Educação no Brasil - Um Panorama do Ensino na Atualidade

Autor(es): Andrea RAMAL
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“Tive a honra de trabalhar com a Andrea Ramal na TV por dois anos. O que mais me impressiona, além do profundo conhecimento sobre a Educação no Brasil, é a capacidade que ela tem de comunicar! A Andrea traduz os números e as estatísticas, enxerga bem tanto pela lente dos educadores quanto pela lente dos pais e dos alunos, aponta caminhos e faz da linguagem fácil e direta uma arma poderosa para que todos compreendam o protagonismo da Educação para o desenvolvimento do país.” Ana Luiza Guimarães “Este livro é muito mais que um apanhado de artigos dos últimos seis anos. É um verdadeiro guia para entender como funciona o sistema educacional no país. Escrito de maneira clara e direta, sem papas na língua, Andrea aborda temas políticos, sociais, afetivos e principalmente as novas tendências que vão ao encontro da mentalidade dos jovens. Apresenta-nos conceitos como conteudismo, pais helicópteros, heutagogia e sala de aula invertida. Trata-se de um livro indispensável para pais, professores, alunos e todos que vislumbram uma sociedade mais justa e ética, fruto do poder revolucionário do conhecimento advindo de um processo educacional pulsante e antenado com os dias atuais. Um livro que ultrapassa em muito os muros escolares por sua abrangência coerente e inovadora.” Ana Beatriz Barbosa Silva

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Capítulo 1 Educação no País

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A partir de 2008, a Filosofia se tornou disciplina obrigatória no currículo do ensino médio, conforme a Lei Federal no 11.684/2008, válida para escolas públicas e privadas. No entanto, seis anos depois, ela ainda não estava adequadamente implementada.

Sua presença no currículo é lei, mas nem todas as escolas conseguem incorporá-la como deveriam. E, ainda assim, isso acontece só no ensino médio, quando deveria ser desde a infância. Mais tarde, no mundo acadêmico, sentem-se claramente as lacunas que a sua ausência deixa no pensamento dos jovens. Estou falando dela: a Filosofia.

Questões importantes que a humanidade se coloca desde a Grécia Antiga deveriam ser trabalhadas na escola, com crianças – com as devidas adaptações. A série inglesa da BBC What makes me?, pós-produzida pela MultiRio e veiculada pelo Canal 26 da Net, é uma prova disso. Nela, animações baseadas em histórias clássicas como o barco de Teseu ou a fábula do sapo e o escorpião servem como introdução ao pensar e estimulam novas formas de olhar o mundo.

 

Capítulo 2 Atualidades e Educação

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No dia 13 de agosto de 2014, o candidato a presidente nas eleições de 2014 Eduardo Campos morria tragicamente num acidente de avião. Apesar da comoção geral da nação, era possível encontrar muitos comentários satíricos nas redes sociais, na forma de memes e outros.

Quase tão chocantes quanto a morte trágica de Eduardo Campos são os conteúdos desrespeitosos que rapidamente se espalharam pela web: piadas de mau gosto, teorias da conspiração, dedos apontando “culpados”, tudo em questão de minutos após o acontecido.

Isso vem ocorrendo com cada vez mais frequência nas redes sociais, seja qual for o acidente ou a tragédia da vez.

Como explicar tais reações, tanto de quem cria como de quem aplaude e dissemina esse tipo de conteúdo disfarçado de humor?

Incapacidade de se colocar no lugar de quem sofre, gosto pelo que é bizarro e infame, curtição da desgraça alheia, indiferença absoluta pela vida e o sofrimento humanos?

Gostaria de convidar os pais a refletir: de que educação precisamos para reforçar outros valores, sobretudo neste momento da cibercultura, em que poderosas e velozes tecnologias digitais estão a nosso alcance e podem ser usadas com qualquer finalidade?

 

Capítulo 3 Conversas com os Pais

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Em plena Copa do Mundo de 2014, disputada no Brasil, meu blog começava no G1. Brasil avançava bem: havia passado das oitavas de final vencendo o Chile nos pênaltis, e se preparava para as quartas de final, quando iria enfrentar – e vencer – a Colômbia.

Olá! Esta coluna é um espaço para conversar sobre educação com pais, mães e todos aqueles que, de algum modo, estão envolvidos na formação de crianças e jovens. Será muito bom encontrá-los por aqui toda semana.

Convido você a deixar comentários que possam ampliar o tema tratado e a oferecer suas experiências a outros pais. Mande suas perguntas, poderei respondê-las em outros artigos ;-)

E em ritmo de Copa do Mundo, você já pensou que esse evento pode ser uma ótima oportunidade para educar seu filho para a cidadania? Vou propor algumas maneiras de fazer isso.

Em primeiro lugar, estimule seu filho a observar como se comportam os jogadores. Cada ato de um ídolo é uma forma de dizer às crianças e jovens como deveria ser o mundo.

 

Capítulo 4 Ser Professor no Brasil

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Dia 11 de agosto de 2014: o ator Robin Williams morria, vítima de suicídio. Em meio à comoção geral, como não pensar na sua enorme contribuição para refletir sobre a renovação na escola, com seu personagem John Keating, professor no filme Sociedade dos poetas mortos?

Quando Robin Williams interpretou um professor de literatura nada tradicional, em Sociedade dos poetas mortos (1989), ajudou a popularizar a discussão sobre as formas de ensinar.

O filme conta a história de um mestre, John Keating, que dá aula numa escola muito conservadora. Com métodos bastante inusitados, ele estimula os estudantes a contestar, posicionar-se, pensar livremente e, sobretudo, lutar pelas suas paixões. “Carpe diem” (aproveite o dia), diz aos estudantes. “Tornem as suas vidas extraordinárias.” As lições do professor mudam a vida desses jovens para sempre. Mas o método choca os dirigentes da escola e ele sofre duras represálias. Para culminar, um dos alunos, que desejava seguir a carreira de artista e é impedido pelo pai, acaba se suicidando para não renunciar aos seus sonhos.

 

Capítulo 5 Tendíncias

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Faltavam menos de três meses para as eleições presidenciais de 2014 e a imprensa noticiava que, dos 142,8 milhões de brasileiros que iriam votar, 1,6 milhão tinha 16 ou 17 anos, o que representava 1,1% do total, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Era o mais baixo percentual apresentado no Brasil em 20 anos.

No acontecimento mais importante e decisivo do ano, as eleições, apenas 25% dos brasileiros entre 16 e 17 anos irão votar. A grande maioria não tirou o título de eleitor. Desde 2006, a participação dos jovens dessa faixa etária vem diminuindo cada vez mais.

De fato, o baixo envolvimento da juventude com a política é um fenômeno constatado em diversos países, como o Chile, a Argentina, a Espanha, para citar alguns. As razões são diversas e o assunto exige análises mais complexas do que é possível fazer aqui. Mas quero propor o debate: a participação política dos jovens é estimulada ou, por outro lado, reduzida pela educação que recebem em casa e na escola?

 

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