O Desenvolvimento da Criança: Do nascimento à Adolescência

Autor(es): Gabriela Martorell
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Este novo livro da Série A direcionado a estudantes de Psicologia apresenta os marcos do desenvolvimento humano do nascimento até a adolecência, auxiliando os estudantes da área a compreenderem os aspectos biológicos, psicológicos e sociais que influenciam esse processo. Escrito de forma acessível, combina conteúdo acadêmico, pensamento crítico e aplicações da teoria à vida real em um formato visualmente atraente, dinâmico e interativo.

16 capítulos

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Capítulo 1 - Introdução ao desenvolvimento infantil

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INTRODUÇÃO AO

DESENVOLVIMEN

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20 O estudo do desenvolvimento infantil

O QUE VEM POR AÍ

20 Influências no desenvolvimento

25 Questões no desenvolvimento

27 Teorias do desenvolvimento infantil

35 Métodos de pesquisa

Em 1877, um jovem pai estava sentado observando seu filho recém-nascido e, com uma caneta na mão, fazia anotações meticulosas sobre os comportamentos da criança. “Durante os primeiros sete dias de vida, várias ações reflexas, por exemplo, espirrar, soluçar, bocejar, esticar-se e, obviamente, sugar e chorar, são bem executadas pelo meu bebê”, escreveu o orgulhoso novo pai. “No sétimo dia, toquei a sola nua de seu pé com um pedacinho de papel e ele o afastou, encurvando ao mesmo tempo seus dedos, como uma criança mais velha faz quando fazemos cócegas nela. A perfeição desses movimentos reflexos mostra que a extrema imperfeição dos movimentos voluntários não se deve ao estado dos músculos ou dos centros de coordenação, mas ao aparecimento da vontade.”

 

Capítulo 2 - Concepção, hereditariedade e ambiente

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CONCEPÇÃO,

HEREDITARIEDA

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46 Concepção e infertilidade

O QUE VEM POR AÍ

49 Mecanismos de hereditariedade

52 Anormalidades genéticas e cromossômicas

56 Estudando a influência da hereditariedade e do ambiente

59 Características influenciadas pela hereditariedade e pelo ambiente

Antes de se casarem, Tania e Paul falaram sobre ter filhos um dia, mas concordaram em esperar até que tivessem segurança emocional e financeira como casal antes de iniciarem uma família. Depois de três anos de casamento, eles decidiram que estavam prontos para serem pais. Tania observou atentamente o calendário, contando os dias depois de cada período menstrual para aproveitar a “janela fértil”. Como, depois de dois meses, ela ainda não tinha engravidado, perguntou-se o que poderia ter dado errado. O que ela e Paul não se deram conta é que, embora uma mulher geralmente seja fértil entre o 6o e o 12o dia do ciclo menstrual, o momento de ocorrência da janela fértil pode ser imprevisível (Wilcox,

 

Capítulo 3 - Gravidez e desenvolvimento pré-natal

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GRAVIDEZ

E DESENVOLVIMENTO

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66 Estágios do desenvolvimento pré-natal

O QUE VEM POR AÍ

70 Influências no desenvolvimento pré-natal

76 Monitorando o desenvolvimento pré-natal

Em 1971, o escritor Michael Dorris adotou um menino sioux cuja mãe consumiu muita bebida alcoólica durante a gravidez. O menino, Abel, era pequeno para sua idade, não fora instruído no que se refere à higiene e só sabia falar 20 palavras. Dorris estava convencido de que, com um ambiente favorável, a jovem criança poderia se recuperar. Infelizmente, o dano tinha sido grande demais. Aos 4 anos, Abel ainda usava fraldas e pesava apenas 12 quilos. Ele não conseguia se lembrar do nome de seus amigos, era hiperativo e tinha convulsões graves inexplicáveis. Quando entrou na escola de ensino fundamental, ele teve dificuldade para aprender tarefas como contar ou identificar cores primárias, e testes revelaram que ele tinha um quociente de inteligência (QI) na faixa de 60. Embora posteriormente tenha aprendido a ler e a escrever, nunca aprendeu a somar, subtrair, contar dinheiro ou a realizar outras tarefas essenciais da vida diária.

 

Capítulo 4 - O nascimento e o recém-nascido

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O NASCIMENTO

E O RECÉM-NASCIDO

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82 Como o nascimento mudou

O QUE VEM POR AÍ

83 O processo do nascimento

86 O recém-nascido

91 Complicações do nascimento e suas consequências

94 Neonatos e pais

Emily embalava-se lentamente enquanto folheava sua nova aquisição – um livro descrevendo o processo de nascimento e os primeiros meses de vida de uma criança. Ela mordia o lábio pensativa, fazendo anotações cuidadosas às margens e sublinhando as passagens que considerava importantes.

Desde oito meses atrás, quando percebeu que estava grávida de seu primeiro filho, ela aguardava a chegada dele com muita expectativa. Nove meses pareciam uma eternidade.

Mas, agora, com a aproximação do fim de sua gravidez, ela sentia um misto de excitação e apreensão. Depois de sua longa gravidez, ela estava cansada de seus pés inchados, da azia e da sensação de falta de fôlego. Estava ansiosa para ver seu filho. Mas como seria o parto? Doeria muito? Como seria ter um recém-nascido? Ela saberia o que fazer? Emily pousou a mão sobre sua barriga protuberante, acariciando-a em pequenos círculos, e suspirou.

 

Capítulo 5 - Desenvolvimento físico e saúde de 0 a 3 anos

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DESENVOLVIMENTO FÍSICO

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SAÚDE DE 0 A 3

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O QUE VEM POR AÍ

102 Crescimento e desenvolvimento físico inicial

104 O cérebro e o comportamento reflexo

107 Capacidades sensoriais iniciais

108 Desenvolvimento motor

112 Saúde

Quando William nasceu, ele tinha 50 cm e pesava 3.400 g.

Apresentava pequenos repentes de sono na maior parte do dia e da noite e chorava quando precisava ser alimentado, mudado ou acalmado. Durante os 12 meses seguintes,

William cresceu quase 25 cm e ganhou 9 kg. Embora não caminhasse sozinho quando completou 1 ano, ele era capaz de ficar de pé ou atravessar a sala apoiando-se em alguma coisa ou, quando motivado, arrastar-se com incrível rapidez.

Usando gestos, tais como esticar os braços quando queria ser pego, e um pequeno vocabulário de elocuções de uma palavra, William era capaz de comunicar suas necessidades e seus desejos. Para alívio de seus pais, ele agora dormia a noite inteira e tirava duas sonecas curtas durante o dia.

 

Capítulo 6 - Desenvolvimento cognitivo de 0 a 3 anos

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DESENVOLVIMEN

COGNITIVO DE 0

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O QUE VEM POR AÍ

124 Abordagem behaviorista: mecânica básica da aprendizagem

124 Abordagem psicométrica: testes do desenvolvimento e da inteligência

126 Abordagem piagetiana: o estágio sensório-motor

129 Abordagem do processamento de informações: percepções e representações

132 Abordagem da neurociência cognitiva: as estruturas cognitivas do cérebro

132 Abordagem sociocontextual: aprendendo com os cuidadores

133 Desenvolvimento da linguagem

Quando Ava nasceu, o sinal mais óbvio de seu desenvolvimento ao longo do tempo foi o rápido aumento de tamanho e o desenvolvimento de sua capacidade motora. Contudo, mudanças ainda mais significativas estavam ocorrendo em sua mente. Quando bebê, ela pensativamente focava seus grandes olhos nos objetos que achava interessantes ou de forma desajeitada levava brinquedos à boca para explorá-los. Ao começar a engatinhar e depois a caminhar, seu mundo cresceu com ela. Usava as mãos, os olhos e as orelhas para aprender mais sobre o mundo a seu redor, sacudindo e jogando brinquedos, apontando para objetos que lhe interessavam, dizendo sua primeira palavra e deslizando seus dedos sobre revistas como se elas fossem telas de um iPad.

 

Capítulo 7 - Desenvolvimento psicossocial de 0 a 3 anos

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DESENVOLVIMEN

PSICOSSOCIAL

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146 Emoções e temperamento

O QUE VEM POR AÍ

150 Apego

154 O self em desenvolvimento

158 Relacionamento com outras crianças

Zev foi um bebê difícil desde o início. Ele chorava com vigor ao mudar as fraldas, se estava com frio ou com fome e, já mais velho, protestava veementemente quando alguém que não a mãe o segurasse. Com o passar do tempo, no entanto, o tratamento carinhoso dos pais construiu sua autoconfiança. E, embora aos 18 meses ele ainda conferisse visualmente com os pais antes de pegar um novo brinquedo ou correr um possível risco, Zev dava seus primeiros passos de forma alegre em um novo lugar de recreação enquanto os pais estivessem por perto. Aos 3 anos, ainda que tenha ficado com medo no primeiro dia em que foi deixado na pré-escola, a confiança que ele sentia nos pais o levou a esperar que as outras pessoas fossem boas com ele também, sendo capaz de, mesmo hesitante, estabelecer novos relacionamentos com outras crianças. Todos esses desenvolvimentos relacionados que ocorrem durante os três primeiros anos da vida se enquadram sob o rótulo de desenvolvimento psicossocial, o tópico deste capítulo.

 

Capítulo 8 - Desenvolvimento físico e saúde na segunda infância

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DESENVOLVIMENTO FÍSICO

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SAÚDE NA SEGUNDA

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166 Crescimento físico

O QUE VEM POR AÍ

166 Sono

168 Desenvolvimento motor

170 Saúde e segurança

Foi o primeiro dia de Eva no jardim de infância. Enquanto a levava de carro para a escola, seu pai refletia sobre o quanto ela havia mudado em uns poucos anos. Aos 2 anos, Eva tinha sido um bebê rechonchudo com bochechas redondas e cachos castanhos, entusiasticamente andando em seu mundo em rápida expansão. Agora, aos 5 anos, Eva tinha perdido sua barriga de bebê e seus membros tinham se alongado.

Ela era capaz de pular com qualquer uma das pernas, andar para trás e usar utensílios com facilidade. Tagarelava, fazia perguntas sobre tudo a seu redor e tinha fortes preferências por comidas, roupas e brinquedos.

Neste capítulo, discutiremos o desenvolvimento físico dos

3 aos 6 anos. Na segunda infância, as proporções corporais das crianças mudam, e elas ficam mais altas e mais delgadas.

 

Capítulo 9 - Desenvolvimento cognitivo na segunda infância

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DESENVOLVIMENTO

COGNITIVO NA

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O QUE VEM POR AÍ

182 Abordagem piagetiana: a criança pré-operacional

186 Abordagem do processamento de informações: desenvolvimento da memória

188 Abordagens psicométrica e vygotskiana: inteligência

190 Desenvolvimento da linguagem

192 Educação na segunda infância

Um jovem pesquisador sentou-se de frente para Schi, de 6 anos. “O que é memória?”, perguntou a ele, com uma caneta na mão para fazer apontamentos sobre a resposta da criança. Schi levantou os olhos para o cientista e disse simplesmente: “Quando você se lembra de alguma coisa”. “Mas como você se lembra?”, insistiu o pesquisador. “Bom”, o menininho respondeu, “De repente vêem à cabeça. Quando te disseram alguma coisa, aquilo vem à cabeça. Depois ela sai e depois volta... para o céu”.

A maioria das pessoas sorriria diante desses voos da imaginação e passaria adiante, mas o jovem cientista que estava entrevistando Schi era ninguém menos que Jean Piaget. Piaget usou as entrevistas de Schi, bem como de outras crianças de diversas idades, para ajudá-lo a desenvolver suas teorias do desenvolvimento cognitivo. Por meio das brilhantes reflexões de Piaget e sua pormenorizada análise do comportamento das crianças, as sementes da revolução cognitiva e da psicologia do desenvolvimento como campo de estudo foram lançadas.

 

Capítulo 10 - Desenvolvimento psicossocial na segunda infância

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DESENVOLVIMENTO

PSICOSSOCIAL NA

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200 O desenvolvimento do self

O QUE VEM POR AÍ

202 Gênero

208 Brincar

210 Parentagem

213 Comportamento pró-social e agressivo

Os gêmeos de 5 anos Derek e Sophie foram criados na mesma família pelos mesmos pais e frequentam a mesma escola.

Sophie é mais extrovertida e mais agressiva do que Derek e com frequência se envolve em discussões quando está brincando com outras crianças. Apesar de mais quieto, Derek brinca de maneira muito mais impetuosa do que Sophie – virando cambalhotas com os outros meninos e passando seu tempo livre correndo e pulando. Os pais de Derek e Sophie observaram que, enquanto Sophie precisa de um pulso relativamente firme, Derek responde de modo mais rápido a apelos por empatia e a discussões sobre o modo como suas ações afetam os outros. Por que essas duas crianças são tão diferentes? Suas diferenças devem-se ao gênero? Aos modos distintos com que os pais lidam com elas? Às diferenças inatas em seu temperamento e sua personalidade? O que influencia quem elas são?

 

Capítulo 11 - Desenvolvimento físico e saúde na terceira infância

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DESENVOLVIMENTO FÍSICO

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SAÚDE NA TERCEIRA

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220 Desenvolvimento físico

O QUE VEM POR AÍ

221 Nutrição e sono

223 Desenvolvimento motor e atividade física

224 Saúde e segurança

Alex corria o mais rápido que podia pelo pátio, rindo enquanto seus amigos tentavam, mas não conseguiam, pegá-lo. Seu largo sorriso entre falhas nos dentes aparecia brevemente quando ele olhava para trás com regozijo. As pernas de Alex mostravam-se robustas e seguras quando ele saltava do pátio para o campo de futebol ao lado, embora seus joelhos ralados e uma mancha roxa no braço indicassem que nem sempre tinha tanta sorte ao chegar ao chão. Ele estava fazendo o que as crianças mais gostam de fazer: brincar. Perto da hora de jantar, Alex estava faminto; à noite, seus esforços físicos faziam com que caisse em um sono profundo.

Neste capítulo, focamos o desenvolvimento físico e a saúde na terceira infância. Exploramos o crescimento normal e o desenvolvimento cerebral e os fatores que os promovem, incluindo nutrição adequada, sono de qualidade e boa saúde. Além disso, vamos debater sobre quando a saúde não

 

Capítulo 12 - Desenvolvimento cognitivo na terceira infância

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DESENVOLVIMENTO

COGNITIVO NA

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O QUE VEM POR AÍ

236 Abordagem piagetiana: a criança no estágio do pensamento operatório concreto

238 Abordagem do processamento de informações: atenção, memória e planejamento

239 Abordagem psicométrica: avaliação da inteligência

242 Linguagem e alfabetização

244 A criança na escola

“Como será minha nova professora?” Amira, de 6 anos, pensa sobre isso enquanto sobe as escadas de sua escola, encolhendo seus pequenos ombros entre as alças de sua nova mochila floreada e puxando seu cabelo curto para trás das orelhas. “Será que o trabalho vai ser difícil? Que outras crianças vão gostar de mim? Do que vamos brincar no recreio?” Amira para diante da entrada da frente, respira fundo e entra. “Tomara que eu goste da escola de verdade”, ela diz suavemente.

Assim como Amira, a maioria das crianças chega à primeira série com uma mistura de avidez e ansiedade. O primeiro dia da escola é um marco – um sinal dos avanços desenvolvimentistas que possibilitam esse novo status. Neste capítulo, examinamos os avanços cognitivos durante os primeiros 5 a

 

Capítulo 13 - Desenvolvimento psicossocial na terceira infância

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256 O self em desenvolvimento

O QUE VEM POR AÍ

257 A criança na família

264 A criança entre seus pares

“Estou no quarto ano”, diz Emily. “Moro com minha mãe e meu irmão, e meu pai mora em outra casa. Gosto de brincar com meus amigos, sou boa em natação e gosto de gatos. Sou engraçada e brincalhona. Acho que ajudo em casa, mas minha mãe diz que isso é mentira.”

Emily, de 8 anos, é uma menina típica de sua idade. Neste capítulo, mapeamos a riqueza e a variedade das vidas social e emocional de crianças em idade escolar como Emily. Observamos como a criança desenvolve um conceito mais realista de si mesma e adquire mais competência, autossuficiência e controle emocional. O contato com seus pares permite que faça descobertas sobre suas próprias atitudes, seus valores e suas habilidades. Mesmo assim, a família continua a ter uma influência fundamental. A vida da criança é afetada não apenas pelo modo como os pais encaram a criação dos filhos, mas também pelo fato de os pais trabalharem ou não, pelo tipo de trabalho que realizam, pelas condições socioeconômicas (CSE) da família e por sua estrutura ou composição.

 

Capítulo 14 - Desenvolvimento físico e saúde na adolescência

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SAÚDE NA

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276 Adolescência

O QUE VEM POR AÍ

277 Puberdade

281 O cérebro

281 Saúde física e mental

“Foi superconstrangedor”, Sara escreveu em seu diário. “Fui hoje com minha mãe comprar meu primeiro sutiã, e ela ficava pegando modelos diferentes e ficava gritando: ‘Você gosta desse? E desse aqui?’ e simplesmente não parava. Ela me deixa louca. Parece que ela faz isso só pra me fazer passar vergonha. Finalmente encontramos um e quando chegamos em casa, vesti o sutiã, e é estranho.” Sara parou um pouco, mordendo a ponta da caneta, pensativa. “Tudo é muito esquisito”, escreveu por fim. Sara, como toda garota, chegou à puberdade e embarcou no próximo capítulo da vida: a adolescência.

Neste capítulo, falamos sobre as transformações físicas da adolescência e como elas afetam os sentimentos dos jovens. Consideramos o impacto da maturidade precoce ou tardia. Discutimos questões de saúde associadas a essa

 

Capítulo 15 - Desenvolvimento cognitivo na adolescência

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COGNITIVO NA

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294 Desenvolvimento cognitivo

O QUE VEM POR AÍ

298 Desenvolvimento moral

301 Questões educacionais e profissionais

Adam tem 15 anos. Às vezes, ele sente que seus pais simplesmente não entendem o mundo atual – que a visão de vida deles é antiquada. Os pais, por sua vez, acham que Adam

é obcecado por seu celular e se preocupam em relação a videogames e televisão a cabo. Adam está começando a questionar algumas das crenças morais dos pais que aceitava quando era criança e tenta, com dificuldade, conciliar suas opiniões com as deles. “Na verdade, não tenho certeza do que eu acho ou sinto, nem mesmo do que quero fazer quando for mais velho”, ele afirma. “Ainda estou tentando entender as coisas. Não sei nem se realmente quero ir para a universidade.” Como a maioria dos jovens de 15 anos, Adam está no momento inicial da vida adulta. O modo como ele irá lidar com os próximos anos terá consequências profundas em sua trajetória de vida.

 

Capítulo 16 - Desenvolvimento psicossocial na adolescência

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DESENVOLVIMENTO

PSICOSSOCIAL NA

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312 A busca pela formação da identidade

O QUE VEM POR AÍ

313 Sexualidade

318 Relacionamento com a família e os pares

324 Comportamento antissocial e delinquência juvenil

325 Início da idade adulta

Os pais de John ficaram horrorizados quando ele tingiu os cabelos de verde e passou a usar roupas pretas, mas evitaram fazer disso um bicho de sete cabeças, imaginando que fosse apenas uma fase da adolescência. Os pais de John sabiam que, como muitos adolescentes, ele provavelmente estava realizando experiências com a ideia de identidade e que tipo de pessoa ele queria ser. Nos anos seguintes, sua busca pela identidade o levaria além do visual e o faria concentrar-se na profusão de caminhos em seu futuro.

Neste capítulo, avaliamos o caminho de John enquanto busca pela identidade durante a adolescência. Discutimos como adolescentes lidam com sua sexualidade e como sua individualidade crescente se expressa nos relacionamentos com pais, irmãos e pares. Examinamos as fontes do comportamento antissocial e as formas de reduzir os riscos da adolescência a fim de torná-la um período de crescimento positivo e de expansão de possibilidades. Por fim, direcionamos nosso olhar ao final da adolescência e ao início da idade adulta.

 

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