Mercado Financeiro - Exercícios e Prática

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Com o objetivo principal de oferecer uma forma prática de estudar o mercado financeiro, seus conceitos fundamentais, técnicas e operações financeiras, desenvolvemos esta obra.No decorrer dos dezenove capítulos, são apresentados mais de 500 testes e exercícios que abordam temas como:• políticas econômicas;• Sistema Financeiro Nacional;• juros;• produtos financeiros;• mercado de ações;• risco e retorno.O livro ainda conta com o gabarito das questões e dá acesso ao Manual de Soluções Comentadas, disponível no site do GEN | Atlas.APLICAÇÃOLivro essencialmente prático, destinado a todos que atuam ou têm intenção de atuar no mercado financeiro. Bibliografia complementar para a disciplina Mercado Financeiro e de Capitais dos cursos de graduação e pós-graduação (lato sensu) em Economia, Administração e Ciências Contábeis.

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1 Intermediação financeira

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O Capítulo 1 aborda a intermediação e a atividade econômica, assuntos considerados essenciais a um melhor entendimento dos mercados financeiros. Por meio do estudo de conceitos econômicos, como fatores de produção, lei dos rendimentos decrescentes, curva de possibilidade de produção, produto interno bruto, produto nacional bruto, crescimento e desenvolvimento econômico, torna-se possível compreender a atividade econômica de maneira ampla e aprofundada.

Definições e comentários acerca de rendas, investimentos e poupança, bem como a apresentação dos agentes econômicos, dos intermediários financeiros e de características da moeda também são encontrados neste capítulo. O conteúdo proposto para essa fase introdutória termina na apresentação dos pensamentos econômicos atuais, por meio do qual são discutidas as características das duas grandes escolas, keynesianismo e monetarismo, e outras diversas linhas de pensamento.

1. Assinale VERDADEIRO (V) ou FALSO (F) nas seguintes afirmativas:

 

2 Políticas econômicas

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O Capítulo 2 estuda as três políticas econômicas que os governos geralmente utilizam para atuar sobre os mercados: política monetária, política fiscal e política cambial. Trata também da inflação brasileira e seus principais indicadores de preços, bem como descreve os programas econômicos adotados no país, entre os anos de 1986 e 1994, visando debelar a inflação e promover o crescimento econômico.

O conteúdo proposto para o Capítulo 2 inclui a análise da crise econômica mundial de 2008, iniciada nos Estados Unidos com a crise do crédito Subprime. Aspectos essenciais das políticas econômicas podem ser identificados nessa análise.

1. Identifique, nos instrumentos de controle monetário relacionados a seguir, aquele que não é de competência do Banco Central:

a) Recolhimentos compulsórios (reservas obrigatórias) realizados pelos bancos comerciais.

b) Operações de open market (mercado aberto).

c) Autorização para emissão de papel-moeda.

 

3 Sistema Financeiro Nacional

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O Capítulo 3 desenvolve a estrutura e o funcionamento do Sistema Financeiro Nacional, cujo objetivo básico é o de promover, da forma mais eficiente possível, a formação dos fluxos de fundos entre os agentes tomadores e aplicadores de recursos.

Por meio do estudo das instituições, que formam os subsistemas normativo e de intermediação do Sistema Financeira Nacional, é possível identificar quais são as responsabilidades, as características e a importância de cada uma delas, para o bom funcionamento do mercado financeiro brasileiro.

O capítulo descreve, ainda, os organismos financeiros internacionais.

1. O órgão normativo máximo do Sistema Financeiro Nacional é:

a) Comitê de Política Econômica (COPOM).

b) Banco Central do Brasil (BACEN).

c) Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF).

d) Conselho Monetário Nacional (CMN).

e) Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

2. Fazem parte do subsistema normativo:

 

4 Mercados financeiros: monetário e crédito

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O Capítulo 4 descreve a intermediação financeira de forma segmentada, enfatizando o mercado monetário e o mercado de crédito. Descreve também os principais títulos de crédito e títulos públicos negociados nesses mercados.

Por meio do estudo dos mecanismos de controle da política monetária é possível entender como as operações com títulos públicos são realizadas, bem como o impacto que a compra e a venda desses títulos tem na liquidez da economia. Conhecer e compreender as diferenças entre as taxas de juros praticadas no mercado financeiro também é essencial nesse contexto.

Por fim, dada a importância do mercado de crédito, que visa suprir as necessidades de caixa de curto e médio prazos dos vários agentes econômicos, entender os produtos disponíveis é essencial para que a intermediação financeira seja tão eficiente, quanto possível.

1. Os seguintes títulos são negociados no mercado monetário, exceto:

a) Letras do Tesouro Nacional – LTN (Tesouro Prefixado).

 

5 Mercados financeiros: capitais e cambial

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O Capítulo 5, em continuação ao estudo dos Mercados Financeiros, aborda o mercado de capitais e o mercado cambial, tratando ainda dos principais instrumentos financeiros negociados.

Por meio do estudo dos produtos, serviços, mecanismos e características do mercado de capitais, é possível compreender porque esse mercado é tido como grande municiador de recursos permanentes para a economia, sendo seu papel considerado um dos mais relevantes no processo de desenvolvimento econômico do país.

Ao conhecer o mercado cambial em detalhes, torna-se possível compreender porque é indispensável o papel de um mercado responsável por reunir todos os agentes econômicos com motivos para realizar transações com o exterior; bem como por controlar as reservas cambiais da economia e por manter o valor da moeda nacional em relação a outras moedas internacionais.

1. Assinale a alternativa que apresenta uma associação correta entre as modalidades de financiamento realizadas no mercado de capitais com uma de suas características:

 

6 Fundamentos de avaliação

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O Capítulo 6 desenvolve as técnicas fundamentais de cálculo financeiro e de estatística aplicadas à avaliação econômica e à análise de risco de títulos e valores mobiliários.

O estudo detalhado dos fundamentos de avaliação engloba conceitos de matemática financeira, especialmente em termos de taxas de juros; e conceitos de estatística, em termos de medidas de tendência central e dispersão.

As principais taxas são: linear (proporcional), equivalente, over, preferencial e real. As principais medidas estatísticas aplicadas à mensuração e à interpretação do retorno são as medidas de tendência central, como média, moda e mediana. Já para a análise do risco e da volatilidade são utilizadas medidas de dispersão, como desvio-padrão, variância e coeficiente de variação.

Por fim, compreender e aplicar a análise dos conceitos de covariância e correlação torna-se indispensável para o entendimento do impacto da combinação de ativos com comportamento similar em uma carteira.

 

7 Juros

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O Capítulo 7 estuda a formação das taxas de juros da economia brasileira e a determinação do spread bancário. Merecem destaque a taxa básica de juros do mercado financeiro nacional e as demais taxas adotadas como referência para as negociações financeiras.

As taxas de juros impactam os processos de captação e empréstimo de recursos, tanto por parte das empresas, quanto por parte dos governos. Sendo assim, torna-se fundamental entender as variáveis macroeconômicas para se tomar boas decisões financeiras, especialmente em países emergentes e com maior risco, como é o caso do Brasil.

O estudo das principais teorias desenvolvidas para explicar a relação das taxas de juros e a maturidade da operação é essencial para o entendimento e atuação nos diversos cenários econômicos. São elas: Teoria das Expectativas, Teoria da Preferência pela Liquidez e Teoria da Segmentação de Mercado.

1. De acordo com a Teoria da Preferência pela Liquidez, pode-se afirmar que:

 

8 Riscos das instituições financeiras

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O Capítulo 8 volta-se ao estudo do risco das instituições financeiras, abordando risco da variação na taxa de juros, risco de crédito, risco de mercado, risco cambial, risco operacional, risco soberano, risco legal e risco de liquidez.

No cenário de riscos, torna-se fundamental compreender o que é a assimetria de informações e como ela pode impactar o desempenho de empresas e as operações no mercado financeiro.

O processo de implantação de controles internos de qualidade promove melhoria da gestão corporativa, bem como a mitigação de riscos aos quais as empresas estão expostas no seu dia a dia. Mecanismos de governança corporativa são essenciais para se atingir tais objetivos.

Portanto, ainda são tratados no capítulo, risco moral, risco de compliance, a Lei Sarbanes-Oxley e o Acordo de Basileia.

1. Preencha as lacunas a seguir de acordo com os tipos de riscos incorridos atualmente pelas instituições financeiras bancárias:

• risco de crédito

 

9 Produtos financeiros

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O Capítulo 9 trata das avaliações dos principais produtos financeiros negociados nos mercados financeiros nacional e internacional.

Estudar as características das operações de desconto e securitização de recebíveis, emissão e investimento em debêntures, comercial papers, títulos públicos, warrants e export notes; torna-se essencial para a aplicabilidade e a compreensão dos cálculos dos custos e da rentabilidade dessas operações.

Conhecer as técnicas de Matemática Financeira, bem como as definições e impactos das variáveis macroeconômicas câmbio, inflação e taxa de juros, é indispensável para a avaliação eficiente dos produtos financeiros.

1. As afirmativas a seguir dizem respeito às Sociedades de Fomento Mercantil, mais conhecidas como empresas de factoring. Assinale VERDADEIRO (V) ou FALSO (F) em cada uma delas:

a) (  ) A sociedade de factoring é tutelada pelas regras do mercado financeiro, sendo entendida como uma instituição financeira.

 

10 Mercado de renda fixa – avaliação de bônus

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O Capítulo 10 dedica-se ao estudo do mercado de renda fixa. Aborda, de maneira ilustrativa, a formação dos preços de mercado, a determinação do Yield To Maturity (YTM) e a avaliação da maturidade e da volatilidade dos títulos.

Por meio do cálculo do yield to maturity torna-se possível analisar o rendimento efetivo dos títulos de renda fixa até seu vencimento. A determinação do YTM considera o preço de mercado do título e os fluxos de rendimentos associados.

Outro aspecto relevante da avaliação de um título de renda fixa é a distribuição dos fluxos de caixa no tempo. A maturidade mede qual é o prazo do título. Por sua vez, a duration mede a sensibilidade de um título que considera, em seus cálculos, todos os pagamentos intermediários; e pode ser entendida como uma medida de risco, pois descreve a sensibilidade do preço de mercado do título em relação à variação da taxa de juros.

1. Sobre os bônus, não podemos afirmar que:

 

11 Mercado primário de ações

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O Capítulo 11 está direcionado ao estudo mais completo do mercado de ações, tratando dos conceitos gerais, formas de negociações e tipos de valores mobiliários, mercados primário e secundário, abertura de capital e os principais direitos dos acionistas.

Compreender as características das ações, o funcionamento do mercado no qual os valores mobiliários são negociados, e as vantagens e desvantagens de investir recursos no mercado acionário, torna-se fundamental para a correta avaliação dos títulos de renda variável por parte dos diversos investidores. Vale ressaltar que a legislação vigente no Brasil apresenta mecanismos de proteção aos direitos dos acionistas, em especial os minoritários.

Já por parte das empresas, também é essencial o conhecimento acerca do mercado de ações, bem como dos custos e riscos envolvidos com a negociação de títulos nesse mercado, para uma decisão eficiente em termos de captação de recursos por meio da abertura de capital.

1. Sobre o mercado de ações, assinale a alternativa incorreta:

 

12 Mercado secundário de ações

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O Capítulo 12 está direcionado ao estudo mais completo do mercado secundário de ações, pontuando as características e as diferenças entre as operações à vista, a termo, opções e contrato futuro. Também são estudados os índices de bolsas de valores, o mercado de balcão, os segmentos e as práticas de governança corporativa, investimentos em private equity e créditos de carbono.

Compreender as características das operações a termo, opções e contratos futuros, torna-se fundamental para a correta utilização dos mecanismos de hedge disponíveis no mercado de capitais.

As práticas de governança corporativa são identificadas como de Nível 1, Nível 2 ou Novo Mercado, dependendo do grau de compromisso assumido pela sociedade, e são usadas para destacar as empresas empenhadas em oferecer um tratamento diferenciado aos acionistas.

1. Considere as seguintes afirmações sobre o mercado secundário de ações:

I. O mercado secundário registra a transferência de propriedade dos títulos e valores mobiliários, o que determina variações diretas sobre os fluxos de recursos das sociedades emitentes.

 

13 Avaliação de ações

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O Capítulo 13 estuda a metodologia de avaliação de ações com base em suas expectativas de rendimentos. São abordados os critérios de análise econômica, os principais indicadores financeiros e o modelo básico do fluxo de caixa descontado.

Dentre os principais indicadores de análise de ações estão o Lucro por Ação (LPA), Payout, Dividend Yield, Preço/Lucro (P/L), Price to Book e Q de Tobin.

Por fim, o preço justo (target price) de uma empresa equivale ao valor presente de um fluxo futuro de benefícios de caixa prometidos pelo papel, descontado a uma taxa de juros que reflita adequadamente o risco do investimento. Esse fluxo de benefícios considera as receitas, custos e despesas, e todas as necessidades de investimentos para manter sua competitividade.

1. Na decisão de investimento em determinada ação deverá(ão) ser considerado(s) com menor relevância:

a) riscos do investimento.

b) expectativa de valorização futura.

 

14 Risco, retorno e mercado

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O Capítulo 14 propõe o estudo do risco, por meio das técnicas de mensuração e análise aplicadas às decisões tomadas no âmbito do mercado financeiro.

No contexto de mercado de baixa eficiência, a preocupação principal está em avaliar se os modelos financeiros produzem resultados mais significativos. Os investidores atuam procurando tirar proveito econômico dos desvios temporários dos preços de certos ativos, na expectativa de seus valores voltarem a sua posição de equilíbrio. O ajuste dos preços a cada nova informação introduzida no mercado é dependente da capacidade de interpretação e amplitude de sua divulgação entre os participantes.

Assim, contar com medidas do retorno e do risco esperados, tanto para ativos quanto para carteiras de ativos, torna-se essencial para a eficiência do processo de tomada de decisões nesse mercado.

1. Com relação ao risco, é incorreto afirmar que:

a) revela uma possibilidade de perda.

b) pode ser representado pelo desvio-padrão (dispersão dos resultados em relação à média).

 

15 Seleção de carteiras e Teoria de Markowitz

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O Capítulo 15 propõe o estudo e a análise do risco baseados na Teoria de Markowitz e no processo de diversificação da carteira de investimentos.

A seleção de carteiras procura identificar a melhor combinação possível de ativos, obedecendo às preferências do investidor com relação ao risco e retorno esperados. Dentre as inúmeras carteiras que podem ser formadas com os ativos disponíveis, é selecionada aquela que maximiza o grau de satisfação com o investimento realizado.

Para tanto, torna-se indispensável: (i) conhecer como se comportam ativos com correlação positiva, negativa ou nula; (ii) mensurar e analisar como as diversas combinações de ativos em carteiras se comportam em termos de retorno e risco; (iii) saber como montar e analisar uma fronteira eficiente.

1. O risco de um ativo:

a) independe de sua inclusão, ou não, em um portfólio.

b) não há relação entre o risco de um ativo e o seu retorno esperado.

c) pode reduzir o risco de uma carteira por meio da combinação com outros ativos positivamente correlacionados.

 

16 Modelos de precificação de ativos e avaliação do risco

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O Capítulo 16 propõe o estudo dos modelos de precificação de ativos e avaliação de risco.

Um dos aspectos mais relevantes do desenvolvimento recente da teoria de finanças e risco é o conhecido modelo de precificação de ativos, amplamente divulgado por Capital Asset Pricing Model (CAPM).

O CAPM é um modelo de precificação unilateral bastante utilizado nas várias operações do mercado de capitais, participando do processo de avaliação de tomada de decisões em condições de risco.

Por meio do modelo, é possível também apurar-se a taxa de retorno requerida pelos investidores. O coeficiente beta indica o incremento necessário no retorno de um ativo de forma a remunerar adequadamente seu risco sistemático.

1. Podemos fazer as seguintes afirmativas com relação ao Capital Asset Pricing Model (CAPM), exceto:

a) busca relacionar e mensurar os componentes de risco e retorno em uma avaliação de ativos.

b) assume a hipótese de grande eficiência informativa do mercado, que atinge igualmente a todos os investidores.

 

17 Derivativos – mercados futuros

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O Capítulo 17 contempla o sofisticado mercado de derivativos e o uso desses instrumentos financeiros no gerenciamento do risco. São destacados os participantes dos mercados futuros e o processo de formação de preços dos contratos.

Derivativos são instrumentos financeiros que se originam (dependem) do valor de outro ativo, tido como ativo de referência. Um contrato derivativo não apresenta valor próprio, derivando-se do valor de um bem básico (commodities, ações, taxas de juros etc.).

Uma operação de mercado futuro envolve basicamente um compromisso de compra ou venda de determinado ativo em certa data futura, sendo previamente fixado o preço objeto da negociação.

Os investidores do mercado futuro são identificados essencialmente nos especuladores e hedgers. Os especuladores são todos os aplicadores que buscam resultados financeiros nas operações a futuro. Os hedgers constituem-se em usuários dos mercados futuros que, por meio de operações de compra e venda, procuram eliminar o risco de perda determinado por variações adversas nos preços.

 

18 Derivativos – mercados de opções e swaps

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O Capítulo 18 completa o estudo do mercado de derivativos e do uso desses instrumentos financeiros no gerenciamento do risco. São destacados os mercados de opções e mercados a termo, assim como as operações de hedge e swaps.

Os contratos de opções são uma sofisticação dos mercados de derivativos e, em especial, das operações a futuro. Pelo contrato de opções, o investidor assume o direito de adquirir ou vender certo ativo, pagando por isso um prêmio ao vendedor. Os produtos negociados pelas opções são conhecidos por ativos-objeto, podendo ser ações, índices de preços, ouro, dólar, taxas de juros, e assim por diante.

Swap é um acordo para troca de posição (ativa ou passiva) entre duas partes. Nas operações de swap os investidores trocam posições de contratos financeiros para adequar sua exposição ao risco.

1. Identifique como V (VERDADEIRO) ou F (FALSO) as características do mercado a termo enunciadas a seguir:

 

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