A Criança em Crescimento

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Livro da renomada autora Helen Bee. Oferece uma alternativa à abordagem utilizada no consagrado A criança em desenvolvimento, da mesma autora, apresentando o desenvolvimento de forma cronológica do período pré-natal até a adolescência.

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Capítulo 1 - Conceitos Básicos e Métodos

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Conceitos Básicos e Métodos

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a última vez que você viu uma criança ou adolescente que fazia certo tempo que não via, existem boas chances de que você tenha feito uma observação do tipo “Como ele cresceu desde a última vez que o vi” ou “Ela se tornou uma linda jovem”. Esses comentários sugerem que nós humanos somos observadores naturais dos modos como mudamos com a idade. Assim como notamos características que parecem não mudar com o passar do tempo. Podemos dizer: “Ele sempre teve uma tendência malvada” ou “Ela sempre foi uma criança muito meiga”. E nossos poderes de observação não se limitam a simples descrições. Também criamos nossas próprias teorias para explicar nossas observações. Você alguma vez já disse coisas como “Eles não disciplinam aquela menina; não é de estranhar que ela seja tão moleque”, ou “Ele é tão inteligente, igual ao pai; eu acho que isso é de família”?

Os cientistas que estudam o desenvolvimento humano fazem exatamente as mesmas coisas. O objetivo deles é produzir observações e explicações que possam ser aplicadas a mais ampla faixa de seres humanos e ao maior número de contextos possível. Para alcançar essa meta, eles estudam tanto a mudança quanto a estabilidade. Além disso, eles fazem previsões sobre o desenvolvimento e utilizam métodos científicos para testá-las.

 

Capítulo 2 - Teorias do Desenvolvimento

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Teorias do Desenvolvimento

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omo aprendemos no Capítulo 1, os psicólogos do desenvolvimento utilizam teorias para formular hipóteses, ou respostas testáveis, para perguntas sobre o porquê do comportamento. É útil categorizar tais teorias por tipo. No nível mais amplo existem três famílias de teorias

– teorias psicanalíticas, teorias da aprendizagem e teorias cognitivas. As teorias dentro de cada uma dessas famílias procuram fornecer aos desenvolvimentistas explicações abrangentes sobre todas as facetas do desenvolvimento humano. Adicionalmente, teorias que tratam das bases biológicas do desenvolvimento e das interações entre esses fatores e o ambiente estendem a compreensão dos desenvolvimentistas das mudanças relacionadas à idade além das oferecidas pelas três grandes famílias de teorias.

Assim, as explicações mais abrangentes dos fenômenos do desenvolvimento muitas vezes incluem ideias das abordagens psicanalítica, da aprendizagem e cognitiva, assim como das teorias biológica e contextual.

 

Capítulo 3 - Desenvolvimento Pré-Natal e Nascimento

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Desenvolvimento Pré-Natal e Nascimento

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história do desenvolvimento humano começa com a união de dois grupos de genes. Logo depois, inicia-se uma dança em que natureza e experiência são parceiras, a qual molda as primeiras 40 semanas do desenvolvimento humano. No contexto dessa dança, uma única célula se transforma em um recém-nascido choroso, mas curioso, que faz sua estreia no mundo externo.

Até pouco tempo atrás, era impossível observar grande parte dessa dança. Contudo, com o rápido desenvolvimento de técnicas que permitem aos cientistas observar os primeiros momentos do desenvolvimento tanto no laboratório quanto no interior do corpo da mãe, os pesquisadores estão fazendo descobertas sobre os processos do desenvolvimento pré-natal que estavam envoltos em mistério até apenas algumas décadas atrás. Ao estudar este capítulo, você vai se familiarizar com algumas dessas descobertas e, esperamos, obter uma melhor apreciação do incrível processo de desenvolvimento pré-natal.

 

Capítulo 4 - Desenvolvimento Físico e Saúde nos Primeiros Dois Anos

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Desenvolvimento Físico e Saúde nos Primeiros Dois Anos

U

ma das características mais fascinantes do comportamento dos bebês é o quanto eles parecem estar sempre ocupados. Eles parecem estar sempre fazendo alguma coisa, manuseando objetos com as mãos, olhando para eles, tocando-os, sentindo seu sabor e fazendo ruídos com eles. Às vezes, essas atividades parecem sem sentido, mas elas proporcionam o tipo de prática de habilidades e informações que os bebês necessitam para seu desenvolvimento físico e cognitivo. Considerando a energia necessária para acompanhar o nível de atividade dos bebês, não é de admirar que seus pais pareçam exaustos na maior parte do tempo.

Neste capítulo, você vai ler sobre os processos através dos quais um neonato relativamente inábil se torna uma criança de 2 anos capaz de se movimentar com eficiência, responder a diversos estímulos sensoriais e perceber o mundo a sua volta com precisão. Você também vai aprender sobre variações importantes entre indivíduos e grupos. Depois de examinarmos as mudanças físicas nos bebês e como sua saúde pode ser mantida, passaremos para uma exploração das capacidades sensoriais e perceptivas dos bebês. Por fim, exploraremos como os marcos do desenvolvimento físico dos primeiros dois anos preparam o palco para a emergência de desenvolvimentos cognitivos e socioemocionais.

 

Capítulo 5 - Desenvolvimento Cognitivo nos Primeiros Dois Anos

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Desenvolvimento Cognitivo nos

Primeiros Dois Anos

A

s propagandas de livros, vídeos e brinquedos caros muitas vezes fazem os pais se perguntarem se estão dando a seu bebê a estimulação necessária para seu melhor desenvolvimento intelectual. Porém, a influência da experiência no desenvolvimento cognitivo é mais evidente nos casos em que uma interrupção drástica no suporte ambiental – subnutrição, abuso infantil, envenenamento por chumbo ou coisas desse tipo – impedem o desenvolvimento intelectual.

Sabe-se há certo tempo que quantidades extraordinárias de estimulação intelectual fazem pouco ou nada para aumentar o desenvolvimento cognitivo de bebês saudáveis (Bruer, 1999).

Assim, pais ansiosos podem ficar tranquilos ao saberem que as pesquisas mostram que o que os bebês precisam para realizar seu potencial intelectual são cuidadores que atendam a todas as suas necessidades e evitem focar de maneira muito estreita em um parâmetro de desenvolvimento específico, tal como a maximização dos escores em testes de inteligência aos quais as crianças serão submetidas quando ingressarem na escola.

 

Capítulo 6 - Desenvolvimento Social da Personalidade nos Primeiros Dois Anos

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Desenvolvimento Social e da

Personalidade nos Primeiros Dois Anos

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primeira infância é o período durante o qual pais e filhos experimentam maior proximidade física do que qualquer outro período do desenvolvimento. A proximidade é agradável para pais e bebês, mas ela também é prática. Em primeiro lugar, os pais geralmente têm que cumprir outras obrigações ao mesmo tempo que cuidam de um bebê. Além disso, manter os bebês próximos ajuda os pais a protegê-los contra danos.

Considerações práticas à parte, a proximidade contribui para o desenvolvimento de fortes laços emocionais entre bebês e cuidadores. A proximidade física oferece aos pais muitas oportunidades de confortar e demonstrar afeto por seus bebês.

Ela também permite que eles interajam com seu bebê trocando sorrisos, caretas ou outras expressões faciais.

No contexto do contato físico frequente, as interações entre bebês e o mundo social a seu redor estabelecem as bases para o desenvolvimento nos domínios social e da personalidade que são o tema deste capítulo. Primeiro examinaremos ideias divergentes propostas por teóricos psicanalíticos sobre os dois primeiros anos; depois consideraremos o processo de apego.

 

Capítulo 7 - Desenvolvimento Físico e Sapúde na Segunda Infância

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Desenvolvimento Físico e Saúde na

Segunda Infância

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bserve um grupo de crianças de 2 a 6 anos em um playground e você provavelmente vai se impressionar com a alegria pura que elas sentem movimentando seus corpos. Elas sobem em coisas, arremessam coisas, correm, saltam e constroem fortalezas usando blocos. Quando uma criança consegue fazer uma dessas coisas pela primeira vez, o prazer e orgulho em seu rosto é algo maravilhoso de admirar. Quando uma criança está se esforçando muito em alguma tarefa física – tentando fazer um sequência de contas de um colar ou construir um castelo usando blocos – seu olhar tende a parecer concentrado. E, mesmo quando crianças dessa idade estão claramente exaustas, elas geralmente se negam a parar de brincar.

O primeiro tópico que abordamos neste capítulo é o desenvolvimento e aprendizado dessas e outras habilidades físicas por parte da criança. A seguir abordamos as necessidades de saúde das crianças pequenas e algumas das ameaças à saúde que elas enfrentam durante esse período. Por fim, consideramos duas rotas desenvolvimentistas atípicas que geralmente são diagnosticadas durante a segunda infância.

 

Capítulo 8 - Desenvolvimento Cognitivo na Segunda Infância

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Desenvolvimento Cognitivo na

Segunda Infância

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bserve uma criança de 1 ano brincando e você vai perceber que seu brincar é dominado por explorações sensoriais dos objetos. Ela parece motivada a tocar e manipular tudo em seu ambiente. Se você observar uma criança de 2 anos, verá que uma nova dimensão foi acrescentada ao brincar sensório-motor – a ideia de que os objetos têm nomes. Quase toda manipulação de objetos é acompanhada por uma questão importante para os adultos que estão próximos: “Quisso?” (O que é isso?).

Alguns anos mais tarde, em torno dos 4 anos, formas sofisticadas de brincar de faz de conta, tais como vestir roupas especiais, tornam-se o modo preferido de brincar. Essas alterações no comportamento lúdico estão subordinadas a profundas mudanças no domínio cognitivo. Entre 2 e 6 anos, período aqui denominado segunda infância, a criança deixa de ser uma criatura dependente, capaz de se comunicar apenas de forma primitiva, para se tornar um ser consideravelmente competente, comunicativo, social, capaz de iniciar a escola. Essas mudanças são o tema do presente capítulo.

 

Capítulo 9 - Desenvolvimento Social e da Personalidade na Segunda Infância

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Desenvolvimento Social e da Personalidade na Segunda Infância

S

e você pedisse a uma amostra aleatória de adultos que descrevesse as características mais importantes das crianças entre 2 e 6 anos, a primeira coisa na lista provavelmente seria a rápida transformação de suas habilidades sociais durante esse período. Crianças que aos 2 anos são “do contra” e passam a maior parte do tempo brincando sozinhas se tornam brincadores cooperativos e habilidosos aos 5 ou 6 anos. Assim, a característica mais evidente das crianças de 6 anos é o quão socialmente “adultas” elas parecem ser, quando comparadas

às crianças de 2 anos. Além disso, o florescimento de suas habilidades físicas, cognitivas e linguísticas acarreta mudanças no modo como essas crianças veem a si mesmas e se relacionam com suas famílias. A maioria também amplia suas redes sociais para incluir pares.

Este capítulo discute todas essas mudanças e familiariza o leitor com as principais explicações teóricas para elas. Primeiro revisamos as ideias propostas pelos teóricos psicanalíticos.

 

Capítulo 10 - Desenvolvimento Físico e Saúde na Meninice

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Desenvolvimento Físico e Saúde na Meninice

A

s crianças em idade escolar têm um tipo maravilhoso de confiança espontânea em seus corpos. A hesitação e rigidez da segunda infância se foram, e as incertezas da puberdade ainda não começaram. Crianças dessa idade podem transitar no mundo com habilidade e começar a praticar esportes com real entusiasmo. É um prazer observar crianças dessa idade nos pátios ou em seus bairros. Elas com frequência têm uma espécie de intenso entusiasmo por sua atividade física.

As mudanças ocultas nos corpos das crianças que permitem os movimentos que conhecemos tão bem – andar de bicicleta, subir, pular, saltar, etc. – são o primeiro tópico discutido neste capítulo. Evidentemente, a meninice tem seus riscos e desafios, e por isso a discussão do domínio físico nesta fase aborda as questões de saúde logo depois. Na seção final do capítulo você vai aprender sobre várias dificuldades comportamentais e emocionais que surgem entre os 6 e 12 anos.

 

Capítulo 11 - Desenvolvimento Cognitivo na Meninice

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Desenvolvimento Cognitivo na Meninice

O

primeiro dia de escola é visto como um dos pontos de transição mais importantes na vida de uma criança. Nos

Estados Unidos, os pais marcam a ocasião de diversas maneiras

– com roupas novas, materiais escolares novos e mochilas e lancheiras cuidadosamente escolhidas. Algumas famílias tiram fotografias do primeiro translado dos filhos no ônibus escolar ou de sua primeira aula. Todos esses modos de reconhecer esse marco importante indicam às crianças que esse dia é especial, e elas começam a se ver como “crianças grandes” envolvidas no sério negócio de estudar, e não como “criancinhas” que passam a maior parte do tempo brincando.

Em todo o mundo industrializado, assim como na maioria das regiões em desenvolvimento, o período entre 6 e 12 anos é dedicado à educação formal. Essa prática universal é moldada pela observação cotidiana de que as habilidades intelectuais necessárias para a aprendizagem formal florescem durante esse período. Além disso, a instrução formal, quer envolva ensinar as crianças a cuidar do gado em uma cultura tradicional quer a ler e escrever em uma cultura industrializada, fornece às crianças as experiências de aprendizagem que tanto se baseiam quanto expandem suas habilidades cognitivas.

 

Capítulo 12 - Desenvolvimento Social e da Personalidade na Meninice

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Desenvolvimento Social e da

Personalidade na Meninice

T

odas as culturas no mundo possuem uma sociedade da infância, na qual as crianças fazem suas próprias regras sociais que diferem daquelas da sociedade adulta. Por exemplo, na maioria dos refeitórios das escolas norte-americanas, a troca de comida é comum, e uma criança que se recuse a trocar pode ser vista como “esnobe”. Contudo, adultos que tentem convencer seus colegas de trabalho a trocar comida provavelmente serão considerados impositivos ou um pouco esquisitos. Essas comparações mostram que as crianças praticam competência social inventando suas próprias regras sociais em vez de simplesmente copiarem as que existem no mundo adulto. Criar e fazer cumprir essas regras ajuda as crianças a aprender a ver as coisas do ponto de vista dos outros e a cooperar.

Sem dúvida, o desenvolvimento cognitivo fornece o alicerce intelectual necessário para a prática de atividades regidas por regras. Mas o que torna únicas as experiências de cada criança dentro do contexto dessas interações universais são as respostas emocionais e comportamentais com que as distintivas personalidades, autoconceitos e histórias de relacionamento contribuem para a equação do desenvolvimento. Você vai aprender sobre esses temas neste capítulo. Iniciaremos pela consideração dos principais temas do desenvolvimento que marcam de maneira única o desenvolvimento social e da personalidade nos anos da meninice e de como os desenvolvimentistas os explicaram. Depois abordaremos os marcos do desenvolvimento do autoconceito e as descobertas da pesquisa no campo da cognição social. Por fim, examinaremos as influências sociais no desenvolvimento da criança em idade escolar, tanto dentro quando fora do sistema familiar.

 

Capítulo 13 - Desenvolvimento Físico e Saúde na Adolescência

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Desenvolvimento Físico e

Saúde na Adolescência

Q

uando você se recorda de sua própria adolescência, você consegue se lembrar de alguma época específica, alguma idade, em que tenha começado a se identificar como um “adolescente”? Foi quando você percebeu as primeiras mudanças da puberdade? Para muitas pessoas, essas mudanças representam o fim da infância e o início de uma nova fase da vida que é claramente diferente do ano que a precedeu, mas, mesmo assim, é consideravelmente diferente da vida adulta.

A adolescência é o período que está psicológica e culturalmente entre a infância e a vida adulta. Como tal, ela não

é um período associado a uma faixa etária claramente definida.

A maioria das culturas concorda que as mudanças físicas da puberdade marcam o início desse período. Independentemente da cultura, a tarefa primordial da adolescência é preparar para a participação na sociedade adulta. Assim, o ponto de término da adolescência varia consideravelmente entre as culturas e é definido por critérios oriundos de todos os três grandes domínios do desenvolvimento: físico, cognitivo e socioemocional.

 

Capítulo 14 - Desenvolvimento Cognitivo na Adolescência

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Desenvolvimento Cognitivo na Adolescência

Q

uando as pessoas pensam sobre a adolescência, as mudanças no sistema reprodutivo, sobre as quais você aprendeu no Capítulo 13, provavelmente são as primeiras mudanças do desenvolvimento que lhes ocorrem. Entretanto, por mais notáveis que sejam, as mudanças físicas associadas à maturação sexual são apenas um componente desse período importante. Por exemplo, se você perguntar a uma criança de 8 anos o que ela quer ser quando crescer, ela provavelmente dirá algo como “bombeiro” ou “veterinário”. Faça a mesma pergunta a um adolescente de 15 anos, e você provavelmente ouvirá algo como: “Bem, estou pensando sobre várias coisas. Eu sei que quero fazer uma faculdade, mas ainda não sei onde, e não tenho certeza sobre o que eu quero estudar”. Essas diferenças refletem mudanças relacionadas à idade na qualidade geral do pensamento.

Neste capítulo, você vai ler sobre os avanços impressionantes no pensamento e na função da memória que ocorrem durante a adolescência. Você também vai aprender sobre os aspectos positivos e não tão positivos da transição para o ensino médio.

 

Capítulo 15 - Desenvolvimento Social e da Personalidade na Adolescência

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Desenvolvimento Social e da

Personalidade na Adolescência

B

aseados no trabalho pioneiro do teórico psicanalítico Erik

Erikson (1959), alguns desenvolvimentistas acreditam que a ausência de ritos de passagem formais, cerimônias que marcam a transição da infância para a vida adulta nas sociedades industrializadas, torna os adolescentes mais vulneráveis a comportamentos de risco como uso de álcool, sexo desprotegido e agressão. Adolescentes que se envolvem nessas atividades, dizem alguns observadores, estão tentando inventar seus próprios ritos de passagem. Como os adolescentes atingem essa meta depende do grupo de pares com o qual eles se identificam.

Para um adolescente, o rito pode envolver se preparar para um teste padronizado como o PSAT* com o qual podem obter uma bolsa de estudos. Para outro, ele pode envolver se unir a uma gangue de rua.

A consideração de ritos de passagem nos faz lembrar o conceito de andaimes de Vygotsky. Os adolescentes estão conscientes da necessidade de transição para a vida adulta, e eles dão muitos passos para essa meta sozinhos. Todavia eles precisam de adultos para abrir caminho e dar-lhes apoio quando seus passos para a maturidade se revelam equivocados, quer esse apoio ocorra no contexto de ritos de passagem formais quer de maneiras mais informais.

 

Epílogo

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Epílogo

O Processo de Desenvolvimento

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ualquer estudo do desenvolvimento infantil e adolescente está fadado a incluir milhares de pequenos detalhes que podem ser reunidos para responder perguntas do tipo Quando se desenvolvem os pulmões?

Quais são as características dos balbucios? Em que ordem uma criança deixa de brincar de faz de conta com objetos e passa para o desempenho de papéis? Quais são os limites do pensamento lógico? Quais são os fatores de risco para os transtornos alimentares?

Todos esses detalhes são importantes, mas aprender sobre eles pode fazer com que os alunos percam de vista o quadro mais amplo. Nosso objetivo escrevendo este epílogo é encorajar o leitor a dar um passo atrás em relação a todos os detalhes sobre os quais leu neste livro e pensar mais uma vez sobre o processo global de desenvolvimento. Iniciaremos pela consideração do padrão geral que se encontra em toda mudança desenvolvimentista.

Transições, consolidações e sistemas

 

Teste Prático Abrangente

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Teste Prático Abrangente

UNIDADE UM | FUNDAMENTOS

Capítulo 1

Conceitos básicos e métodos

1. A filosofia que propõe que os adultos podem moldar as crianças como quer que desejem é denominada a. b. c. d.

moralidade. lousa vazia. pecado original. bondade inata.

2. Os aperfeiçoamentos na função da memória das crianças se situam no domínio _____________________ do desenvolvimento. a. b. c. d.

físico cognitivo social emocional

3. Qual dos seguintes é um exemplo de uma tendência inata que é partilhada por praticamente todos os bebês? a. b. c. d.

Chorar e se abraçar para que os outros cuidem deles.

Dormir durante a noite.

Não gostar de alimentos sólidos.

Serem fáceis de acalmar quando se perturbam.

4. Quando uma lagarta se transforma em uma borboleta, isso é um exemplo de a. b. c. d.

mudança quantitativa. mudança contínua. mudança entre espécies. mudança qualitativa.

5. Mudanças que são comuns a todo indivíduo em uma espécie e estão ligadas a idades específicas são chamadas de mudanças

 

Respostas das Preparações para Testes

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Respostas das

Preparações para Testes

Capítulo 1

UMA INTRODUÇÃO AO DESENVOLVIMENTO HUMANO (p. 30-33)

1. (1)B (2)A (3)C

2.

Teórico

Métodos de estudo do desenvolvimento

Charles Darwin

Biografias de bebês

G. Stanley Hall

Questionários, entrevistas

Arnold Gesell

Laboratórios equipados com dispositivos de observação de via única e câmeras de filmagem

3. A ciência do desenvolvimento utiliza teorias e pesquisas de muitas disciplinas (p. ex., biologia, psicologia).

4. Como essa questão indaga sobre as experiências dos próprios alunos, muitas respostas são possíveis. Eis alguns exemplos de respostas corretas para cada célula na tabela:

Evento desenvolvimentista

Período

Físico

Cognitivo

Socioemocional

Primeira infância (nascimento aos 2)

Caminhar

Falar

Apego

Segunda infância (2 aos 6)

Andar de triciclo

Inventar histórias

Brincar cooperativo

 

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