Administração de Cadeias de Suprimentos e Logística - Integração na Era da Indústria 4.0

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A administração de cadeias de suprimentos continua no topo da agenda dos principais executivos na maioria das empresas, sejam fornecedoras de bens ou de serviços. Para muitas dessas empresas, a cadeia de suprimentos é o aspecto individual operacional mais poderoso na obtenção de vantagens competitivas nos mercados globais, assim como no aumento de lucratividade e crescimento._x000D_
Hoje, é insuficiente para uma empresa buscar excelência apenas em suas operações internas. Nenhuma operação terá sucesso competitivo sustentável se suas parceiras na cadeia de suprimentos não estiverem sinergicamente integradas, coordenadas e trabalhando com o propósito comum de atender com excelência aos mercados visados, principalmente em uma época em que a Indústria 4.0 firma-se como poderosa tendência._x000D_
A segunda edição desta obra traz os principais e mais contemporâneos conceitos e técnicas da área, trabalhando rigor conceitual, aplicabilidade prática e tendências tecnológicas. Para isso, apresenta diversos casos, exemplos e exercícios, não apenas em empresas brasileiras, mas também em situações internacionais. Temas atuais, como Indústria 4.0, gestão de riscos, sustentabilidade, gestão de logística reversa, global sourcing, avaliação de desempenho, gestão de relacionamentos com fornecedores e clientes, coordenação de estoques, análise de processos e gestão de demanda, são tratados de forma aprofundada e prática, com o objetivo de preparar o leitor para os desafios de gerenciar cadeias de suprimentos no mundo globalizado. O livro conta ainda com videoaulas exclusivas do autor que abordam tópicos importantes da área._x000D_
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Livro-texto para as disciplinas Administração de Cadeias de Suprimentos I e II e Logística nos cursos de Administração, Marketing e Engenharia de Produção, nos níveis de graduação, especialização, MBA, mestrado e doutorado. Leitura relevante para profissionais de Cadeias de Suprimentos, Logística, Suprimentos, Distribuição Física, Produção e Operações e Marketing. Literatura de apoio para várias disciplinas, como Administração de Materiais, Administração de Suprimentos e Administração de Produção I e II._x000D_

12 capítulos

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Capítulo 1 Introdução à administração de cadeias globais de suprimentos

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Explicar por que o interesse na administração de cadeias de suprimentos cresceu tanto nas últimas três décadas.

■ Ser capaz de examinar e avaliar como a administração das cadeias de suprimentos pode influenciar a competitividade e o desempenho financeiro da organização.

■ Elencar as principais atividades envolvidas na administração de cadeias de suprimentos.

■ Classificar os principais tipos de cadeias de suprimentos existentes.

■ Argumentar sobre questões de governança, ou seja, a quem cabe a responsabilidade pela administração das cadeias de suprimentos.

A administração de cadeias de suprimentos tem estado, já há duas décadas, no topo da agenda dos principais executivos das empresas, sejam elas fornecedoras de bens ou de serviços. Para grande número destas empresas, a cadeia de suprimentos é o aspecto individual com maior potencial de tornar-se o mais poderoso fator na obtenção de vantagens competitivas nos mercados globais, assim como no aumento de lucratividade e crescimento das empresas.

 

Capítulo 2 Gestão estratégica da cadeia global de suprimentos

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Ser capaz de desenvolver o melhor desenho estratégico geral de uma cadeia de suprimentos para que os produtos fornecidos por ela sejam mais competitivos no mercado.

■ Analisar que parcela da cadeia de suprimentos uma empresa deve possuir e que parcela terceirizar.

■ Entender qual a melhor configuração geral de fluxo de materiais (puxado, empurrado ou híbrido) a ser usada na cadeia de suprimentos.

■ Sintetizar como o projeto do produto e dos processos pode influenciar a eficácia das cadeias de suprimentos.

■ Descrever como os parceiros da cadeia de suprimentos podem colaborar não só na produção e entrega dos produtos, mas também no seu projeto e seus níveis de inovação.

Pela sua importância estratégica para o sucesso competitivo das organizações hoje e no futuro, as decisões de gestão de cadeias de suprimentos não podem mais ser tratadas de forma ad hoc e localizada. É necessário que essas decisões se conformem a um padrão coerente que efetivamente leve a cadeia a atingir desempenhos maiores que aqueles de cadeias concorrentes, nos critérios de desempenho mais valorizados pelos clientes a quem atende ou pretende atender. Este capítulo trata de uma parte importante da formação desse padrão coerente de decisões.

 

Capítulo 3 Gestão dos relacionamentos na cadeia global de suprimentos

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Explicar a influência do nível de confiança que se estabelece entre parceiros no desempenho da cadeia global de suprimentos.

■ Discutir os fatores influentes na determinação do adequado nível de serviço ao cliente.

■ Sintetizar o que é o CRM (customer relationship management) e como gerenciar o relacionamento com os clientes na cadeia de suprimentos.

■ Sintetizar o que é o SRM (supplier relationship management) e como gerenciar o relacionamento com os fornecedores na cadeia global de suprimentos.

■ Analisar os aspectos éticos mais relevantes na gestão dos relacionamentos entre os parceiros da cadeia global de suprimentos.

A gestão de cadeias de suprimentos difere da gestão de operações tradicional porque inclui em suas análises várias unidades operativas e as interações entre elas. Estas interações ocorrem em vários níveis: materiais são trocados (na forma de fluxos diretos de vendas e reversos de devoluções), informações são trocadas (em ambos os sentidos, direto e reverso) e fluxos financeiros são trocados (também em ambos os sentidos).

 

Capítulo 4 Gestão global de suprimentos (global sourcing)

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Sintetizar as vantagens e desafios enfrentados por uma empresa ao deixar de buscar seus suprimentos domesticamente para buscá-los globalmente.

■ Explicar como se estrutura o setor de suprimentos dentro das organizações.

■ Entender como selecionar fornecedores e avaliar seu desempenho numa escala global.

■ Conhecer as vantagens comparativas atuais dos diversos países quando decisões de terceirização global são tomadas.

■ Discutir as potenciais implicações éticas, de responsabilidade social e de sustentabilidade das decisões sobre gestão global de suprimentos.

Pode-se afirmar que “gestão global de suprimentos” e “gestão de suprimentos” são, hoje, termos praticamente sinônimos, já que há algum tempo, com a redução ou queda das barreiras alfandegárias, as empresas não respeitam mais limites territoriais ou nacionais para buscar seus suprimentos ou comercializar seus produtos.

A gestão global de suprimentos é um tema cada vez mais importante para as empresas. Com a noção estabelecida de que cada empresa deveria se concentrar apenas nas atividades que exploram suas competências centrais e terceirizar o restante (sempre que isso trouxer vantagens em custo ou desempenho; ver Capítulo 2), além de a rápida evolução tecnológica fazer com que o escopo das competências centrais fique cada vez menor, a tendência parece ser que as empresas trabalhem cada vez com maior nível de terceirização – daí a importância crescente da gestão de suprimentos dentro das organizações. Hoje considera-se que os custos de materiais como percentagem das vendas estão numa faixa de 45 a 60% para empresas de manufatura (Lambert, 2006).

 

Capítulo 5 Gestão de riscos na cadeia global de suprimentos

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Sintetizar o que é e como avaliar risco, nos seus vários aspectos, no âmbito da gestão global de cadeias de suprimentos.

■ Explicar a importância do gerenciamento de risco em gestão global de cadeias de suprimentos.

■ Discutir como criar cadeias globais de suprimentos que sejam mais resilientes.

■ Entender quais são as principais estratégias para gerenciamento de risco em gestão de cadeias de suprimentos.

■ Orientar sobre como implantar mecanismos de gestão de risco em cadeias globais de suprimentos.

Este capítulo trata da gestão de risco na cadeia global de suprimentos. Esse tema tem preocupado muito os executivos de gestão global de cadeias de suprimentos nos últimos anos, em razão de a crescente globalização ter tornado as cadeias de suprimentos muito mais intrincadas, interdependentes e complexas.

Se, por um lado, as cadeias globais representam enormes oportunidades de redução de custos e de uso de talentos e recursos onde quer que se localizem (ver Capítulo 4), por outro lado, os riscos também aumentaram muito. As cadeias de suprimentos ficaram mais extensas, com mais (e mais diversos) nós interdependentes e a complexidade resultante aumentou exponencialmente.

 

Capítulo 6 Avaliação de desempenho e alinhamento de incentivos na cadeia global de suprimentos

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Descrever o que é um sistema de avaliação de desempenho e quais características deve ter para que cumpra seu papel na gestão de cadeias globais de suprimentos.

■ Sintetizar os principais papéis de um sistema de avaliação de desempenho.

■ Definir quais métricas utilizar na gestão da cadeia global de suprimentos e como utilizá-las.

■ Entender o que é “alinhamento de incentivos” na cadeia global de suprimentos e sua importância.

■ Definir como o alinhamento de incentivos se reflete nas várias formas possíveis de contratos entre parceiros na cadeia global de suprimentos.

Este capítulo trata dos sistemas de avaliação de desempenho e do alinhamento de incentivos em cadeias globais de suprimentos. Esses são temas tão importantes quanto negligenciados em grande número de empresas e cadeias de suprimentos.

Os sistemas de avaliação de desempenho exercem papel crucial em vários aspectos da gestão de operações em geral: um primeiro aspecto é que são parte integrante do ciclo de planejamento-execução-avaliação-controle/ação (às vezes referido como ciclo PDCA nos círculos de gestão de qualidade ou DMAIC nos círculos de seis sigma), que está no cerne de qualquer atividade gerencial de gestão e melhoramento.

 

Capítulo 7 Mapeamento e análise de processos na cadeia global de suprimentos

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Estabelecer os principais processos de negócios das cadeias globais de suprimentos.

■ Descrever os principais modelos usados pelas empresas para gerenciar os processos de suas cadeias globais de suprimentos.

■ Mapear, analisar e melhorar processos nas cadeias globais de suprimentos.

Qualquer produto ou serviço entregue a um cliente, interno ou externo à organização, é sempre resultado de um processo de negócio. Um processo de negócio é um conjunto de atividades relacionadas que trabalha de forma coordenada a fim de criar ou agregar valor para o seu cliente. Todas as organizações, em qualquer nível (indivíduos, setores, departamentos, divisões, empresas), sempre têm fornecedores e clientes e, portanto, também são fornecedores (de seus clientes) e clientes (de seus fornecedores).

Os processos de negócios são transformadores: transformam entradas em saídas de maior valor. Processos de manufatura podem transformar o estado físico ou químico de matérias-primas e componentes, criando produtos; processos de serviços podem transformar o estado de saúde de uma pessoa, de doente para sã; processos de suporte gerencial podem transformar dados brutos em informações úteis para a tomada de decisão.

 

Capítulo 8 Gestão de demanda na cadeia global de suprimentos

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Entender o que é e por que é importante a gestão de demanda.

■ Sintetizar as formas possíveis de se influenciar a demanda percebida por elos numa cadeia de suprimentos de forma a reduzir sua variabilidade.

■ Identificar e explicar as formas possíveis de se prever demanda, de forma a reduzir sua incerteza.

■ Entender as formas possíveis de gerenciar preços, de forma a influenciar a demanda e maximizar as receitas das cadeias de suprimentos.

Uma das funções mais importantes da gestão da cadeia de suprimentos de uma empresa é conciliar eficientemente o suprimento e a demanda dos clientes/usuários finais, quanto aos produtos e serviços oferecidos, de forma a garantir que eles fiquem altamente satisfeitos, tornem-se clientes fiéis e frequentes e recomendem o produto ou serviço a outros clientes, como propagandistas gratuitos. No esforço de conciliação da demanda com o suprimento, é importante que o gestor de cadeias direcione sua atenção não apenas a fim de garantir que o suprimento responda adequadamente à demanda, por meio de uma boa gestão dos fluxos de informação, bens e clientes sendo processados, mas também se preocupe com possíveis formas de gerenciá-la (por exemplo, procurando prevê-la com níveis adequados de precisão e mesmo influenciá-la, tornando-a, por meio de ações, menos volátil e mais estável, quando possível). O objetivo deste capítulo é discutir as técnicas e meios pelos quais a gestão de demanda pode ser feita e também abordar importantes aspectos da gestão do nível de serviço logístico oferecido ao cliente.

 

Capítulo 9 Gestão e coordenação de estoques na cadeia global de suprimentos

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Sintetizar o que são estoques e suas funções principais.

■ Descrever os tipos de estoques envolvidos em gestão global de cadeias de suprimentos.

■ Entender as principais técnicas de gestão de estoques e quando elas são mais indicadas.

■ Explicar o impacto de se ter uma cadeia de suprimentos sem coordenação entre sistemas locais de gestão de estoques.

■ Saber o que e como fazer para estabelecer uma gestão de estoques coordenada na cadeia global de suprimentos.

Este capítulo trata da gestão de estoques na cadeia global de suprimentos, um assunto que continua no alto da lista de prioridades dos executivos. Gestão de estoques afeta a percepção e satisfação do cliente tanto em cadeias de produtos físicos como de serviços. Um cliente em busca de um telefone celular de sua preferência ficará insatisfeito ao perceber que o aparelho não se encontra disponível, da mesma forma que, numa linha aérea, o cliente não apreciará o fato de seu voo sofrer atraso substancial por uma peça sobressalente necessária a sanar um problema identificado não estar disponível de imediato. Gestão de estoques também afeta o resultado financeiro da organização. Excesso de estoques de matérias-primas, material em processo e produtos acabados significa substancial custo de oportunidade e valioso capital de giro indisponibilizado, que afetam a lucratividade e a saúde financeira da operação, além de “esconderem” problemas. Entretanto, em cadeias de suprimentos, uma boa gestão local de estoques não é suficiente. Como será discutido neste capítulo, além de boas práticas de gestão de estoques, a coordenação entre os vários sistemas de estoques envolvidos nas relações fornecedor-cliente da cadeia tem papel essencial para que se evitem desperdícios por redundância de estoques e também que se evitem oscilações e volatilidade da demanda (o chamado “efeito chicote” – ver Capítulo 8), que podem ocorrer na cadeia quando os vários sistemas de gestão de estoques envolvidos operam de forma independente, elevando custos e pondo níveis de serviço ao cliente em risco.

 

Capítulo 10 Gestão da logística em cadeias globais de suprimentos

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Descrever as principais decisões envolvidas no projeto da cadeia de instalações da cadeia global de suprimentos.

■ Saber como decidir sobre centralização ou descentralização de instalações e estoques na cadeia global de suprimentos.

■ Saber como conduzir a decisão sobre localização de unidades na cadeia global de suprimentos.

■ Conhecer as principais decisões na gestão de transportes na cadeia global de suprimentos.

■ Descrever e justificar as principais configurações de estrutura logística de transporte que podem ser usadas em cadeias globais de suprimentos, suas vantagens e desvantagens.

■ Sintetizar o papel dos provedores de serviços logísticos contemporâneos para o sucesso das cadeias globais de suprimentos.

Este capítulo trata da gestão de aspectos logísticos das cadeias globais de suprimentos. Segundo o Council of Supply Chain Management Professionals (CSCMP) (www.cscmp.org), antigo Council of Logistics Management, a logística pode ser definida como:

 

Capítulo 11 Logística reversa e sustentabilidade na cadeia global de suprimentos

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Sintetizar o porquê de a sustentabilidade ter ganhado força como um dos importantes objetivos das cadeias de suprimentos.

■ Entender as vantagens de se desenvolverem cadeias de suprimentos sustentáveis.

■ Explicar as relações entre a sustentabilidade e a logística reversa em cadeias globais de suprimentos.

■ Conceituar os principais fluxos envolvidos na logística reversa e nas cadeias de suprimentos de ciclo fechado e como gerenciá-los.

■ Saber como definir a estrutura logística reversa em cadeias de suprimentos.

Este capítulo trata da gestão de logística reversa (fluxos materiais de sentido contrário àquele que vai dos fornecedores das matérias-primas para o usuário), das cadeias de suprimentos de ciclo fechado (closed loop supply chains) e da sustentabilidade nas cadeias globais de suprimentos. Sustentabilidade em cadeias de suprimentos, de forma bem simples, visa garantir que o atendimento de necessidades correntes da cadeia de suprimentos não comprometa o atendimento, pelas gerações futuras, das suas necessidades. Os dois temas – logística reversa/cadeias de ciclo fechado e sustentabilidade – são aqui tratados num mesmo capítulo porque são conceitos interligados. Na verdade, muitos dos fluxos de logística reversa em cadeias de suprimentos são estabelecidos como parte do esforço de criar cadeias de suprimentos mais sustentáveis. Um exemplo são os fluxos reversos de embalagens usadas de alumínio (latas), indo do usuário final para os fabricantes visando à sustentabilidade, ou seja, aumentar a parcela de matéria-prima reciclada na produção de novos produtos feitos do material, diminuindo a probabilidade de exaustão futura das jazidas de bauxita (o mineral do qual se extrai o alumínio), o que mais cedo ou mais tarde ocorreria se todas as latas de alumínio usadas acabassem nos aterros e lixões, sem reutilização ou reciclagem.

 

Capítulo 12 Indústria 4.0 e suas implicações para as cadeias globais de suprimentos

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Sintetizar corretamente o significado do termo Indústria 4.0 (I4.0).

■ Assimilar as principais tecnologias envolvidas com a Indústria 4.0, suas características principais.

■ Explicar as implicações individuais de cada tecnologia principal envolvida na Indústria 4.0 para a administração de cadeias globais de suprimentos.

■ Explicar de forma embasada as implicações estratégicas e operacionais da Indústria 4.0 como um todo para as cadeias globais de suprimentos.

■ Conceituar as principais alterações e tendências esperadas para o futuro próximo como resultado da Indústria 4.0 nas cadeias globais de suprimentos.

Este capítulo trata da Indústria 4.0 e de suas implicações para as cadeias globais de suprimentos. A Figura 12.1 ilustra, no quadro geral de referência deste livro, onde se localiza a Indústria 4.0 e o seu impacto estratégico na cadeia global de suprimentos.

Figura 12.1 Localização (em preto) da Indústria 4.0 e seu impacto estratégico na cadeia global de suprimentos, no quadro de referência geral usado neste livro.

 

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