar o material em uma bandeja.

 Orientar o paciente quanto ao procedimento.

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Capítulo 11 - Técnicas para Coleta de Material Clínico para Exames Laboratoriais

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Técnicas para Coleta de Material

Clínico para Exames Laboratoriais

É a coleta de materiais clínicos, fezes, urina, escarro, sangue e outros para realização de exames diagnósticos complementares.

11.1 Coleta de Sangue

::

Material

 01 par de luvas de procedimento

 01 unidade de scalp nº 21 ou 23, ou agulha 30X06 ou 30X07

 01 unidade de seringa 10 ml

 01 unidade de garrote

 02 bolas de algodão

 05 ml de álcool a 70%

 Tubos para coleta de acordo com o pedido de exame de sangue

.:

Procedimento

 Orientar o paciente quanto à coleta.

 Identificar o tubo de coleta: nome, data, hora, RG.

 Fazer antissepsia do local da punção após a palpação.

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 Colher o material.

 Colocar nos tubos previamente identificados.

 

Capítulo 12 - Procedimentos Diversos

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12

Procedimentos Diversos

12.1 Técnica de Preparo de Equipamentos e

Materiais para Cardioversão Química

::

Material

 Antiarrítmico prescrito

 Solução para diluição da droga (conforme prescrição médica)

 01 unidade de equipo para infusão

 01 kit de material para punção venosa (ver punção venosa)

 01 monitor cardíaco

 03 ou 05 unidades de eletrodos

.:

Procedimento

 Orientar o paciente quanto ao procedimento.

 Monitorar o paciente.

 Verificar os sinais vitais.

 Puncionar uma veia periférica calibrosa.

 Instalar o medicamento antiarrítmico.

 Observar o paciente durante a infusão do medicamento.

130

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 Observar as alterações no traçado eletrocardiográfico durante a infusão da droga.

 Observar sinais de tontura, sudorese, hipotensão.

 

Capítulo 13 - Curativos

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13

Curativos

13.1 Técnica de Preparo de Pacote de Curativo

O pacote de curativo deve ser preparado de modo a facilitar o profissional que o realizará no momento do procedimento, evitando contaminações.

13.1.1 Limpeza do Material

 Lavar bem o material com uma escova, água e sabão.

 Colocar o material em solução desinfetante, padronizada pela CCIH

(Comissão de Controle de Infecção do Hospital).

 Secar o material.

 Encaminhar para esterilização.

13.1.2 Preparo do Pacote

::

Material

 02 pinças pen ou hemostáticas

 01 pinça anatômica ou dissecção

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13.1.3 Técnica Convencional de Curativo

::

Material

 Pacote de curativo contendo 01 pinça Kelly, 01 pinça anatômica, gaze,

01 espátula

 Esparadrapo e/ou micropore (conforme extensão da lesão)

 

Capítulo 14 - Administração de Medicamentos

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Administração de Medicamentos

14.1 Técnicas para Administração de Drogas

O principal objetivo da atualização e conhecimento da administração de drogas é proteger os clientes e os profissionais de enfermagem de possíveis erros no manuseio e administração de medicamentos.

14.1.1 Considerações Gerais e Legislação

A administração de medicamentos é uma das atribuições de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem que necessita de treinamento contínuo, pelo grande número de produtos lançados no mercado, exigindo atualização permanente, sendo também primordial o conhecimento de anatomia, fisiologia, farmacologia e matemática. Além disso, o profissional deve conhecer os aspectos legais que envolvem esta prática.

A Lei nº 8078, de 1º de setembro de 1990, publicada em 12/09/90, que estabelece o Código de Proteção e Defesa do Consumidor, reza os direitos básicos do consumidor:

 A proteção à vida, saúde e segurança contra os riscos provocados por práticas no fornecimento de produtos e serviços considerados perigosos ou nocivos.

 

Capítulo 15 - Montagem das Caixas de Instrumental Cirúrgico

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Montagem das Caixas de Instrumental Cirúrgico

As caixas de instrumental cirúrgico são montadas pelos profissionais de enfermagem após todo o processo de limpeza mecânica e desencrostação, antes de serem esterilizadas.

Existem algumas particularidades quanto à composição das caixas cirúrgicas, que variam de acordo com a equipe médica e a rotina do médico-cirurgião. A escolha e a montagem da caixa fica a critério de cada equipe cirúrgica em cada hospital, havendo, portanto, variações entre os serviços.

Sugerimos neste capítulo a composição de algumas caixas cirúrgicas que podem ser usadas em hospitais gerais.

Quadro 8 - Caixa Básica.

Composição

Qtde.

Descrição

1

Porta-agulha médio - 20 cm

1

Porta-agulha pequeno - 17 cm

1

Pinça de assepsia

1

Par de afastadores de Farabeuf

1

Pinça de assepsia

1

Cabo de bisturi nº 4

1

Tentacânula

2

Pinças de Allis - 15 cm

 

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