Princípios de Economia - Abordagem Didática e Multidisciplinar

Autor(es): Márcio Bobik BRAGA
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Economia para estudantes. De Márcio Bobik Braga, Princípios de Economia – Abordagem Didática e Multidisciplinar aborda os princípios fundamentais da área e suas aplicações, utilizando exemplos da economia brasileira de maneira simples, prática e didática. Indicado para alunos que estão iniciando sua jornada no estudo da Economia, este livro trata dos aspectos essenciais de microeconomia e macroeconomia e conceitua a Ciência Econômica, mostrando algumas de suas principais aplicações, métodos e dilemas. Além disso, este livro contempla assuntos como: Leis de mercado; Conceito de elasticidade; Concorrência perfeita; Monopólio; Oligopólio; Vantagens e imperfeições do mercado; Macroeconomia keynesiana; Mercado monetário e o modelo IS/LM; e Inflação.

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1 Os princípios básicos da Economia

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Discutir o que é Economia.

■ Mostrar a importância da escassez para a Economia.

■ Considerar os principais dilemas encontrados na análise econômica.

■ Apresentar a curva de possibilidade de produção.

■ Mostrar o significado da lei dos rendimentos decrescentes.

■ Discutir algumas questões metodológicas presentes na análise econômica.

■ Mostrar as diferenças entre a microeconomia e a macroeconomia.

■ Considerar as várias áreas de estudo na Economia.

■ Apresentar as formas de atuação do economista no mercado de trabalho.

Para que serve a Economia? O olhar atento nos noticiários dos jornais, da televisão ou da internet permite visualizar um amplo conjunto de questões econômicas como o desemprego, a inflação, o endividamento público, o comércio internacional e o crescimento econômico, dentre outros. Em épocas de eleição, o debate sobre os rumos da Economia costuma ter posição central nos programas dos candidatos. Os eleitores querem saber, por exemplo, qual o programa econômico daqueles que pleiteiam o cargo máximo do país. Existem ainda questões relacionadas aos preços dos bens e serviços. Em algumas épocas do ano, é possível observar a elevação no preço de determinados alimentos. Alguns serviços, como os de restaurantes, variam de preço em diferentes localidades de uma mesma cidade. Roupas e calçados costumam ser mais caros em centros comerciais presentes em bairros mais ricos. Quando o preço da gasolina aumenta, fica mais caro encher o tanque do automóvel com etanol. Existem ainda as crises econômicas que permanecem na memória das pessoas, como a Grande Depressão de 1930 ou a crise bancária norte-americana de 2008. Todas essas questões e eventos fazem parte do universo da Economia. Ou seja, a Ciência Econômica possui amplo conjunto de possibilidades teóricas e aplicações práticas, mesmo para as pessoas comuns.

 

2 As leis do mercado

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Estudar os fundamentos que regem o funcionamento dos mercados.

■ Analisar os fatores que determinam o comportamento dos produtores e dos consumidores.

■ Apresentar a lei da oferta e da procura.

■ Mostrar como se estabelece o equilíbrio de mercado.

■ Estudar os fatores que exercem influência sobre os preços nos mercados.

■ Apresentar os conceitos de bens normais, superiores e inferiores.

■ Discutir as diferenças entre os conceitos de bens substitutos e complementares.

Conforme visto no capítulo anterior, Adam Smith utilizou a expressão “a mão invisível” para sugerir a existência de formas de organização do sistema produtivo conduzido por agentes econômicos que, muitas vezes, possuem interesses conflitantes ou antagônicos. Com suas ideias, expostas na obra clássica A riqueza das nações, Smith deu início às investigações que mais tarde iriam se consolidar no que se entende hoje como a microeconomia moderna. No centro dessa importante área, encontra-se o estudo dos fundamentos e leis que regem o funcionamento dos mercados. Este capítulo dá início ao estudo da microeconomia que se estenderá até o Capítulo 7.

 

3 O conceito de elasticidade

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Apresentar o conceito de elasticidade.

■ Definir as elasticidades preço e renda da demanda.

■ Definir a elasticidade-preço da oferta.

■ Analisar os determinantes das elasticidades.

■ Considerar as diferenças entre as elasticidades no curto e no longo prazo.

■ Mostrar as várias formas que as elasticidades podem assumir.

■ Mostrar as aplicações práticas das elasticidades.

■ Apresentar os fundamentos da análise dos mercados.

Os conceitos estudados no capítulo anterior são fundamentais para o entendimento dos fatores que exercem influência sobre a oferta, a demanda e os preços dos bens e serviços. Porém, eles ainda não são suficientes para a adequada compreensão dos mercados no mundo real. Até agora, estudou-se principalmente o equilíbrio de mercado e os fatores que alteram esse equilíbrio. Mas é necessário ir além, buscando a resposta para a seguinte pergunta: qual a intensidade ou o grau de reação da oferta e da demanda em relação às alterações de preços ou da renda do consumidor? Dependendo da importância do bem, o aumento do preço pode provocar forte redução na demanda, com impactos negativos sobre a receita e o lucro da firma. Existem também questões relacionadas com a resposta da oferta frente às alterações de preços. A produção de determinados bens não pode ser elevada da noite para o dia, o que traz consequências para as mudanças no equilíbrio de mercado. Essas questões podem ser mais bem compreendidas a partir do conceito de elasticidade.

 

4 A concorrência perfeita

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Apresentar o modelo de concorrência perfeita.

■ Discutir as hipóteses que justificam a concorrência perfeita.

■ Apresentar o conceito de lucro econômico.

■ Apresentar o conceito de custo de oportunidade.

■ Discutir as diferenças entre lucro econômico e lucro contábil.

■ Mostrar que no mercado de concorrência perfeita, o lucro econômico é zero.

■ Mostrar as relações entre receita marginal, custo marginal e o preço em um mercado competitivo.

■ Comparar o equilíbrio de mercado com o equilíbrio da firma em um mercado competitivo.

■ Mostrar a importância da concorrência perfeita para a regulação dos mercados.

A análise realizada nos dois últimos capítulos baseou-se principalmente no estudo do equilíbrio de mercado a partir da interação entre a oferta e a demanda. Mas nada foi dito sobre o número de firmas existente no mercado e o comportamento de cada uma em relação ao preço cobrado e ao lucro obtido. Tais conceitos, dentre outros, permitem qualificar melhor o equilíbrio e determinados aspectos relacionados ao comportamento das firmas em ambiente de grande concorrência. Neste capítulo, será estudada a mais popular das estruturas de mercado: a concorrência perfeita.

 

5 O monopólio

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

■ Apresentar o modelo de monopólio.

■ Discutir as fontes do monopólio.

■ Estudar os fatores que resultam na barreira à entrada de firmas no mercado.

■ Apresentar o conceito de economias de escala.

■ Definir o monopólio natural.

■ Mostrar como se dá a formação de preços no monopólio.

■ Mostrar a relação entre o preço do monopólio e a elasticidade-preço da demanda.

■ Considerar a estrutura de concorrência monopolística.

■ Apresentar o conceito de monopsônio.

■ Considerar o monopólio no debate sobre a regulação dos mercados.

■ Comparar o monopólio com a concorrência perfeita.

Ao estudar as vantagens da concorrência perfeita, o aluno pode ser levado a concluir que todos os bens e serviços deveriam ser ofertados em mercados competitivos. Qualquer outra estrutura seria prejudicial à sociedade, pois resultaria em lucros abusivos e preços injustamente altos para os consumidores. Entretanto, essa conclusão nem sempre é verdadeira. Existem estruturas de mercado onde a concorrência não é possível, em decorrência de determinadas características relacionadas com o processo de produção. Esse é o caso do monopólio.

 

6 Os oligopólios e a regulação dos mercados

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Apresentar o conceito de oligopólio.

■ Mostrar as consequências da cooperação entre firmas oligopolistas.

■ Apresentar os princípios básicos da Teoria dos Jogos.

■ Definir o equilíbrio de Nash.

■ Mostrar por que os cartéis têm vida curta.

■ Dar continuidade ao debate sobre a regulação dos mercados.

■ Comparar as estruturas de mercado até agora estudadas neste livro.

Se o leitor desejar contratar um serviço de telefonia móvel no Brasil, ele terá poucas opções. Isso porque esse serviço é ofertado em um mercado oligopolista, caracterizado pela existência de poucas firmas. Os oligopólios contemplam inúmeros setores da indústria, como a automobilística, de eletroeletrônicos, de bebidas, além de determinados serviços de transporte aéreo, seguros, bancos, planos de saúde e telefonia, dentre outros.

Os oligopólios fazem parte do conjunto denominado, em Economia, de concorrência imperfeita. Em seus aspectos gerais, pode ser considerado como algo intermediário entre o monopólio e a concorrência perfeita. Tal como no monopólio, a existência dos oligopólios é explicada pela existência de barreiras à entrada de novas firmas no mercado, principalmente por trabalharem com economias de escala. Entretanto, existe alguma concorrência entre as firmas oligopolistas.

 

7 As vantagens e as imperfeições de mercado: bens públicos, externalidades e informação assimétrica

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Considerar o mercado como forma eficiente de organização produtiva.

■ Apresentar o conceito de bem público.

■ Considerar as externalidades no processo produtivo.

■ Mostrar como é possível minimizar as externalidades negativas.

■ Definir custos de transação.

■ Mostrar como determinados mecanismos de incentivo podem reduzir os problemas de informação assimétrica.

■ Considerar a existência de informação assimétrica nas relações econômicas.

■ Apresentar os conceitos de risco moral e seleção adversa.

Na análise dos princípios que regem o funcionamento dos mercados realizada nos capítulos anteriores, foram considerados vários exemplos retirados da realidade com o intuito de mostrar as aplicações práticas da análise microeconômica. Mesmo o modelo de concorrência perfeita, que apresenta grande abstração, apresenta-se como importante referência na busca de algo ideal para a sociedade. Consideraram-se também algumas imperfeições que servem para as discussões em torno da regulação dos mercados. Elas foram identificadas nas estruturas de monopólio e oligopólio e dizem respeito às barreiras à entrada e determinadas práticas abusivas, como a formação de cartéis. Mas existem outras imperfeições que não se relacionam com essas estruturas. Elas têm sido consideradas em recentes pesquisas no âmbito da microeconomia e buscam encontrar incentivos e arranjos institucionais que possam melhorar o desempenho dos mercados. Este capítulo tem como objetivo estudar algumas dessas imperfeições a partir dos conceitos de bens públicos, externalidades e informação assimétrica. O objetivo aqui consiste em apresentar possíveis soluções para esses problemas. O capítulo inicia com uma síntese acerca dos benefícios dos mercados que, mesmo com todas as imperfeições, podem levar a formas superiores de organização produtiva.

 

8 As variáveis macroeconômicas e outros conceitos básicos

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Definir o Produto Interno Bruto (PIB).

■ Considerar o PIB pelas óticas da produção, renda e demanda agregada.

■ Definir o produto de pleno emprego.

■ Definir a taxa de desemprego da mão de obra.

■ Mostrar as relações entre o PIB de pleno emprego e a taxa de desemprego da mão de obra.

■ Definir a taxa natural de desemprego.

■ Apresentar a estrutura básica do balanço de pagamentos.

■ Considerar a diferença entre variáveis nominais e reais.

■ Mostrar como se deflaciona uma série nominal.

■ Diferenciar as variáveis estoque das variáveis fluxo.

Com este capítulo, inicia-se o estudo da macroeconomia. Assim como a microeconomia, a macroeconomia se utiliza de modelos matemáticos, principalmente de gráficos, tendo como objetivo entender determinados fenômenos, como o crescimento econômico, o desemprego e a inflação. Também busca avaliar os impactos das denominadas políticas macroeconômicas, particularmente a monetária e a fiscal.

 

9 A macroeconomia keynesiana

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Discutir os princípios básicos da macroeconomia keynesiana.

■ Expor o modelo keynesiano simplificado.

■ Apresentar sobre os impactos da política fiscal e suas limitações.

■ Discutir o consumo e o investimento no modelo keynesiano.

■ Analisar a relação entre taxa de juros e investimento.

■ Discutir o papel das expectativas sobre o nível de atividade econômica.

■ Apresentar o debate entre liberais × intervencionistas.

Todos torcem pelo anúncio de bons resultados na Economia. O desemprego, por exemplo, é uma daquelas situações que nenhum Presidente quer experimentar em seu Governo. Aliás, esse não é apenas um problema para os políticos. Também afetam os trabalhadores, que precisam dos seus salários para viver. O desemprego também afeta os empresários, que precisam do lucro para se manter na atividade produtiva, ou mesmo o Governo, que depende das receitas tributárias para realizar seus Gastos; e essas receitas caem na recessão. Ou seja, quanto maior o desemprego, menor será a renda da Economia. Todos perdem com o desemprego.

 

10 O mercado monetário e o modelo IS/LM

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Estudar as funções de oferta e demanda por moeda.

■ Analisar o funcionamento do mercado monetário.

■ Apresentar o conceito do multiplicador bancário.

■ Definir as operações ativas do Banco Central.

■ Detalhar as formas como o Banco Central exerce a política monetária.

■ Apresentar o modelo IS/LM.

■ Mostrar os impactos das políticas monetária e fiscal sobre a renda e a taxa de juros.

■ Discutir alguns critérios de escolha das políticas macroeconômicas.

Até o momento, a análise macroeconômica foi construída a partir do modelo keynesiano simplificado, o que permitiu avaliar determinados aspectos relacionados com o comportamento do nível de atividade econômica. Também foi considerado o papel da demanda agregada e os efeitos da política fiscal sobre o Produto Interno Bruto (PIB). Dado que o enfoque foi em torno da produção agregada, a análise teve como centro o denominado “mercado de bens”.

Na Seção 9.3 do capítulo anterior, foi sugerida a possibilidade de os investimentos produtivos serem determinados pela taxa de juros. Essa possibilidade tem importantes implicações teóricas. Os investimentos representam a demanda por bens de capital físico, o que justifica o enfoque no mercado de bens. Entretanto, a taxa de juros é uma variável financeira e é determinada no denominado “mercado monetário”. Ou seja, a função investimento constitui-se no elo entre os dois mercados. Essa relação será explorada neste capítulo a partir da análise das principais características do sistema monetário, no qual a moeda ocupa posição de destaque.

 

11 O modelo de oferta e demanda agregada

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Apresentar o modelo de oferta e demanda agregada.

■ Mostrar os fundamentos das curvas de oferta e demanda agregada.

■ Discutir as opções para a redução do desemprego na Economia.

■ Dar início ao estudo do fenômeno da inflação.

■ Mostrar as implicações da denominada “Curva de Phillips”.

■ Dar continuidade ao debate acerca dos benefícios e custos da política macroeconômica.

Os modelos macroeconômicos até aqui estudados são de inspiração keynesiana e dizem respeito ao denominado “lado da demanda”. Existe, entretanto, um modelo mais geral que agrega tanto a demanda quanto a oferta agregada. Esse modelo permite avaliar com maior profundidade os fenômenos do desemprego e as opções de política macroeconômicas. Também considera, de forma explícita, o nível geral de preços, o que remete a análise macroeconômica ao fenômeno da inflação. Esse modelo é denominado “oferta e demanda agregada”.

O modelo de oferta e demanda agregada permite discutir uma importante dicotomia na macroeconomia. Trata-se do dilema entre inflação e desemprego. Esse dilema mostra que nem sempre é possível alcançar a estabilidade macroeconômica sem custos para a sociedade. Infelizmente, essa conclusão não é considerada por alguns, que acham que a Ciência Econômica pode tudo, bastando vontade política do Governo.

 

12 A inflação

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Estudar as causas da inflação.

■ Apresentar os custos da inflação.

■ Discutir a Teoria Quantitativa da Moeda.

■ Definir a Teoria Quantitativa da Moeda.

■ Apresentar o conceito de inflação inercial.

■ Apresentar o conceito de senhoriagem e imposto inflacionário.

■ Discutir o combate da inflação no Brasil.

Nos modelos macroeconômicos estudados nos últimos capítulos, foi discutido, além dos fatores e políticas que exercem influência sobre o nível de atividade econômica, o fenômeno da inflação, definido como a elevação do índice geral de preços na Economia. Esse índice foi considerado no modelo de oferta e demanda agregada. Também foi considerada a inflação na Curva de Phillips, na qual foi apresentada a dicotomia entre inflação e desemprego. Este capítulo retoma a análise do fenômeno da inflação, considerando suas causas, seus custos e alguns dos problemas relacionados com as políticas de estabilização.

Parece haver, entre os economistas, algum consenso sobre a necessidade de se ter a inflação sob controle. O problema é que esse controle implica em custos para a sociedade. A questão torna-se mais complexa considerando que não existe consenso acerca das suas causas. O caso brasileiro é emblemático nesse aspecto. O Brasil foi, durante mais de uma década, palco de uma das maiores inflações do planeta. O fenômeno foi intensamente discutido no país, e, depois de inúmeros planos de estabilização, a inflação alta foi finalmente debelada pelo Plano Real. Hoje, o país utiliza o Sistema de Metas de Inflação, que representa uma das formas de manifestação da política monetária. Se por um lado esse sistema tem se mostrado eficiente, por outro tem despertado críticas pelos seus efeitos sobre o emprego.

 

13 O crescimento de longo prazo

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Apresentar os principais fatores que explicam o crescimento econômico de longo prazo.

■ Estudar o modelo neoclássico de crescimento econômico.

■ Mostrar como a taxa de poupança, a acumulação de capital e as inovações tecnológicas contribuem para o crescimento econômico.

■ Definir instituições.

■ Mostrar como as instituições afetam o crescimento econômico.

■ Apresentar os princípios básicos das vantagens comparativas.

■ Considerar algumas relações entre o comércio internacional e o crescimento econômico.

No modelo de oferta e demanda agregada, o pleno emprego foi definido como sendo a situação ótima para a Economia. Essa situação, entretanto, não representa o crescimento econômico. A Economia pode estar no pleno emprego e ao mesmo tempo se encontrar em situação de estagnação econômica. Basta lembrar que, no gráfico no qual são representadas as curvas de oferta e demanda agregadas, o pleno emprego é fixo. Mas ele pode crescer.

 

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