Contabilidade para Executivos

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Contabilidade empresarial para executivos e gestores. De José Carlos Marion, Adalberto Cardoso e Ricardo Pereira Rios, este livro aborda os conceitos básicos relativos à contabilidade empresarial para auxiliar executivos e gestores em tomadas de decisão._x000D_
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Com planilha editável de fluxo de caixa para download e videoaulas online, para facilitar estudos e planejamentos, Contabilidade para Executivos está dividido em três partes, que abordam:_x000D_
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• Conceitos de Contabilidade e patrimônio;_x000D_
• Principais relatórios contábeis para as tomadas de decisão; e_x000D_
• Resoluções com base nas demonstrações financeiras._x000D_

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1 A Contabilidade

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Apresentar com clareza o conceito de Contabilidade, explicando para quem ela é elaborada, sua aplicação e suas regras básicas.

• Explicar quais são as características de qualidade das Demonstrações Contábeis.

A Contabilidade surgiu de forma natural e rudimentar para suprir a necessidade de controle do patrimônio pessoal e dos negócios. É imprecisa a data de sua origem. Iudícibus (2015) comenta que vários historiadores apontam a existência de contas cerca de 2.000 a.C. e que é provável que algumas formas mais rudimentares de contagem de bens tenham existido muito antes disso, por volta de quatro milênios a.C.

Com o passar do tempo, acompanhando a evolução da sociedade, a Contabilidade foi se desenvolvendo e tornou-se uma ciência robusta, revelando-se uma área de conhecimento rica e que presta um grande contributo às pessoas e às empresas na prestação de informações úteis para a tomada de decisão e condução de suas finanças pessoais e dos negócios. No entanto, o governo começou a se utilizar dela para arrecadar impostos, tornando-a obrigatória para a maioria das empresas.

 

2 O Patrimônio

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Oferecer o entendimento do termo “patrimônio”.

• Explicar sua composição.

• Explicar a equação patrimonial (Patrimônio Líquido).

Patrimônio é um conjunto de bens, direitos e obrigações susceptível de avaliação em moeda, vinculado a uma pessoa ou empresa, em um determinado momento. O patrimônio compõe-se também de valores a receber, os quais são, por isso, denominados direitos a receber ou, simplesmente, direitos.

Considerando-se apenas os bens e direitos, não se pode identificar a verdadeira situação de uma pessoa ou empresa. É necessário evidenciar as obrigações (dívidas) em relação a esses bens e direitos. Ou seja, não se pode dizer que uma empresa é rica somente pelo patrimônio que demonstra; é preciso também levar em conta as suas dívidas. Por isso, em Contabilidade, a palavra “patrimônio” tem sentido amplo: bens, direitos e obrigações (dívidas).

PATRIMÔNIO

Bens e direitos

Obrigações (dívidas)

 

3 Demonstrações Financeiras ou Relatórios Contábeis

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Fazer o leitor entender as etapas do ciclo da Contabilidade Financeira.

• Apresentar as Demonstrações Financeiras obrigatórias, os tipos de informações que elas produzem e as finalidades dessas informações.

Relatório Contábil é a exposição resumida e ordenada de dados colhidos pela Contabilidade. Ele objetiva relatar às pessoas que utilizam a Contabilidade (usuários da Contabilidade) os principais fatos registrados em um determinado período.

Os Relatórios Contábeis também são conhecidos como Informes Contábeis. Entre eles, os mais importantes são as Demonstrações Financeiras (terminologia utilizada pela Lei das S.A.) ou Demonstrações Contábeis (terminologia preferida pelos contadores mais conservadores).

É importante entender as Demonstrações Financeiras ou Relatórios Contábeis para administrar uma empresa e saber como ela opera. As Demonstrações Financeiras oferecem uma rápida visão econômico-financeira em determinada data e são um ponto de partida para analisar as tendências futuras. Servem como base para planejar os futuros negócios, os orçamentos internos, a arrecadação de impostos, como informação para os acionistas etc.

 

4 Balanço Patrimonial

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Estudar os conceitos da principal Demonstração Financeira: o balanço patrimonial.

• Apresentar ao leitor sua representação gráfica, equação contábil, as origens e aplicações de recursos.

O balanço patrimonial é o principal Relatório Contábil de uma organização ou empresa. Com ele, identifica-se a posição financeira em determinada data do seu exercício social.

O balanço patrimonial é constituído por três grupos de contas; no lado esquerdo, consta o Ativo, que são as aplicações de recursos, e, no lado direito, dois grandes grupos de contas, o Passivo e o Patrimônio Líquido, que são origens de recursos. Vejamos o exemplo da empresa Cia. Jundiaí S.A.:

Esse termo dá uma ideia positiva, favorável, de algo que contribui para a obtenção de produção, de vendas, de lucros.

Ativos são todos os bens e direitos de propriedade da empresa, que são avaliáveis em dinheiro e que representam benefícios econômicos presentes ou futuros.

Bens: Máquinas, terrenos, estoques, dinheiro (moeda), ferramentas, veículos, instalações etc. (coisas úteis à empresa).

 

5 Grupo de Contas do Balanço Patrimonial

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Estudar os grupos de contas que compõem o balanço patrimonial.

• Apresentar os conceitos e as características de cada grupo.

O Ativo está disposto em grupos de contas homogêneas ou de mesmas características. Os itens do Ativo são agrupados de acordo com a sua liquidez, isto é, de acordo com a rapidez com que são convertidos em dinheiro. O Ativo é dividido em dois grandes grupos: Circulante e Não Circulante.

Para classificar um Ativo como Circulante é preciso levar em conta três critérios, primeiro a Lei das Sociedades por Ações, no 6.404/76, que determina como critério de classificação no Ativo Circulante aquilo que se realize até o final do exercício seguinte, portanto, seguindo esse critério, todos os recebíveis até o final do próximo ano serão considerados Ativo Circulante. Segundo, o pronunciamento CPC 26 que trata da apresentação das Demonstrações Contábeis e determina que o critério deva ser de até 12 meses da data do balanço. Dessa forma, por exemplo, um balanço encerrado em março deverá considerar para classificação no Ativo Circulante os recebíveis até março do ano seguinte (e não dezembro como no primeiro critério). Terceiro, ambos consideram e determinam que, se o ciclo operacional da empresa for superior a esses prazos, então ela pode adotar o prazo do ciclo operacional para classificação do Circulante. Isso ocorre em certos tipos de empresa, como, por exemplo, a indústria naval, cujo prazo entre a compra da matéria-prima, a produção e a entrega do navio para receber o contrato é superior a dois anos.

 

6 Notas Explicativas e Evidenciações

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Estudar as Notas Explicativas e Evidenciações das Demonstrações Contábeis.

• Analisar as diversas situações em que as Notas Explicativas e as Evidenciações são aplicadas.

Além das Demonstrações Financeiras já estudadas, a Contabilidade adiciona outras informações complementares a fim de enriquecer os relatórios e evitar que se tornem enganosos.

Tais informações devem ser destacadas no sentido de auxiliar o usuário das Demonstrações Financeiras a entendê-las melhor. As evidenciações destacadas devem ser relevantes quantitativa e qualitativamente.

Quando ocorre mudança nos procedimentos contábeis, de um ano para o outro, ela deve ser destacada se sua repercussão no resultado for relevante (significativa). As evidenciações, também chamadas de disclosure, podem estar mencionadas na forma descritiva, em quadros analíticos suplementares ou de outras formas.

As principais evidenciações são:

1. Notas Explicativas;

 

7 Demonstração do Resultado do Exercício – DRE

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Oferecer aos leitores as seguintes noções:

∘ a cada exercício social, as empresas devem apurar o resultado dos seus negócios;

∘ os conceitos de receita e despesa;

∘ o regime de competência e caixa, os ajustes em relação ao regime de competência;

∘ o efeito do lucro no balanço patrimonial;

∘ a diferença entre despesa e custo;

∘ as destinações do lucro líquido.

A cada exercício social (normalmente, no período de um ano), a empresa deve apurar o resultado dos seus negócios para saber se obteve lucro ou prejuízo. A Contabilidade confronta as receitas (venda, prestação de serviços etc.) com as despesas. Se a receita foi maior do que as despesas, a empresa teve lucro. Se a receita foi menor do que as despesas, teve prejuízo.

O Regime de Competência é a forma de se fazer Contabilidade. Para melhor explicá-lo, destacam-se duas regras básicas: a da Realização da receita e a da Confrontação das despesas.

 

8 Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPAc) e Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL)

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Estudar os relatórios de Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPAc) e Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL).

A Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados tem por finalidade evidenciar a movimentação na conta lucros ou prejuízos acumulados. É um demonstrativo obrigatório.

É muito importante porque ela funciona como um instrumento de integração entre o balanço patrimonial e a Demonstração do Resultado do Exercício, permitindo que visualizemos com clareza o destino do lucro evidenciado nesses demonstrativos de forma estanque.

A destinação (canalização) do lucro líquido para os proprietários (distribuição de dividendos) ou o reinvestimento na própria empresa serão evidenciados na Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados antes de serem indicados no balanço patrimonial.

Elabora-se a Demonstração do Resultado do Exercício com a apuração do lucro líquido. Em seguida, transporta-se esse lucro líquido para a Demonstração dos Lucros ou Prejuízos Acumulados, para efetuar a sua distribuição.

 

9 Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC)

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Discorrer sobre as técnicas contábeis para a elaboração da Demonstração dos fluxos de caixa.

• Conhecer os métodos direto e indireto.

A Contabilidade, aceita e respeitada há muito tempo como uma ciência, não admite ser entendida como uma arte, no sentido de ser somente uma ferramenta financeira, à disposição dos segmentos que compõem a sociedade, para controlar e administrar seus bens, direitos e obrigações, sem base teórica que a fundamente como ciência. O nome “Contabilidade”, atribuído a essa ciência, foi associado à ideia de ela ser a “ciência do contar”, necessidade básica para se poder administrar e mensurar os bens adquiridos, como demonstração e registro de riqueza.

Como toda ciência, a Contabilidade começa a apresentar, com a crescente complexidade dos processos empresariais, suas vulnerabilidades, o que dificulta, ao administrador, uma visão precisa da situação financeira e patrimonial de seu negócio.

Essa falta de precisão faz com que o administrador investigue novas técnicas que o auxiliem a interpretar a realidade de seu negócio. Para resolver essa necessidade de garantir a fidedignidade da situação financeira da empresa, o administrador deve se valer da Demonstração dos Fluxos de Caixa.

 

10 Demonstração do Valor Adicionado (DVA)

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Discorrer sobre as técnicas contábeis de elaboração da Demonstração do Valor Adicionado, de acordo com a Lei nº 11.638/07 que a tornou obrigatória para as companhias abertas.

O surgimento desse novo recurso contábil deu-se na Europa, mormente na França, Inglaterra e Alemanha. Com o apoio incondicional da ONU, a Demonstração do Valor Adicionado (DVA) vem recebendo uma aceitação, cada vez mais intensa, nos meios internacionais.

As informações veiculadas por meio da elaboração da DVA são tão importantes que alguns países emergentes só aceitam a instalação e a manutenção de uma empresa transnacional, se houver a Demonstração do Valor Adicionado que irá produzir.

A necessidade da DVA justifica-se, pois sua elaboração evidencia o grau de riqueza produzida por uma empresa, demonstrando o quanto ela adicionou de valores a seus fatores de produção, a forma como essa riqueza foi distribuída (entre empregados, governos, acionistas, financiadores de capital) e o quanto ficou retido na empresa.

 

11 Decisões Referentes ao Endividamento

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Estudar os indicadores de endividamento da empresa.

• Quantificar as participações do capital de terceiros sobre os recursos próprios.

Sabemos que o Ativo (aplicação de recursos) é financiado por capitais de terceiros (Passivo Circulante + Passivo Não Circulante) e por capitais próprios (Patrimônio Líquido). Portanto, capitais de terceiros e capitais próprios são fontes (origens) de recursos. É por meio desses indicadores que apreciaremos o nível de endividamento da empresa.

Também são esses indicadores de endividamento que nos informam se a empresa utiliza mais recursos de terceiros ou recursos dos proprietários. Saberemos se os recursos de terceiros têm seu vencimento em maior parte a curto (Circulante) ou a longo prazo (Não Circulante).

É do conhecimento de todos que, nos últimos anos, tem sido crescente o endividamento das empresas. Esse fenômeno não é apenas brasileiro, mas mundial.

De acordo com a edição de “Melhores & Maiores”, publicada pela revista Exame, o capital de terceiros utilizado para financiar o Ativo era de aproximadamente 55% (45% de capital próprio) em 1974. Em menos de dez anos, a situação mudou: a empresa brasileira passou a utilizar 40% do capital de terceiros para constituir o seu Ativo (60% de capital próprio). Na década de 1980, o endividamento manteve-se em 40%, e, no final da década de 1990, subiu para 50%. Em 2008, voltou a subir, chegando a 53,4%. Em 2017, chegou ao seu maior número, 61,5%.

 

12 Decisões Referentes ao Capital de Giro

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Oferecer aos leitores o entendimento quantitativo das participações do capital de terceiros sobre os recursos próprios.

Para fins didáticos, trataremos o capital de giro como o Ativo Circulante. Ainda que não seja tecnicamente perfeito, consideraremos o capital de giro próprio (CGP) como a diferença entre o Ativo Circulante e o Passivo Circulante. Na verdade, capital de giro próprio é a diferença entre Patrimônio Líquido e o Ativo Não Circulante (investimentos, imobilizado e intangível). Neste caso, envolvemos recursos de curto e longo prazos. Porém, na diferença entre os Ativos e Passivos Circulantes, trataremos de recursos apenas de curto prazo. Daí nossa opção.

Quanto maior o capital de giro próprio, maior será a liquidez corrente da empresa e, evidentemente, menor o risco de insolvência. Assim, normalmente, o efeito no lucro é positivo, pois evitam-se fontes de financiamento sensivelmente onerosas para suprir a falta do capital de giro próprio, como é o caso de desconto de duplicatas.

 

13 Decisões Referentes à Liquidez

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Discorrer sobre a capacidade da empresa de saldar os seus compromissos.

• Indicar que esse pagamento pode ser avaliado a longo, a curto, ou ainda, a prazo imediato.

São utilizados para avaliar a capacidade de pagamento da empresa, isto é, constituem uma apreciação sobre se a empresa tem capacidade para saldar seus compromissos. Essa capacidade de pagamento pode ser avaliada a longo, curto prazo ou ainda a um prazo imediato.

Índice de Liquidez Corrente (LC)

Mostra a capacidade de pagamento da empresa a curto prazo, por meio da fórmula:

Vamos partir de uma Demonstração Financeira já reclassificada para o cálculo dos nossos índices. Neste exemplo, analisaremos apenas dois períodos: 20X5 e 20X6.

Balanço patrimonial
Cia. Jundiaí S.A.

Ativo

Passivo

Circulante

31.12.X3

31.12.X2

 

14 Decisões Referentes às Imobilizações

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Oferecer aos leitores o entendimento das decisões referentes ao Ativo Imobilizado, movimentação de bens patrimoniais, sua composição.

• Apresentar alguns indicadores para controle e informações sobre como avaliar a idade do imobilizado.

O Ativo Não Circulante é composto de realizável a longo prazo, investimentos, imobilizado e intangível. Antes da MP de n° 449/08, convertida na Lei no 11.941/09, tínhamos o Ativo Permanente que era dividido em quatro grupos: investimentos, imobilizado, intangível e diferido. Assim, após a referida MP, desaparecem o termo permanente e o subgrupo diferido.

O Ativo Fixo diz respeito aos itens que “permanecem” por vários anos na empresa (vida útil longa) e não se destinam à venda, mas, sim, ao uso ou à renda.

É comum o excesso de imobilização por parte de algumas empresas. Muitas vezes, é questão de honra, sobretudo para o pequeno empresário, ter prédio próprio, máquinas e equipamentos de sua propriedade. Observamos três problemas relevantes em tais decisões.

 

15 Decisões Referentes ao Comportamento das Despesas em Relação às Vendas

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Entender a análise horizontal.

• Estudar a participação e a evolução das despesas em relação às vendas.

Para analisar o comportamento das despesas em relação às vendas, vamos utilizar, como exemplo, valores hipotéticos (em $ milhões):

Demonstração do Resultado

X1

X0

Evolução %

Receita de vendas

1.800

1.000

80%

Custos de produção

(790)

(390)

103%

Matéria-prima

440

200

120%

Mão de obra

290

150

93%

Outros

60

40

50%

Despesas

(1108)

(480)

131%

Vendas

216

120

80%

Administrativas

492

210

134%

Financeiras

400

150

167

Lucro (prejuízo) operacional

 

16 Análise Horizontal e Vertical

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Analisar a evolução dos índices econômicos e financeiros da empresa, comparando as contas de um exercício com o outro (análise horizontal).

• Avaliar a participação percentual de cada conta (análise vertical), pertencente às suas respectivas Demonstrações Financeiras.

Se calcularmos a porcentagem dos itens do Ativo sobre o Ativo Total, do disponível, de duplicatas a receber e de estoque sobre o Ativo Circulante; dos itens do Passivo sobre o Passivo Total ou sobre o Não Circulante (longo prazo), estaremos fazendo uma análise vertical no balanço patrimonial.

Na Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), se calcularmos as porcentagens de despesas, custos e lucros sobre vendas, verificando a proporção dos itens dessa demonstração sobre a receita, também estaremos fazendo uma análise vertical.

Todos os percentuais calculados estão dispostos na linha vertical. O simples fato de dispor um número sobre o outro já nos evidencia uma disposição vertical.

 

17 Decisões Referentes à Rentabilidade

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Entender as Margens de Retorno.

• Aprender a fórmula DuPont.

• Compreender as decisões referentes à rentabilidade.

Melhorar a rentabilidade é uma meta incansável por parte de qualquer empresa.

Para se atingir um melhor desempenho na rentabilidade, dois aspectos são fundamentais: aumentar o lucro e minimizar os investimentos, sem perder o volume de produção. Em outras palavras, melhorar a produtividade.

Ao comparar rentabilidade da empresa com empresário, por meio de um estudo da Taxa de Retorno sobre Investimentos (TRI), podemos detectar os principais empecilhos ao aumento da rentabilidade:

• análise da Taxa de Retorno sobre Investimentos;

• retorno é o lucro obtido pela empresa.

Investimento é toda aplicação realizada pela empresa com o objetivo de obter lucro (retorno). As aplicações estão evidenciadas no Ativo. Assim, temos as aplicações em disponíveis, estoques, imobilizados, investimentos etc. A combinação de todas essas aplicações proporciona resultado para a empresa: lucro ou prejuízo.

 

18 Análise dos Fluxos de Caixa

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Analisar as informações extraídas da Demonstração dos Fluxos de Caixa.

• Compreender os caixas gerados e consumidos até o caixa líquido final.

Aqui faremos uma análise bem simplificada dos fluxos de caixa, propondo, inicialmente, uma nova disposição desses fluxos para um melhor entendimento.

Modelo de fluxos de caixa para facilitar a análise:

→ Receitas recebidas

→ (–) Caixa despendido na produção

Item A: Caixa bruto obtido nas operações

→ (–) Despesas operacionais pagas

→ Vendas

→ Administrativas

→ Despesas antecipadas

Item B: Caixa gerado nos negócios

→ Não operacionais:

→ (+) Outras receitas (diversas) recebidas

→ (–) Outras despesas pagas

Item C: Caixa líquido após os fatos não operacionais

→ (+) Receitas financeiras recebidas

→ (–) Despesas financeiras pagas

→ (–) Dividendos pagos

Item D: Caixa líquido após operações financeiras

 

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