Epidemiologia - Teoria e Prática

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Contém os fundamentos históricos, conceituais e metodológicos, bem como as aplicações práticas da epidemiologia. Os 24 capítulos estão dispostos em cinco partes. Na primeira são apresentados um histórico e os conceitos gerais 

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27 capítulos

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1 Conceitos Básicos de Epidemiologia

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Capítulo 1

CONCEITOS BÁSICOS DE EPIDEMIOLOGIA

    I. Considerações gerais

A. Áreas temáticas

B. Definições da epidemiologia através do tempo

C. Premissas básicas

D. Métodos de investigação

E. Corpo de conhecimentos

F. Aplicações da epidemiologia

G. Especificidade da epidemiologia

H. Três aspectos da prática da epidemiologia

   II. Perspectiva histórica

A. Evolução da epidemiologia até o século XIX

B. O século XIX

C. A primeira metade do século XX

D. A segunda metade do século XX

E. Pilares da epidemiologia atual

  III. Comentário final

Questionário

Leitura complementar

Referências bibliográficas

 

 

O capítulo tem por objetivos apresentar uma visão geral da epidemiologia e familiarizar o leitor com os respectivos conceitos e temas básicos, que serão expandidos posteriormente. Parte substancial da matéria é abordada sob perspectiva histórica, realçando a evolução, a utilização atual e a posição de grande abrangência alcançada pela epidemiologia moderna.

 

2 Usos da Epidemiologia

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Capítulo 2

USOS DA EPIDEMIOLOGIA

I. Principais usos da epidemiologia

1. Diagnóstico da situação de saúde

2. Investigação etiológica

3. Determinação de riscos

4. Aprimoramento na descrição do quadro clínico

5. Determinação de prognósticos

6. Identificação de síndromes e classificação de doenças

7. Verificação do valor de procedimentos diagnósticos

8. Planejamento e organização de serviços

9. Avaliação das tecnologias, programas ou serviços

10. Análise crítica de trabalhos científicos

II. Principais usuários da epidemiologia

1. O sanitarista

2. O planejador

3. O epidemiologista-pesquisador (ou professor)

4. O clínico

III. Comentário final

Questionário

Exercícios e leitura complementar

Referências bibliográficas

 

 

O capítulo contém diversos tópicos referentes à aplicação da epidemiologia, o que complementa a introdução, a este respeito, mostrada no capítulo anterior.

 

3 Saúde e Doença

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Capítulo 3

SAÚDE E DOENÇA

I. Conceitos de saúde e de doença

II. História natural da doença

A. Padrões de progressão das doenças

B. Duas concepções de história natural da doença

C. Fases da história natural da doença

D. Etiologia e prevenção

III. Classificação das medidas preventivas

A. Medidas inespecíficas e específicas

B. Prevenção primária, secundária e terciária

C. Cinco níveis de prevenção

D. Medidas universais, seletivas e individualizadas

IV. Modelos para representar fatores etiológicos

A. Cadeia de eventos

B. Modelos ecológicos

C. Rede de causas

D. Múltiplas causas — múltiplos efeitos

E. Abordagem sistêmica da saúde

F. Etiologia social da doença

G. Vantagens e limitações dos modelos

V. Comentário final

Questionário

Exercícios e leitura complementar

 

4 Indicadores de Saúde

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Capítulo 4

INDICADORES DE SAÚDE

I. Considerações gerais

A. Terminologia: indicador e índice

B. Critérios para avaliação de indicadores

II. Expressão dos resultados

A. Resultados expressos em freqüência absoluta

B. Resultados expressos em freqüência relativa

III. Principais indicadores de saúde

A. Mortalidade

B. Morbidade

C. Indicadores nutricionais

D. Indicadores demográficos

E. Indicadores sociais

F. Indicadores ambientais

G. Serviços de saúde

H. Indicadores positivos de saúde

IV. Epidemiologia descritiva

A. Coeficientes gerais e específicos

B. Questões básicas de epidemiologia descritiva

C. Roteiro para estudos descritivos

D. Fontes de dados para estudos descritivos

E. Conceitos básicos adicionais

V. Diagnóstico de saúde da comunidade

 

5 Morbidade

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Capítulo 5

MORBIDADE

I. Medidas de freqüência das doenças

A. Incidência e prevalência

B. Usos de incidência e prevalência

C. Tipos de incidência

D. Tipos de prevalência

E. Freqüência detectada

II. Conceito de morbidade e fontes de dados para seu estudo

A. Diferentes dimensões da morbidade

B. Fontes de dados para o conhecimento da morbidade

C. Preparo científico de estatísticas

III. Registros rotineiros de atendimentos

A. Prontuários

B. Notificação compulsória

C. Registros de doenças

D. Cruzamento de registros

IV. Inquéritos de morbidade

A. Tipos de inquérito

B. Inquéritos por entrevistas e por exames

C. Inquéritos gerais de morbidade

D. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD)

E. Inquéritos específicos de morbidade

F. Inquérito em duas etapas

 

6 Mortalidade

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Capítulo 6

MORTALIDADE

I. O sistema de estatísticas vitais

II. Estatísticas de mortalidade

A. Principais usos das estatísticas de mortalidade

B. Síntese dos principais indicadores de mortalidade

III. Funcionamento do sistema de informações de mortalidade

A. Declaração de óbito

B. Erros nas declarações de óbitos

C. Procedimentos legais para registro de óbitos no país

D. Divulgação de estatísticas vitais no Brasil

IV. Avaliação do sistema de informações de mortalidade

A. Cobertura do sistema de informações de mortalidade

B. Qualidade das informações de mortalidade

C. Como melhorar as nossas estatísticas de mortalidade?

D. Investigações sobre a mortalidade

V. Principais indicadores

A. Mortalidade por idade

B. Mortalidade por causas

C. Razões de mortalidade

D. Esperança de vida (ou expectativa de vida)

 

7 Fecundidade

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Capítulo 7

FECUNDIDADE

I. Considerações gerais

A. Os termos “fertilidade” e “fecundidade”

B. Fontes de dados para o estudo da fecundidade

II. As taxas mais empregadas em demografia e saúde

A. Taxa bruta de natalidade

B. Taxa de fecundidade geral

C. Taxa de fecundidade específica, por idade

D. Taxa de fecundidade total (TFT)

E. Taxa bruta de reprodução (TBR)

III. Determinantes da fecundidade de uma população

IV. Registro de nascimentos

A. Procedimentos legais para registro de nascimentos

B. Modelo de declaração de nascido vivo, no Brasil

C. Avaliação do sistema de informações sobre nascimentos, no Brasil

V. Sub-registro de nascimentos

A. Razões da existência de sub-registro de nascimentos

B. Repercussões do sub-registro de nascimentos

C. Estimativas do sub-registro de nascimentos, no Brasil

 

8 Transição Demográfica e Epidemiológica

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Capítulo 8

TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA

I. Dinâmica populacional

A. Recenseamentos demográficos

B. Precisão e uso das estatísticas de população

C. Projeções para o futuro

D. População mundial

II. Teoria da transição demográfica

A. Considerações gerais

B. Fases da transição demográfica

C. Inter-relações entre transição demográfica e estrutura, por idade e sexo, da população

D. Teorias alternativas ou complementares

E. Síntese sobre a transição demográfica

III. Teoria da transição epidemiológica

A. Considerações gerais

B. Algumas situações a destacar

C. Síntese sobre a transição epidemiológica

IV. Situação da saúde no mundo atual

A. Classificação dos países

B. Situação de saúde, por categoria de país

C. Fatores responsabilizados pela melhoria da situação de saúde

 

9 Variáveis Relativas às Pessoas

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Capítulo 9

VARIÁVEIS RELATIVAS ÀS PESSOAS

    I. Considerações gerais

   II. Sexo

  III. Idade

  IV. Grupo étnico

   V. Estado civil e família

  VI. Renda

 VII. Ocupação

VIII. Instrução

  IX. Classe social

   X. Estilo de vida

  XI. Outras variáveis

 XII. Interpretação dos resultados

A. Conduta na interpretação dos resultados

B. Padronização de coeficientes

XIII. Comentário final

Questionário

Exercícios

Referências bibliográficas

 

 

O estudo da distribuição de um agravo à saúde exige, previamente, a organização das informações no tocante às características das pessoas (tema do presente capítulo), do lugar (Cap.10) e do tempo (Cap. 11). Esse procedimento, conhecido como “epidemiologia descritiva”, que foi resumido no Cap. 4, é agora detalhado.

 

10 Variáveis Relativas ao Lugar

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Capítulo 10

VARIÁVEIS RELATIVAS AO LUGAR

  I. Considerações gerais

A. Usos

B. Fontes de dados e unidades de observação

C. Técnicas cartográficas

D. Sistemas de informação geográfica

 II. Principais tipos de comparação geográfica

A. Comparações internacionais

B. Comparações nacionais

C. Comparações de áreas urbanas e rurais

D. Comparações locais

III. Mobilidade da população e saúde

A. Mobilidade da população e saúde no Brasil

B. Tipologia e determinantes das migrações

C. Urbanização

D. Migração estacional

E. Migração internacional

F. Focos naturais de infecção

G. Disseminação das doenças

IV. Interpretação de variações geográficas

A. Conduta na interpretação dos resultados

B. Estudo especial de migrantes

 

11 Variáveis Relativas ao Tempo

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Capítulo 11

VARIÁVEIS RELATIVAS AO TEMPO

   I. Séries temporais

A. Fontes de dados e unidades de tempo

B. Usos

C. Componentes de uma série temporal

 II. Tendência geral (histórica ou secular)

A. Considerações gerais

B. Análise da tendência geral

III. Variações cíclicas

A. Considerações gerais

B. Análise das variações cíclicas

IV. Variações sazonais (ou estacionais)

A. Considerações gerais

B. Análise das variações sazonais

  V. Variações irregulares

A. Considerações gerais

B. Análise das variações irregulares

C. Tipos de epidemia

D. Epidemias e período de incubação das doenças

E. Epidemias e tamanho da população

F. Conglomerado de casos de doenças nãoinfecciosas

 VI. Interpretação de variações temporais

 

12 Métodos Empregados em Epidemiologia

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Capítulo 12

MÉTODOS EMPREGADOS EM EPIDEMIOLOGIA

   I. Três enfoques para pesquisar um tema

1. Estudo de casos

2. Investigação experimental de laboratório

3. Pesquisa populacional

 II. Critérios para a classificação dos métodos empregados em epidemiologia

III. Estudos descritivos

IV. Estudos analíticos

A. Síntese dos principais tipos de estudo analítico

1. Estudo experimental, do tipo “ensaio clínico randomizado”

2. Estudo de coorte

3. Estudo de caso-controle

4. Estudo transversal

B. Lógica da análise de dados em estudos analíticos

   V. Estudos ecológicos

  VI. Classificação prática de tipos de estudo

 VII. A diversificada terminologia concernente aos métodos

VIII. Comentário final

Questionário

Exercícios

Referências bibliográficas

 

13 Estrutura, Vantagens e Limitações dos Principais Métodos

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Capítulo 13

ESTRUTURA, VANTAGENS E LIMITAÇÕES DOS PRINCIPAIS MÉTODOS

   I. Estudo experimental: o ensaio clínico randomizado

A. Delineamento de um ensaio clínico randomizado

B. Vantagens e limitações do ensaio clínico randomizado

 II. Estudo de coorte

A. Delineamento de um estudo de coorte

B. Vantagens e limitações do estudo de coorte

C. Modalidades de estudos de coorte

D. Comparação: ensaio clínico randomizado x estudo de coorte

III. Estudo de caso-controle

A. Delineamento de um estudo de caso-controle

B. Vantagens e limitações do estudo de casocontrole

C. Comparação: estudo de coorte x estudo de casocontrole

IV. Estudo transversal

A. Delineamento de um estudo transversal

B. Vantagens e limitações do estudo transversal

C. Comparação: estudo de caso-controle x estudo transversal

 

14 Etapas de Uma Investigação

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Capítulo 14

ETAPAS DE UMA INVESTIGAÇÃO

   I. Primeira etapa: delimitação do tema

A. Considerações gerais

B. Ilustração de delimitação do tema

 II. Segunda etapa: formulação da hipótese

A. Significado da hipótese em uma investigação

B. Indícios da existência de associação de eventos

C. Elementos de uma hipótese

D. Ilustração de formulação da hipótese

III. Terceira etapa: verificação da hipótese

A. Ilustração de verificação da hipótese

B. Planejamento da verificação da hipótese

1. Escolha do método

2. Ética

3. Comprovação da exposição e adesão às prescrições

4. Contaminação e co-intervenção

5. Avaliação cega e uso de placebos

6. Conclusões de uma investigação

IV. Apresentação dos resultados de uma investigação

A. Seqüência de apresentação dos temas

 

15 Validade de Uma Investigação

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Capítulo 15

VALIDADE DE UMA INVESTIGAÇÃO

I. Introdução

II. Tipos de validade

A. Validade interna

B. Validade externa

III. Viés metodológico

A. Conceito de viés

B. Classificação dos vieses

C. Controle de erros metodológicos

D. Conduta na interpretação dos resultados de uma investigação

IV. Avaliação estatística dos resultados de uma investigação

A. Regressão em direção à média

B. Múltiplos desfechos clínicos

C. Análise de subgrupos

D. Testes estatísticos

V. Comentário final

Questionário

Exercícios

Referências bibliográficas

 

 

O capítulo aborda dois grupos de temas, ambos referentes a aspectos metodológicos de pesquisas. Inicialmente, será considerada a validade de uma investigação, com ênfase no estudo de fatores e situações que interferem nos resultados de uma pesquisa, reunidos sob a denominação de viés, cuja conceituação e classificação são também aqui mostradas. Tais conceitos e esquematizações são úteis como guias para avaliar a qualidade das investigações, como será realçado neste capítulo e nos três próximos.

 

16 Seleção dos Participantes Para Estudo

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Capítulo 16

SELEÇÃO DOS PARTICIPANTES PARA ESTUDO

I. Viés de seleção

A. Indícios para suspeitar da presença do viés de seleção

B. Modalidades de viés de seleção

C. Conduta frente ao viés de seleção

D. Causalidade e viés de seleção

II. O uso de amostras para conhecer a população

A. Censo × amostragem

B. Amostras de conveniência

C. Amostras aleatórias

D. Fontes de erro nas pesquisas por amostragem

III. Modo de escolha de amostras aleatórias

A. Quatro tipos básicos de amostras

B. Amostragem em estágios

C. Seleção do método em função do marco de amostragem

IV. Perdas na amostra original

A. Quantidade de perdas aceitáveis

B. Qualidade das perdas: verificação da representatividade da amostra

V. Tamanho da amostra

A. Considerações gerais sobre o tamanho da amostra

 

17 Aferição dos Eventos

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Capítulo 17

AFERIÇÃO DOS EVENTOS

   I. Viés de aferição

A. Indícios para suspeitar da presença de um viés de aferição

B. Tipos de viés de aferição

C. Causalidade × viés de aferição

 II. Erros de mensuração

A. Característica a ser medida e erro de mensuração

B. Classificação dos erros metodológicos

C. Etiologia dos erros de mensuração

D. Conduta para evitar ou minimizar erros de mensuração

III. Reprodutibilidade e validade

A. Definição dos termos

B. Relação entre reprodutibilidade e validade

C. Necessidade de estimativas de reprodutibilidade e validade

IV. Reprodutibilidade de um teste diagnóstico

A. Considerações gerais

B. Estimativa da reprodutibilidade

 V. Validade de um teste diagnóstico

A. Tipos de validade

B. Estimativa da validade em relação a um padrão

 

18 O Controle de Variáveis

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Capítulo 18

O CONTROLE DE VARIÁVEIS

   I. Viés de confundimento (ou de confusão de variáveis)

A. Terminologia

B. Indícios para suspeitar da presença do viés de confundimento

C. Causalidade e viés de confundimento

 II. Variável de confundimento

A. Características da variável de confundimento

B. Conduta para lidar com a variável de confundimento

III. Interação de variáveis (ou modificação do efeito)

A. Independência × interação de fatores

B. Efeitos sinérgicos × antagônicos

C. Conduta para lidar com a interação

IV. Técnicas para neutralizar o confundimento

A. Restrição de categorias

B. Randomização

C. Grupo-controle

D. Emparelhamento de fatores

E. Estratificação

F. Controle estatístico na fase de análise dos dados

V. Análise multivariada

 

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