Investimentos

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A 10ª edição de Investimentos apresenta conteúdo estruturado e organizado sobre os fundamentos e os princípios de investimentos com uma visão aplicada do dia a dia das Finanças. O objetivo é capacitar estudantes, profissionais e investidores a elaborar uma sofisticada avaliação sobre questões e debates da área com o que há de mais moderno na teoria de finanças.

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Parte 1 - Introdução

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Ambiente de investimento

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Primeiro, antes de entrarmos no assunto de

“investimentos”, consideraremos o papel dos ativos financeiros na economia. Discutiremos a relação entre os títulos e os ativos “reais” que de fato produzem bens e serviços para os consumidores e consideraremos por que os ativos financeiros são tão importantes para o funcionamento de uma economia desenvolvida.

Após esse histórico, examinaremos primeiramente as decisões que os investidores enfrentam quando montam uma carteira de ativos.

Essas decisões de investimento são tomadas em um ambiente em que em geral é possível obter retornos mais altos apenas ao preço de um risco maior e em que é raro encontrar ativos tão mal precificados a ponto de serem pechinchas

óbvias. Esses temas – o trade-off risco-retorno e a precificação eficiente de ativos financeiros

– são centrais para o processo de investimento.

Portanto, vale a pena discutir brevemente suas implicações ao iniciarmos este livro. Essas implicações serão abordadas mais detalhadamente em capítulos posteriores.

 

Parte 2 - Teoria e prática de carteira

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Modelos de índice

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dades estatísticas dessas estimativas e mostramos que elas estão relacionadas com questões práticas enfrentadas pelos gestores de carteira.

Não obstante a simplificação que eles oferecem, os modelos de índice mantêm-se fiéis aos conceitos de fronteira eficiente e otimização de carteira. Empiricamente, os modelos de

índice são tão válidos quanto a suposição de normalidade das taxas de retorno dos títulos disponíveis. Desde que os retornos de curto prazo sejam bem aproximados pelas distribuições normais, os modelos de índice podem ser utilizados para escolher carteiras ótimas quase tão precisamente quanto por meio do algoritmo de Markowitz. Em último lugar, examinamos as carteiras de risco ótimas construídas com o modelo de índice. Embora os princípios sejam os mesmos empregados no capítulo anterior, é mais fácil deduzir as propriedades da carteira e interpretá-las nesse contexto. Mostramos como o modelo de índice

é utilizado para construir uma carteira de risco

 

Parte 3 - Equilíbrio no mercado de ca

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Modelo de precificação de ativos financeiros

O MODELO DE PRECIFICAÇÃO DE ATIVOS

FINANCEIROS,  quase sempre chamado de

CAPM (capital asset pricing model), é uma peça central da economia financeira moderna.

O CAPM oferece uma previsão precisa da relação que devemos observar entre o risco de um ativo e seu retorno esperado. Essa relação atende a duas funções fundamentais.

Primeiramente, oferece uma taxa de retorno de referência para a avaliação de possíveis investimentos. Por exemplo, se estivermos analisando títulos, podemos desejar saber se o retorno esperado de uma ação que previmos

é superior ou inferior ao seu retorno “justo”,

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tendo em vista seu nível de risco. Em segundo lugar, esse modelo nos ajuda a fazer uma suposição fundamentada sobre o retorno esperado dos ativos que ainda não foram negociados no mercado. Por exemplo, como determinamos o preço de uma oferta pública inicial de ações?

Como um projeto novo e importante de investimentos afetará o retorno que os investidores exigem das ações de uma empresa? Embora o CAPM não suporte totalmente testes empíricos, ele é amplamente utilizado em virtude da percepção que oferece e porque sua precisão é considerada adequada para aplicações importantes.

 

Parte 4 - Títulos de renda fixa

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Preço e rendimento das obrigações

NOS CAPÍTULOS ANTERIORES  sobre a relação entre risco e retorno, utilizamos um alto nível de abstração para analisarmos os títulos.

Assumimos implicitamente que uma análise prévia detalhada de cada título já havia sido realizada e que suas características de risco e retorno haviam sido avaliadas.

Agora nos voltamos para análises específicas de determinados mercados de títulos.

Examinamos os princípios de avaliação, os determinantes de risco e retorno e as estratégias de carteira normalmente empregadas dentro e entre os vários mercados.

Analisamos primeiramente os títulos de dí­vida. Um título de dívida representa o direito a um determinado fluxo de renda periódico.

Esses títulos com frequência são chamados de títulos de renda fixa porque prometem um fluxo de renda fixo ou um fluxo de renda determinado de acordo com uma fórmula específica. A vantagem é que eles são relativamente fáceis de entender porque as respectivas fórmulas de pagamento são especificadas com antecedência. A incerteza quanto aos fluxos de caixa é mínima porque a capacidade creditícia do emissor do título é adequada. Isso torna esses títulos um ponto de partida conveniente para a nossa análise sobre o universo de possíveis veículos de investimento.

 

Parte 5 - Análise de títulos

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Análise macroeconômica e setorial

O VALOR INTRÍNSECO DE UMA ação depende dos dividendos e lucros que podem ser esperados da empresa. Esse é o cerne da análise fundamentalista, isto é, a análise de determinantes de valor como as perspectivas de lucro. Basicamente, o sucesso comercial de uma empresa determina os dividendos que ela poderá pagar aos acionistas e o preço que auferirá no mercado de ações.

Entretanto, como as perspectivas da empresa estão amarradas às da economia em geral, a análise fundamentalista deve considerar o ambiente de negócios em que a empresa opera. Para algumas empresas, as circunstâncias macroeconômicas e setoriais podem ter maior influência sobre os lucros do que o desempenho relativo da empresa dentro de seu setor. Em outras palavras, os investidores precisam ter em mente o quadro econômico geral.

Desse modo, ao analisar as perspectivas de uma empresa, com frequência faz sentido começar com o ambiente econômico mais amplo, examinando a situação da economia agregada e até mesmo da economia internacional. A par-

 

Parte 6 - Opções, futuros e outros derivativos

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Mercados de opções: introdução

OS TÍTULOS DERIVATIVOS OU  simplesmente derivativos desempenham um papel amplo e cada vez mais importante nos mercados financeiros.

Esses são os títulos cujos preços são determinados pelo ou “derivam do” preço de outros títulos.

Tanto os contratos de opções quanto os de futuros são títulos derivativos. Seu payoff depende do valor de outros títulos. Os swaps, sobre o qual falaremos no Capítulo 23, também são derivativos. Como o valor dos derivativos depende do valor de outros títulos, eles podem ser instrumentos extremamente eficazes tanto para hedging (cobertura ou proteção) quanto para especulação. Investigaremos essas aplicações nos quatro capítulos subsequentes, começando, neste capítulo, com as opções.

A negociação de contratos de opções padronizados em bolsa nacional teve início em 1973 quando a Bolsa de Opções de Chicago (Chicago

Board Options Exchange – CBOE) começou a listar opções de compra. Esses contratos tiveram um sucesso quase imediato, sobrepujando o mercado de opções de balcão previamente existente.

 

Parte 7 - Gestão de carteira aplicada

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Mercados de opções: introdução

OS TÍTULOS DERIVATIVOS OU  simplesmente derivativos desempenham um papel amplo e cada vez mais importante nos mercados financeiros.

Esses são os títulos cujos preços são determinados pelo ou “derivam do” preço de outros títulos.

Tanto os contratos de opções quanto os de futuros são títulos derivativos. Seu payoff depende do valor de outros títulos. Os swaps, sobre o qual falaremos no Capítulo 23, também são derivativos. Como o valor dos derivativos depende do valor de outros títulos, eles podem ser instrumentos extremamente eficazes tanto para hedging (cobertura ou proteção) quanto para especulação. Investigaremos essas aplicações nos quatro capítulos subsequentes, começando, neste capítulo, com as opções.

A negociação de contratos de opções padronizados em bolsa nacional teve início em 1973 quando a Bolsa de Opções de Chicago (Chicago

Board Options Exchange – CBOE) começou a listar opções de compra. Esses contratos tiveram um sucesso quase imediato, sobrepujando o mercado de opções de balcão previamente existente.

 

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