Medium 9788547228378

Contabilidade de Custos

Autor(es): RIBEIRO, Osni Moura
Visualizações: 32
Classificação: (0)

São inúmeras as áreas da Contabilidade, sendo necessário munir-se de bons livros para estudá-las e compreendê-las. Uma dessas áreas é a Contabilidade de Custos, que, particularmente, exige análises bem detalhadas para a tomada de decisões.Ao contrário do que muitos pensam, estudar custos não é uma tarefa difícil. E, com este livro, você terá uma experiência de leitura inigualável, uma vez que o autor faz uso da didática progressiva: parte sempre dos temas mais fáceis até chegar aos mais complexos, tornando o aprendizado mais acessível e estimulante, mesmo para aqueles que nunca estudaram custos.Este volume apresenta temas como conceito de custos, plano de contas, mão de obra e gastos gerais de fabricação, sistemas de inventário, custos indiretos de fabricação, custeio departamental, custo-padrão, custeio baseado em atividades, ponto de equilíbrio, fixação do preço de venda entre outros.Nesta 5ª edição foram incorporadas importantes atualizações, as quais contemplam as revisões em várias NBCS TGS processadas pelo Conselho Federal de Contabilidade até o início de 2017, bem como a revogação da Resolução CFC n. 750/1993 efetuada por meio da NBC TSP Estrutura Conceitual ¿ Estrutura Conceitual para elaboração e divulgação de informação contábil de Propósito Geral pelas Entidades do Setor Público. As atualizações abrangeram, também, as mudanças introduzidas na legislação brasileira em geral, desde o ano de 2009 até 2017.Este livro oferece conhecimento primordial para o desenvolvimento profissional tanto de estudantes de Contabilidade como de profissionais da área que têm, em seu dia a dia, muitas informações para decifrar e precisam de um embasamento teórico confiável.

FORMATOS DISPONíVEIS

Impresso

Disponível no modelo assinatura da Minha Biblioteca

9 capítulos

Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

5.7 Quebras ou perdas de estoque

PDF Criptografado

a ocorrência de roubo por terceiros estranhos à empresa, foi feita queixa perante a autoridade policial da localidade.

Regularização:

Perdas por divergências de estoques a Estoque de Produtos Acabados

Baixa que se processa, tendo em vista furto

ocorrido nas dependências da empresa, conforme

Boletim de Ocorrência Policial, n. 443.............................. 100.000

5.7 Quebras ou perdas de estoque

Os estoques estão sujeitos a perdas ou quebras que podem variar em função da natureza do bem e da atividade desenvolvida pela empresa. Elas podem ocorrer na fabricação, no transporte, no manuseio ou na armazenagem.

Existem perdas ou quebras que são consideradas normais ou razoáveis, uma vez que decorrem da própria natureza dos bens, como é o caso, por exemplo, dos bens que sofrem perdas com evaporação, seja no processo de fabricação, no de transporte ou de armazenagem (produtos químicos – petróleo e seus derivados); dos produtos que são armazenados por processo de congelamento ou resfriamento e sofrem perda de peso

 

9.6 Custos Indiretos e Estimados

PDF Criptografado

Serviços de terceiros

Os gastos com serviços de terceiros devem abranger todos os valores pagos a terceiros para a realização de tarefas em qualquer das áreas da empresa.

Nesse título, comumente se englobam os gastos que a empresa realiza com a contratação de serviços que não são executados por seus empregados. É comum a contratação de técnicos em informática, eletricistas, pedreiros, advogados etc. para realizar tarefas eventuais.

Esses gastos, portanto, conterão parte a ser classificada como despesa e parte a ser classificada como custo.

Bases de rateio

Para segregar despesas e custos Estimativa do pessoal que utiliza o serviço em cada área.

Para atribuir custos aos produtos Custo primário, valor da mão de obra direta ou número de peças fabricadas no período.

Transporte

Esse gasto é comum nas empresas que não mantêm frotas próprias de veículos a seu serviço. Pode englobar os gastos com o transporte tanto de pessoas quanto de bens de uso, materiais e produtos.

 

10.2 A importância da departamentalização

PDF Criptografado

O mecanismo é como segue: inicialmente, identificam-se todos os custos indiretos gerados em cada departamento, acumulando-os nos respectivos centros de custos.

Em seguida, os custos acumulados nos departamentos de serviços são transferidos para outros departamentos de serviços e/ou para os departamentos de produção.

Depois que todos os custos indiretos se encontram devidamente alocados nos departamentos de produção, eles são transferidos aos produtos.

10.2 A importância da departamentalização

Você já aprendeu que o custo de produção é atribuído aos produtos em duas etapas:

1a etapa: atribuição dos custos diretos.

Por meio de controles extracontábeis, é possível conhecer os valores gastos com materiais, mão de obra e gastos gerais de fabricação que foram aplicados diretamente na fabricação de cada unidade, lote, grupo ou família de produtos fabricados.

2a etapa: atribuição dos custos indiretos.

Os gastos com materiais, mão de obra e gastos gerais de fabricação que beneficiam a fabricação de vários produtos ao mesmo tempo são rateados aos produtos por meio de critérios estimados.

 

10.6 CIFs estimados

PDF Criptografado

• creditam-se a conta sintética e/ou as contas analíticas que registraram os custos indiretos do referido departamento produtivo.

11. Produtos acabados

Para conhecer o custo dos produtos acabados, basta fazer a transferência dos saldos das contas que registraram os materiais, a mão de obra e os gastos gerais de fabricação (ou custos diretos e indiretos) de cada produto para a conta sintética Custo em Formação do respectivo produto. Caso o critério adotado para transferência seja debitar os custos diretos e indiretos diretamente na conta Custo em Formação de cada produto, o saldo dessa conta corresponderá ao custo da produção de cada produto ou do lote de produtos.

A transferência para as contas de estoque é feita debitando-se a conta do Ativo Circulante que representa o respectivo estoque e creditando-se as contas próprias que registraram o custo em formação de cada produto.

Nota

n Se a empresa pretender apurar custos de produtos cujos processos de fabricação

 

12.1 Conceitos de Custo Padrão e de Custo Real

PDF Criptografado

Custo Padrão

12.1 Conceitos de Custo Padrão e de

Custo Real

C

usto Padrão é um custo estimado, isto é, calculado antes mesmo de iniciado o processo de fabricação, fundamentado sempre em custos de produções anteriormente realizadas.

Custo Real ou custo histórico é aquele apurado após concluído o processo de fabricação, fundamentado sempre nos custos que efetivamente ocorreram na fabricação dos produtos.

O custo padrão, importante instrumento de controle, tem várias finalidades, motivo pelo qual poderá também receber denominações diversas.

Dentre as muitas vantagens de se conhecer antecipadamente o custo de fabricação, duas merecem destaque: a possibilidade da fixação do preço de venda e a otimização do processo produtivo visando utilizar ao máximo os recursos humanos, físicos e financeiros disponíveis.

Quando utilizado com a finalidade de fixação de preço de venda para compor orçamentos, visando o fechamento de contratos nos casos de fabricação sob encomenda, o custo de fabricação pode ser denominado custo padrão corrente. Nesse caso, o padrão é fixado com base em produções anteriores, tendo a empresa como meta atingi-lo no curto ou no médio prazo, ou seja, somente visando a produção daquele lote que irá fabricar conforme acordado com seu cliente.

 

16.1 Conceito e fi nalidade

PDF Criptografado

Ponto de equilíbrio

16.1 Conceito e finalidade

P

onto de equilíbrio (em inglês, break-even point) é o estágio alcançado pela empresa no momento em que as receitas totais se igualam aos custos e despesas totais.

PE : RT = CDT

onde:

PE = Ponto de equilíbrio;

CDT = Custos e despesas totais.

Nesse estágio, a situação econômica da empresa estará em pleno equilíbrio, isto é, o volume de vendas é suficiente para cobrir os custos e as despesas totais, não havendo lucro nem prejuízo.

Quando a empresa trabalha com volume de vendas abaixo do seu ponto de equilíbrio, isso significa que não está conseguindo cobrir seus custos e despesas totais. Nesse caso, tecnicamente, dizemos que a empresa se encontra no campo de prejuízo; quando seu volume de vendas supera o estágio do ponto de equilíbrio, está no campo de lucro.

O ponto de equilíbrio alcançado por uma empresa não é um estágio fixo que se aplica a todas as empresas e em todos os momentos. Cada empresa terá seu ponto de equilíbrio, o qual poderá referir-se ao movimento global da empresa ou apenas a uma de suas atividades ou produto.

 

17.1 Introdução

PDF Criptografado

Fixação do

Preço de Venda

17.1 Introdução

V

ocê já sabe que empresas são entidades econômicas que visam ao lucro. Você sabe também que o lucro é a diferença positiva apurada no confronto entre o total das receitas realizadas em determinado período e o total dos custos e despesas incorridos no mesmo período.

Portanto, para que haja lucro, é preciso que o montante arrecadado pela empresa em determinado período com as receitas supere o montante dos custos e despesas incorridos também nesse período.

Você aprendeu que as receitas auferidas pelas empresas em geral podem decorrer tanto da atividade principal que caracteriza o seu negócio como de outras atividades esporádicas ou regulares, porém estranhas à atividade principal.

Nas empresas industriais, objeto de estudo do presente livro, as receitas derivadas da atividade principal são aquelas geradas em decorrência da venda de produtos fabricados por elas, enquanto as demais receitas podem decorrer de aluguéis ou arrendamentos de bens móveis ou imóveis, da cobrança de juros, da obtenção de descontos, da participação no capital de outras sociedades, de aplicações financeiras etc.

 

17.2 Composição do Preço de Venda

PDF Criptografado

embora elas tenham sua importância e devam ser exploradas. O dinheiro que permanece ocioso no caixa, aguardando datas para pagamentos, deve ser aplicado; bens em desuso devem ser locados etc. Porém, o planejamento operacional da empresa deve estar calcado sempre nas receitas derivadas da sua atividade principal.

Assim, nas empresas industriais, os estudos visando a fixação dos preços de vendas dos produtos devem desprezar as demais receitas e trabalhar somente com a hipótese de que o montante das receitas seja formado pelas receitas auferidas nas vendas dos produtos.

Então, quando a empresa industrial planeja a fabricação de produtos para venda, ela espera que as receitas auferidas com essas vendas sejam suficientes para cobrir os custos, as despesas totais e ainda proporcionar a formação do lucro, sem que precise contar para isso com as demais receitas.

Fizemos essas considerações para justificar que, ao fixar o preço de venda de um produto, o empresário estará prevendo na receita de cada unidade a recuperação dos custos1 e despesas necessários à fabricação e venda da referida unidade, além de uma parcela que possa contribuir para a cobertura de parte dos custos e despesas fixos e com a formação do lucro.

 

17.7 Teoria das Restrições

PDF Criptografado

Seria realmente uma tarefa simples se o mercado reagisse de forma positiva, aceitando os limites impostos conforme as necessidades e os próprios interesses da empresa.

Não resta dúvida de que o primeiro passo para a fixação do preço de venda é fundamentá-lo nas ocorrências internas, ou seja, olhando primeiro para dentro da empresa, com o intuito de se chegar a determinado valor que cubra os custos pagos a terceiros pela compra de materiais e que compense os esforços despendidos pela empresa na fabricação e na venda do produto.

O preço de venda de um produto nunca deve ser inferior aos custos incorridos na sua fabricação. Se isso ocorrer com um ou com vários produtos, deve-se decidir pela descontinuidade de seus processos de fabricação. Há que se considerar os casos em que, por razões mercadológicas, a empresa decide por fabricar e vender produtos com pequena ou nenhuma margem de lucro, apenas para garantir a comercialização de outros que se apresentem mais rentáveis.

Não basta a empresa desejar e lançar um produto no mercado com um preço formado para atender somente aos interesses internos. É preciso considerar as influências externas, como a concorrência, a inflação, o momento econômico pelo qual passa o país, além de muitos outros fatores.

 

Detalhes do Produto

Livro Impresso
Book
Capítulos

Formato
Subscription
Criptografado
Não
SKU
BPDS000304647
ISBN
9788547228392
Tamanho do arquivo
0 Bytes
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
Formato
PDF
Criptografado
Sim
Impressão
Desabilitada
Cópia
Desabilitada
Vocalização de texto
Não
SKU
Em metadados
ISBN
Em metadados
Tamanho do arquivo
Em metadados